História Where it all began - Capítulo 3


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Categorias Lucy Hale, Tom Hiddleston, Tom Holland
Personagens Lucy Hale, Personagens Originais, Tom Hiddleston, Tom Holland
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Palavras 3.322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Parte 3


Fanfic / Fanfiction Where it all began - Capítulo 3 - Parte 3

Ela estava linda! Com aquele vestido! A renda escondia o decote, que ia ate a cintura, mas mesmo assim dava para ver os seus belos seios. Vestido azul escuro, santa foda! Ainda vestindo a minha cor favorita. Sem falar no salto que ela usava que deixava suas pernas lindas. Mulher com salto alto é a perfeição.
Vejo-a cumprimentando os presentes junto com o pai. Todo o homem no salão a olhavam e isso me deixou incomodado. Ela nem minha namorada era, nem minha amiga! Mas aquilo me deixou com ciúmes. Queria ser o único a olhar para ela. Eles se aproximaram onde eu estava. Que deus me ajude.
- Tom! Que bom que veio! – Paul me cumprimentou com um aperto de mão e uma batida no ombro.
- Olá Paul. – digo sorrindo. – Bela festa!
- Dessa vez as meninas se superaram. – ele olhou em volta. O local era um bufê chique. Tinha um bar em um canto, onde tinha um barman fazendo as bebidas, um local para petiscos e um monte de mesas com seis cadeiras cada, onde seria servido o Jantar. O Jantar não seria chique, seria uma degustação de massas. Mas nessa altura, vendo Larissa bem a minha frente, estava me fodendo pra qualquer tipo de coisa.
- Tom, acho que você e minha filha já se conheceram. – ele apontou pra ela, que estava sorrindo meio tímida.
- Ah, sim. – ele estendeu a mão, e ela a pegou. Mãos macias, delicadas e pequenas. Aproximei meu rosto do dela e lhe deu um delicado beijo na bochecha. Sinto-a meio que tremendo quando me aproximo. – É um prazer revê-la novamente, senhorita.
- O prazer é meu Tom.- ela sorri mordendo os lábios discretamente, Porra, ela ficava sexy toda tímida. – E é Larissa, ou Lary.
- Ok Lary. – digo seu apelido com um sorriso. Cumprimento Lydia e seu namorado. Lydia estava meio que rindo olhando para Larissa, que a olhava de um modo sério.
- Venha Tom! – Paul me chamou. – Vamos deixar essas crianças ai! Preciso ir te apresentando as pessoas. Sai acompanhando ele, dando graças, pq assim não ficaria ali babando feito um adolescente.

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- Nossa! – disse Lydia baixinho no meu ouvido.  – Ele esta tão lindo menina!
- Pior que está mesmo! – eu falo vendo ele com meu pai falando com varias pessoas.
- Impressão minha ou Lary tá afim do senhor ali? – Marcel fez graça, me deixando com vergonha.
- Marcel da pra falar baixo, pelo amor de deus? – eu peço, ficando vermelha igual um tomate.
- Ah, então é verdade!!! – ele diz. – Mas não acha ele muito velho pra você?
- Porque todo mundo me fala isso? – já falo com raiva. Odeio quando ficam criticando o jeito que sou. – Sou assim, não posso mudar!
- Calma Lary! Desculpa! Não fiz por mal! – ele fala sinceramente. – Não sabia que era tão sério assim! Vou ali pegar uma bebida pra vocês.
Ele se afasta para o bar.
- Me desculpa pelo Marcel, as vezes ele fala sem pensar!
- Igualzinha a você Ly! – eu falo.
- Talvez seja isso que fez eu me apaixonar tanto por ele!
Eu reviro os olhos.
- Sim duas matracas!
Ela ri.
- Mas convenhamos... ele vestido terno completo, azul.. e você assim com esse vestido, tão combinando e muito! – ela diz baixinho no meu ouvido. – Imagina ele sem tudo aquilo!
- Ly! – eu quase engasgo. – Você fala casa coisa em horas tão inoportunas!
Ela apenas riu da minha cara chocada.
- Só espero que aquele chato de galocha não apareça!
- Se tá falando do Peter, fiquei sabendo que ele vem! – ela da de ombros olhando para o celular.
