História S.o.p.h.i.a. - Capítulo 19


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Drama, Luta, Policia, Revelaçoes, Romance, Superação
Visualizações 31
Palavras 899
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Survival
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 19 - Capítulo XVIII


- Está tudo bem! – comecei a andar na direção do ponto de ônibus, fiquei segundos esperando. Mas quando eu ia pegar o ônibus, vi o carro do Ryan parar bruscamente na frente do ônibus. O idiota saiu do carro passando a mão pelo cabelo e chegou perto de mim.

- Nós iremos conversar agora. – cruzei os braços e não falei nada. – Por favor Sophia. – o motorista do ônibus começou a buzinar, e algumas pessoas que estavam dentro começaram a nos xingar.

- Você está me fazendo passar vergonha, tem gente esperando você tirar o carro para seguir a vida.

- Só saio daqui quando você entrar no carro. – ia revidar, mas eu olhei para o ônibus vendo as pessoas nos encarar com um semblante nada legal. Depois voltei meu olhar para o Ryan e bufei, indo em direção ao carro.

...

- Para onde você está me levando? – perguntei depois de ficarmos um longo tempo da viagem em silêncio.

- Preciso conversar com você em um lugar, um lugar particular. – revirei os olhos – Revirar os olhos é falta de educação mocinha.

- Onde o senhor vai me levar? – perguntei novamente.

- Senhor? – riu – Sério isso Sophia? Poderia me chamar de qualquer coisa, mas me chamar de senhor apelou. Até parece que sou seu pai, ou avô.

- Tem idade para ser um tio.

- Por favor, não fala essas coisas. Isso seria muito estranho.

- Por que seria estranho? – olhei para a janela do carro e vi que estávamos chegando perto de um cais.

- Porque eu quero você Sophia, e de um jeito bem carnal. – senti minhas bochechas esquentarem e fiquei calada, me deixando envergonhada.

Alguns segundos depois ele estacionou o carro, desligando em seguida. Eu tirei o cinto de segurança e sai do carro, junto com ele.

- Vem. – levantou a mão para eu a segurar, mas cruzei os braços ficando séria. – Você vai me dar trabalho. – ouvi o seu comentário que foi um pouco baixo. Ele começou a andar e eu o segui.

O cais é cheio de lanchas e iates, bem bonito. Andamos mais um pouco até chegarmos a um iate. Ele subiu e estendeu a mão para eu subir, eu aceitei dessa vez, mas quando eu iria soltar ele entrelaçou nossas mãos. Nunca tinha entrado em um iate, e esse superou todos os meus pensamentos.

- Você mora aqui? – perguntei evitando de olhar para os lados.

- Por enquanto, ele foi uma herança do meu avô. Foi deixado para mim bem antes de eu saber falar ou andar. – assenti e ele colocou a mochila no canto, se sentando no sofá em seguida. – Senta. – falou e eu me sentei, o mais longe possível.

- Dá para adiantar? Eu tenho que ir para casa. – resmunguei e ele chegou um pouco perto.

- Desculpa por aquele dia. Você me deixa com a cabeça quente, eu começo a supor várias coisas e faço merda. Essa merda foi gritar com você e lhe chamar de infantil. Desculpa. – assenti ficando em silêncio – Não vai falar nada?

- Quer que eu fale?  – perguntei nervosa.

- Eu te desculpo Ryan, ou algo do tipo. – deu de ombros

- Para você voltar e fazer a mesma merda? – perguntei e ele respirou fundo.

- Não vamos brigar de novo, por favor. – assenti me levantando do sofá.  Para onde você vai? – perguntou e quando ia passar pela porta ele me segurou no pulso.

- Eu não quero discutir com você, então é melhor ficarmos do jeito que está. – falei tentando me desviar dele, mas ele parecia uma muralha. Não me deixava passar.

- E que jeito nós estamos? Não vai adiantar isso de nós ficarmos distantes, eu não vou desistir de você. – fiquei em silêncio, e quando iria me virar para ir embora novamente, ele segurou meu rosto encostando nossos lábios. O beijo foi longo e devagar, fazendo seus braços me abraçarem mais forte, e nossos corpos grudarem. No final, ele me deu um selinho e ficamos nos olhando por alguns segundos. – Ainda quer desistir? – perguntou e eu tentei segurar a risada, mas falhei. – Vem cá. – me levantou fazendo eu entrelaçar minhas pernas na sua cintura e ele se sentou no sofá. Ficamos nos olhando por alguns segundos, e ele sempre com o sorriso nos lábios. – A cada dia que você não ia a academia, eu ficava louco.

- Eu ficava preocupada quando você não aparecia também. – ele fez careta

- Que bom saber disso, agora eu posso te avisar quando eu for viajar e posso conversar com você nesses dias por mensagem. – assenti e sua mão passou por meu cabelo, me puxou para mais um beijo e sua mão direita foi para minha cintura, apertando um pouco o local. Me remexi no local e senti sua ereção, ele apertou mais um pouco e seus beijos desceram para meu pescoço, fazendo arrepios surgirem e eu soltar um gemido.

- É melhor pararmos. – falou o Ryan separando de mim e eu assenti dando um selinho nele. Apesar de sentir que eatou confortável, eu quero esperar, eu não sei se isto vai dar certo, quero um pouco mais de tempo.

- Eu tenho que ir para casa. – afirmei me levantando.

- Eu te levo. – assenti pegando minha mochila e o encarei, ele estava pegando a chave do carro e depois voltou o olhar para mim. - Mais um beijo. – me puxou mais uma vez e me apertou. 



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