História Who do you love? - Capítulo 2


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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Show Nu, Won Ho
Tags Changkyun, Hyungwon, Jooheon, Kihyun, Kpop, Minhyuk, Monsta X, Shownu, Wonho
Visualizações 17
Palavras 3.538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção Adolescente, Harem, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Onde estou?


Fanfic / Fanfiction Who do you love? - Capítulo 2 - Onde estou?

Myung's POV


Depois de uma longa noite com ocorrências nada agradáveis, durmo pensando em como sairei deste lugar estranho, onde me meti? Tenho certeza que minha avó não sabia os tipos de pessoas reunidas nesta casa, ela nunca teria me deixado vir para ver coisas como essas.


...


Acordo mais cedo afim de arrumar-me e ir a escola, já que estamos literalmente do outro lado da cidade, sei que demorará horrores para chegar.


Faço a higiene após um banho, arrumo meus longos cabelos lisos em um rabo de cavalo logo vestindo o uniforme. Na hora de descer, passo pelo corredor rapidamente esperando não ver nada estranho, sei que de manhã é difícil ter algo como aquilo, mas não quero duvidar neste momento.


-Ei, você é Myung-Hee sobrinha de Wonho? - alguém aparece descendo as escadas ao meu lado.


-Sim, quem é você?


-Prazer, me chamo Kihyun, seu tio pediu para que eu te levasse a escola, trabalho para aquele lado - sorri gentil - já está pronta?


-Estou, só vou comer alguma coisa, temos tempo?


-Temos sim, fique a vontade - paramos na sala perto dos sofás - aigoo, esqueci de pegar as chaves, já volto para irmos, enquanto isso coma algo.


-Okay - sorrio o vendo subir as escadas novamente.


Por incrível que parece das três pessoas que conheço, ou seja, já vi desta casa, esse parece ser o mais gentil e pode ter certeza, assim como os outros, ele não deixa de ser bonito, seu sorriso simpático, um ar de negócios e formalidades, aparentemente muito inteligente, por que todos parecem ser bonitos?


Chego na cozinha e pego bolahacha no armário comendo algumas enquanto mexo no celular debruçada na ilha. Meu tio desapareceu ontem e nem se quer falou alguma coisa, até porque nem tenho seu número ainda, ele simplesmente me deixou aqui e sumiu, estou começando a pensar que fui esquecida. Já podemos pensar no roteiro do próximo filme esqueceram de mim.


-Você não devia ter me atrapalhando ontem - uma voz rouca e meio grossa soa em meus ouvidos.


Sinto mãos em minha cintura, que me fazem arrepiar e levantar o tronco do corpo batendo em alguém atrás de mim, seu corpo está tão perto que posso senti-los junto ao meu.


-O que está fazendo? Quem é você?


-Me chamo ChangKyun, devia ficar quieta e viver como se não estivesse nessa casa garota.


-Ah, é o doido de ontem?


-Doido? - ri soprado.


-Sim, como eu que sou a estraga prazeres se você que está transando de porta aberta? Faça-me o favor né.


-O que? Queria ter se juntado a nós? - puxa minha cintura contra seu corpo - era só ter entrado.


-Está louco? - viro rapidamente me soltando.


Em um ato dou um tapa em seu rosto o deixando vermelho, talvez eu não devesse ter feito isso, exagerei? Claro, mas ele também, quem chega em alguém agarrando assim, sendo que nem conhece direito?


-Eu que devo lhe perguntar - fica nervoso - como tem coragem de tocar em mim?


-Você que não toque mim de novo, se acha que sou fácil está muito enganado, não quero e nem irei querer ficar com alguém como você, mal acordou com uma garota e já está agarrando outra.


-Que senso de justiça, linda você - sorri colocando suas mãos na ilha me deixando entre seus braços - mas não se esqueça que agora mora conosco.


-E você não se esqueça que ela é minha sobrinha.


-Hyung - o garoto se afasta - achei que tivesse ido viajar.


-Vou agora, passei para avisar Myung-Hee que ficarei fora por alguns dias, pelo visto não seguiu minhas ordens.


-Me desculpe, acabei não me contendo.


-É melhor se conter ChangKyun, não toque nela ou vai ter que lidar com algo que não pode.


-Eu avisei - o homem da noite anterior aparece na cozinha ao lado de Wonho - parece que ninguém me escuta nessa casa.


-Já entendi - me olha - foi uma brincadeira.


