História Who Will Survive? - Interativa - Capítulo 2


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Palavras 2.997
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiro capítulo ♥
Eu espero mesmo que vocês gostem, desculpa se o capítulo ficou muito corrido, mas é que introduzir vinte e quatro personagens não é tão simples kkkk
Eu já disse que os primeiros capítulos serão para introduzir os personagens. Irei avisar quando a votação se iniciar.
Mas antes de tudo quero deixar algumas coisas em claro.

↠ Eu me baseei nos clichês dos filmes de terror, mas toda a história será desenvolvida por mim. Se por acaso você tiver uma história com a mesma premissa, ao menos coloque sua criatividade para funcionar. Copiar trabalho do colega é feio 😊

↠ Favorite apenas se for acompanhar a história, não quero números e sim leitores ♥

↠ Deixo bem claro que assim como os leitores, não irei concordar com muitas coisas que os personagens dizem e opiniões deles. Eu apenas transmito o que eles pensam.

↠ Essa história irá possuir linguagem vulgar e de baixo escalão, cenas de sexo e violência explícita. Se você se ofende facilmente, aconselho procurar outra história no site.

↠ Boa leitura 🌌

Capítulo 2 - 001; the hills have eyes


Fanfic / Fanfiction Who Will Survive? - Interativa - Capítulo 2 - 001; the hills have eyes

c h a p t e r • o n e

T H E  H I L L S  H A V E  E Y E S

•|•

Cooper estava colocando a última mala para dentro do ônibus. Ele parecia estar mais animado que os próprios alunos. Cooper era o treinador do time a mais ou menos onze anos no colégio e era a primeira vez a ser chamado para a viagem dos alunos do terceiro ano. Além de ter que ficar longe do stress da cidade grande, seu salário tinha triplicado, era mais um motivo para ficar animado.

— Treinador Cooper!

Cooper olhou em volta e avistou seu quarterback, Kurt, vindo em direção a ele.

— Kurt você decidiu vir?

— É a melhor maneira de passar as férias. Longe dos meus pais, só com os amigos, sozinho com as gatas. — Kurt piscou de um jeito malicioso e Cooper tentou não mostrar incômodo.

Kurt era um dos garotos mais altos do colégio, ficaria impossível não notá-lo. Sem contar sua popularidade, e de ser um dos meninos mais bonitos do colégio. Apesar que isso varia de opinião a opinião.

— Acho que já vou entrando. — disse Kurt. A ventania estava forte e seus longos cabelos negros não ficavam parados.

— Tudo bem.

Kurt entrou no ônibus. O ar lá dentro estava mais frio do que o de fora. Parecia que o ar condicionado estava ligado no mínimo. O som da conversa estava alta, os alunos estavam bem eufóricos e não paravam de conversar.

Kurt seguiu em frente até o final do ônibus, onde estavam sentados os alunos do seu meio social.

— Olha só quem apareceu. — Cassidy cutucou seu amigo David, que parecia entretido em seu smartphone.

— O que foi? — o garoto não tirou os olhos do aparelho.

— Parece que nossas férias acabam de ser arruinadas.

— Por causa do Kurt?

— Já não bastava ter que aturar a turminha da Blair…

— Vocês estão aí!

David e Cassidy olharam em direção a voz e deram em conta que era Michael, um colega de classe que de vez em quando falava com eles.

— Sentiram minha falta. — disse o garoto, que segurava um MacBook embaixo do braço direito.

Cassidy e David se entreolharam.

— Não. — os dois responderam ao mesmo tempo.

— Eu sei que vocês sentiram. — Michael se sentou na poltrona da frente, mas ficou sobre ela para conversar com os colegas atrás.

— Michael, estamos indo para o meio do nada e você vai levar um notebook? — perguntou David.

— Você esqueceu que eu escrevo?

— Eu nem sabia que você fazia isso.

— Tanto faz. É bom estarmos indo para o meio do nada, minha criatividade está precisando de novos ares.

— Sua criatividade? — perguntou Cassie.

— Sim.

Uma bela garota de olhos azuis penetrantes e cabelos lisos castanhos jogou a mochila sobre a poltrona do outro lado do corredor, a esquerda de Cassie.

— Não me venham com bom dia, porque não é. — a garota se jogou na poltrona.

