História Whispers in the dark - Capítulo 18


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Abusos, Amor Próprio, Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Disputa, Drama, Família Mukami, Família Sakamaki, Harém-reverso, Hentai, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Órfã, Reiji Sakamaki, Romance, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Vampiros, Yui Komori, Yuma Mukami
Visualizações 32
Palavras 2.977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem voltou bem antes do previsto, isso porque eu já tenho dez capítulos escritos dessa história (sim, me empolguei um pouco hahahahaha), o ponto é que minha ansiedade não permite e agora nas férias vou ficar lançando capítulos assim, mais de um por semana.
Espero que gostem deste capítulo. Na capa é a Azurah, estou navegando no Pinterest e estou achando várias desenhos que vão encaixar perfeitamente nesta história e nesta personagem. Enfim, sem mais delongas, bora para o capítulo 😉

Capítulo 18 - Awake


Fanfic / Fanfiction Whispers in the dark - Capítulo 18 - Awake

 Não sou nada sem você,

não sou ninguém até que você me acorde.

Parece até um sonho, um assustador de tão real.

Lá vamos nós novamente, não negando a atração inevitável entre nós.

 

Assim como imaginei, não trocamos nenhuma palavra, apenas alguns olhares, mas rapidamente um de nós desviava. Não sei porque estou reagindo assim, não é a primeira vez que faço isso em um homem, talvez seja o fato de morarmos juntos que complica tudo ou o fato dele estar interessado no meu sangue somente. Contudo, nada está tão ruim que não possa piorar, pois ao chegarmos a mansão, Reiji estava a porta, nos aguardando com um chicote em suas mãos — ele realmente estava furioso.

Como punição, ele nos obrigou a lavar o banheiro das visitas, o qual parecia estar abandonado há um longo tempo. Yuuki tentou dialogar com o vampiro de óculos, porém este estava impassível, fazendo com que eu aceitasse minha situação e Shu não dissesse absolutamente nada — o que só parece irritar ainda mais seu irmão, o qual parece insistir de chamá-lo de “bom-para-nada”. Eu fui acostumada, seja nos orfanatos ou no reformatório, a limpar e lavar cômodos, mas parece que isso não vale para Shu, que provavelmente sempre teve uma infinidade de serviçais que faziam esse tipo de serviço para ele.

Enquanto eu faço todo o serviço pesado, o loiro está deitado preguiçosamente no chão, com seus olhos fechados e com seus fones de ouvidos. Eu não ligo, desde que ele não me atrapalhe, o que é um empecilho quando tenho que jogar água no chão para lavá-lo por fim. Tento inutilmente acorda-lo, porque ou ele está dormindo ou está me ignorando completamente, assim, ficando de saco cheio, acabo jogando um balde de água nele, o que o faz despertar na hora, com seus olhos azuis transmitindo sua fúria.

—Ficou louca? —Indaga todo encharcado.

Acabo não segurando um riso divertido.

—Ficou uma gracinha, Shu-san. —Satirizo. —Agora levanta para que eu possa terminar isso logo.

—Acha que isso vai sair barato? —Questiona com um sorriso maldoso.

O vampiro é rápido, ligando o chuveirinho que estava ao seu lado e molhando todo o meu uniforme, que já estava um lixo depois dele tê-lo rasgado.

—Ah! Shu, não faça isso! —Exclamo pedindo inutilmente que ele pare, colocando a mão na frente do jato para barra-lo.

—Você que pediu. —Ele para, após me deixar completamente encharcada também. 

A blusa do meu uniforme está completamente transparente, o que a faz ficar completamente colada no meu corpo e seja visível o meu sutiã de renda vermelho. Meu cabelo, que está preso em um rabo-de-cavalo desde que comecei a limpar esse banheiro, estava totalmente desarrumado. É vergonhoso eu estar assim.

—Eu acho você sexy assim. —Shu soltou isso aleatoriamente, o que faz meus olhos negros se arregalarem.

—Assim como? Molhada? 

—Também. Mas você está envergonhada. —Ele puxa para que eu caia em cima do seu corpo molhado, com nossos rostos muito próximos um do outro. —Antes eu disse que não queria porque você estava fingindo.