- Affffff. Desde aquele dia ele não sai do meu pé, vive me mandando mensagem, e eu falando educadamente que não quero nada com ele! Mas ele não entende! Daqui a pouco minha educação vai pro espaço e mando ele tomar no cu!
- Mandar quem tomar no cu? – pergunta Marcel voltando com as bebidas. Dois coquetéis.
- O Peter. Que não larga do meu pé. Parece ate assombração.
- O mauricinho metido a besta? – ele faz uma careta. – As meninas na faculdade vivem babando por ele. E eles e achando por isso.
- Ele podia se achar bem longe de mim! Me mandou mensagem a alguns dias pedindo pra acompanhar ele aqui, eu fui educada e disse que não ia com ele.
- Delicada igual coice de mula. – diz Marcel. As vezes as piadas dele são tão estranhas.
- As vezes eu apenas não queria ser tão delicada assim. – eu digo meio que só pra mim. – Ei vamos lá sentar, achar logo a mesa que é nossa.
Quando chegam na mesa elas vem os nomes que estão ali. Lydia Williams; Marcel Soares; Larissa Roman, Tom Hiddleston; Paul Roman, Sebastian Parker e Peter Parker. Unica mesa com sete cadeiras. PETER PARKER! Deus, tá de mal comigo, né não?
- AHHHH, tão de sacanagem com a minha cara!!! – eu quase pego o nome na plaquinha e jogo pra longe. – Quem fez essa lista estava de mal com a minha pessoa, só pode!
- De bem e de mal né miga! – Lydia da uma piscada balançando a plaquinha com o nome do Tom pra mim.
- Pelo menos isso! – eu falo me sentando.
- Vai ter ate local pra dançar, já pensou? – ela se virou para Marcel. – Você nem me leva mais pra dançar!
- Nós saímos quase que todo fim de semana! – ele revira os olhos. – Você sabe como não sou bom em dança, sou bom em outras coisas. – ele puxa Lydia para um beijo demorado.
- Meu deus. – eu faço de conta que minha mão é uma arma e dou um tiro na cabeça. – Não sou obrigada a ver vocês se agarrando!
- Você que nos apresentou, agora aguente!
- Agora estou me arrependendo disso!
- Nossa, como você tá meio azeda hoje! – Marcel me olha com uma careta.
- Tô brincando com vocês! – eu dou uma risada e jogo um amendoim encima dele.
- Vamos só ficar aqui fazendo sala... com tanta gente velha por ai. – Marcel começa a falar e faço uma careta. – Menos o Crush da minha linda amiga aqui...
- Obrigado! – eu reviro os olhos depois.
- E como ta indo o curso? – ele mudou o rumo da conversa.
- Eu tô adorando! Não vejo a hora de já me formar e começar a trabalhar! Amo animais!
- Você tem o jeito mesmo! E meu pai que queria que eu cuidasse da loja dele! – ele disse. – Não quero pegar algo da família, queria fazer algo por mim mesmo. E Medicina é o que eu queria desde criança.
- Os pais nunca entende seus filhos. Isso que é a verdade! Mas que bom que conseguimos fazer o que gostamos! – eu disse sorrindo. – Ei, tão sabendo da novidade... Lukas vai casar!
- Que? O seu ex? Quem é a doida?
- Sério gente... – eu comecei a rir demais. – Ele me mandou mensagem. – Disse que agora ele achou alguém que deu certo com ele. Não conheço a pessoa, mas fico feliz por ele.
- Espero que ele tome jeito! Pq homem mais mulherengo que ele tá pra nascer! – Lydia solta isso e sei que é verdade. Terminei o namoro com ele, pq descobri que ele andava me traindo. Não briguei, apenas disse que não dava mais. Na verdade queria terminar a um tempo, e isso ate ajudou na época.
- Ah, droga. Chegaram! – eu escondo o rosto nas mãos. Sebastian Parker e o filho acabando de chegar. O pai cumprimentando todo mundo como se fosse o dono do lugar, e o filho do mesmo jeito. Tal pai, tal filho. Eles foram até meu pai e ficaram um tempo conversando, até que começaram a caminhar para a nossa mesa.