-Espero que não faça mais isso - digo indo até meu tio - obrigada.


-Não foi nada, lembre-se, não siga as ordens de ninguém...


-Eu já sei, fique tranquilo, não deixarei que alguém desse tipo faça algo comigo.



-Até parece que eu faria algo contra sua vontade, não sou um monstro.


-Já está dando em cima de outra garota? - escuto uma voz feminina chegando na cozinha - podia pelo menos ter esperado eu ir embora.


-Por favor Alexia, sem dramas, você sabe como as coisas funcionam.


-Alexia? - olho a garota que me encara paralisada.


Nós duas ficamos quietas por vários segundos sem reação. O que ela está fazendo ali? 


Alexia é minha amiga na escola, para falar a verdade era, no ano passado algumas coisas aconteceram em sua família e desde então a garota mudou muito, até mesmo parou de falar comigo. Hoje ela fez outras amizades, e eu fico apenas com nosso outra amiga Soo. Soube que por problemas no trabalho os pais da garota acabaram tendo que morar separados e quase se divorciaram. Ela veio dos EUA há alguns anos, sempre chamou atenção com seus cabelos castanhos claros e curtos, seus olhos escuros e um corpo bem formado, os garotos ficavam a olhando, e seu senso de humor fazia com que todos prestassem mais atenção.


-O que está fazendo aqui Myung-Hee? 


-Vocês duas se conhecem? Interessante - ChangKyun, creio que esse seja seu nome, se debruça na ilha nos olhando.


-Era você que estava no quarto desse homem ontem? - pergunto séria.


Não consigo acreditar que era ela, faz muito tempo que paramos de conversar, então não faço a mínima ideia do que esteja acontecendo em sua vida, mas ainda me preocupo com ela, quando a vejo cabisbaixa na escola, me dói o coração não poder ajudar.


-E se for, algum problema com isso?


-Alexia, como pode...


-O que sabe sobre minha vida, não se meta okay?


-Achei que estive claro quando disse para não trazer menor de idade para os negócios ChangKyun - Wonho segura meu pulso me puxando para trás de si - sabemos o que devemos fazer.


-Ela não é menor de idade Hyung, fique tranquila, por ter vindo de outro país acabou tendo que voltar dois anos na escola - respira fundo - Shownu disse que estava tudo bem.


-Você concordou com isso? - olha para o homem ao nossos lado.


-Sim, desde que ela não seja menor de idade tudo bem, agora, tenho coisas para resolver, tentem não se matar até o fim do dia, e caso aconteça alguma coisa, limpem a casa por favor.


-Engraçadinho, irei viajar, fique olho nessa garota por favor.


-Não preciso de babá tio - o olho irritada - quero dizer Wonho.


-Você deixou bem claro para que ninguém mexa com ela, se algo acontecer a culpa não é minha, até mais - sai com as mãos no bolso.


-Ei Myung-Hee - Kihyun chega na cozinha sorrindo - vamos, já arrumei minhas coisas.


-Se cuide Myung-Hee, lembre-se.


-Wonho, eu sei me cuidar, mesmo você tendo me enfiado em um lugar completamente estranho, ainda tenho noção do que devo fazer.


-Tudo bem - coloca a mão em minha cabeça - logo voltarei, se cuide por favor.


-Pode deixar - sorrio.


Mesmo não querendo admitir, desde que o vi pela primeira vez Wonho tem me tratado da melhor forma possível, talvez ele esteja tentando ser um bom tio, só não me trouxe para morar no melhor lugar que poderia creio eu e ainda não tem muita noção de como cuidar de alguém.


-Alexia, te levo para a escola, vamos - ChangKyun sai da cozinha lançando-me um olhar.


A garota sem dizer nada o segue para fora do local, tenho certeza que era ela ontem, me pergunto porque está aqui, não parecem ser namorados, ou se forem ele é bem estranho, acabou de acordar com ela e vem dar em cima dos outros, realmente não gosto disso, até parece que está fazendo joguinhos com as garotas.


...


-Meu tio disse que há uma hierarquia aqui, como funciona isso? - pergunto para Kihyun que dirige ao meu lado.


Gentilmente o garoto a pedido de Wonho me levará para a escola todos os dias, apesar de ser meio estranho chegar lá com esse carro, já que antes ia a pé. Parece simples, mas as pessoas percebem, eu tenho certeza disso, alguém que vive andando de ônibus ou a pé por aí chega em uma BMW de repente. 


