História Where am I? - Capítulo 9


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Categorias Loona, Stray Kids
Personagens Bang Chan, Choerry, Chuu, GoWon, Han Ji-sung, HaSeul, HeeJin, Hwang Hyun-jin, HyunJin, JinSoul, Kim Lip, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Olivia Hye, Seo Chang-bin, ViVi, Yang Jeong-in, Yeojin, Yves
Visualizações 4
Palavras 801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - -- . ..- -. --- -- . .-.-.- .-.-.- .-.-.-


- O nome dela é Tera Madson. - Apresentou Alvin. - Conheci ela na minha infância, antes de ir pro' Distrito.

- Prazer, Tera! - Disseram em uníssono.

Ela logo pegou um lugar novamente, atrás de minha cadeira, e pude sentir um desconforto enorme com a garota ali, próxima a mim. Soltei um suspiro e continuei a olhar pela janela, na tentativa de me distrair com algo e ignorar a garota, mas não era tão fácil; parecia que seus olhos estavam vidrados em mim.

- Ei, Calvin! - Uma voz me chamou, num sussurro, como se quisesse uma conversa. Um arrepio correu a espinha ao sentir uma respiração proxima ao meu pescoço. - Fique calmo, não é nada demais.

- Puta que...

Levantei-me de imediato, indo em direção ao lugar de Alvin, onde ele estava sozinho antes de me sentar ao seu lado.

- Alvin, por favor, me fala que consegue ver alguém no meu lugar... - Pedi, fechando meus olhos com força.

- Consigo... - Respondeu ele, num tom baixo.

- Descreva.

- Um rapaz, cabelos loiros e roupas parecidas como alguém que iria para um treino, algo assim.

- Como assim?

- Roupa vermelha, moletom e calça, com duas listras nas laterais dos braços e nas pernas. Talvez uma blusa branca. - Começou a falar.

- Como é o cabelo? - Perguntei assustado.

- Penteado para o lado, direito, talvez ondulado, ao que parece.

- Cacete... - Suspirei apavorado, encolhendo-me no banco. - Você sabe quem é, Alvin.

Ele parecia não entender bem, até fitar o rapaz por longos segundos, e logo suspirar surpreso, com a boca entreaberta, querendo falar algo, mas sabendo que ninguém iria saber do que se tratava.

- Mas... Não pode, Calvin... Ele sumiu por dois meses...

- Parece que voltou, e seu alvo sou eu.

•⎯✧

Acordei aos poucos, mesmo não querendo. O cheiro era horrível, não queria nem ao menos abrir os olhos para ver o causador daquele odor infernal, mas teria de fazer. O local não se parecia nem um pouco com minha casa ou meu quarto, mas algo era fato; não estava nem próxima de minha moradia, porém, estava sobre a minha cama.

Era uma redonda, com um pano vermelho. A roupa que estava vestindo não se parecia com a que eu tinha ido dormir; tinha vestido um vestido de panos finos, de cor vermelha, acordei com uma saia de cor preta, à altura que batia sobre meu joelho, e uma blusa de mangas longas branca, tipo moletom.

Olhei ao meu redor, e logo algo chamou minha atenção; uma sombra a sumir conforme os passos. Curiosa, como sempre, levantei-me da cama e corri para umas escadas me ferro ou metal que havia ali, e logo fui para o andar de cima, passando o mesmo corredor que aquela sombra. Aquele local se parecia com uma usina, olhada melhor, e realmente, era uma, nuclear. Por algum motivo, parei ali.

Quando finalmente cruzei todo aquele corredor, caí em uma sala escura, com uma luz envolvendo os degraus de mais uma escada, dessa vez de pedra. Corri até ela, com uma sensação estranha de estar sendo perseguida, e subi-as, tendo uma forte luz em meus olhos.

Abri meus olhos lentamente, levando as mãos ao rosto, tampando aquela forte iluminação. Caí de novo?, pensei, vendo um guarda se levantar e olhar-me de cima, com o mesmo olhar fuzilante de alguém prestes a explodir.

- Ótimo... - Suspirei, levantando-me lentamente, um pouco tonta com a queda. - Distrito oito... Essa merda! - Exclamei, chutando uma cadeira.

- Stephanie Jackson! Sente-se imediatamente! - Ouvi os berros do guarda, e olhei-o, com um olhar de desprezo.

Sentei-me na mesa e logo veio uma loira, olhando-me com um sorriso.

- O que foi? - Perguntei, batendo na mesa. - Tenho cara de palhaça?

- Tem. - Respondeu com ironia. - Stephanie, certo? A desmaiante esquisita. Realmente. - E riu.

- Como assim?

- Te chamam de louca. Pentacampeã da esquisitice.

- Estamos aqui por isso. Somos animais contagiosos, não?

- É... - Suspirou, voltando a comer. - Mas, você é pentacampeã, por ser rara.

- Explique direito. - Ordenei, cruzando os braços.

- Você alucina tanto, que parece sonambula. Reage com ataques quando tentamos despertá-la e começa a gritar desesperadamente, até certo ponto em que desmaia, e depois, acorda plena.

- Puff... - Desviei meu olhar para o lado. - Isso é o de menos. Posso matar qualquer um enquanto alucino...

- Matou seus pais. Disso eu sei.

- Sim.

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