História Where the love is unexpected - Doritão x Baixa e Jazzpok - Capítulo 15


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Palavras 755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ecchi, FemmeSlash, Ficção Adolescente, Lemon, Orange, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Slash, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


BOA LEITURA

Capítulo 15 - Buenos: FILHO?!


Fanfic / Fanfiction Where the love is unexpected - Doritão x Baixa e Jazzpok - Capítulo 15 - Buenos: FILHO?!

P.O.V Cauê

IRMÃOS BUENO: FILHO?! - perguntamos juntos, sendo logo seguido por um grito meu de susto pelo Dodo estar ali do nada. Obviamente, o Jazz se matava de rir ali. E o Spok também, logo aparecendo na porta.

JULIANO: Sim! - ele respondeu, abrindo um pequeno sorriso amarelo. Coçou a nuca e me olhou, dando uma risadinha. Minha cara não devia ser uma das mais bonitas na hora. Eu estava meio que... Surpreso, com os olhos arregalados (talvez maiores que um ovo estrelado) e com a boca, senão já estivesse no chão, estava perto de estar. Dou um passo pra trás e dou um grito sem som de surpresa - Ah não fala nada! Sei que ontem você e o Dodo dormiram juntos! - ele respondeu, me corando muito

DODO: Oi? A gente o que? - ele perguntou, muito mais do que confuso.

CAUÊ: Nada mano! - respondo, nervoso, só pra ele não ficar pensando nada nem besteira. - Mente de algodão doce! - disse, em seguia. 

SPOK: Jazzpunk! - ele grita praticamente.

JAZZ: Spoker! - ele responde, pondo a língua pra fora e prendendo com os dentes. Ambos começaram a rir. Olho pra trás e vejo o Spok, parado, com uma expressão de quem está meio cansado. Como se precisasse dormir sete horas por dia e tivesse dormido só só cinco e se entupiu de café no dia seguinte. 

CAUÊ: Spokito! - me aproximo dele, me pondo de joelhos. Ponho minha orelha na barriga dele por pura sacanagem - Como tá me futuro "sobrinho"? - falo feliz. O Dodo esconde o rosto envergonhado com uma mão e o Jazz dá um risadinha

SPOK: Tá louco? - ele me ajuda a levantar - Tomei a pílula! 

JAZZ: Sério? - Jazz pergunta, mais murcho que não sei o que (AUTORA: Porque eu pensei merda? FRAN: Tava pensando em si mesma? AUTORA: *olha sério, molhando um travesseiro com gasolina e jogando em Fran* Eu vou atear fogo!) - Ahn... Eu queria ter um a Spokinha ou um Jazzinho andando por aí... - Ok, admito... Deu pena!

SPOK: Awnt! Outra vez a gente tenta, tá? Mas com esse negócio de possível transferência, não dá! - ele diz,de forma calma e paciente, e Jazz parece compreender. Eles se aproximam e se abraçam, logo ambos trocando um selinho. - Mas enfim... Cauê! O Túlio ligou perguntando se você não quer ir lá na casa dele...

Ok... Não era o melhor dia pra ir na casa dele, mas né? Se é o único dia... Que assim seja, né? Confirmo com a cabeça que vou e caminho até o Dodo, que estava mexendo no celular. Falando com adivinha quem? EXATAMENTE! A prostituta do Jabuti!

CAUÊ: Abraço de irmão! - o abraço e ele me empurra com o dedo - Mas hein?

DODO: Depois a gente conversa! - ele me diz, sério demais

CAUÊ: Ain nossa, grosso! - reclamo

DODO: Vamos embora! - ele diz, voltando sua atenção para seu celular, logo caminhando até o quarto. O sigo, mas ao chegar na porta, ele a tranca.

SPOK: Dá um tempo pra ele! - ele me disse. Nem percebi que ele me seguiu - Talvez ele só precise disso!

CAUÊ: É... - respondo meio cabisbaixo - Mas é que eu preciso pegar uma coisa no quarto dele... - ele destranca a porta e me deixa entrar.

Pego meu celular, o carregador que eu nem sei se é o meu ou se é o dele. Saio andando a passos largos pelo quarto e vou até a sala, onde o Spok deita de novo no sofá.

CAUÊ: Vai ficar nessa vida fácil? - pergunto com tom indignado, mas dava pra perceber que eu estava brincando

SPOK: Tá achando ruim? Então começa a acordar ás cinco pra limpar casa, lavar roupa, passar café, limpar banheiro e tudo mais que eu faço e, ainda por cima, ter que lidar com dois irmãos que, um passa o dia idolatrando o outro e com um primo que passa horas do dia pegando no seu pé e que quer transar contigo! - ele responde, sério. Acho que o Pok não percebeu que era só zoação.

Saio da casa e vou até a portaria do prédio. Lá, percebo que uma garota tava sentada no meio fio, coçando os cabelos ruivos. Eram bem do tipo que foram pintados,que não eram ruivo por natureza e, aparentemente, ela estava querendo falar com alguém, mas quem? Quando saio e ela se vira pra mim, percebo que, aquela menina era...

*Leiam as notas finais, por favor*


Notas Finais


Quem lê Garotos de programa reparou q eu "postei" um capítulo com o mesmo titulo nela, né?
Sorry, mas é q eu tô escrevendo antes da minha mãe chegar, então não conferi se estava escrevendo na fic certa, tá? Sorry gente! ;-;

Tinuaaaaaaa


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