- Larissa, Lydia e Marcel.. – Sebastian disse de modo educado. – Como vão?
- Estamos bem, obrigado Sr. Parker. – Lydia falou amigavelmente. Ela notou meu desespero pq Peter se sentou do meu lado.
- E ai Lary, como anda a vida? – ele me pergunta, meio querendo chegar o corpo perto do meu.
- Estou bem, e com você? – eu afastei a cadeira um pouco.
- Estou bem, saudades de você, da ultima vez você nem me ligou.
Nessa hora Tom aparece na mesa e pelo jeito ouve aquilo.
- Peter, foi apenas uma saída com os amigos, não ficamos nem nada, não tinha pq te ligar. – ela disse rápido.
- Pensei que a gente tinha se dado bem, eu...
- Olha me desculpa mesmo, se você estava esperando algo além de amizade, isso não vai rolar... sinto muito.
- Tudo bem Lary! – ele responde meio sem jeito. – Vamos ser apenas amigos então!
- Certo.- eu digo e vejo Tom se sentando ao lado do meu pai e conversando algo com ele, mas sem tirar os olhos de mim.
Lydia apenas bebeu seu coquetel e olhou pra mim com uma cara, como dizendo “Nossa, que climão”.
O jantar foi servido logo depois. Quase não comi nada. Com Peter ali, querendo puxar papo toda hora estava me deixando sem humor, sem fome, e sem vontade pra nada. O Clima estava ruim, mas eu respondia o mais educadamente possível as perguntas que ele me fazia. Vontade de ir embora era enorme.
Alguns casais estavam dançando ali. Vi Tom olhando para a pista de dança e se levantou. Achei que ele ia convidar alguém ali pra dançar, qualquer perua metida a besta, pq notou o quanto as mulheres ali pareciam babar sobre ele. Para a minha surpresa ele se aproximou de mim e estendeu a mão.
- Gostaria de dançar? – ele perguntou. Segurei sua mão e levantei.
- Adoraria. – sorri sem jeito e fomos para o meio do salão, onde os outros casais estavam. Deu uma olhadinha discreta na mesa e vi Lydia me mostrando só polegares e com um sorriso enorme no rosto. Eu ri.

Enquanto dançávamos, Tom começou a puxar papo.
- Você não estava muito a vontade na mesa.
- Era tão obvio assim? – eu ri e corei rindo um pouco.
- Acho que a maioria ali percebeu. Seu pai não, pois ele estava conversando com Parker.
- Bela pulga eu fui arrumar. – digo olhando nos olhos dele.
- Vocês estavam namorando?
- Eu e Peter? Não! Entrei na onda de aceitar sair com amigos e Lydia me veio com ele, dizendo que ele ia junto. Acho que ele pensou que fosse algum tipo de encontro. No começo achei que podia ate dar certo, mas o papo dele não me agradou em nada. Homem que fica se gabando demais não me interessa. E dizia muito sobre o pai dele e tal. Talvez ele pensou que isso iria ajudar ele a conseguir alguma coisa. 
- Ele é tipo uma copia mais nova do pai. – ele me gira com o braço em um movimento de dança e depois me puxa de leve para ele. – Não conheço Parker a muito tempo, mas digamos que não fui com a cara dele.
-Peter vai ficar igual ele mesmo, na verdade já esta igual. – eu fico olhando para ele. – E não se preocupe, ninguém na empresa o suporta, acho que só ele mesmo, e o filho!
Tom riu. Que risada linda.
 – Mas obrigado por me tirar pra dançar, já não aguentava mais responder as perguntas dele. Ele já estava quase me fazendo correr pra ir embora.
- Mas não convidei você por isso. – ele olhou bem nos meus olhos. Aqueles lindos olhos azuis. – Eu queria mesmo dançar com você
-Oh. – corei um pouco.
Vi ele aproximar o rosto do meu e a boca perto da minha orelha. Senti a barba dele roçar de leve o meu pescoço.
- Você está linda hoje a noite. – ele fala baixinho. – Ficou linda nesse vestido. – e aproximou o nariz do meu pescoço e cheirou levemente. – E o seu cheiro esta delicioso.  MEU DEUS! VOU CAIR DURA AQUI NO MEIO DESSE SALÃO!
