História Where do Broken Hearts Go - Capítulo 9


Escrita por:

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Categorias One Direction
Visualizações 2
Palavras 1.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - O do "eu amo você"


— Esse lugar tá ocupado? — sussurro para Harry enquanto tiro o papel que ele pôs para ninguém mais sentar. 

— Por você, linda. — ele sorri enquanto passa os braços em volta dos meus ombros. 

A cerimônia passa se arrastando e quase durmo no ombro do Harry. Quando finalmente acaba, dou de cara com quem eu já esperava. 

— Vou falar com o Lou rapidinho, já volto. Oi, Zayn. — Harry sai, deixando-nos a sós 

— Então... acho que meio que não precisa dizer o motivo mais, né... — Zayn fala, enquanto coloca as mãos nos bolsos. 

— Olha, eu não tinha intenção de te fazer de idiota nem nada, eu juro. Só... foi inesperado, entende?  

— Eu sei, Cel. Te conheço, tá de boa. — ele sorri forçadamente, mas sinto a verdade em suas palavras — Preciso ir... 

Procuro Harry entre as inúmeras pessoas do lado de fora da igreja, e depois de um tempo finalmente o encontro, esperando em frente ao carro. 

— E aí? Quando vão sair? — ele pergunta, abrindo a porta para eu entrar no carro. 

— Dispensei ele, disse que tava esperando outra pessoa me chamar pra sair. 

— Ah, que ótimo, por que isso aqui já é sair. — ele fala e dá uma risadinha. 

[...]

O despertador toca, ensurdecedor, pela casa inteira. Minha cabeça lateja de uma forma insuportável e minha boca se encontra tão seca que parece que eu estou há duas semanas sem beber água. Meu coração acelera inexplicavelmente ao ver Harry só de calça ao meu lado na cama e perceber que estou com sua camisa. Eu só conseguia repetir inúmeras vezes na minha cabeça “eu não acredito que transei com ele no primeiro dia que a gente ficou”. Não que haja algo de errado nisso, não me entendam mal. Só que a minha experiência sexual se resume a duas pessoas, e a do Harry ao que equivale à população de Londres, quem sabe do Reino Unido. E eu estava bêbada. Meu deus, eu estava MUITO bêbada.   

— Louis, onde você está? — atendo o telefone, que já tinham 5 chamadas perdidas, no susto. 

— Na casa da minha mãe, Celina, onde você e Harold deveriam estar há trinta minutos. — Louis fala bravo — Vocês agora têm vinte minutos. Tchau. 

Sacudo Harry enquanto coloco o celular para carregar e corro pro banheiro. 

— O que foi, Cel? Quem era? — ele pergunta, com a voz mais rouca do que o normal. 

— Banho, se arruma. Louis tá puto, a gente tem vinte minutos! — Grito do banheiro. 

Queria ressaltar que nunca me arrumei tão rápido na vida, e nunca aceitei tão fácil o fato do Harry ir dirigindo, não eu. Mas durante todo o caminho eu só conseguia pensar no que houve ontem, por que eu não lembro de nada. 

— Você é a bêbada mais engraçada que já conheci. — Harry comenta depois de soltar uma risadinha. 

— Há-há, engraçadinho. Tava malzona mesmo. — não consigo segurar a risada também. 

— A propósito, você só estava com minha camisa por que não conseguia dizer onde estavam seus pijamas, e eu não tava muito sóbrio também. — ele desvia rapidamente o olhar da estrada para mim — não queria que você dormisse desconfortável. 

— Ahh, obrigada. Que fofo. — sorrio e levanto um pouco para conseguir dar um selinho nele.

— Não que eu não te quisesse sem roupa na minha cama, né... — ele sorri quase imperceptivelmente e espera uma resposta à altura.

— Você não podia perder a piada, né, Styles...

— Não foi uma piada, Celina.

Graças às forças do universo, que ultimamente têm conspirado bastante ao meu favor, antes que eu possa dar uma resposta o carro estaciona em frente à casa de Johanna, e desço do carro sem dar um piu.

 — Posso? — Harry aproxima sua mão da minha quando chegamos na porta da casa.

Sem muita cerimônia entrelaço nossos dedos e um sorriso bobo cresce nos seus lábio. Não posso negar que nos meus também. Johanna abre a porta com seu jeito acolhedor de sempre e nos aconselha a correr em direção à sala, onde seu filho, totalmente enfurecido com nosso atraso, resmunga sem para. E claro que Louis Tomlinson nunca deixaria passar batido o fato de seu colega de casa e sua melhor amiga estarem de mãos dadas debaixo da sua vista.

— Os pombinhos esolveram se assumir? V ele dispara assim que chegamos na sala — Até que enfim, né.

— Vamos comer?! — olho para Johanna em busca de uma salvação, e ela atende minhas preces, enquanto tiro rapidamente minha mão de perto da de Harry.

Após o almoço, por sinal delicioso, Johanna sobe para seu quarto, já que Louis diz a Harry e a mim que chamou os meninos para virem aqui. Torço para que tenha passado despercebido por Louis o clima tenso entre mim e seu amigo depois do comentário que ele fez, ou que ele simplesmente fique calado. Mas claro que não.

— Alguém morreu, Harold?

Harry abre e fecha a boca diversas vezes, provavelmente em busca de uma resposta que demonstre que ele não está nem aí para essa situação (o que é uma grande mentira) mas resolve ficar calado, ou não acha uma resposta mesmo. Louis, envergonhado com a piora que causou no ambiente, murmura algo sobre ir tomar um banho antes dos meninos chegarem para não estar fedendo.

— O que houve, hein? — seguro a mão de Harry, já esperando o mesmo despejar seu ódio momentâneo por Louis — Você sabe como ele é... deixa disso.

— É, eu sei como Louis é. Mas você, Celina, simplesmente largar minha mão, como se tivesse vergonha de estar comigo ou receio do que as pessoas vão falar, isso eu não sabia. Na verdade eu não esperava.

— Harry, não. Para disso, não foi isso que aconteceu. — só agora faz sentido o clima tenso entre nós dois, não ele e Louis — Eu só... Não sei, sabe? A gente começou a ter "alguma coisa" ontem. Eu nem sei o que é que tá acontecendo, sabe? E não me importo de verdade de andar ao seu lado, ou de mãos dadas com você, inclusive gosto, mas eu não sabia qual seria a sua reação também...

— Com certeza não seria essa, Celina!

— Cara, eu acabei de sair de um relacionamento que me fazia muito mal, você sabe disso. E eu não to dizendo que é o que tá acontecendo aqui, não mesmo, pelo contrário. Você me faz muito bem, Harry. Muito mesmo. — chego mais perto dele inconscientemente — Mas eu tenho medo de me iludir, entende? Me machucar mais uma vez. E eu não sei se aguento.

— Eu amo você, Celina. — ele percorre todo meu rosto com seus olhos verdes e para encarando os meus — Eu te amo, e quando você entender isso tudo vai ficar mais fácil, para nós dois.



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