História Who are you in the dark? - Capítulo 2


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Categorias Teen Wolf
Personagens Alan Deaton, Allison Argent, Araya Calavera, Bobby Finstock, Breaden, Brett Talbot, Chris Argent, Cora Hale, Corey Bryant, Decaulion, Derek Hale, Dr. Valack, Gerard Argent, Hayden Romero, Isaac Lahey, Jordan Parrish, Kate Argent, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Melissa McCall, Meredith Walker, Natalie Martin, Noshiko Yukimura, Personagens Originais, Peter Hale, Rafael McCall, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Tags Alpha, Argent, Banshee, Besta, Beta, Cão Do Inferno, Chimeras, Coiotes, Jaguar, Kitsunes, Lobisomem, Martin, Mccall, Ômega, Scallison, Scira, Skinwalkers, Stalia, Stilinski, Stydia
Visualizações 33
Palavras 1.682
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Científica, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey, estou eu aqui de novo hehe. AMANHÃ É SEXTA, amém. Amanhã tenho a melhor aula, e depois de amanhã é sábado, uhuuuuu. Sai tres capítulos de Survive. Dois no sábado, e um no domingo. Mas enfim, tenha uma boa leitura e espero que gostem.

Capítulo 2 - A espada e o Espirito.


Narradora

- Eu disse "use as mãos". – Meredith se aproximou. – Não "empurre o portão". – Completou depois de se aproximar por completo.

- Olha, isso aqui é tudo muito novo para mim, então, não se prenda nos detalhes. – Lydia resmungou depois de tirar uma das mãos do portão.

- Suas mãos... Podem guiar a sua voz. – Disse Meredith, se afastando um pouquinho do portão. – Podem te ajudar a levá-lo em diração ao alvo. – Disse. – Tenta de novo. – Mandou.

- Como você aprendeu? – Lydia perguntou.

- Não importa. – Respondeu sem dar muita importância. – Você tem que achar o seu próprio jeito. – Ela fala com calma.

- Mas e se o seu jeito também funcionar pra mim? – Lydia perguntou roubando a paciência de Meredith.

- Lydia, ache o seu jeito. – Seu olhar estava sério.

Ela negou e ficou brava.

- Mas nada disso é real. – "Rosnou" frustrada. – O meu corpo esta deitado em um quarto olhando pro teto. – Continuou.

Meredith gritou batendo as mãos na grade, fazendo Lydia voar para trás e bater na parede como se fosse uma pena. Como se fosse normal. Porém, se Lydia viva num mundo sobrenatural, era uma Banshee, e falava com uma garota paralisada em um sonho, o que poderia ser normal? Exatamente, nada poderia.

- Pareceu real? – Perguntou e colocou a mão no puxador da porta fechando a mesma.

- Ta fazendo o que? – A ruiva perguntou, ainda caída no chão, mas olhando Meredith.

- Quer sair? – A mais velha perguntou a olhando do outro lado da porta. – Quebre. O. Vidro. – Disse sem pressa.

Lydia levantou e parecia pronta para matar Meredith.

- Não é só vidro. – Disse se aproximando rapidamente da porta. – É policarbonato a prova de balas.

- Transforme sua voz em bala. – Lydia a jogou um olhar assassino. – Quebre o vidro. – Meredith repetiu. – Quebre o vidro. – Mais uma vez.

Do outroooo lado, Théo tentava "ajudar" Malia a encontrar Deaton e A Loba do Deserto. Mas o que ele queria mesmo eram as garras de um chimera, o lobisomem mutante. As garras de águia. Ele roubaria o poder da Lá Bête e então, Malia não serviria para mais nada.

Já na escola... Algo estava diferente. Haviam policiais armados, e um estilo de toque de recolher. Ninguém sabia o porque. Stiles e Scooter conversavam com um policial, e perguntaram pela teoria do rapaz, a resposta fizeram os dois garotos se olharem. "Acreditam no sobrenatural?". Diria que um olha como, ah eu acredito, acredito sim. Como acredito.

E por falar em Scott e Stiles, os dois haviam salvado Noshiko e Kira, após a Raposa tomar conta da mesma em uma luta com um Oni, e mata-lo. Ela havia falhado, e deveria ser uma Skinwalker, mas os dois chegaram a tempo e enquanto Noshiko dava tempo a eles, Kira e Scott entraram no carro. Então, Kira livre. E em uma das salas de aula, a mesma conversava com o pai. 

