História Where am I? - Capítulo 11


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Categorias Loona, Stray Kids
Personagens Bang Chan, Choerry, Chuu, GoWon, Han Ji-sung, HaSeul, HeeJin, Hwang Hyun-jin, HyunJin, JinSoul, Kim Lip, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Olivia Hye, Seo Chang-bin, ViVi, Yang Jeong-in, Yeojin, Yves
Visualizações 3
Palavras 1.368
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - . ..- .- .. -. -.. .- .-.. . -- -... .-. ---


 

- Jisung... Você...

O garotinho abaixou a cabeça, enxugando os olhos com as pequenas mãos, limpando as lágrimas que se acumulavam cada vez mais, em pensamentos de que iria se separar de sua amiga de tempos. A mesma assim estendeu seus bracinhos e envolveu-os no pescoço do mais novo.

- Calma, Ji! - Tentou animá-lo, selando um beijo em sua bochecha enquanto dava um pulinho. - Vem comigo.

Ela segurou sua mão e correu para a sala de aula, pegando um barbante de sua mochila e uma tesoura, pegou o começo do barbante e amarrou no mindinho de Han, estendeu o seu para que fizesse o mesmo.

- Quando você for para lá, deixa esse barbante em casa. - Falou, cortando o fio no meio, sentada na cadeira, balançando seus pezinhos. - Vai espalhando um fiozinho desse por lá, onde você andar. Quando acabar, só amarrar em um outro e continuar. Tá'?

Ele assentiu com a cabeça, olhando para o nó em seu dedo menor, sentindo-se melhor em relação a aquilo.

[...]

- Jisung! O que pensa que está fazendo espalhando esse barbante por aí? Um sinal de ajuda, ou um tipo de aviso a armadilha? Ãh? Acha que isso pode te ajudar em alguma coisa, seu animal? - Berrava o guarda, cospindo na face do pequeno Han, que tentava desviar o olhar, calado. - Não quero mais ver esse tipo de coisa aqui. Ouviu bem?!

Ele assentiu, estendendo a mão para que o guarda devolvesse o barbante, e logo recebeu-o. Assim que ele saiu, Han deixou o barbante em sua gaveta, enxugando os olhos com a mão, secando aquelas lágrimas que não paravam se escorrer.

No horário de visita, Jisung esperou que a garota entrasse no quarto, junto a sua mãe, e chegou, dando de encontro com o olhar choroso do garoto. Ela correu em sua direção e pulou na cama, abraçando-o.

- Por que está chorando, Ji? - Indagou, enxugando seu rosto com os polgares. - Fizeram alguma coisa com você?

- Não vou poder mais fazer a promessa... - Comentou, abaixando a cabeça. - Desculpa, Hee...

- O que? Por que?

- Não sei... Só me proibiram...

- Okay... - Suspirou. - Então... Eu vou continuar fazendo! - Exclamou ela, segurando um barbante. - Sempre que eu vir aqui, eu vou deixar o barbante, aí você pega ele e guarda, pra' lembrar que eu passei aqui. Tá bom?

- Uhum...

Um abraço fora selado naquele momento, e então, voltaram a conversar. Durante meses Jisung fora fazendo o que pedira, até que teria que começar outra gaveta, e mais outra, e mais outra, até organizar aqueles fios em caixas.

[...]

- Garotos, é com grande honra que eu digo, que vamos começar a fazer algo que tenha uma boa porcentagem de que vá funcionar. - Contou Christopher, com um grande sorriso. - Iremos resgatar o maior número de pessoas possível de todos os Distritos do mundo, com isso, quando finalizarmos, podemos começar um protesto para que possamos ter nossos direitos como cidadãos normais na sociedade, com a queda dos Distritos e, se tudo der certo, lutaremos para criar algo melhor, como um abrigo para quem sofre esse preconceito. Um lugar onde essa pessoa, e a família, possam se sentir à vontade, até que toda essa hipocrisia chegue ao fim.

- Oh, boa, Chris! - Exclamou Changbin, erguendo o punho em apoio à ideia.

