História S.o.p.h.i.a. - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Drama, Luta, Policia, Revelaçoes, Romance, Superação
Visualizações 38
Palavras 854
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Survival
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - Capítulo IX


- Estava lutando, bem longe daqui. – tomei mais um gole da minha bebida e voltamos a nos encarar. – Não falei o suficiente? – Não. Ele não falou e não temos tanta intimidade para falarmos sobre sua vida. Na verdade, eu nem deveria ter feito essa pergunta. Mas ele mesmo disse que eu poderia.

- Você falou o que queria falar. – mordi meu lanche e peguei o cardápio, para me distrair um pouco. Mas o seu olhar não descia desvia de mim, por nada e isso já estava me agonizando. – Estuda? – perguntou e eu assenti. – Onde? – o encarei confusa.

- É um interrogatório? – perguntei e ele deu de ombros. – Eu vou começar a faculdade, daqui há seis dias e vou estudar na Columbia. Mas alguma pergunta?

- Não, ainda não.

...

Minhas aulas começaram hoje. Foi muito legal, os professores se apresentaram, passaram os principais livros das suas respectivas matérias e tudo mais.

Durante essa semana que passou, Ryan voltou a comparecer a academia praticamente todos os dias. Todas as vezes a gente se encontrava em algum lugar, ele ficava me olhando, não desviava a qualquer custo e as vezes soltava risos. O que me fazia ficar irritada.

- Como foi a aula? – perguntou meu pai quando eu entrei no carro.

- Foi legal! Até agora os professores foram legais.

- Sua mãe começou a reclamar no terceiro semestre. – falou dela normalmente e eu sorri. Seus lábios que estavam expondo o sorriso foi fechado e eu continuei o olhando.

- É bom relembrar dela. Mesmo sendo coisas boas ou ruins. Não importa! – ele assentiu e continuamos nossa viagem até um restaurante. - Assim que conseguimos um lugar para nos sentarmos fizemos os pedidos e voltamos a conversar.

- Querida, precisamos ver um carro para você. – falou e eu neguei. – Por que não? Nem sempre irei poder lhe buscar.

- Eu posso ir e vir de ônibus, não tem problema para mim.

- Você tem aula a noite? – perguntou e eu neguei

- Por enquanto, meus horários batem mais no horário da manhã, até início de tarde. – Ele assentiu

- Tem certeza? – perguntou e eu assenti.

- Sim!

[...]

- Aula finalizada pessoal, até a próxima. – o professor da academia liberou a todos e eu olhei no relógio do meu pulso, vendo que faltava uma hora para meu pai terminar o dia de trabalho.

Fui ao banheiro, que fica no segundo andar, jogar uma água no corpo e quando sai, vi que a aula já tinha terminado e a maioria estava indo embora. Olhei ao redor, procurando Tio Jax e não o encontrei, mas vi Ryan parado na pilastra, perto da escada, com os braços cruzados e me olhando. Fui em direção a escada, passando direto por ele. Descendo as escadas, encontro o Nathan no pé da escada.

O Nathan é um cara que conheci há alguns dias. Ele é legal, ele está no seu terceiro ano de engenharia mecânica na Columbia e tem aulas de boxe com Tio Jax. Dessa vez, ele está sem machucados. O Nathan tem vinte e dois anos, tem um porte musculoso e um rostinho bonito, que chama a atenção de qualquer garota.

- Boa noite. – Me cumprimentou, dando um sorriso enorme.

- Oi Nathan, boa noite. 

- Que tal um japonês hoje? Eu e você? Depois podemos pegar um cinema. Que tal? – me perguntou e eu fiz careta.

- É dia de semana e não devo passar do horário.

- Eu sei, mas tenta pelo menos o japonês. – fez umas carinha fofa e eu resisti, lhe dando um sorrindo e balançando minha cabeça em confirmação.

- Sinto muito Nathan, mas hoje foi um dia cheio. – fiz careta e ele assentiu, mudando seu semblante para sério. Eu estranhei por um segundo, ele olhava com um semblante fechado para algo atrás de mim e eu me virei, vendo o Ryan com um semblante sério. O mesmo passou por mim, roçando seu braço forte no meu, sem nem me cumprimentar. Acho que merecia isso, eu nem falei com ele quando passei pelo mesmo alguns minutos atrás.

- Bem, tenho que ir Nathan. – me despedi dele, mas quando eu ia virando para ir ao escritório do meu pai, ele me puxou, deixando um beijo na minha bochecha, quase perto do canto dos meus lábios.

Me distanciei dele, com as bochechas pegando fogo e envergonhada, pois tinham algumas pessoas nos olhando, principalmente Tio Jax, que nos olhava com um semblante.

- Até amanhã? – perguntou e eu assenti, me virando. Passando por algumas pessoas, fui em direção ao escritório do meu pai, mas estava fechado.

Então como eu estava com sede, fui até o bebedouro, encontrando o Ryan bebendo e eu fui a um outro ao seu lado. Pelo canto do meu olho, vi ele se levantando e se distanciando. Quando eu terminei de me saciar com a água, me levantei para voltar a direção do escritório do meu pai, mas levei um susto com Ryan parado, me olhando, mordendo o lábio inferior. Ficamos nos encarando por um tempo, sem falarmos nada e foi assim que ele fez, quando se virou e foi embora.

- Que ótimo!



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