—E agora você quer? —Sussurro próximo aos seus lábios.

—Só há um jeito de saber. —Ele puxa meu rosto para um beijo molhado e misturado com o cheiro de lavanda do ar.

Suas mãos escorrem pelo meu corpo molhado e eu faço a mesma coisa, ambos entregue à luxúria e a atração que existia entre nós. Seu corpo está incrivelmente gelado, mas a medida que o beijo é aprofundado e minhas mãos o tocam, sinto que partes do seu corpo estão se aquecendo.

—Acho que devemos terminar de lavar tudo. —Digo assim que consigo me separar de seus lábios. —Assim nós poderíamos tomar um banho juntos. —Proponho maliciosamente.

—Que tipo de mulher é você para propor isso a um homem? —Solto um riso nasalado com sua provocação.

—Tudo bem se você não quiser, mas eu vou tomar um banho. —Digo ficando de pé e desabotoando a minha camiseta.

“Hoje ele não me escapa.”

Deixo a blusa aberta, revelando meus seios bem medianos cobertos pela renda vermelha — acho que escolhi a cor certa para hoje. Pego um rodo e começo a puxar a água do chão que ficou encharcado por causa de nossa brincadeirinha, enquanto faço isso sinto aquele par azulado arder sobre a minha pele exposta e molhada. Assim que acabo, trato de ligar o chuveiro para encher a banheira e retiro aquela camiseta inútil para mim, assim como a minha saia, escondendo a minha adaga, a qual estava presa na minha coxa, para que ele não a veja.

Ficando somente de lingerie, arrisco me aproximar do loiro, que continua sentado no canto do banheiro, olhando para mim petrificado, comendo-me com o olhar. Estendo a mão a ele.

—Então? Você aceita o meu convite?

Ele pareceu um tanto relutante, até que aceita a minha mão para ajudá-lo a levantar.

—Você é mesmo uma femme fatale... Seduzindo-me desse jeito.

—Não estou lhe obrigando a fazer nada, somente para deixar claro. Afinal é só um banho. —Finjo inocência. Meus olhos correm pelo seu corpo molhado, mas que infelizmente ainda está coberto pelo uniforme. —Quer ajuda com suas roupas, Shu-san? —Pergunto com uma voz sexy e um enorme sorriso malicioso.

—Tirando a roupa de um homem... Esse não é um comportamento de uma prostituta? —Ele diz isso assim que desabotoo o seu suéter e sua camiseta.

—Você disse para eu ser eu mesma, mas você não quer colaborar comigo. —Eu as retiro, começando a distribuir beijos por todo o seu peitoral.

Ele solta longos suspiros enquanto faço isso, dando leve mordiscadas e deixando algumas marcas. Eu me abaixo um pouco mais para retirar seu cinto e deixar minha língua escorrer até o seu umbigo. Neste momento, ele segura meu queixo, forçando-me a voltar meu olhar negro para ele.

—Deixa que faço isso, você torna isso uma tortura. —Não posso deixar de rir do seu jeito corado.

Levanto-me e ele abaixa as calças, enquanto eu aproveito o momento para retirar o meu sutiã bem diante de seus olhos. Caminho em direção a banheira, fechando o chuveiro e verificando a temperatura da água, nem muito quente nem muito fria, dessa forma retiro a última peça de roupa que ainda resta em mim e entro na banheira, permitindo-me relaxar sobre a água morna enquanto o desejo cresce em mim. Shu é rápido em entrar na banheira, impedindo-me de apreciar a vista como eu fiz com ele.

—Você é mal, Shu. Não me deixando seduzir por você. —Brinco maliciosa.

—Você já está incrivelmente seduzida. —Suas mãos geladas vão até o meu rosto, massageando minhas bochechas. Sua delicadeza me faz sorrir. —Seu sangue deve estar incrivelmente delicioso, no ponto perfeito.

Ele me puxa mais perto, fazendo com que eu fique entre as suas pernas e ele possa morder o meu pescoço, no lado oposto que ele havia mordido mais cedo. Não consigo controlar um grito ao fazer isso, enquanto ele mistura os barulhos de sucção com gemidos.