Um dos vários carros na garagem pertencem a Kihyun, ele tem um muito parecido com o de Wonho, BMW X5. Aparentemente todos são caros, alguns que eu nem mesmo conheço direito, se eu estiver certa, há 7 pessoas morando na casa já que ontem tinha essa quantia de carros, no entanto hoje muitos não estavam mais lá quando saimos.


-Shownu manda em todos e em tudo, no entanto dividimos as coisas para que ninguém fique sobrecarregado.


-Shownu? Aquele homem...


-Já esbarrou nele? Tome cuidado, a aparência de gentileza e seriedade enganam.


-Se for quem estou pensando, não vi nada de gentil.


-Sejs esperta enquanto estiver naquela casa, depois de Shownu seu tio é quem mais tem poder, nos tratamos como bons amigos, afinal faz muito tempo que nós conhecemos, mas quando os dois dão ordens levamos a sério.


-Quer dizer que devo obedecer esse Shownu? - resmungo baixo.


-Não aconselho ir contra sua palavra, se quiser ter uma boa vida - sorri de canto - parece que Wonho Hyung não falou muitas coisas para você.


-Quer dizer nada né, ele não me falou nada, e você, em que posição está? Por que tem essas coisas?


-Se Wonho não te contou é porque não deve saber, acredite em mim, é melhor assim - passa a mão nos meus cabelos rapidamente voltando a colocá-la no volante - cuido da inteligência.


-Como assim? Seja claro.


-Você é engraçada, vai ser legal tê-la em casa... trabalho no escritório da promotoria, sou um dos promotores chefes.


-Ah sério? - sorrio - parece que não estava enganada com esse seu jeito formal.


-Está bem enganada, mas por enquanto pense assim, somos boas pessoas lá no fundo - ri.


-Ah ta.


Sem entender suas palavras fico quieta, até porque chegamos na escola, apenas me despeço antes de descer e entrar na escola. Como esperava, alguns olhares voltaram-se para mim, no entanto os ignoro enquanto tento compreender o que Kihyun quis dizer, até parece que tem tantos segredos e se alguém souber será perigoso.


...


Durante a aula, Alexia me olha varias vezes como se quisesse me bater por saber onde estava hoje de manhã, tenho que conversar com ela, quero saber porque dessa situação, talvez esteja bem enganada, qual o problema deles namorarem? Mas se namorarem também, devo avisar a pessoa que ele me aparenta ser.


Todas as aulas passam rápido, os momentos mais esperados de um estudante é o almoço e a hora que podemos ir embora, parece que a repetição dos dias são sempre a mesma. Não sei se conseguirei ver minha avó hoje, gostaria de ir, no entanto é melhor voltar para casa cedo antes que fique perigoso atravessar a cidade sozinha, Kihyun avisou que sai tarde do trabalho, caso eu fosse ficar para estudar em aulas extras ele poderia me buscar, mas hoje não.


-Ei Alexia - ando até a mesa da garota que ainda guarda seu material - podemos conversar?


-Não tenho nada para conversar com você.


-Por que estava naquele lugar?


-Eu que pergunto a você, achei que não era dessas coisas Myung-Hee.


-Que coisas? Meu tio, morarei com ele agora é por isso que estava lá, e você?


-Sei tio? Quem é seu tio?


-Wonho.


-Está de brincadeira comigo né!? - ri soprado - ainda vem perguntar por que eu estava lá - levanta para sair.


-Sim, porque não sei o motivo - seguro seu pulso - parece que todos são estranhos naquele lugar, estou perdida, sei que há muito me afastei de você Alexia, mas não sabia o que fazer, você nos deixou de lado, e por mais que eu tentasse nunca se aproximava.


-Sem essa por favor, nunca me entendera.


-Como sabe? Sempre fugiu e nunca me disse o que estava acontecendo, achei que fossemos amigas.


-Você gosta de coisas certinhas Myung-Hee, se soubesse o que estava acontecendo, iria me ignorar primeiro.


-Nunca faria isso - solto ela - cada um tem seus problemas e suas escolhas, ao invés de criticar deveria ajudar se sou sua amiga.


-Tem razão, mas já não é possível fazer isso, que mesmo saber o que estava fazendo lá? 


-Sim.


-Venha comigo.


-Onde vamos?


-Vocês verá quando chegar.