- Eu topo! - Gritou Hyunjin do fundo, junto a Haseul e Woojin.

- Eu também! - Gritaram os outros em uníssono.

- Então todos concordam?

- Sim! - Exclamaram mais uma vez em harmonia.

- Então, amanhã, organizaremos juntos como vamos fazer. - Falou, orgulhoso dos outros por estarem lutando por algo que importa. - A viagem fora cansativa, e precisamos de forças. Boa noite.

Todos começaram a se preparar para descansar. Minutos após, estavam já todos a cochilar, jogados nos bancos, como faziam todos os dias. Jisung estava ainda pensativo, sobre tudo, qualquer coisa que vinha em sua mente, começava a pensar se poderia ocorrer ou se poderia fazer algo em relação. Olhando mais afundo a arte da paisagem da janela afora, viu algo voando, uma linha vermelha, um fio. Estranhou aquilo, e assim, curioso, levantou-se do banco e se retirou do veículo, correndo em direção ao fio, ini-ciando uma caminhada, sendo guiado pelo fio, que catava a cada passo. Chegou a uma residência, deserta, vazia, adentrou ali e chegou em um quarto, acompanhando o fio até que chegou em um dos cantos do quarto, vendo um papel.

Jisung,

Caso seja você quem está lendo isso, peço perdão, mas aqui eu cumpro minha parte de nossa promessa, deixando o nosso primeiro fio do barbante. Fui levada para o Distrito 8, infelizmente. Espero que esteja bem, onde quer que seja que você esteja...

Eu entendi aquele código que deixou no bilhete para mim, e eu me sinto grata por isso, pois agora sei que é recíproco.

Sei que posso nunca mais te ver, por isso, aqui deixo um vestígio de que estive mais uma vez ao seu lado, te deixando o que eu prometi que deixava, e minha lembrança mais velha que tive contigo, o colar que me dera, no primeiro aniversário que fizera parte.

Bom, não tenho muito tempo, os guardas estão ainda me procurando, porém, espero que deixem isso para ti, para que saiba o que sinto.

ass: Jeon Hee-Jin.

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- "Eu te amo, meu príncipe"... - Leu a tradução do código em voz alta, sentindo um aperto no peito, deixando que lágrimas escorressem por seu rosto.

Pensou o que poderia ter deixado passar para que ela fosse levada, o que deixou passar para protegê-la, continuar protegendo-a. Olhou o colar de prata, com uma pedra que mesclava cores como pingente, lembrando o que significava aquelas cores.

- Azul, como harmonia. Simboliza como trabalhávamos juntos e apoiávamos um ao outro, em que seja, em onde esteja... Verde, como esperança e liberdade, para lembrar os momentos em que um caía e o outro vinha e dava uma ajuda e esperança para continuar o caminho, também para lembrar que não são grades que nos impedem de estarmos livres para o que for... Amarelo, como alegria. Quando um estava triste, o outro chegava e dava o melhor para fazer aquele momento ser repleto de otimismo... Vermelho, como energia, para termos em mente como um dava forças ao outro para seguir o sonho que for... Laranja, como sucesso. Sucesso para sentirmos sempre no topo, não importa o que falem ou fassam, tínhamos em mente que poderíamos ser capazes de qualquer coisa... - A partir daí', o garoto se desmanchava em lágrimas, procurando as cores restantes. - Branco, como paz. Mostrava a paz que era a convivência entre nós, sem brigas ou intrigas... E, por fim, e o que hoje em dia eu mudo o significado, mesmo que você nunca saiba... Rosa, como romantismo... - Comentou, como se a garota estivesse com ele, naquele momento, com um arrepio medroso correndo seu corpo. - Romance, para demonstrar que eu sempre estava disposto a ser quem você procurava para a alegria, para ser quem fizesse suas lágrimas cessarem e um sorriso sincero tomar conta, para te dar todo o amor e carinho que uma pessoa esteja pronta para dar... Eu te amo, Hee, mesmo que eu nunca possa te dizer isso pessoalmente...

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ass: Jeon Hee-Jin.

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