História WHISPER, tom hiddleston - Capítulo 39


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Categorias Tom Hiddleston
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Palavras 2.759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Literatura Feminina, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 39 - 38




CAPÍTULO 38

ELE ME FODEU, POR SABER DE TUDO!




"só me deixa te foder agora

ELIZABETH MIRELLA


CHEGUEI TARDE EM casa, Tessa e eu ficamos conversando mas chego e durmo um pouco.

Eram umas sete da manhã e Lotty em minha casa e Muffin dormindo no sofá — O que temos pra hoje Lotty? — pergunto.

Ela sorri — Bem... você ser do Tom o dia todo — pisca pra mim.

— Quê? — não entendo.

Sorria maldosa — O Tom veio até mim ontem me pedindo pra abrir espaço na agenda pra ele e eu deixei livre, simples — ela diz.

Não entendi nada, se ele me perguntou — Lotty, que bizarro! — exclamo.

Ela ri — Acho que ele está gostando da era reputation que você mostrou — pisca pra mim.

Fico rindo — Ah tá.

— Ele surtou por você Liz, precisa explicar? — arqueia uma sobrancelha.

— Têm a questão da whisper, ele gosta dela.

— Ah Mirella, foda-se ele tá dando mole pra você — revira os olhos — enfim, cuido da Muffin, vai se arrumar e encarar o Tom.

É, acho que preciso contar a verdade mais cedo ou mais tarde.

***


Vou com o meu carro na pra casa de Thomas quase tendo um ataque ouvindo alguma música da Aurora, não moramos tão longe um do outro. Uma coisa de oito minutos de carro ou até menos, estaciono em frente o portão e desço quase sentindo o chão fora de meus pés, o tranco, entro já que Tom deixa o portão encostado quando vou pra sua casa, passo pelo jardim batendo na porta e ele abre rapidamente sorrindo.

— Oi! Bom dia Liz — fala.

— Bom dia Tom — sorrio, nos cumprimentando rapidamente e entro. —, Bobby está dormindo? — pergunto passando por ele.

— Está! Sabe que ele só acorda tarde — dá um risinho — mas e você? Não me disse por que deu aquele sumiço — ele diz, enquanto íamos até a cozinha que era o lugar que treinamos as cenas.

Coloco minha bolsa na bancada — Ah eu só precisava dar uma espairecida Thomas — digo ainda sem o olhá-lo e pegando o texto que estava todo grifado de marca texto rosa. Passo a mão no cabelo na sentando na cadeira e depois levanto o olhar e ele estava meio que me observando ali perto da parede—, o que foi? — sorrio um pouco sem graça.

Ele range os dentes — Nada... mas espero que esteja melhor Liz — respira fundo e se senta do outro lado da bancada.

Humm — penso e começamos a falar da cena e tal, e era uma cena de beijo da duquesa, e claro que estou sem jeito e ele também.

— Liz, eu queria saber seus limites, aonde que não gosta que te toquem e algo assim, sabe que não vou tentar me aproveitar — diz me olhando.

Ri — Ah eu não tenho problema algum, confio em você. — digo sorrindo.

Ele também sorri — Então quer só tentar... — diz.

Eu vou acabar passando mal — penso — Sim, tudo bem...

Me levanto e ele também faz isso e fica perto de mim — Tudo bem, eu vou me aproximar de você, até por conta da cena e enfiar a mão no seu cabelo e por a mão no seu quadril, não precisa ficar com medo, okay? — diz bem calma.

— Okay, entendi. — então ele mantém o olhar ao meu e enfia os dedos entre meus cabelos rosas, e com calma passa a mão no meu quadril, apenas para me deixar mais perto e eu com calma encostei minhas mãos nele me aproximando no mundando o olhar e quando ele fica bem perto sorri.

— T-tudo bem?

— S-sim — sorrio sem graça.

Então ele aproxima o rosto pra me dar o beijo, mas na hora me vêm aquele medo dele me descobrir e o solto — Ai Tom... desculpa eu — ri andando pra qualquer canto.