—Ele fica ainda melhor... —Ele lambe onde havia acabado de morder, espalhando um arrepio por tudo o meu corpo.

Ele gira nossos corpos, colocando-me contra uma das pontas da banheira, com as costas encostadas na cerâmica. Meus olhos obscuros imploram por ele, assim com seus olhos cristalinos também me desejam arduamente. Shu força minhas pernas a se abrirem dentro d’água, permitindo espaço para que ele avance e me penetre. Gemo assim que me sinto completamente preenchida e conectada com ele, com uma das minhas mãos eu puxo para um beijo sedento e com a outra eu começo a arranhar sua pele branca.

—Shu... —Eu deixo seu nome escapar de meus lábios a medida que ele vai mais fundo, enchendo-me de prazer.

No espaço entre meus seios, perto do coração, ele me morde, preenchendo-me ainda mais loucamente. Ele se delicia com meu sangue quente e com meus toques, até que chegamos novamente ao clímax hoje.

Shu sai de dentro de mim, permitindo que eu possa respirar mais livremente agora. A água da banheira era preenchida pelo sangue e pelo sémen, não servindo mais para o banho. Ambos estamos ofegantes e eu adoro essa sensação, estou completamente extasiada.

—Antes... —As palavras do loiro me despertam. —Você disse que queria algo de mim.

Então ele prestou atenção no que eu disse lá na biblioteca, antes dele querer arrancar a minha saia para ver a minha calcinha.

—Acho que não é o momento certo para falar sobre isso. —Digo desviando o olhar. Eu não seria nem louca de perguntar sobre a mãe dele e as outras depois de transarmos, seria muito estranho.

Levanto da banheira e vou até um chuveiro que ficava do lado, o qual era envolvido por uma cortina fosca, apanho um sabonete e decido me limpar. Minha cabeça está tão lotada de coisas: eu sonho com as mães deles, converso com uma noiva morta e minha “amiga” é uma caçadora de vampiros, sem falar que eu moro com esses seis sanguessugas de personalidade forte e cheios de traumas; por outro lado, esses momentos prazerosos com Shu foram bem eficientes para que eu me esqueça um pouco dessa minha vida de merda.

Enquanto estou perdida em meus pensamentos, sinto meu corpo ser abraçado e uma respiração muito próxima ao meu pescoço, a qual me faz arrepiar.

—Se você não quer falar, deixe-me ao menos ouvi-la gritar. —Sussurra para mim de maneira bem possessiva.

Comigo de costas, ele me penetra novamente, fazendo-me gemer pela surpresa e também pelo desejo me dominando novamente. Assim ele me morde novamente e lá se vai o meu banho relaxante.

 

Quando finalmente acabamos, eu me seco com uma toalha que tinha lá e nós dois vestimos nossas roupas, sem dizer mais nada — eu também só tinha percebido agora que Shu havia removido os fones e o seu aparelho do pescoço, o que me faz sorrir inconscientemente.

—Shu-san, você pode me emprestar o seu casaco?

—Por que isso de repente? —Pergunta ele quase que completamente vestido, enquanto eu estava apenas de saia, sem blusa.

—Eu devo lembrar que você rasgou a blusa do meu uniforme e que ela está um trapo. —Ele não parecia muito comovido. —Bem, não tem problema. Eu posso cruzar a sala sem blusa mesmo, deixando meu peito bem visível, e se um dos seus irmãos me questionar, eu vou dizer que você me deixou assim.

—Toma. —Ele lança para mim o seu suéter, o qual eu visto na hora.

“É bom saber que eu tenho esse tipo de influência.”

Assim que estamos vestidos, dou um passo em direção a saída, até que me sinto muito fraca e zonza. Tenho que me apoiar na parede para não perder o equilíbrio.

—Oi! Você está bem? —Não me sinto capaz de responder. —Droga! Você não comeu nada desde que voltou, não? Humanos são tão problemáticos.

—Eu estou bem. —Respondo com dificuldade, tentando inutilmente recuperar o fôlego e as forças. —Eu só preciso descansar um pouco.

