História S.o.p.h.i.a. - Capítulo 13


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Drama, Luta, Policia, Revelaçoes, Romance, Superação
Visualizações 39
Palavras 988
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Survival
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 13 - Capítulo XII


- Quero terminar o que começamos. – ouvi ele falar baixo, e quando eu ir dar mais um passo, me puxou, colando novamente nossos corpos e nossos lábios, em um selinho demorado. Seus lábios não aguentaram ficar parados e movimentaram um pouco, fazendo o beijo ficar um pouco mais agitado. Suas mãos foram para minha cintura, e em seguida seus braços arrodearam minha cintura, me ajudando a ficar um pouco mais alta. Sua língua encostou na minha e o beijo ficou mais intenso. Puxei um pouco da sua regata, e me separei dos seus lábios, sentindo falta de ar.

- Eu tenho que ir. – falei e ele aliviou o aperto. Olhei de novo para ele e o mesmo estava com um semblante sério, diferente de alguns minutos atrás.

...

Uma semana depois

A cada dia que passa eu lembro do beijo e das carícias. Nesses sete dias, ele sumiu de novo. Mais uma vez. Não tem como eu esquecer o que eu senti e isso é o que mais me deixa confusa.

A semana na faculdade foi produtiva, interagi um pouco com a Lexie, mas ele não saia da minha mente um segundo.

- Escutou o que eu disse? – Dulce me tirou do transe e eu a olhei.

- Desculpa, me distraí pensando em outra coisa. – ela me deu um sorriso assentindo com a cabeça.

- Está muito no mundo da maionese. – me levantei da mesa pegando o prato e o copo que fiz a refeição, colocando-os na pia. 

- Coisas da faculdade.

- E a sua amiga? – me perguntou da Lexie. Ela sabia, pois eu contei a ela sobre o que aconteceu quando eu conheci a Lexie. Da briga dela, com o tal Robbin.

- Ela não é minha amiga. Eu acho. – falei a última parte baixo.

- Vocês conversam praticamente todos os dias, certo? Ela é da sua sala?

- Não e não. Não conversamos todos os dias e ela não é da minha sala. Ela faz arquitetura e eu fisioterapia.

- Seja amiga dela, precisa de amigos. Precisa sair, se divertir. Você só vive trancada. – lavei as mãos e me virei olhando para ela.

- Mas eu saio.

- Com seu pai não vale. – ri e amarrei o cabelo, fazendo um rabo de cavalo. – Hoje é sábado e você deveria sair, comprar algo que queira, assistir a algum filme.

- Acho que vou na academia. – falei com ela que negou.

- Você só vive lá, está igual a seu pai.

- Tudo bem, Dulce. Irei passar por lá e depois irei assistir a algum filme.

[...]

- Pequena Burtton. – ouvi a voz do Jax e o olhei.

- Oi Tio Jax. – o cumprimentei e ele sorriu.

- Hoje é sábado, não tem aula aqui e nem na faculdade.

- Eu sei. Quis dar uma passada aqui e depois irei ao cinema. – falei olhando ao redor.

- Seu pai está conversando com o aluno dele. – assenti com a cabeça.

Uma mulher chegou perto começando a fazer perguntas ao Jax e eu saí, pedindo com licença. Fui para algumas cadeiras que fica perto do escritório esperar a conversa do meu pai e o aluno terminarem. Alguns minutos olhando para algumas pessoas fazendo exercícios, a porta do escritório foi aberto e dali saiu o Ryan.

Parece que uma força maior sempre me coloca aqui, na espera do meu pai conversar com o aluno, que sempre é o Ryan. Meu pai quando me viu fez um semblante de confuso.

- Oi querida, o que faz aqui? – me perguntou e o Ryan me olhou de cima para baixo.

- Vim falar com o senhor e depois vou sair. – informei e parece que o Ryan saiu do transe.

- Bom dia senhorita Burtton. – Ryan me cumprimentou sério.

- Bom dia. – Eu ainda não sei o seu sobrenome.

- Bem, estou indo. Até segunda. – ele deu um aperto de mão forte no meu pai e estendeu sua mão para mim, fazendo o mesmo, mas seu aperto foi mais carinhoso e uma carícia do seu polegar na costa da minha mão. Depois dos cumprimentos, ele saiu deixando eu e meu pai.

- Bem, para onde vai? – perguntou fazendo sinal para eu entrar no escritório.

- Estou aqui para lhe chamar para almoçar, vamos? – lhe perguntei e ele negou.

- Desculpa querida, tenho uma reunião no almoço.

- Então tá, vamos jantar pelo menos? – perguntei e ele assentiu

- Claro que sim, e hoje será italiano, tudo bem? – confirmei com aceno de cabeça. Nos abraçamos, e saí do escritório. Olhei para os lados vendo se encontrava ele e nada, segui meu caminho para fora da academia, quando estava na porta de saída encontrei ele parado, encostado na porta do seu carro.

- Oi. – me cumprimentou descruzando os braços e colocando as mãos no bolso.

- Oi. – O cumprimentei. Ficamos nos olhando por longos segundos, andei chegando mais perto dele. – Você me beijou. – falei e ele assentiu.

- Entra no carro. – neguei e ele chegou mais perto, segurou no meu braço e me puxou para o carro. Tentei me soltar, mas ele é mais forte. – Sim, eu te beijei e quero de novo, mas não aqui.

- Mas eu não quero. – bati o pé e menti. Eu quero sentir seus lábios de novo sim, mas ele me faz ficar nervosa e indecisa.

- Você quer sim. – neguei e seu olhar foi para meus lábios. – Vamos. – segurou em minha mão e me puxou, bufei caminhando até seu carro. Abriu a porta do carona para mim, em seguida depois atravessou o carro , entrando no mesmo em seguida.

- Para onde vai me levar? – perguntei virando para olha-lo. – Eu iria... – me interrompeu

- Se iria sair com o Nathan, desmarca. – fechou o semblante e deu partida no carro. Alguns minutos ali e ele parou o carro no estacionamento do shopping. Saímos do carro e quando eu ia dar os primeiros passos, ele veio até mim, entrelaçando nossas mãos.



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