História Who Are You - Capítulo 9


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Categorias Originais
Tags Adolecente, Drama, Ficção, Gay, Hentai, Incesto, Lemon, Romance, Sexo, Tragedia
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Palavras 3.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom, nesse capitulo não tem coisas bombásticas e tals, mas no próximo com certeza vai ter.
Mesmo assim, eu espero que vocês gostem! se gostarem, adiciona aos favoritos.
Obs* eu não revisei - de novo - então se tiver algumas partes bugadas e tals, vocês podem falar e eu arrumo, ou simplesmente ignora.
Agora sim. Boa leitura <3

Capítulo 9 - Verdade ou desafio?


Who Are You

Matheus

- Math, acorda logo! – escuto uma voz feminina me chamar.

- Hum... por que você está no meu dormitório? – perguntei para a menina que estava me chamando, ainda de olhos fechados.

- Eu perguntei para o Jack qual era o seu quarto e o Derik me deixou entrar, agora levanta, nós precisamos conversar.

- Não precisamos não! Eu preciso dormir, estou morrendo de sono. – reclamei e afundei a minha cabeça mais ainda no meu travesseiro. Mas isso não foi o bastante para fazê-la desistir de perturbar o meu sono.

- É serio Math... hoje você faltou e o Jackson disse que aconteceu algo contigo. Eu quero saber o que aconteceu e quero lhe ajudar.

- Que merda, Jack não consegue ficar de boca fechada! – resmunguei enquanto levanto-me de minha cama. – Okay, só me dá um tempo para eu ir ao banheiro escovar os dentes e arrumar o meu cabelo.

Levantei-me da cama rápido – o que me causou uma tontura – e entrei no banheiro. Parei de frente ao espelho e comecei fazer a minha higiene matinal as sete da noite. Seria muito melhor se eu tivesse continuado a dormir, por que agora eu sei que só vou dormir tarde pra caramba, ou nem dormir.

Sai do banheiro e peguei um moletom no meu armário.

- Cadê ela? – perguntei para o Derik que estava sentado do outro lado do quarto.

- Falou que esta te esperando no salão de jogos. Quer que eu vá contigo? – perguntou.

- Não obrigado. Eu sei onde fica. – respondi rápido. Quando coloquei a mão na maçaneta fui interrompido pela sua voz novamente.

- Não foi por isso que eu me ofereci para ir contigo. – respondeu dando de ombros.

Fiquei parado segurando a maçaneta, sem saber o que fazer. Sem saber se eu dou meia volta e me jogo em cima dele, ou se eu só ignoro o que ele acabou de falar e saio daqui. A primeira opção é muito tentadora, mas e se ele fizer aquilo de novo? Ele já havia prometido que não ia fazer, mas fez.

Saindo da minha pequena bolha de pensamentos eu apenas murmurei um “hum” e sai do quarto. Desci as escadas e sai do prédio, andei por uns cinco minutos até parar em frente a um salão onde tem mesas de ping-pongs, pebolim e mais algumas que eu nem sei do que é. Passei pela porta giratória e vi a Lucy sentada em um dos bancos que ficam ao lado da mesa de ping-pong, enquanto Jackson joga com outra garota.

Ela é baixinha, no máximo um e sessenta de altura, mas o que ela não tem de tamanho a beleza compensa. Ela tem cabelos castanhos claros, principalmente as pontas – eu acho que por causa do sol – que chegam até metade de suas costas. Seus olhos são uma mistura de castanho e verde, eu não consigo explicar, uma hora esta verde e outra castanho. Acho que é a garota mais bonita que eu conheço.

Caminho até o banco onde Lucy está sentada e me sento ao lado dela. Não falo nada, apenas fico olhando a garota e o Jackson jogar o ping-pong.

- Então... será que você pode me falar o que era tão urgente para você ter entrado no dormitório masculino e me acordar? – perguntei meio bravo.

- Eu já falei. Quero saber o que aconteceu contigo, já que você conta para um garoto que você dizia odiar, mas não para mim. – cruzou os braços.