—Segure-se em mim. —Ele me apoia em seus ombros. —Você é realmente uma mulher problemática por me fazer cuidar de você depois de tudo.

Nós deixamos o banheiro, mas cada passo que dou parece uma dor, por isso sinto que vou desmaiar.

—Acho que eu exagerei, mas não tenho culpa se o seu sangue é tão delicioso e venenoso. —Sua voz vai ficando distante, a medida que minha visão vai se escurecendo.

Eu desmaio, mas sinto que Shu me segura, não me deixando cair.

 

—//—

 

—Você o que!? —Berra Lia.

—Fala baixo, Lia. Estamos em uma biblioteca. —Reclamo com a ruiva enquanto estou com uma mão apoiada no topo da cabeça.

Eu acordei no meu quarto, ainda com o suéter úmido do loiro e com duas cobertas sobre o meu corpo. Não havia sinal dele, mas eu mal pude fazer qualquer coisa, pois estava com uma imensa dor de cabeça, que chegava a ser insuportável.

—Eu sei, eu sei. —Repete ela respirando fundo. —Você sabe que é perigoso ter um caso com um vampiro?

—Se eu soubesse, aí que eu teria mergulhado de cabeça. —Ironizo. Não tenho culpa que eu tenho um dedo podre.

—Isso é sério, Azurah. —Insiste a caçadora. —Você se entregar para um vampiro é um caminho sem volta.

—Eu nem ia te contar isso, mas li em um desses livros, os quais você me deu, que eu poderia despertar se dormisse com um vampiro.

—É uma possibilidade. —Diz pensativa. —Ainda não sabemos o efeito da verbena em seu sangue, principalmente porque, como você me disse, você está com esse colar desde que se lembra por gente. —Ela para por um tempo. —Você sente algo diferente?

—Além de um tremenda dor de cabeça... Nada. —Esclareço com uma péssima cara.

—Isso é porque você perdeu muito sangue. Agora toma esse suco aí! —Lia é bem autoritária, fico a imaginando discutir com os Sakamaki, seria engraçado.

—Mas como são os sintomas do despertar? Digo, porque se for só dormir com um vampiro, eles já deveriam ter se manifestado faz tempo.

—Como assim? —A ruiva parece confusa com a minha pergunta.

—Bem, Shu não foi o primeiro com quem eu fiquei. —Seus olhos castanhos-esverdeados se arregalam. —Já transei com o Laito antes.

—Achei que ele fosse gay. —Acabo rindo de sua conclusão precipitada.

—Não, isso foi um boato que eu inventei. —Continuo bebendo aquele suco que Lia diz fazer bem para o sangue. —Então sobre o despertar...

—Dependem de pessoa para pessoa, mas a maioria morre no processo. —Explica sem me dar uma resposta esclarecedora.

—Droga! Espero que esse tipo de coisa não aconteça comigo. —Digo desanimada. —Não quero ser como os sanguessugas. Ou pior, me casar com um deles. —Faço cara de nojo.

—Não se preocupe, eu não irei permitir. —Lia coloca sua mão em meu ombro. Eu a encaro, percebendo a sinceridade em suas palavras. —Além de que, há muitos vampiros que acabam se aliando a nós.

—Eu só quero descobrir quem eu sou. —Digo estressada. —Não quero ganhar superpoderes, nem entrar em seita nenhuma.

 

—Por que eu tinha a leve impressão de que as encontraria aqui?

—Boa noite para você também, Sakamaki Reiji. —Cumprimenta Lia de maneira irônica, o que me faz abrir um pequeno sorriso.

—Você está com uma cara péssima. —Comenta lançado um olhar para mim.

—Obrigada, Reiji-san. —Agradeço abaixando o meu rosto para escondê-lo na mesa. Essa forte iluminação artificial estava fazendo minha cabeça doer ainda mais.

—Shu é uma vergonha para essa família. Não sabe nem se portar na frente de uma dama.

—E você sabe, Reiji-san? —Indago provocativa. —Não vamos nos esquecer que você tentou me envenenar uma vez e me drogou uma segunda.