- Obrigada. – eu respondo meio ofegante.- Você também está lindo!
Dançamos mais um pouco e resolvo voltar pra mesa. Que graças a Deus só tinha Lydia ali.. que estavam rindo quando me aproximei.
- Ai! – ela fez coração com as mãos. – Vocês estavam fofos ali dançando... E aquela girada linda que você fez... nossa senhora. – E ai o que conversaram?
Eu me sentei.
- Bom, eu agradeci por ele me tirar pra dançar, pq achei que ele tinha feito isso pra me livrar do Peter e tals... mas ele falou que fez isso pq queria dançar comigo. – eu dei um suspiro. – Ainda falou que eu fiquei linda no vestido.
- AI minha mãezinha! – senão estivéssemos em um local cheio de gente, tinha certeza que ela iria pular feito doida ali. – Eu sabia que ele iria gostar! Lydia Cupido ta fazendo bem o serviço. Mas eu vi ele falando algo perto de você, bem perto do rosto.
- Bom... – eu corei – Ele falou meio que baixinho no meu ouvido. – Parece que ainda posso sentir a voz e a respiração dele.
- Eu  já tinha desmaiado!
- Eu quase desmaiei! Mas também falei que ele estava lindo!
- Peter saiu resmungando alguma coisa que não entendi, e logo o pai dele foi atrás!
- Pelo menos os avanços dele hoje a noite me ajudaram.
- Lary, pq você não vai procurar ele pra conversar? – eu olho pra ela. – Sério... apenas conversar, não tô falando pra você ir lá e agarrar ele menina! Conversar, saber coisas sobre ele, conhecer ele melhor.
- Não sei... acho que ta rápido demais.
- olha quem fala! Que teve sonho erótico com ele a menos de uns dias atrás! E ainda se masturbou pensando nele!
- Ly do céu! Fecha essa boca! – eu fico vermelha e logo escondo meu rosto nas mãos. – Eu não me aguento com você!
- O vinho deve ta fazendo efeito!
- Não coloque a culpa no vinho, você adora me provocar!
Papai se aproximou da mesa e se sentou ao meu lado, me dando um leve abraço.
- E ai? Tao se divertindo?
- Muito! – Ly fala levantando um copo de vinho.
- Vi você dançando com Tom...
- Ele me convidou. – fico ainda mais vermelha, mas o local não estava muito iluminado, então meu pai não percebeu isso. – na verdade acho que ele convidou pq o clima aqui tava um porre, com menino Parker me enchendo... tentando puxar assunto e eu toda nem ai pra ele.
- Tente ser amigável com ele, querida! Não precisa cair de amores pelo garoto!
- Eu to tentando papai, mas é difícil. – eu mexo com o liquido do meu copo. – Na primeira vez que fui amigável com ele, já pensou que estávamos ficando e não saia mais do meu pe. O senhor lembra! E sempre o pai dele vinha com comentários de como eu e ele seriamos perfeitos um para o outro. Isso enche o saco.
- Eu sei querida. Sebastian é meio duro de lidar. Mas já falei com ele sobre esse assunto, ele prometeu que não vai mais interferir.– ele me falou.
- Sorte ele ser seu sócio! Senão eu já tinha mandado ele pro inferno!
- Acha que não tenho essa vontade quase todo dia?
- E eu? Ele acha que sou  tipo de copeira lá! – Lydia fungou. “Senhorita Willians, me traga café” “Senhorita Willian o café esta sem açúcar”. Minha vontade é cuspir na porra do café dele!
Eu e meu pai caímos no riso.
- Mas eu confesso que já fiz isso! – ela riu enquanto tomava o resto do vinho do copo. – Opa!
- Me lembre de nunca irritar você! – eu a olho fingindo medo.
Eu me levanto e digo que vou no banheiro, mas na verdade quero fugir, pq o chato do Peter já esta vindo novamente. 
Sorte que ele não me viu saindo da mesa, e vou rumando para os banheiros, mas bato de frente com alguém, com o susto quase ia cair, mas dois braços fortes me seguraram pela cintura, e me puxou de encontro a um corpo firme. Me se firmei nos braços.
- Wow... – disse Tom. Seus rostos estavam quase próximos.
