História Where do you come from? - Imagine BTS Taehyung Cute - Capítulo 38


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Drama Romance, Fansing, Kim Taehyung, Taehyung
Visualizações 105
Palavras 1.109
Terminada Não
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


1 MÊS NÉ RAYSSA

Abrindo os braços para pedradas a

Gente me perdoem, a unnie demorou para atualizar essa bagaça.

Goxtaram da capínea nova? Heheh

Fiz esse capzin pro6, deem muito amor

Deixem os comentários, eu adoro ler cada um ❤️

Fiquem com o cap ^^

Capítulo 38 - Help me.


Pov's Taehyung

Com muita dor no coração, deixei s/n em casa e segui rumo à empresa.

Só fazem 5 minutos que nos distanciamos e eu já sinto saudades…

Fui até o carro de cabeça baixa e um tanto triste por deixar minha princesinha sozinha em casa.

— O que houve, hyung? — Jungkook me perguntou colocando a mão em meu ombro.

— Eu já estou com saudades dela… — Um bico se formou em meus lábios. Eu fiquei realmente chateado.

— Aigoo… — Suspirou. — Paixão deve ser difícil… — O mais novo disse.

— E é...

(…)

— Ânimo, Taehyung! Virou sedentário? — Hoseok me disse rindo enquanto eu estava ofegante.

— Essa coreografia é difícil! — Me apoiei em meus joelhos enquanto regulava minha respiração descompassada.

— Isso é falta de S/n! — Jimin se intrometeu.

— Só em ouvir o nome dela eu sinto saudades. — Falei meio triste.

—Calma, cara. Você vai ver ela em pouco tempo. — Yoongi me consolou.

O nosso coreógrafo disse que era a hora do descanso, então eu fui para o vestiário e me sentei nos bancos. De repente meu celular começou a tocar.

Era s/n. Um sorriso brotou em meus lábios só em começarmos a conversar.

Ficamos nos falando para matar as saudades e ela até ficou chateada porque eu comi seu chocolate, mas tudo bem. Mas…a conversa começou a tomar um rumo diferente.

— Ok, mas não é por isso que não tá tudo bem

— Aconteceu alguma coisa, amor?

— Eu encontrei a janela da cozinha aberta, e nela tinha um papel enfiado na lateral…

— Mas como?! Eu tranquei todas as janela antes de sair, por conta dos mosquitos…

— Eu também não sei! — Suspirou — Estava escrito uma coisa também…

— O qu- — De repente a chamada encerrou e eu encarei o celular confuso

Meu Deus, o que houve?

Pov's S/N

Naquela hora, meu corpo simplesmente não saiu do lugar, fiquei completamente paralisada. Minha cabeça não conseguia raciocinar palavras suficientes para formar uma frase naquele momento, pelo não sem que eu tive um desmaio.

— K-kiyung…

— S/n, você não pode fazer isso. — Seu tom de voz mudou. Parecia querer me acolher, estranho.

— P-por f-favor! E-eu não quero m-morrer! — Supliquei. Nem percebi as minhas lágrimas de puro desespero descerem pelas minhas bochechas.

— Sente-se aqui. — Pediu apontando para uma cadeira próxima enquanto coloca o prato de comida que carregava sobre o chão. Me sentei ainda tremendo um pouco. — Olha, eu nunca concordei com tudo isso que a Sun Hee me fez fazer. — Franzi o cenho, confusa. — Eu e ela nos conhecemos desde criancas, e ela me disse que precisava fazer algo contra você. Eu disse que não e até tentei fazer ela mudar de ideia. Mas ela estava tão sedenta por vingança, chegava a assustar. Ela me disse que teria que te sequestrar e fazer coisas horríveis, eu recusei e tentei me afastar dela. Alguns dias depois minha namorada e meus pais adoeceram e ela me disse que se eu não a obedecesse…. — Seus olhos encheram de lágrimas — Ela iria matá-los! E eu sei muito bem do que ela é capaz, ela sabe todos os meus pontos fracos. E-eu nunca quis fazer isso, s/n. Eu não tive escolha! — Começou a chorar e eu pude perceber o quão grave era essa situação. E o quão psicopata era Sun Hee.