— Mirella, estava tudo indo bem... calma, fiz algo errado?

— Não... não fez, é que... ah preciso ir pra casa — digo.

— Liz a gente nem... — fala.

— Não estou muito bem — digo olhando pro chão e indo guardar a folha.

Thomas fica confuso — Mirella, o que está havendo?! O que eu fiz?

Respiro fundo fechando a minha bolsa — Nada. — resmungo e logo me viro pra sair.

Um silêncio toma conta dali e Thomas diz bem alto — Vai embora de novo como fez naquela madrugada?! Mesmo comigo te implorando pra ficar.

É quando tudo para a minha volto e me viro soltando a bolsa me faltando forças — O quê? — falo com a voz mais calma.

Tom me olha e fecha as mãos como se estivesse prestes a fazer a coisa mais difícil do mundo — Não precisa mentir mais pra mim — ele fica quieto mas volta a me olhar — Ella. — diz.

Meu corpo gela e meu coração bate forte — C-como?

— Whisper não precisa mentir... eu sei... eu sempre soube que era você Mirella.

Meu mundo gira novamente estou parada ali sem noção do que está havendo — Thomas, como assim? Do que está falando? — ri.

Ele se aproxima de mim — Você sabe muito bem do que estou falando... mirELLA. — arqueia uma sobrancelha —, achou mesmo que eu iria ser trouxa e não notar que eram a mesma pessoa? Por isso te defendi naquele baile, nunca iria deixar que machucassem a minha Elizabeth — sorria passando a mão no meu cabelo —, ei? Está me ouvindo? Eu sabia, eu sei...

Na hora meu corpo volta ao normal e ando pela cozinha sem acreditar e me sentindo envergonhada — T-tom... e-eu... v-você... eu... ah deus... eu... — estou sem palavras.

— Calma, está tudo bem... — ele diz segurando meus ombros por trás.

Me viro quase chorando — Me perdoa eu... — ele estava sorrindo.

— Shiiiu, não têm o que perdoar whisper, nada que fiz foi contra a minha vontade, amor — fala.

Ele mentiu pra mim? Isso mesmo? Me deixou sofrer por ele esse tempo todo?! — Thomas você sabia que eu te amava esse tempo todo e não me disse por quê?! — falo.

Tom suspira — Quando você tinha uns dezenove/vinte anos estava gostando muito de você, a garotinha que conheço e que cresceu... virou uma mulher maravilhosa e eu notei é claro, estava te desejando a cada dia e notando que você sentia o mesmo... mas... seu irmão é muito ciumento e me mataria se soubesse que eu queria você Liz... você sempre foi tudo o que sempre quis e tentei te esquecer namorando outras mulheres e tentando seguir em frente e você não desistia de mim... e não gostava de ninguém e se tornava mais e mais bonita e apaixonante, e isso me matava por dentro a cada dia... — ele segura a minha mão —, Elizabeth, aquela noite você me fez ficar mais louco ainda e não conseguir mais negar que gosto de você, muito mais ainda porque me protegeu de mim mesmo, eu sei que soube que a Rose me traía e deu um jeito de me avisar, estava arrasado, não iria me casar e não poderia te ter em meus braços... você aparece pra mim daquele jeito e vi a chance de... poder estar com você e você comigo finalmente, mas uma mentira pode acabar com o que sentimos, tentei falar com você na manhã seguinte, iria te contar tudo, mas você sumiu e quando voltou me deixou mais doido ainda Mirella...

Ele então realmente gemeu o meu nome... eu estou... chocada e em completa epifania — Mesmo assim você brincou comigo! Me senti a vadia por ter... ter...

— Me feito subir pelas paredes? Não devia... você é maravilhosa... foi ótimo... — diz quase sem ar.

Tento sair — Realmente não foi uma boa ideia vir aqui... — me afasto dele.

E como algo surreal, Thomas me puxa pelo pulso e segura meu quadril e com total facilidade me coloca em cima da bancada e apoia as mãos de cada lado das minhas pernas e me olha fixamente e ofegante — Você não vai embora sem me ouvir e sem que eu te deixe molhada, Elizabeth. — fala com aquela voz grossa maravilhosa, me deixando sem ar.