- Me desculpe... eu não vi você! – ela disse com o rosto corado, mas ainda esta com as mãos apoiadas nos braços dele.
- Ei você esta se sentindo bem? – ele passou a mão pelo meu rosto, levemente. – Você parece meio corada.
- Acho que é o vinho!
Ele segurou na minha mão e me guiou pra fora, onde havia um jardim um pouco iluminado.
- Acho que você esta precisando de um pouco de ar. – Tom falou enquanto saímos pra fora. O clima estava agradável, na verdade com ele ali tudo ficava mais agradável.
- Quer que pegue uma agua pra você?
- Não! Não precisa! – nos sentamos em um banco decorado, que dava pra uma fonte linda. – Ar puro ta bom por enquanto! Como anda o trabalho?
- Esta sendo bom. Nunca trabalhei em firmas grandes assim, sempre em firmas menores, é tudo um pouco novo! Mas acabei a maioria do tempo trabalhando como autônomo.
- Meu pai me falou que no começo ele trabalhava assim também. E dizia como era duro na época, pq não tinha as tecnologias que tem agora... tinha que usar pranchetas enormes e um kit de canetas!
- Ele me mostrou elas! Mas os trabalhos eram mais precisos, como era trabalho meio que manual, pra mim ficaria mais bonito.
- Eu já ajudei ele um tempo, mas vi que isso não era pra mim! Ele já deve ter mencionado sobre eu ter escolhido o curso errado..
- Ele comentou algo sobre isso, mas ele percebe o quanto você está feliz fazendo o que gosta.
“AHHHH, COMO EU GOSTARIA DE TA SENTADA NO SEU COLO AGORA E TE BEIJANDO!” eu penso por um momento. “LARISSA PARA!”
- É isso o que penso. – eu digo meio escondendo meu rosto que tinha ficada mais que vermelho, tava quase roxo. – Mas meu curso é puxado! Só estou esperando quando voltar de férias! Vou enlouquecer! Tanta materia, tanta coisa pra estudar, provas, seminários, visitas no HV da Faculdade.
- Ei calma! – ele pega minha mão e a segura calmamente. 
- Eu já to surtando em fazer estagio! Eu adoro o que eu faço, mas as vezes me assusta! – eu digo sem tirar as mãos as dele. Tao macias e esses enormes. PUTA QUE PARIU CEÉREBRO! NÃO É HORA DE ME LEMBRAR DA PORRA DO SONHO!
- Eu também surtei no começo, mas é só o começo, a tendência é só piorar. – ele brincou.
- Ahhh, muito obrigado pelo incentivo!
Ele riu.
Olhei para o jardim por um longo tempo, nossas mãos ainda estavam unidas.
- Sempre gostei desse jardim. Acho ele tão lindo. 
- Linda é você.
Acho que tinha ouvido errado, então me virei para encara Tom, que nesse momento levou a minha mão aos lábios e beijos as costas delas, de um modo muito delicado.
- Você fala isso só pq trabalha com meu pai. – eu brinquei, mas com o coração acelerado.
- Eu não deveria falar isso exatamente pq meu chefe é o seu pai. – ele solta a minha mãe e aproxima os lábios do meu ouvido. – Pq se ele descobrisse tudo que penso em fazer com você, certamente ele me demitiria na mesma hora. – soltei um gemido baixo, e ele beijou abaixo da minha orelha me fazendo ficar arrepiada.
Agarrei levemente na sua camisa, que logo mordia meu pescoço, intercalando com beijos e lambidas leves. Um de suas mãos estava em volta do meu ombro, a outra apertava a minha cintura. Os chupões no meu pescoço estavam cada vez mais fortes, certamente ficariam marcas depois. Mas eu ligo? Nem morta! Podia marcar meu corpo todo!
- Posso te beijar? – ele perguntou com um leve gemido na meu ouvido.
- Você pode, e deve me beijar! – eu sorri. Ele se afastou um pouco, acariciou o meu rosto delicadamente, se inclinou levemente e encostou os lábios nos meus


Notas Finais


Hehehehe desculpem terminar do jeito que terminou, mas gosto de suspense!
Bjss e até a proxima! :)


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