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História Whiplash (MarkHyuck) - Capítulo 11


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Notas do Autor


やっほ~! MIL DESCULPAS pelo meu desaparecimento, eu só perdi a inspiração pra escrever minhas fanfics porque não estava gostando do rumo que elas estavam tomando, mas vou me esforçar para dar um final justo a elas, ENTÃO MIL PERDÕES PELA DEMORA MESMO! O próximo capítulo vai vir mais rápido, eu prometo! Não se esqueçam de dizer o que acharam nos comentários!

Capítulo 11 - Ozone


Os dois garotos se limparam rapidamente antes de deixar o quarto e seguir seu amigo japonês até o saguão lotado, aonde todos pareciam estar reunidos em volta da grande escadaria do internato. Mark tentou colocar-se nas pontas dos pés para tentar enxergar algo além das cabeças em sua frente, mas falhou miseravelmente.

“Por aqui, Mark” Donghyuck disse, pegando sua mão.

Eles atravessaram a multidão de garotos uniformizados que não parecia acabar mais e finalmente chegaram nos últimos degraus da escada, aonde o foco de toda aquela confusão estava. Mark finalmente entendeu as palavras de Yuta quando viu o corpo de Irmã Judith esparramado pelo chão de madeira, imóvel e sem vida.

Nenhum dos garotos se atrevia a aproximar-se do cadáver da mulher para sequer checar se ela estava mesmo morta e todos os olhares acabavam em Ten, o tailandês que estava parado do outro lado da escadaria, da onde a mulher havia caído. Ele estava sozinho e suas mãos tremiam.

Mark se perguntava se ele havia mesmo feito aquilo.

No meio daquela confusão, não demorou muito para as outras freiras chegarem e mandarem os alunos para seus quartos até tudo ser resolvido. Os murmúrios não paravam e todos estavam apreensivos com seus futuros. O Clube do Oito resolveu se reunir no quarto de Yuta, mas havia alguns rostos a mais no cômodo, Mark notou.

“O que acontece agora?” Jaemin questionou, sentando-se sobre a cama como se não acabasse de ter visto uma pessoa morta. “Aquela bruxa está morta, quem vai nos punir e nos dar ordens?”

“Eles vão mandar outra pessoa.” Yuta respondeu, dando ombros.

“Alguém melhor.” Jeno adicionou.

“Ou alguém pior.” Donghyuck retrucou e pôde sentir Mark tensionando sobre seu toque. “Seja o que for, estamos preparados.” Ele garantiu com um sorriso e apertando a mão do outro.

Aquilo não tranquilizou o canadense. Aqueles garotos estavam lidando com uma morte como se não fosse nada e aquilo estava o enlouquecendo por dentro.

“Mas a verdadeira questão é: Você fez aquilo?” Yuta perguntou ao garoto encostado no canto do quarto. Ten, se Mark se recordava bem, não expressou nenhuma reação e fingiu que não era com ele.

Mark se engasgou com sua própria saliva. Havia chances de ter um assassino entre eles? E eles estavam calmos daquela maneira? 

“Yuta!” Taeyong protestou.

“O que?” O japonês se defendeu. “Todos queremos saber se ele realmente matou aquela víbora e nos salvou desse sofrimento para sempre!”

“Se ele matou ela ou não, o que importa é que ela está morta.” Winwin adicionou, achando espaço no colo do japonês para se sentar. “As coisas vão mudar por aqui.”

"Já que não podemos sair daqui, pelo menos vamos nos divertir um pouco.” Jeno abriu um sorriso de canto.

Mark sentiu o ar ficando escasso e aquele quarto ficando cada vez menor. Ele precisava sair dali o quanto antes, então ele largou a mão de Donghyuck e saiu correndo pela porta sem dizer nada. Ele não queria ouvir o quanto eles estavam felizes pela morte de uma pessoa, por mais terrível que Irmã Judith fosse, Mark não era assim.

Ele parou de correr quando estava longe o suficiente do quarto de Yuta. Ele encontrou os paramédicos no meio do caminho, carregando a maca com o corpo da diretora coberto com um plástico preto pelo internato e sentiu seu estômago revirar. Ten havia mesmo feito aquilo? Mark realmente conhecia esses garotos e do que eles eram capazes?

Seu amado Donghyuck era capaz de fazer algo daquele tipo?

“Você deveria estar no seu quarto, Sr.Lee” Uma das freiras o repreendeu. “Hoje não é um bom dia para lidarmos com as artimanhas de vocês. Ela podia ser rígida, mas não merecia o que aconteceu.”

Um silêncio desconfortável pairou sobre o corredor.

“Irmã, eu posso ligar pra minha família?” Mark perguntou num pulo. “Eu preciso muito falar com eles.”

Ele pediria para ir embora. Ele iria implorar o perdão de seu pai e prometer ser tudo que ele sempre quis, tudo pra ficar longe daquele lugar pra sempre. Mark voltaria ser o bom garoto que ele havia sido a sua vida toda e que Donghyuck havia o ensinado a odiar.

               

               

 


Notas Finais


Não se esqueçam de comentar e até a próxima (☆ω☆)


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