- Eu... nada demais, só estava cansado e com preguiça de ir a escola. – respondo.

- Eu sei que é mentira Math, por favor, me fala o que esta acontecendo. – suplicou com os olhos.

- É serio Lucy eu estou bem. – abri um sorriso amarelo. Eu não quero falar a ela que eu transei pela primeira vez ontem. Com um cara ainda por cima.

- Eu sei que você está mentindo, o Jack falou que você estava mal, mas se você não confia em mim, tudo bem. – desfez sua pose.

- Eu confio em você, só não acho que estou pronto para falar contigo sobre algo assim. – dei de ombros.

- Você falou para o Jackson. – me acusou – vocês se odiavam ate ontem.

- Na verdade, nós éramos bem amigos antes de nos revermos no sexto ano... acho que foi por isso que eu falei.

- Que seja eu sou a tua melhor amiga daqui, você tem que me falar as coisas que faz você ficar mal. – pirraçou.

- Tudo bem, quando eu ficar mal de novo eu te falo o motivo, tudo bem?

- Acho ótimo.

- Ta, agora me fala quem é essa garota jogando com o Jackson? – perguntei olhando para os dois.

- Ah, essa é a minha colega de quarto.

Assim que ela acabou a frase, os dois que estavam jogando se sentaram ao nosso lado. Jackson ficou me encarnado como se perguntasse algo, mas eu não sabia o que, então apenas desviei o meu olhar dele.

- Então... oi colega de quaro da Lucy. – sorri para a menina.

- Oi garoto que eu não foco ideia de quem é. – sorriu de volta.

- Eu me chamo Matheus, mas pode me chamar de Math e eu sou melhor amigo do Jackson. – apresentei-me.

- Eu não sabia disso. – interferiu Jack.

- Pois é, agora sabe. Eu sou o melhor amigo do casal. – afirmei convicto.

- Eu sou Rebecca, mas todo mundo me chama de Becca. Prazer em conhecê-lo. – respondeu de volta.

- O prazer é todo meu. – soltei uma piscadela de brincadeira.

- Ai meu Deus, para tudo! Math, dando em cima da minha colega de quarto. – Lucy deu um gritinho. Senti o meu rosto pegar fogo e vi o rosto da Becca mais vermelho que um tomate.

- Era só uma brincadeira, você tem que parar de levar tudo a serio Lucy. – tentei suavizar o clima. – Então Becca, e que sala você está? – perguntei mudando o foco da conversa.

- Da mesma que vocês. Acho que nunca reparou. – deu de ombros.

- Seria impossível eu não reparar. Você é muito bonita. – elogiei, mas antes que a Lucy pudesse falar algo eu completei – É só um elogio. Não estou dando em cima de você.

- Tudo bem. – soltou uma risadinha – Mas é serio, eu estou na mesma sala que você.

- Legal. – abri um sorriso largo.

Ficamos lá conversando e jogando, até dar umas nove e meia. Nós nos despedimos e cada um foi para o seu lado.

Eu entrei em meu quarto – que estava com a luz acesa – e me joguei na cama. Mesmo que eu tenha dormido de tarde, eu ainda estou com sono, então não foi difícil para eu acabar “desmaiando” na minha cama.

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O som do despertador invadiu meus ouvidos, fazendo-me despertar em um susto. Por incrível que pareça, eu acordei completamente sem sono, deve ser por que eu dormi muito ontem, mas eu estou completamente disposto nesta manhã.

Passei minhas mãos em meu rosto enquanto me levantava para ir ao banheiro fazer minha higiene matinal. Entrei na pequena porta e comecei a me despir. Abri o chuveiro, nem o esperei esquentar e já fui me colocando de baixo da água. Um arrepio gostoso passou por todo o meu corpo e logo depois veio o relaxamento por causa da água morna.

Enquanto eu estava esfregando o meu cabelo eu ouvi um barulho vindo da porta do banheiro, desliguei o chuveiro e passei a toalha em meu rosto para seca-lo. Mesmo estando com o cabelo ensaboado eu sai do boxe para ver quem era e me deparei com ninguém mais, ninguém menos que Derik.