- E como vou ajudar meus amigos sem lutar? – Perguntou olhando a espada na mão do pai.

- Kira, você ainda sabe lutar. – Afirmou.

- Sou melhor com a espada. – Revirou os olhos.

- Então, como professor e alguém amante de história, vou te inspirar com uma frase. – Disse o mai velho.

- Lá vêm. – A garota reclamou e abaixou a cabeça.

- Napoleão disse, "só a duas forcas no mundo, a espada e o espírito". – Disse estendendo a espada. – "no final, a espada sempre será conquistada pelo espírito".

- Achei que tentava conquistar o espírito. – respondeu levantando a cabeça.

- O seu espírito, Kira. Você é mais forte que a raposa, lembre-se disso. – Disse com carinho.

- Mas não sou nada sem uma arma. – Respondeu tentando mudar o pensamento do pai sobre a espada. – Não sou nada sem os meus amigos. – Continuou.

- Você tem sempre uma arma, a maior e mais poderosa. – Ela olhou "debochada" para o pai.

- Se bater na minha testa e dizer: "sua mente é a arma mais poderosa". Eu vou gritar. – Respondeu.

- Eu não vou bater na sua testa. – Disse sério. – Mas é o portal para a raposa. – Disse balançando a mesma. – A raposa é perigosa demais. – Kira o olhava com atenção.

Ken segurou a arma como se fosse finca-la no chão e se preparou para quebrar a mesma. E então falou, "sua mente é uma arma, Kira. Confie em você mesma, você consegue superar a Raposa".

Era irônico, porque ela não gritou. Acho que porque faltou o toque na testa. Mas ele havia dito. E então, os pedaços da espada estavam na mesa.

Malia estava presa com Théo, ele havia prendido a garota. Ele daria um óculos a ela, esse óculos iria furar os olhos da mesma, e dar um paradeiro. Mas ele avisou a ela. Mas ela iria atrás da loba do deserto e de Deaton nem que fosse a ultima maneira. Se machucar. Ela tinha que ter os olhos abertos, mas doía muito... E ainda assim, ela descobriu que a loba do deserto e Deaton estavam em Beacon Hills.

- Diga-me o seu jeito... – Lydia pede novamente. – O jeito que fez. – Continuou.

- Você tem que achar o seu jeito. – Ela respondeu com uma mão no vidro.

- Porque não me diz o jeito que você faz? – Perguntou.

- Porque meu jeito feriu pessoas. – Disse, havia dor em seus olhos. – Alguns dias eram tranquilos. – Ela falava com pesar. – Em outros eu só ouvia gritos. – Seu tom de voz era leve. Pessoas morrendo. – Culpa.

Lydia se aproximou.

- Que pessoas? – Perguntou.

- Todo mundo. – Sua feição era como a de uma louca.

Se é que não era.

- Por toda parte. – Continuou a responder. – Estava na aula de quimica quando aconteceu. – Começou a explicar. – Minhas mãos estavam tampando meus ouvidos. A peofessora tentava descobrir o que estava acontecendo. – As mãos de Meredith estava perto dos ouvidos enquanto ela falava. – Eu tirei as maos e comecei a batê-las na mesa. – Ela fez um movimento com as maos, como se a mesa estivesse ali, e ela fosse bater na mesma, e então, ela desceu as mãos. – Até não aguentar mais, e então, gritei. – Completou por um tempo.

Lydia apenas observava a mais velha e seus movimentos. Ela estudava a garota, e via o quanto era doloroso ela falar daquilo.

- O que aconteceu? – A ruiva perguntou.

– As janelas explodiram. – Respondeu. – Vi crianças com vidros em seus braços e rostos. – Desviou o olhar de Lydia. – Algumas delas tinham sangue escorrendo pelas orelhas. – Ela parecia se lembrar perfeitamente naquele momento. – Disseram que ouve uma explosão. – Ela parecia sorrir. – Causados por produtos químicos. – Terminou. – Mas todos sabiam que fui eu. – Ela encostou as mãos e a testa no vidro e voltou a falar. – Tem que achar um jeito melhor, Lydia. Minha voz é como uma bomba explodindo. A sua precisa ser uma bala. – Finalizou de vez.

