História Where We Go - Capítulo 12


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Drama, Luta, Policia, Revelaçoes, Romance, Superação
Visualizações 22
Palavras 717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Survival
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 12 - Capítulo XI


- Chegamos na sua casa, acabou. Pode ir com o seu amigo agora. – o olhei sem entender.

- Espera, do que você está falando? – perguntei e ele me encarou. Seus olhos me hipnotizaram e ficamos nos olhando por um longo tempo.

- Seu amigo.

- O Nathan? O que tem ele?

- Sai do carro. – falou seco desviando o olhar. Revirei os olhos e sai do carro, esperei ele me olhar, mas o mesmo se negou, dando partida no carro.

- Ogro.

 

... 

 

- Está tensa senhorita Burtton? – ouvi a voz do meu professor e a aluna que estava me prendendo, desfez o aperto com as pernas em volta de mim. Me levantei ajeitando o kimono que estou vestida. Hoje é dia de mais uma aula na academia.

- Desculpa professor. – olhei para a aluna na minha frente e ela me deu um sorriso.

- Está bom por hoje pessoal, boa noite e até a próxima aula. – dei um aperto de mão na minha colega de aula e peguei a garrafinha de água e me deitei no tatame, pelo relógio faltava mais de uma hora para meu pai terminar o trabalho.

Em alguns minutos eu já estava sozinha no andar e aquilo se tornou normal para mim, eu sempre ficava sozinha depois da aula, esperando meu pai terminar o trabalho.

- Seu amigo não veio hoje? – me assustei com a voz grave e abri os olhos, vendo ele encostado na parede mais perto de onde eu estava. Fiquei sem o responder e voltei a fechar meus olhos, senti chegar mais perto e tentei me manter calma. Senti chegar mais perto, ficando ao meu lado e eu abri os olhos, me sentando no tatame.

- O que você quer? – perguntei e ele ficou me olhando, sem me responder – Legal! Vai ficar sem me responder de novo?

- Não me respondeu. – quando eu estava me levantando, segurou meu minha mão, me puxando. Senti seus dedos acariciarem minha mão, mas logo foi solta.

- O que você tem contra o Nathan? – perguntei e ele coçou a barba.

- Além de lutas ilegais? – o olhei confusa.

- Como assim? – ele se levantou e eu fiz o mesmo, parando na sua frente. Ele foi tentar passar, mas o interrompi, pondo minha mão no seu abdômen. Eu quero entender o que está antecendo.

- Ele é seu amigo, ele mesmo que deveria ter te contado. – tirei minha mão do seu corpo e o mesmo pegou ela, e colocou sua mão em minha cintura.

- O que você sabe sobre ele?

- Já falei demais. – ele tentou sair novamente e o parei.

- Você vai ficar aqui e vai me contar. Você foge quando eu falo dele, o que você sabe? Me diz. – bati o pé e eu estava ofegante. Ficamos nos encarando por alguns segundos, até em um movimento rápido, seu corpo colocou ao meu, sua mão foi a minha nuca e seus lábios ficaram centímetros. Meu coração estava com os batimentos acelerados, seu aperto na minha cintura me causa arrepios e seu ar batendo em meu rosto, me fez parar de respirar. Seus lábios roçaram nos meus, e quando iríamos enfim colar nossas bocas, ouvimos um pigarro.

- Desculpa atrapalhar, mas é hora da faxina. – nos separamos e eu olhei meio envergonhada para o rapaz que faz a faxina. Me incline para pegar a minha garrafinha de água e olhei para o Ryan, que estava mordendo o lábio inferior. Fomos na direção das escadas, descendo para a área de boxe, que estava vazia no momento.

- Quero terminar o que começamos. – ouvi ele falar baixo, e quando eu ir dar mais um passo, me puxou, colando novamente nossos corpos e nossos lábios, em um selinho demorado. Seus lábios não aguentaram ficar parados e movimentaram um pouco, fazendo o beijo ficar um pouco mais agitado. Suas mãos foram para minha cintura, e em seguida seus braços arrodearam minha cintura, me ajudando a ficar um pouco mais alta. Sua língua encostou na minha e o beijo ficou mais intenso. Puxei um pouco da sua regata, e me separei dos seus lábios, sentindo falta de ar.

- Eu tenho que ir. – falei e ele aliviou o aperto. Olhei de novo para ele e o mesmo estava com um semblante sério, diferente de alguns minutos atrás. 



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