- Ãhn, eu estou tomando banho. – falei o obvio, enquanto tentava esconder meu corpo com as mãos.

- Isso é um convite para eu me juntar a você? – perguntou com um sorriso malicioso estampado em seu rosto.

- Não, isso é uma constatação de que você deveria sair do banheiro já que ele esta ocupado! – esbravejei batendo o pé que nem uma criancinha mimada.

- Sabia que você fica fofo quando infla as bochechas? – perguntou enquanto segurava o riso.

- Vai se ferrar. – dei um tapa em seu ombro. – Sai logo do banheiro, eu estou usando-o e ainda nem ensaboei o meu cabelo. – apontei para a minha cabeça.

- Certeza que não quer que eu tome contigo? – perguntou mais uma vez abrindo a porta do banheiro.

Apenas apontei o dedo e ele entendeu o recado. Abriu a porta e saiu do banheiro. Fechei a porta e a tranquei. Voltei para o boxe e liguei o chuveiro para começar a enxaguar o meu cabelo.

Depois de eu já ter saído do boxe novamente – só que dessa vez de banho completamente tomado. Sequei-me e coloquei o uniforme da minha escola que eu havia pegado antes de entrar no banheiro.

Depois de eu me trocar e de secar o meu cabelo eu sai do banheiro e me sentei de novo na minha cama. Olhei para a cama do Derik e vi que o mesmo ainda estava dormindo, não sei por que, mas eu achei melhor acorda-lo. Até por que o fato de nós não estarmos juntos romanticamente não significa que não podemos ser amigos certo?

Levante-me de minha cama e fui até a do Derik, sentei-me no único espaço livro que havia na cama, e segurei seus ombros para chacoalhá-lo.

- Derik, acorda. Você vai acabar se atrasando. – chamei. – Vai logo Derik. – chacoalhei mais forte. Vi um de seus olhos se abrirem, como se estivesse tentando fingir que ainda esta dormindo.

- Não é assim que se acorda alguém. – falou e voltou a fechar seu olho.

- Claro que é! Agora acorda logo. – dei um tapinha no seu peito.

- Não é não. É com um beijinho. – fez voz de criancinha.  Como que esse garoto consegue ser tão retardado?

- Okay, então você não vai para a aula hoje. – falei – Tchau.

Sai de sua cama e peguei meu iPad na minha. Decido ir à mesma lanchonete de sempre. Peço um café preto forte e torradas. Estou morrendo de preguiça, ou seja, eu não tomei o meu café e comi só metade de uma das cinco torradas que eu pedi.

Passei o meu cartão por cima da tela do celular da garçonete e me levantei. Quando estava passando pela porta eu me esbarrei com um garoto mais baixo que eu, mais baixo e ruivo. Eu fiquei fitando ele pensando de deveria falar com ou ele ou simplesmente ignoro sua presença e vou embora.

- Ah, oi Jason. – disse ajudando-o a se levantar.

- Oi... – cumprimentou, mas parou como se estivesse tentando lembrar o meu nome.

- Nossa que coisa feia! Você não lembra o meu nome? – perguntei e o vi ficar meio vermelho. – Calma, é brincadeira! Eu acho que eu não falei pra você, já que você fugiu da ultima vez que nós nos vimos.

- Ah... desculpa. – falou como se estivesse realmente envergonhado por ter feito isso.

- Ta tudo bem. – abri um sorriso sincero. – Vamos começar de novo. Prazer, meu nome é Derik. – estendi a minha mão para ele apertar.

- Meu nome é Jason. – apertou-a.

- Vai tomar café? – perguntei. Ele assentiu com a cabeça. – Ah, quer companhia? – ofereci.

- C-claro. – aceitou, mas não parecia realmente querer a minha companhia.

- Certeza? É que parece que você quer ficar sozinho. – falei. – Se quiser tudo bem.

- Não, é que eu sou meio tímido, ai do nada aprece um garoto que possivelmente fez coisas inadequadas ao meu lado. – explicou.