Minhas palavras fazem a expressão de Lia ficar ainda pior para o vampiro de óculos, ela levanta da cadeira num salto, mas eu a impeço de fazer algo, segurando seu braço.

—Devo admitir que foi um erro esse nosso segundo encontro. —Ele ajeita seus óculos. —Mas foi necessário para que eu coletasse o seu sangue para análise.

—E por acaso você descobriu algo? —Pergunto curiosa.

—Ainda não. Preciso de mais tempo. —Ele encara nós duas, parecendo bastante desconfiado. —Achei que vocês duas estivessem brigadas.

—Azurah precisa de uma aliada contra vocês. —Responde Lia com firmeza, após rir do comentário do sanguessuga.

—Cuidado como fala comigo, caçadora. —Seu tom evidencia seu desprezo. —Você deveria estar agradecida por eu não ter entregue a sua posição.

—Se vocês me matarem, os demais virão atrás de mim. —Afirma a ruiva com segurança, encarando bem fundo os olhos vermelhos de Reiji. —Não importa de quem vocês são filhos, vocês serão mortos. —Não posso deixar de sorrir pela minha amiga, ela é bem mais forte do que aparenta.

—Você sabe que não matamos, fazemos bem pior. 

—Você que ouse levantar um dedo para ela. —Eu também fico de pé, ignorando completamente minhas dores.

—Vocês duas são muito ousadas. Completamente sem modos. —Ele se afasta, mas não sem nos lançar o seu típico olhar desaprovador. —Vocês ainda precisarão da minha ajuda e gostarei de vê-las implorando. Principalmente você, caçadora.

E se retira, no maior clima de autoridade, sentindo-se maior do que nós duas. Eu volto a me sentar e repousar minha cabeça na mesa.

—Vamos voltar a estudar para não precisarmos da ajuda desse Sakamaki. —Diz Lia decidida, enquanto eu só quero um pouco de paz.

 

—//—

 

Uma aglomeração de morcegos voam sobre a floresta, concentrando-se em uma região próxima a um lago. Por volta da meia noite, com a lua ainda pouco crescente no céu, a escuridão reinava sobre aquela parte. Um morcego pousa no braço de um pessoa, um garoto, que tinha uma áurea muito séria enquanto parecia conversar com o morcego em seu braço.

—O familiar voltou? —Pergunta um outro de voz mais aguda.

—Há realmente uma movimentação atípica entre os caçadores de vampiros. —Informa aquele com o morcego.

—Merda! —Exclama um outro garoto bem mais alto encostado em um tronco. —Teremos que enfrentar esse tipo?

—Se esse for o desejo dessa pessoa... Sim. —Conclui o primeiro, o qual parecia ser o líder do grupo.

—E quanto aos Sakamaki? —Questiona o de voz aguda.

—O familiar informou a presença de uma nova garota com eles.

—O que? —Indaga o mais alto revoltado. —Por que não fomos avisados sobre isso?

—Seria uma nova... Eve? —Pergunta o mais baixo entre eles, o qual estava até agora em silêncio.

—Improvável. O plano dessa pessoa deu errado, não o imagino tentando novamente. —O líder pareceu lamentar. —Hum? Como assim não sabe como ela é?

—Qual o problema? —Quis saber o de voz estridente.

—O familiar não conseguiu captar o movimento dessa nova garota. —Ele parecia chocado.

—Algo deve estar errado. Não é possível! —O mais alto está incrédulo.

—Parece que teremos que averiguar. —Comenta o menor com uma voz bem calma.

—Mattaku! Envolver-se novamente com esses sangues-puro... Que problema! —Ele libera o morcego e se volta para os outros três garotos atrás dele, escondidos na escuridão. 

 

 

—Mukamis... Hora de sair das sombras.


Notas Finais


Quem estava querendo os Mukamis? Sim, eles vão aparecer, ainda não no próximo, mas irão muitíssimo em breve.
O que vocês achava que vai mudar com eles? Mais sanguessugas para a a Azurah ficar feliz hahahahaha
Bjus vampirinhos😘😘 Até a próxima!


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