— Bom dia Angel! — os três disseram ao mesmo tempo.

— Vocês são um chatos. — a garota disse um pouco irritada.

— O que foi dessa vez? — perguntou Cassidy.

— Muitas coisas.

— Lá vem. — David retornou a atenção para o celular. Ele não estava nem um pouco interessado nos dramas de Angélica.

— Eu deveria estar em casa estudando, mas alguma coisa me diz que tinha que vir conhecer o acampamento.

— Você tem um espírito de aventureira? — indagou Cassidy.

— De investigadora eu diria. Vocês sabiam que estamos indo para um acampamento onde mais de cinquenta pessoas desapareceram misteriosamente?

— Como assim? — Cassidy perguntou.

— O Silver Lake estava fechado a mais de trinta anos e abriu exclusivamente para nós. Vocês não acham isso curioso?

— Que coincidência, minha história é um pouco parecida. — disse Mike.

— O quê?

— Minha história. Eu disse que estava escrevendo e minha história é sobre desaparecimentos em um acampamento.

— Coincidência bizarra. — disse Cassidy.

— Vindo do Mike eu não espero nada. — Angel se acomodou na poltrona.

Dois garotos vinham se empurrando pelo corredor. Cada um estava com uma mochila nas costas e pareciam que haviam acabado de acordar. Um era loiro e estava com um boné virado para trás e o outro usava um gorro vermelho e tinha algumas tatuagens até pelo rosto. Os dois pararam por um minuto bem ao lado de Angélica.

— Oi Angel. — os dois falaram em um tom doce e gentil.

— Vaza! — a garota gesticulou com a mão direita para os dois garotos se afastarem. E os dois não hesitaram e seguiram em frente.

— Não acredito que os drogadinhos são a fim de você. — David disse.

— Se eu fosse você, escolheria o Benjamin, pelo menos a cocaína não destruiu o cérebro dele. — Mike disse em um tom de sarcasmo.

— Pelo visto eu não tenho sorte que nem a Cassie. — disse Angélica.

— O que tem eu?

— Você tem sorte de ter o Joshua.

— Mas eu não namoro com o Joshua. — Cassidy não conseguiu segurar sua timidez.

— Eu ouvi Joshua? — uma garota que estava com um visual similar a Violet em American Horror Story sentou logo atrás de Cassie e foi logo se intrometendo na conversa. — Você e o Josh finalmente assumiram o namoro?

— Tá vendo? Até a Tina que geralmente não se enturma com o pessoal já sabe que vocês dois foram feitos um para o outro. — Angélica riu.

— Nem amigos nós somos. — Cassie quase gaguejou.

— Você pode aproveitar essas férias para se aproximar dele. — sugeriu Mike.

— Nem pro acampamento ele vai.

— Acho que você está enganada. — Tina apontou para a porta do ônibus.

Joshua vinha em direção a eles e o coração de Cassidy quase saiu pela garganta.

— Posso me sentar aqui? — o garoto perguntou apontando para a poltrona ao lado de Angel.

— Claro. — ela foi simpática e se afastou um pouco para que ele pudesse se acomodar.

— Bom dia pessoal. — ele acenou para todos. — Bom dia Cassie. — ele disse em um tom doce e Cassie tentou não dizer nenhuma besteira.

— Bom dia. — a melhor coisa que ela fez foi em sorrir.

— Essas férias vão ser bem interessantes. — David riu e voltou a jogar em seu celular.

Enquanto isso no fundo do ônibus, onde estavam sentados o grupinho popular, a conversa não parava um instante.

— Vocês estão animados para essa viagem? — perguntou Emily, uma garota de pele bronzeada com um longo rabo de cavalo castanho.

— Óbvio que sim. Férias era o que todos nós estávamos esperando e precisando. — respondeu Blair, uma linda garota de olhos claros que estava com a cabeça apoiada no ombro de Kurt.

— Concordo com a Blair. — disse Kurt.

Os dois não eram namorados, mas digamos que tinham uma amizade colorida.

— Eu simplesmente estou aqui porque não aguentava mais meus pais me importunado. Eles disseram que seria bom pra mim e blá blá blá. Estou aqui contra a minha vontade. — disse Aiden, um garoto magro e pálido que estava passando gloss em seus lábios.