- Ai. – fingi que havia sentido dor. – Vamos sentar ai nós conversamos. Okay? – ofereci.

Ele assentiu com a cabeça e nós voltamos para a mesa que eu já havia comido antes. A garçonete nos atendeu, mas dessa vez só Jason fez um pedido.

- Ta. Agora vamos conversar de verdade. – falei enquanto ele cortava suas panquecas. – Eu não fiz nada com o Jackson. Ele é só um amigo de infância e ele esta com a minha melhor amiga. Também tem o lance que eu não sou um ninfomaníaco de merda que transa do lado de pessoas que eu nem conheço. – falei até ficar completamente sem ar.

- Tudo bem, eu não estava levando a serio o lance de vocês terem... terem t-transado ao meu lado. – ele estava muito vermelho.

- Sabia que você fica muito vermelho quando esta com vergonha? – ficou mais vermelho – é muito fofo. – mais vermelho – viu só? – apontei para o seu rosto.

- C-cala a boca. – esbravejou, mas ficou ainda mais fofo, como se fosse uma criancinha fazendo pirraça.

- Uhum, você não consegue parar de ficar fofo não? – perguntei enquanto apoiava minha cabeça em minhas mãos.

Ele se engasgou com a comida e eu comecei a gargalhar dele que nem um retardado. Peguei o meu celular e vi que nós estávamos atrasados e que a aula já havia começado há vinte minutos. Chamei a garçonete e paguei a conta, mesmo que eu não tenha comido nada.

- Por que você pagou a conta?

- Por que eu te convidei para comer comigo e nós estamos atrasados. – expliquei. – Só vamos chegar à metade da primeira aula. Agora vamos.

Levantei-me e o puxei pela mão. Peguei o meu iPad no canto da mesa e o puxei o caminho todo até a escola. Parei na porta da minha sala e bati três vezes. Esperei o professor abri-la. Pedi para entrar e ele liberou passagem. Ainda segurando a mão do Jason eu entrei na sala e o  puxei para um lugar onde tinham duas cadeiras livres, uma na frente e outra atrás. Eu me sentei atrás dele e ele na minha frente (obviamente).

A aula prosseguiu e apesar de eu ter começado a assisti-la só no finalzinho eu consegui entender a toda a matéria – que era muito fácil. O sinal bateu e o professor saiu da sala. Lucy veio até a minha carteira e perguntou se podia levar a Becca para o terraço e é claro que eu concordei e disse que levaria o Jason também.

A aula continuou e o professor estava explicando.

- Bom, espero que tenham entendido as formulas, já que vocês terão que fazer os exercícios das paginas 79, 80 e 81. – ele sentou-se novamente em sua mesa e ficou mexendo em seu iPad.

 Peguei o meu que estava em baixo da mesa e tentei ligar a tela, mas não estava ligando. Esqueci completamente que eu precisava colocar ele para carregar. Levantei a mão e o professor olhou para mim.

- Pois não? – perguntou.

- O meu iPad esta sem bateria. Eu posso sentar o alguém para fazer a lição?

- Você não tem um power bank? – perguntou com a sobrancelha erguida.

- Eu não tenho um. – antes que o professor pudesse falar algo, outra mão surgiu no ar.

- Eu tenho professor. – uma garota falou. Uma garota linda e baixinha: a Becca.

- Ótimo. Então você, – apontou para mim. – senta com a garota ali – apontou para ela.

Peguei só a minha cadeira e coloquei ao lado de sua mesa. Ela me passou um caixinha com duas entradas para USB, então power bank é um carregador portátil. Conectei o cabo no carregador e depois no meu iPad.

- Oi Math. – ela sussurrou com um enorme sorriso no rosto.

- Oi Becca. Parece que o destino nos juntou de novo, não? – brinquei

- Pois é. – deu de ombros com um sorriso brincalhão na cara.

A aula continuou e eu e Becca não paramos de conversar. Eu descobri varias coisas sobre ela, e a principal é que ela é incrível. Gosta dos mesmos estilos de musica que eu, também ama os mesmo livros e série que eu.