Nenhuma palavra foi dita entre nós depois disso. Pegamos um ônibus para Gangnam, e lá andamos por algumas ruas até chegar em um grande lugar, movimentado e bem chique, olhando por fora nunca pensaria em entrar já que meu nível está bem abaixo seja lá o que seja, não consegui ver o nome, mas todo o redor do prédio são paredes espelhadas no térreo e preto fosco no primeiro andar, isso apenas por fora. Passamos ao lado de uma fila longa e vamos para atrás do local onde um homem de terno preto verifica a identificação de algumas pessoas que entram, provavelmente trabalhadores.


-Quem é essa garota? Não fomos avisados que novas garotas iriam trabalhar - diz sério me olhando.


-Ela não trabalha aqui, é sobrinha de Wonho e minha amiga, vai deixá-la entrar certo?


-Sobrinha de Wonho? Pare de mentir garota.


-Estou falando sério, você sabe que ele tinha um irmão - Alexia me olha de canto.


-Onde está sua identidade?


-Aqui - pego rapidamente na bolsa entregando a ele.


-Ainda é menor de idade, não posso deixá-la entrar.


-Vai mesmo fazer isso? Creio que não quer confusão com Wonho.


-Mas terei problemas com Jooheon se deixar menores de idade entrarem na boate, sabe que é proibido.


-Yaa, cuidarei dela, fique tranquilo, só estou mostrando algumas coisas que o tio dela mexe, nada de mais.


-Okay - respira fundo - se der problemas você será despedida.


-Pode deixar - sorri segurando minha mão para entrar.


Uma boate? É sério isso que escutei, onde estou? Porque me deixaram entrar apenas por receio de ter problemas com meu tio? O que Alexia faz aqui? Ela é tão nova, não imagino o que fazem nesse lugar.


Assim que entramos, um barulho alto de música eletrônica invadem meus ouvidos, apesar de estarmos nos fundos, consigo ver pessoas dançando, garçons servindo mesas, um open bar. Parece que estou assistindo um filme de ação em que os bandidos vão começar a negociar e sempre tem aquela cena de uma boate e garotas fazendo Streep, só faltou as garotas, pelo menos não vi isso. Tudo parece ter um nível formal.


-Onde estamos indo? - falo alto seguindo a garota.


Subimos as escadas para o primeiro andar, lá o som fica abafado, um longo corredor com várias portas em que as fechaduras são abertas por cartões de estendem até o fim, a última delas, por algum motivo parece diferente, bom, tenho certeza que é, está escrito VIP.


-Queria saber por que estava lá ontem, então tem que entender o que fazemos aqui, seu tio não mexe com as boates, mas ele é um dos chefes.


-Você trabalha aqui?


-Sim - para soltando minha mão - algumas garotas trabalham lá embaixo como gaconetes e no bar, outras aqui em cima com os clientes especiais e as que são escolhidas trabalham na sala VIP.


-Por que faz isso Alexia? Não precisa...


-Eu preciso Myung, meus pais não tem condições de sustentar a mim e minha irmã, preciso de dinheiro, e pare de pensar coisas estranhas, apesar de parecer, não fazemos nada além de acompanhar os clientes e ajudá-los a se divertirem, a não ser que seja um cliente VIP.


-ChangKyun é um cliente VIP, por isso estava com ele?


-ChangKyun é um dos chefes disso tudo, apenas as garotas que frequentam essa sala conhecem os 7, e eles nunca fazem nada que nós não queiramos, são educados apesar de tudo, isso faz com que a maioria das garotas desse lugar queira os conhecer.


-Está dizendo que eles são requisitados? - rio soprado - isso esta parecendo uma piada.


-São apenas quatorze meninas que entram ali, faz pouco tempo que consegui, as vagas raramente são liberadas, disseram que a última antes dessas foi há dois anos quando uma delas conseguiu se casar com um dos clientes.


-Isso acontece? 


-Sim, poucas vezes, os clientes VIP são os mesmos, é como um clube, para entrar precisa ter requisitos e um deles é ter dinheiro, ali sim, eles tem direito ao trabalho especial, no entanto, nós temos nossas liberdades de escolha.


-Alexia, vamos procurar outro lugar, podemos achar outro emprego.


-Tem razão, podemos, mas eles querem experiência, ou devo me matar em trabalhos de meio período, seria melhor não é? Eu concordo com você Myung, é por isso que nunca te disse nada, pois sabia que iria me dar sermões e todos eles seriam verdades, no entanto é isso que posso fazer para ajudar minha família no momento.