— Aiden, você tá passando gloss? — perguntou Blair.

— Qual é o problema? Garotos também podem usar gloss.

— Não é isso, é que gloss está tão fora de moda.

No mesmo instante, Aiden guardou o produto.

— Você tem algum pra me emprestar?

— Desculpe, mas os meus lábios são naturalmente rosados, não preciso disso.

— E eles são lindos. Além de fazerem coisas interessantes. — disse Kurt com malícia.

Blair sorriu com mais malícia ainda, usando o pirulito que estava entre seus lábios de um jeito mais provocante.

— Meu deus, que nojo! Não acredito que ouvi isso. — disse a garota de pele morena sentada ao lado de Blair.

— Então tampe os ouvidos, Paige. — resmungou Blair.

Paige revirou os olhos e voltou sua atenção para o livro que estava lendo.

— Será que dá para vocês ficarem quietos! Estou tentando dormir. — disse um garoto moreno que estava com os olhos fechados e uma almofada de pescoço.

— Nem começamos a viagem Alec e você já quer dormir? — Kurt indagou.

— Eu tô cansado. Me arrependi de ter ido para a balada com o Adrian.

— E por falar no demônio… 

Kurt apontou para Adrian vindo em direção a eles. O garoto era um daqueles playboys metidos que acha ser a última bolacha do pacote. Adrian poderia ser um estereótipo perfeito de mauricinho: loiro, alto, bonito e rico. Mas havia pessoas que diziam dele ser mais do que isso.

— E aí meus amigos! — ele jogou a mochila bem ao lado de Alexander.

Os outros o cumprimentaram.

— Pensei que você estivesse de ressaca. — disse Emily.

— Por quê?

— O Alec disse que vocês foram para uma festa ontem.

— E fomos, mas diferente dele eu não bebi nada. 

— Eu estou morrendo de dor de cabeça. — resmungou Alec.

— Não se preocupe, quando chegarmos no acampamento eu cuido de você. — Adrian passou a mão sobre a testa de Alec, como se ele estivesse febril. Alec afastou a mão do garoto na mesma hora.

Já fora do ônibus, a jovem Ísis vinha em direção do mesmo ao som de uma música animada em seu iPod. Seus cabelos castanhos voavam ao vento forte daquela manhã. Ela acreditava ser a última a chegar, mas quando uma mão fria tocou em seu ombro ela se assustou um pouco. Ao se virar para ver quem era, viu Théo. Ela demorou um pouco para raciocinar que era ele.

— Oi. — Théo sorriu.

— O-oi. — Ísis olhou de pés a cabeça para ele, tentando imaginar se ele não era uma miragem.

— Feliz em me ver? — Théo perguntou. Ele não era tão alto, estava com uma jaqueta jeans e Ísis notou que ele havia cortado o cabelo recentemente.

— Pensei que você tinha desistido da viagem. — disse a garota.

— Voltei atrás, acho que passar os últimos momentos do ensino médio com os amigos é uma boa opção.

— Concordo.

Os dois ficaram parados diante um do outro com aquele silêncio constrangedor.

— Você vai entrar? — perguntou Théo.

— Acho que…

Ísis mal conseguiu terminar a frase quando uma garota lhe puxou.

— Desculpa Théo, preciso da Ísis por alguns minutos. — disse a garota.

A jovem levou Ísis para um canto um pouco afastado.

— O que foi Liz?

Elizabeth, mais conhecida como Liz, era uma amiga de Ísis. A garota tinha a pele pálida, mas sua bochechas eram rosadas, o cabelo ondulado curto estava bagunçado devido ao vento e seu piercing no septo prateado brilhava devido ao sol que nem estava forte.

— Por que diabos você estava conversando com o sociopata do seu ex-namorado?

— O Théo apareceu do nada. Eu nem sabia que ele viria depois de termos terminado.

— Tanto faz, mas eu não quero ver minha amiga atrás do ex.

— Você me conhece Liz, eu jamais faria isso.

— Ainda bem, eu morreria de vergonha.

Ísis amava esse jeito protetor que a amiga tinha.

— Acho melhor a gente entrar. Se o Théo me ver sozinha vai querer sentar do meu lado.

— Eu bato nele se ele fizer isso.