Quando o sinal da terceira aula bateu todos saíram da sala. Eu fiquei parado em frente a maquina de salgadinho esperando todos aparecerem. Fiquei vagando meus olhos por toda a extensão até encontrar pessoas conhecida. No caso, são duas pessoas que eu estou com muita raiva.

Derik estava sentado em um dos bancos com a garota que ele pegou sentada em seu colo. Vários amigos estão de pé em volta dos dois, sorrindo e brincando, o que fez o meu sangue subir a cabeça.

Sai de frente da maquina e subi as escadas. Passei pela porta e senti a brisa fresca e gélida batem em meu rosto. Puxei o ar e senti-o encher meu pulmão, uma sensação de relaxamento invadiu todo o meu corpo. Andei até a grade e me sentei de frente para ela. Apoiei os braços em meu joelho e fiquei admirando a vista.

Cinco minutos depois todo mundo chegou – incluindo Jason, que eu havia esquecido de trazê-lo quando subi. Cumprimentei todo mundo e nos ficamos todos lá, sentado.

- Você não trouxe nada para comer Math? – perguntou o Jackson.

- Não, mas estou maio sem fome. – abri um sorriso fraco, porem verdadeiro.

- Então Mathzinho, pode nos dizer por que você e o ruivinho chegaram atrasados ao mesmo tempo? Acho difícil que isso seja coincidência. – perguntou Lucy com um toque de malicia na voz.

- Nós nos encontramos na cafeteria, então eu o convidei para tomar café. Papo vai, papo vem e eu não tinha percebido que já tinha batido o sinal. Por isso chegamos atrasados e ao mesmo tempo. – dei de ombros.

- Sabe... eu estava aqui pensando comigo... – começou Jackson.

- Já vi que vai dar merda. – o interrompi.

- Cala boca idiota. – deu um tapa na minha cocha. – continuando... eu estava pensando, e se todos nós formos para o meu dormitório fazer alguma coisa?

- Por mim tudo bem. – concordei.

- Por mim também. – falou Lucy.

- Eu não sei não... – recuou Becca.

- Vai Becca, por favorzinho? – fiz manha.

- Okay. – concordou por fim.

- E você Jason, não tem poção, já que o dormitório e seu. – falei divertido.

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Como prometido, depois que bateu o sinal da ultima aula, todos nós fomos para o dormitório masculino, mas antes de subir para o quarto nós passamos na cozinha para pegar alguns salgadinhos e petiscos.

- Gente, eu vou para o meu quarto tirar essa roupa desconfortável e já volto, okay? – perguntei retoricamente.

- Ah, aproveita e chama o Derik. – falou Lucy.

- Uhum, mas provavelmente ele não vem.

Voltei para o meu quarto e coloquei uma bermuda preta e de pano. Uma camiseta regata vermelha e chinelos nos pés.

- Derik, o Jackson está te convidando para ir no quarto dele, tem um pessoal lá. Quer ir? – perguntei.

- Claro, por que não?

- Então tá. Vamos nessa.

Saímos e voltamos para o quarto dele. Eu nem bati na porta, só fui entrando, como se fosse o meu. Todos estavam conversando, gritando e rindo que nem uns retardados.

- Bom, agora que está todo mundo aqui, vamos jogar. – falou Derik tirando algo de seu armário.

- Vamos Jogar o que? – perguntou Jason curioso.

- Verdade ou Desafio. Vale tudo menos Sexo.

Ele voltou para cama com duas garrafas de vidro com um liquido transparente dentro. Não foi muito difícil para eu descobrir que aquilo era Vodka.

- Só que de um jeito diferente. – abriu um sorriso malicioso, que chegou a causar arrepio em minha pele

 

 


Notas Finais


Genteeee! eu to com um probleminha. Eu não sei se faço o Math ficar com o Derik, Jackson ou Jason.
Bom... algum dia eu descubro, e quando isso acontecer, provavelmente vocês vão ficar putos comigo.
Beijos <3


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