História S.o.p.h.i.a. - Capítulo 17


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Drama, Luta, Policia, Revelaçoes, Romance, Superação
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Palavras 807
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Survival
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 17 - Capítulo XVI


- Não estou com fome. – falei sentindo meu celular vibrar. Peguei o mesmo vendo uma mensagem do meu pai, me chamando para almoçar. – Droga. – sussurrei – Não vai dar para almoçar com você, me deixa aqui, meu pai está me esperando. – falei e ele me olhou.

- Fala que vai almoçar com alguma amiga.

- Não tenho amiga. – Ele bufou e parou o carro no acostamento.

- Se não queria almoçar comigo, só era falar. Estou tentando me comunicar com você. – falou ríspido quando eu sai do carro.

- Você quem inventou esse almoço. E não somos nada, você apareceu de repente.

- Não seja por isso. – falou com um semblante sério que me deixou um pouco com medo, em seguida acelerou o carro me deixando ali sozinha.

- Idiota.

...

Uma semana depois

Tem uma semana que passo por ele, e o mesmo não revida o olhar. Nem com raiva, nem arrependido. Ele passa por mim e finge que eu não existo. Isso é chato demais. Eu até acharia normal antes, mas depois do beijo tudo mudou. Para mim é claro, não sei para ele.

Terminei mais um dia de aula com o professor de Artes Marciais e peguei minha garrafinha de água. Quando estava me preparando para descer as escadas e ir embora, olhei para a quadra vendo ele terminando seu treino. Meu pai me olhou acenando para eu ir até ele.

- Oi pai. – falei e dei uma olhada rápida em Ryan que tirava as luvas de boxe.

- Você vai ter que ir para a casa sozinha, tudo bem? Vou ter que fechar o orçamento desse mês, verificar alguns aparelhos para manutenção e fechar o local. Jax quem faz isso na maioria das vezes, mas só quando ele não tem luta para administrar. – assenti

- E eu posso qualquer dia desses ver essas lutas? – perguntei a ele que fez careta

- Quem sabe um dia. – revirei os olhos – sem revirar os olhos mocinha.

- Desculpa.

- Tudo bem. Se quiser, pode pedir algo para comer. Tem dinheiro ou quer?

- Eu acho que tenho na minha carteira. – falei e ele assentiu.

- Ryan, está liberado por hoje e pode falar com seu amigo para me procurar. Vamos dar um jeito nessa situação. – Ryan assentiu para meu pai.

- Eu já vou pai, quero adiantar algumas coisas da faculdade ainda. – assentiu e nos despedimos.

- Qualquer coisa me liga. – confirmei com a cabeça . Peguei minhas coisas e voltei em direção as escadas. Desci até o vestiário, indo até os armários e peguei minha mochila, de lá tirei meu casaco e a vesti. Logo depois de ajeitar as coisas, sai do vestiário me batendo com o Nathan.

- Oi. – o cumprimentei e ele me olhou acenando com a cabeça. Estranho! – Está tudo bem? – perguntei e ele assentiu, passando a mão no cabelo.

- Tudo indo nos conformes.

- Estranhei você ter sumido. – tentei puxar assunto, mas parecia não dar muito certo.

- Pois é, tive que viajar. – assenti

- Bem, vou indo. Tchau. – me despedi dele, mas antes de ir embora vi meu pai, com um semblante sério, fazendo sinal para o Nathan entrar no seu escritório.

Peguei o meu celular e vi uma solicitação de amizade do cara que esbarrei na lanchonete há alguns dias atrás. Pensei em decidir depois, não o conheço direito. Pensei em como o Ryan reagiria se eu desse "bola" para esse cara... Por que eu estou pensando nele mesmo? Ele é um ogro, ignorante, bonito, idiota e bonito. Eu não tenho culpa se ele é lindo.

Passando pelo local, me esbarrei em alguém.

- Droga. – resmunguei quando senti o impacto, fazendo meu celular cair e se espatifar no chão. Não olhei para a pessoa e fui direto para o meu celular. Meu celular não é o de ultima geração, ele é tão velho, tenho ele desde meus doze anos. Peguei o mesmo e corri para colocar a bateria, tentei ligar o mesmo, mas nada. – Que maravilha! – resmunguei e olhei para a pessoa. Não pode ser, eu devo ter grudado chiclete na cruz.

- Não olha por onde anda? – perguntou grosso e eu bufei.

- Idiota, não fala assim comigo. Você quem deveria olhar por onde anda.

- Não deveria ficar focando no celular, você quem esbarrou em mim.

- E você deve ter visto, e nem feito nada. Viu que eu estava distraída e esbarrou em mim.

- Eu? Esbarrar em você? Se toca garota. Uma mimada como você, sai um pouco do jardim de infância. – arregalei os olhos. Ele acabou de me chamar de infantil.

- Eu posso estar errada de andar mexendo no celular, mas não sou uma idiota como você. – senti meus olhos encherem de lágrimas, o modo como ele falou me deixou assim.

- Droga, Sophia. – ele tentou me segurar, mas o empurrei passando direto. 



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