— Kiyung… — O chamei e ele olhou em meus olhos — Vamos sair daqui, ainda temos chance! — Ele assentiu e eu peguei o meu celular tentando o ligar. — M-mas que droga! — Reclamei, com uma extrema raiva porque o celular descarregou, pois eu o havia deixado ligado todo esse tempo. — E agora?

— M-meu celular está lá em cima. — Passou a mão pelos cabelos, claramente frustado. — Vamos tentar, é nossa última chance. Estamos juntos nessa. — Se levantou da cadeira e fez um gesto para que eu subisse as escadas consigo.

Degrau por degrau, meu medo e desesperança apenas aumentava a medida em que chegávamos cada vez mais perto da porta enorme de metal

Kiyung abriu a porta cautelosamente e eu rezava mentalmente para aquela porta não fazer qualquer barulho. A mão do mais velho tremia e era notável que estava no mesmo estado que eu.

A porta se abriu revelando uma sala de uma casa comum. Sun Hee fez um cativeiro dentro da própria casa? Não dúvido mais nada daquela psicopata.

A televisão estava ligada e nós podíamos ouvir passos dentro do cômodo. Rapidamente, Kiyung me puxou e nós ficamos atrás de um grande armário. Os passos se intensificavam cada vez mais e meu desespero também, o maior tapou minha boca pois eu realmente estava quase gritando.

Ouvimos o som de algo caindo no sofá e deduzimos que era Sun Hee se sentando e assistindo TV, como se fosse apenas mais um dia comum e que ela não soubesse de todas as suas crueldades.

— O celular está na mesa ao lado dela, eu vou tentar pegá-lo, você liga e salva nossas vidas. — Sussurrou e eu assenti enquanto via ele se distanciar para perto da tal mesinha.

Eu conseguia ver ele esticando o braço para pegar o telefone e tudo que se passava na minha mente era Taehyung, e se tudo der errado agora? Esse seria o meu fim, e eu ainda não acredito que optei por ficar em casa.

Seus dedos encostaram na tela do celular tentando puxar, falhamente. Seus dígitos deslizavam sobre a tela não obtendo sucesso em pegá-lo, suspirei querendo chorar. Ela estavam bem ao lado.

Deus, nos ajude. — Supliquei para qualquer força me escutasse. Olhei novamente e Kiyung havia conseguido tirar metade do celular da mesa.

Sorri já logo comemorando enquanto via o aparelho sendo puxado para as mãos do mais velho. Foram apenas alguns segundos de felicidade, o celular desequilibrou e caiu no chão chamando a atenção de Sun Hee.

O que diabos é isso?! — Gritou, se levantando e indo até nós.

Pulei para fora do esconderijo e agarrei o celular junto da mão de Kiyung, fugindo de alguma maneira para algum lugar.

Corri por dentro da casa e achei um porta com tranca, sem pensar entrei junto com Kiyung e tranquei a porta.

— Atende, atende, atende!!! — Supliquei ofegante enquanto discava o número de Taehyung

Chamou uma vez...

— Gosta de brincar, S/N? — pude ouvir por trás da porta o barulho de algo sendo arrastado pelo chão

Chamou duas vezes…

De repente um objeto enorme e com lâmina atravessou a parte de cima porta, era um machado.

— Eu também sei brincar. — Riu, enquanto dava machadadas por toda a porta.

Chamou três vezes…

Alô, amor? O que houve? Estou preocupado, onde você está? — A voz de quem eu mais precisava ecoou pelo o outro lado da linha.


Notas Finais


ALÁ

Aaaaaaaaaa espero que esteja ficando bom, me digam o que acharam do cap <3

Ah, Vocês já leram essa neném?

https://www.spiritfanfiction.com/historia/adeus-hoseok-13681452

Corre que é Sope, gente :')


Kissus, até o próximo — que não vai demorar 84 anos a — ~


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