— Eu o Théo terminamos numa boa, ele é legal. Não precisa ser grossa com ele.

— Mas eu nunca gostei dele mesmo, não importa se ele é seu ex.

As duas começaram a gargalhar e entraram no ônibus.

De volta para dentro do ônibus, Isak, um garoto que aparentava ser o mais novo do grupo devido a seu rosto angelical e infantil, observava Benjamin e Jacob usando maconha dentro do ônibus, não era de se espantar que os dois tinham a fama de drogados.

— Olha só. O declínio de um adolescente diante de nossos olhos. — Isak disse. 

Ele estava esperando uma resposta de Kim, uma garota asiática que estava sentada ao seu lado.

— Kim, você está me ouvindo?

— Desculpe, estou um pouco ocupada. — Kim estava organizando o que parecia ser uma lancheira rosa clara.

— Você trouxe uma lancheira?

— Eu sempre sinto fome durante alguma viagem. Quer um doce? — Kim pegou um bolinho colorido azul.

— O que é isso? — Isak nunca tinha visto esse tipo de doce antes.

— 경단

Isak olhou para Kim, esperando que ela explicasse direito.

— Fale a minha língua.

— É um doce típico da Coreia do Sul, é um bolinho de arroz com recheio de mel e açúcar.

— Pensei que você fosse japonesa.

— Ocidentais sempre acham que qualquer pessoa asiática vem do Japão. — Kim revirou os olhos.

Isak experimentou o doce.

— É muito bom. — pela sua cara o doce realmente era bom.

— Ei Kim! Será que dá para arranjar um docinho pra mim também? — perguntou Jacob na poltrona do outro lado.

— Para mim também Kim. — disse Benjamin.

— Pelo visto maconha dá fome mesmo. — Isak cochichou.

— Tudo bem meninos. — Kim pegou outra lancheira que estava abaixo de sua poltrona. Ela abriu e havia mais doces nela.

— Você tem outra lancheira? — Isak parecia surpreso.

— Eu disse que tenho fome nessas viagem e nunca se sabe quando alguém vai pedir um pouco também.

Um violão que estava nas costas de um garoto, esbarrou bem na cabeça de Isak.

— Que droga!

— Foi mal, Isak. — disse o garoto de longos cabelos cacheados e olhos de esmeralda.

Isak assentiu aceitando as desculpas.

— O que você tá fazendo com um violão, Samuel? — perguntou Benjamin, sem tirar o baseado dos lábios.

— É um acampamento, sempre que for possível vai ter aquele lance de assar marshmallows na fogueira. Aproveito e toco meu violão nesses momentos.

— Só poderia ter mais cuidado com esse negócio. Nunca se sabe quando tem alguém por perto. — Isak passou a mão por detrás da cabeça, parecia que um taco de baseball tinha lhe acertado.

— Com licença. — disse uma pequena garota de cabelos loiros brilhantes.

Samuel se afastou para ela passar.

— O dia está bem fechado hoje… e aí meu deus! — a garota parou de falar ao olhar para Benjamin. — São dez da manhã Ben e você já está fumando um! — a garota arrancou o baseado da boca do garoto e jogou pela janela.

— Bom dia pra você também, Bieta. — resmungou o garoto.

Bieta, uma garota baixa de olhos azuis e lisos cabelos loiros ficou de braços cruzados diante de Benjamin.

— Eu fiz um favor.

— Animada com a viagem? — perguntou Sam.

— Já faz muito tempo que não vou a um acampamento, espero que não seja chato como ando pensando.

— Apesar de eu não gostar da turminha da Blair, ao menos eles sabem como fazer uma festa ficar animada. — disse Jacob.

— Pela primeira vez eu concordo com você, Jacob. — disse Isak.

— Pode até ser, mas pra mim não vai fazer diferença alguma do colégio. O que vai mudar é que vamos passar 24 horas por dia e 7 dias da semana juntos. — continuou Bieta

— Vocês querem doce? — Kim ofereceu, mostrando sua lancheira cheia de doces coreanos. Samuel e Bieta pegaram um.

O treinador Cooper apareceu no início do corredor com uma prancheta em mãos.

— Certo pessoal, daqui a pouco vamos sair. Por isso vou fazer uma chamada para ter certeza que ninguém faltou.