-Me desculpe por não ter te ajudado, por não estar ao seu lado.


-Vamos, pare de ser tão dramática, quer entrar?


-Eu? Entrar nesse lugar? - encaro a porta - tudo bem.


Apesar de saber que não devo estar ali, quero tentar entender Alexia e aqueles homens que moram comigo. Para mim isso é uma coisa tão estranha, diferente, inimaginável, mas sei que um mundo assim existe e parece que ele está bem diante de mim.


Devagar caminho com a garota até a porta, ela tira da bolsa uma cartão e passa na porta abrindo a. No momento em que entro na sala, tento reparar em tudo. Poltronas de couro no canto direito de quem está entrando, um total de 7, perto da grande janela de vidro fumê que pode-se dizer parede de vidro, já que toma todo o espaço lateral dando uma visão para o centro de Gangnam.


Do lado esquerdo uma bancada de granito, com a parte de baixo preta e atrás parteleiras de bebidas, não conheço muito bem sobre essas coisas, mas só pelos vidros tenho certeza que são caras, logo em frente disso, duas mesas com lugares para dois e atrás um grande sofá branco, todo o local é em tons de branco, cinza, preto e vermelho, luzes embutidas nas paredes um lustre no centro das poltronas deixa um ar chique e sério.


Seguindo em frente, pode-se ver um corredor breve, bem diferente do que está lá fora, em passos calmos atravessamos tudo podendo ver as cinco salas que este corredor nos possibilita entrar e um banheiro. Para ser mais exata, três delas são suítes e a última aparentemente uma sala de cinema particular com TV de oitenta polegadas no mínimo, me pergunto como tudo isso cabe ali dentro.


-Parece que ninguém chegou ainda, irei me trocar, espere aqui.


-Okay.


Fico parada no corredor até que Alexia saia da quinta sala, aparentemente um lugar pequeno que devem usar para se trocarem e coisas do tipo. 


A garota volta com a roupa completamente diferente, um vestido azul deixando seu busto que são grandes ainda maiores, alças finas e tenho certeza que ela está sem sutiã, a parte de baixo é meio rodada, nem grudada nem muito solta, aquela coisa que não sei descrever, o que não deixa de mostrar um pouco de suas coxas e longas pernas, afinal Alexia é maior que eu.


-O que foi? Pare de me olhar assim.


-Desculpe, fiquei indignada talvez.


-Fique aqui em um desses quartos e não saia entendeu? 


-Por que devo ficar escondida?


-Quer mesmo ficar e ver tudo? Não há nada de mais, só vão reclamar comigo por ter trazido uma colegial aqui.


-Devia ter pensando nisso antes de trazê-la - uma voz grossa aparece no corredor - quem é essa garota?


-Ah senhor, não sabia que já está aí - Alexia sorri se curvando - essa é uma amiga minha, acabei a trazendo para cá, me desculpe, eu não devia.


-Alexia certo? Garota nova, ainda está aprendendo as regras, tudo bem, venham para a sala fiquem tranquilas.


-Sim senhor - segura meu pulso me puxando.


Fico quieta enquanto sigo ela até a sala e me sento em uma das poltronas. O homem alto de terno preto, tenho certeza que já o vi em algum lugar, mas parece que simplesmente me fugiu da memória.


-Parece que temos convidadas - outro homem aparece na porta.


Os dois se cumprimentam informalmente, Alexia se levanta sorrindo e se curva, faço o mesmo por respeito já que são mais velho. Olhando bem, tenho certeza agora que vi os dois em algum lugar, na TV, o deputado amigo do presidente e o prefeito de Seul, sério isso? 


-Fique quieta, não diga nada - a garota sussurra em meu ouvido.


Alguns minutos se passam enquanto Alexia e outras garotas chegam começam a servir bebidas e conversar com os homens, fico quieta recebendo certos olhares que para mim é constrangedor da parte dos dois, quero ir embora, mas não sei como sair dali, é como se estivesse paralisada, meu corpo não está mais respondendo, tudo é surreal.


Nem meio hora que estamos ali, a porta se abre, dessa  vez mostrando alguém conhecido, tudo bem que apenas de vista e algumas palavras, mas por algum motivo me sinto mais aliviada de vê-lo ali.



Notas Finais


Espero mesmo que estejam gostando, qualquer coisa podem dizer estamos aí amores.

Se cuidem 🥰


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