— Tom...

Thomas encosta a testa na minha e logo começa a me dar beijos por todo meu rosto e pescoço tentando falar — Você é a mulher mais bonita que conheço, sua boca é tão linda, seus olhos tão brilhantes, sua voz é tão gostosa quanto a própria dona, seu sorriso consegue me desestruturar por inteiro, Elizabeth... você sabe falar três idiomas, é formada em cinema, é boa com designer, uma excelente cozinheira, adoro que venha aqui e me ajude com o almoço, é a pessoa mais doce que conheço e a que se coloca no lugar dos outros... uma atriz perfeita, que ainda vai ganhar todo o destaque que merece... adoro o jeito que você gosta de desenhos animados ou algo infantil e usa assim mesmo sem notar que iriam dizer que é de criança, isso é muito fofo — ele faz uma pausa beijando tanto meu pescoço me deixando sem reação alguma, a não ser suspirar quase gemendo, ele havia me deixado presa ali, me torturando com sua voz, ele aproxima a boca do meu ouvido —, e tenho que dizer, nenhuma mulher me deixou tão louco e sedento como você me deixou naquela noite Elizabeth Mirella. Não sabia que era tão habilidosa com seus lábios e língua Liz... — ele beija meu ombro mais uma vez e volta o olhar ao meu, falando bem perto da minha boca —, te ver linda daquele jeito só me fez ver que não posso te deixar ser de outro, fui feito pra você, e você foi feita para mim... eu te amo Elizabeth e te desejo com todas as minhas forças. — escutar aquele "i love u" após todas aquelas palavras que fizeram a minha boceta pulsar, era como um sonho. Estava em um nível de tesão tão alto que aquilo me deixou anestesiada, sem reação apenas o olhava e minha cabeça tentava processar aquilo tudo. Ele passou de fofo, pra um safado e pra fofo em alguns segundos.

— Tom... — digo.

Ele sorri segurando meu queixo com uma das mãos — Te ouvir gemendo meu nome, passa como um lupping na minha mente, poder tocar em você e te deixar me tocar é algo que não me arrependo — fala daquele jeito tão sexy.

Estou sem ar, eu... sempre quis isso e agora ele... ai estou tão molhada, essa é a palavra — Ah Thomas... só me deixa te foder agora... — falo e ele sorri maldoso e finalmente me beija e enfia a língua com força na minha boca.

Ele enfia a mão nos bolsos da minha calça e nos junta mais ainda e o agarro forte naquele beijo fora de controle mas em um ritmo perfeito. Esfrego o meu corpo no dele, querendo ser dele por completo, nós apenas queremos isso. Logo paramos, Tom me olha me vendo perder todo o ar por causa dele, e claro que gosta disso apenas sorrindo. Trato de puxá-lo pra mim beijando seu pescoço ouvindo ele suspirar — Ah Liz... isso é tão bom... — fala.

— Seu cheiro que é muito bom... — passo meus lábios em sua pele e depois volto pra sua boca, quero muito esse homem, vou acabar o virando do avesso de tanto que quero beijá-lo e tocá-lo. Me aperta um pouco e acabo gemendo entre seus lábios — Oh... deus...

Tom para na hora me olho sério — Não chame por deus, chame por mim, entendeu bebê? — C-A-R-A-L-H-O eu to arrepiada.

Faço que sim — S-sim... — arqueio uma sobrancelha —, não quer terminar o que começou? — mordo o lábio.

E óbvio que ele me entende e volta a me beijar, pegando minhas mãos colocando-as em seu ombro — Me arranha, como fez da outra vez... — resmunga entre os beijos.

Sorrio de leve voltando a lhe dar aqueles beijos — Tom... seu quarto, é melhor... — digo.

Me olha — Quer mesmo subir escada e ir até lá? Sendo que podemos fazer aqui mesmo? — esse sorriso é um pecado.