Os alunos começaram a se acomodar em suas respectivas poltronas.

— Adrian?

— Sem mim, isso não seria uma festa. —  disse o garoto em resposta.

— Claro que não. — Cooper riu. — Aiden?

— Aqui. — respondeu Aiden um pouco entediado.

— Alexander?

O garoto apenas levantou o braço, já que ainda estava tentando dormir.

— Angélica.

— Presente!

— Benjamin?

— Aqui.

— Bom te ver Ben, só joga esse baseado fora.

— Não é meu, é do Jacob.

Jacob deu um cutucão no amigo.

— Só joguem fora. — Cooper ordenou.

Benjamin jogou o baseado pela janela.

— Bieta?

— Aqui. — respondeu a garota.

— Blair?

— Aqui treinador! — Blair respondeu com seu tom angelical e ao mesmo tempo provocante.

— Cassidy?

— Presente.

— David?

David não respondeu.

— David? — Cooper perguntou novamente.

— Ele está presente. — respondeu Cassie pelo amigo.

A garota cutucou David que não tirava os olhos do celular.

— O que foi? — David encarou a amiga e se tocou do que se tratava. — Presente!

— Já entendi David. — disse Cooper. — Elizabeth?

— Aqui. — Liz respondeu de boca cheia, já que estava comendo uma barra de cereal.

— Emily? 

— Presente. — Emily tinha um tom de voz doce, similar a das princesas da Disney.

— Isak?

— Bem aqui!

— Ísis?

A garota acenou para o treinador.

— Jacob?

— Tô aqui!

— Jogou fora o baseado?

— Sim senhor. — Jacob fez continência.

— Bom saber. Joshua?

— Presente.

— Kim?

— Aqui treinador!

— Kurt, já sei que está presente.

Kurt acenou.

— Maelys

— Bem aqui. — Maelys, uma garota de longos cabelos ruivos e com um tom sério respondeu. Ela segurava um copo de milkshake de baunilha e estava com uma cara de poucos amigos.

Ao seu lado estava sua irmã gêmea, Meryna, que era bem o oposto dela.

— Meryna? — chamou o treinador.

— Presente! — Meryna era parecida com a irmã no aspecto físico. Ambas possuíam uma pele similar a porcelana com as bochechas rosadas e também era ruiva, mas com cabelos encaracolados. Já sua personalidade era o oposto da irmã. Sorridente e saltitante, adorava conversar com os outros. Apesar de ser mais extrovertida que Maelys, meio que era controlada pela mesma.

— Elia, você está tão grudada nesse celular. Por acaso sabe que estamos indo para o meio do nada? 

— Claro que sei Lizie, por isso estou aproveitando meus últimos momentos para usar o Twitter. — Meryna parecia bem animada, e aproveitou para tirar uma selfie surpresa com a irmã.

— Pelo amor Elia, apaga isso. Estou horrível!

Meryna começou a rir, mas postou a foto mesmo assim.

Cooper continuou com a chamada.

— Michael?

— Estou aqui. — Mike não parava de digitar em seu notebook.

— Paige?

— Presente. — Paige ainda estava lendo seu livro, pelo visto não faltava muito para terminá-lo.

— Samuel?

— Aqui. — Samuel estava afinando as cordas do violão.

— Théo?

— Presente.

— E Tina?

— Presente.

Cooper olhou mais uma vez para a lista.

— Parece que não faltou ninguém. Pelo visto é isso pessoal. Vamos sair. Animados?

Os alunos responderem de forma eufórica. Alguns se perguntando se realmente vale a pena essa viagem, outros animados para ver como seria o acampamento. Essa viagem era sempre a mais aguardada entre os alunos do terceiro ano. A única coisa a se esperar é que as férias fossem inesquecíveis.

— Tudo pronto. Próxima parada, acampamento Silver Lake.


Notas Finais


Meus amados leitores, espero que tenham gostado desse primeiro capítulo ♥
Seu puderem, deixem suas opiniões nos comentários ♥
A votação ainda não está aberto, provavelmente só depois do quarto capítulo.
Beijos 😘
E até a próxima ♥

Elenco ✝ https://goo.gl/FdMqJQ

🎧 Playlist no Spotify • https://goo.gl/UpA1AY


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