E então, quando Lydia concordou, ouviu barulho de ferro batendo em algo.

– Você ouviu isso? – A Banshee mais nova perguntou.

Meredith nada disse, apenas olhou para trás da ruiva, fazendo a mesmo também olhar, e então, ela começou a virar lentamente. E então, ela viu um vide no lugar da parede, e atras desse vidros, Malia estava entre duas pedras gigantes, encolhida.

– Malia? – A ruiva perguntou se aproximando rapidamente. Ela tocou o vide e deu um pequeno tapa. – Malia! – Voltou a chamar.

Mas Lydia viu.

Lydia viu a Loba do Deserto se aproximando, e então soube. Malia morreria.

– Isso é real ou é coisa da minha cabeça? – Ela não se afastou do vidro, mas virou o rosto para Meredith.

- Acho que voce sabe como se sente uma premonição Banshee. – Respondeu.

Lydia voltou a olhar para Malia. E então a ouvir pelo desespero da garota cada vez que a loba se aproximava mais e mais.

- Ela vai morrer. – Lydia concluiu.

Stiles tocou a mão da garota, e apertou um pouco a mesma, passando confiança, carinho e amor. Ele olhou para a garota imóvel e começou a falar.

- Seus professores me deram algo sobre coisas em que você trabalhou. – Disse. – Pediu que a gebte guardessemos para você. – Seu olhar parecia perdido. – Vi alguma coisa sobre... An... Hipótese Riemann. – Ele franziu as sombrancelhas. – An... E também coisas sobre zero não triviais, funções de Z e um monte de coisas que eu não faço entendi nada. – Era até engraçado do lado de fora. Stiles queria tanto que ela voltasse e falasse com ele. Era mais fácil falar para alguem que respondesse. – Você podia acordar explicar pra mim. – Então era isso. Ele havia falado tanto, para no final, pedir para ela acordar. Inteligente. Ele fez um carinho na mão dela. Ele parecia perdido sem a ruiva. – Vai, Lydia. 'Cê' ten que voltar pra gente. – Falou. Ele não parecia, ele estava mesmo perdido sem ela. – A gente não vai conseguir sem você. – Voltou a dizer. – Lydia, você tem que acordar. – Ele estava preparado para mandar a garota acordar quando ouviu a voz da mãe da garota.

- Eu acho que já deu. – Falou entrando.

Ele a olhou, ela estava encostada no batente da porta, braços cruzados e séria. Olhando para ele e para Lydia. No pensamento do garoto, ele se perguntava como ela podia ser tão cruel a ponto de jogar a garota em um lugar que é conhecido como Casa dos Gritos. A verdade é que ela não sabia o que acontecia lá dentro.

- Stiles. – A chamou e ele soltou a mão de Lydia, colou de novo, e então, soltou de vez. 

- Um momento, o que é isso? – Tirou uma mecha de cabelo da garota e o levou para o lado, vendo um curativo na cabeça da mesma. – O que estão fazendo com ela? – Perguntou nervoso.

- Chega. – Ela se aproximou. – Precisa ir.

- Rasparam a cabeça. Olhe para ela. Sabia disso? – Perguntou se levantando, ele estava se exaltando, estava preocupado. – Vão fazer um furo na cabeça dela? – Perguntou olhando para a mãe da Banshee.

- Ficou maluco? – Empurrou ele para o lado e se aproximou da filha.

- É terapia eletro convulsiva. Raspam partes do coro cabeludo. É feito sobre anestesia geral e é muito seguro. – Disse se afastando e virando para ele. – Olha para ela Stiles, ela é minha filha. Não acha que faço o que posso para tirá-lá disto? – Perguntou apontando para a garota.

- Não, essa não é a TEC. – Respondeu negando.

E Stiles estava certo. Em ambas as partes. Não era TEC e ela já tinha um furo na cabeça... Valack cuidou muito bem disso.


Notas Finais


Hey, grande? Talvez, mas todos serão grandes, assim como os de Survive. Tenham uma boa tarde, qualquer erro estarei arrumando depois.


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