Sorrio de canto — Eu amo concordar com você Thomas... — nisso ele já trata de tirar minha blusa a jogando pra qualquer canto e eu depois tiro a dele, voltando para aquele beijo voraz, estamos desesperados um pelo outro de todas as maneiras. Sua mãos percorrem minha pele e ele mexe com o feixe do meu sutiã e afasto um pouco o corpo do dele matendo o beijo, ele tira e desce as mãos tentando tirar minha calça e abro os botões apoiando as mãos na pedra mexendo os pés pra sapatilha sair, ele tira por mim deixando apenas a minha calcinha, detalhe que mantivemos os beijo. Ele me puxa novamente e sinto suas mãos na minha bunda.

— Você é o amor da minha vida sabia? — fala.

— Hm... — respondo enfiando minhas mãos entre seus cabelos, e a outra enfio dentro da sua calça acariciando lá embaixo... ouvindo aquele gemidinho gostoso.

Ele me olha por longos segundos pra respirarmos — Você é incrível sabia?

Mordo o lábio — Deduziu isso em uma transa senhor Thomas? — pisco passando minhas unhas de leve em sua pele.

— Deduzi em uma vida toda... — fala.

Eu o agarro lhe beijando de novo, estamos tão quentes, ele puxa a minha calcinha e sinto ele se ajeitar e de novo entrar em mim como naquela noite, só que agora nós estávamos sendo sinceros — Tom... — digo baixo.

Para por um momento segurando meu queixo — Olha pra mim... era essa visão que eu queria tanto ter naquela noite Liz... — beija meu ombro matendo os movimentos e arqueio as costas gemendo e ouvindo os gemidos dele sendo abafados por minha pele. Arranho suas costas e cruzo as pernas em sua cintura.

Ele faz mais rápido me deixando complemente fora de mim, sinto sua língua rapidamente na minha pele e depois seu olhar de novo, quebrando todo o meu psicológico — Elizabeth Mirella... — geme de propósito me olhando.

Engulo seco não podendo responder, sentia ele vir no ponto mais sensível — Thomas... faz mais rápido... — imploro.

Morde o lábio segurando meu rosto me beijando — Sou todo seu Liz... — fala entre aquele beijo perfeito. Se mexe mais rápido passando as mãos nas minhas costas até que senti de novo aquele maldita e gostosa sensação dele tendo um orgasmo e me fazendo ter um. Me estoca mais algumas vezes e perco a sustação nas pernas as descruzando ouvindo ele me chamar como uma pressa desta vez com todas as letras: Mirella.

O abraço cansada como ele que me dá mais um beijinho me soltando um pouco e saindo de mim se ajeitando e eu exposta, naquela pedra que não estava mais tão gelada — E então? Estava com saudades Liz? — ele diz quase sem voz.

Sorrio e passo a mão em seu rosto — Claro que sim... — levou alguns minutos, mas logo desço dali, ele se ajeita e eu também coloco minhas roupas, não comentando sobre o que houve, quando estou ajeitando a minha blusa quando estou de costas sinto suas mãos em meus quadris e ele vir por trás beijando meu ombro.

— Ei... sabia que te amo? — sussurra e resisto a vontade de dizer "eu te amo" naquela hora.

Sorrio olhando pra frente — Sei... — me afasto dele e pego a minha bolsa no chão —, tenho que ir, depois treinamos a cena, sim?

Ele estranha — Elizabeth?

— Sim?

— Mas...

Ri — Nós apenas fizemos sexo, quer que eu me emocione por isso Thomas? — debocho.

Aquilo o pega de surpresa — Liz eu achei... tenho certeza que...

Me aproximo o olhando fixamente — Apenas transamos, foi ótimo, mas isso não quer dizer que esqueci que me fez de idiota daquele jeito, pra mim ser sua namorada é outra história bem diferente, Tom... eu mudei — lhe dou um beijo rápido e me afasto.

— Mas eu te amo, só têm que aprender que não sou a cachorra que vai correndo quando você resolve finalmente que me quer, docinho — arqueio uma sobrancelha —, até depois.

Parece que temos uma nova era chegando.




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