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História Whit You Elmax - Capítulo 15


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Notas do Autor


eu tinha que terminar o ep ai eu achei perfeito vou escrever amanhã outro cap, xau vou estudar galera minhas provas me aguardam, boa leituraaaaaa

Capítulo 15 - The court so beautiful at sunrise or Friendly counselor


Fanfic / Fanfiction Whit You Elmax - Capítulo 15 - The court so beautiful at sunrise or Friendly counselor

O sol havia acabado de nascer e Jane acordara junto com ele, já era segunda-feira, mas ela não esquecera aquela noite de sábado e o dia inteiro super agitado em que ela esteve com Max.

-Bom dia meu amor. – Dissera Hopper, com suas mãos estendidas entregara uma caneca de chocolate quente. – Eu trouxe isso como um pedido de desculpas a você.

-Ué! Mas desculpas por quê? -perguntara aceitando a caneca.

-Não vou poder chegar cedo hoje, meu colega faltou e vou ter que assumir a parte dele hoje.

-De novo? Tudo bem pai, mas não se canse muito.

-Não vou. – disse abraçando a menina. – Não faça uma festa enquanto eu não estiver aqui. O jantar está na geladeira, tem suco de uva também.

-Ok, eu vou comer, relaxa. – Dissera ela calmamente e se levantando da cama.

-Vai se arrumar antes que você se atrase, menina. – disse ele num tom um pouco mais sério, mas sem deixar de ser brincalhão.

Em frente a penteadeira com uma escova em mãos, Jane arrumava seus fios de cabelo bagunçados, pensativa e calma, a garota mantinha seu olhar fixo a penteadeira. Não vale à pena se apaixonar por Max isso não vai dar certo, nunca dá certo, não com Jane, nada dá certo.

Max levantara cedo, meia hora antes do sol nascer, pegara seus headphones, colocou sua regata larga, vestiu sua legging, calçou seus tênis e prendeu o cabelo num rabo de cavalo. Antes de sua mãe acordar.

O céu ainda um pouco escuro, sem nenhum medo, ela saiu. Faz uma caminhada durante 5 minutos até a quadra, fora até um pequeno arbusto e pegou sua bola de basquete, então começou a jogar, jogara a bola na cesta, por que Jane estava tão estranha naquela noite? Pensara, falhou a bola havia batido na cesta, jogou a bola novamente, é estranho lembrar daquele abraço e ter uma sensação tão boa, como se precisasse daquilo? Não, não deve ser, elas são boas amigas, e amigas pode ser refúgio uma da outra, não é? Acertara a cesta em cheio, jogou a bola pela terceira vez, é estranho sua amiga estar mais na sua mente do que o garoto que você gosta? Errou a cesta novamente, estava começando a perder a paciência com a bola, decidiu jogar pela quarta vez, por que tudo está tão estranho, essa garota mudou tanto a sua vida que era tão costumeira, chegava em casa e chorava e simplesmente não sabia o por que, teria ela se acostumado a sofrer? A bola bateu contra a cesta e voltou para Max garrando na sua testa.

-Ai! Bola inútil. – Soltara brava, pusera a mão na testa começou a sentir dor de cabeça. -Tão inútil quanto eu, que não consigo nem obter uma resposta conversando sozinha. – deitou no chão da quadra e fechou os olhos.

-Então não converse sozinha, converse com alguém. -Dissera a voz masculina, calma e suave como uma brisa refrescante na praia.

Max abre os olhos e se depara com Lucas, o melhor amigo de Jane. Ela levanta num pulo.

-Ai! Oi. -Gaguejou envergonhada. – Me desculpe eu sinto muito pelo o que fiz naquele dia. -Sentiu o calor da vergonha subindo seu corpo inteiro misturando-se com o calor do suor após treinar um pouco.

-Tudo bem anjo, El me disse que nós nos conhecemos mal naquele dia, ela me falou muito bem de você. Devo admitir que te achei bem babaca, mas foi o calor do momento. -Max sentiu o calor ficar mais forte.

-Foi mal- sentou-se.

-Tudo bem, garota -Falou sentando-se ao lado da menina. -Quer conversar?

-Ai! eu não sei, porém se eu falar você vai contar para a Jane?

-Não vou contar nada para el, isso é antiético. -Reprendeu a menina, mas ainda falara em tom de brincadeira.

-Ok então. Bom eu estou muito confusa, sabe? Tudo mudando e meu melhor amigo namorando o garoto que eu gosto já faz, sei lá, uns sete ou seis anos? E então aparece Jane e ela faz essa dor ficar tão menor, mas ao mesmo tempo sinto tudo sabe?

-Sei sim. – disse o menino já tendo ideias do que poderia ser- Mas as coisas mudam mesmo.

-Mas tinha que mudar tanto?

-Tudo muda sempre, apenas aceita as coisas boas proporcionadas pela mudança, e não se prenda as coisas ruins.

-Obrigado. -Timidamente agradeceu

Sentados ali o brilho solar invadir a cidade incluindo a quadra que agora estava amarelada com sombras da grade.

-Tenho que me arrumar para a aula, aliás veio aqui para que? Desculpa fiquei curiosa.

-Eu jogava basquete na minha escola, eu era do time. Quando vi a quadra enorme daqui eu decidi praticar matinalmente como sempre fiz.

-Tente fazer uma vez teste para entrar no time, mas não me aceitaram por ser menina. Peninha deles pois sou ótima.

-É verdade. Errou duas vezes. Mas acertou também

-Errar faz parte.



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