História Whole Lotta Love - Capítulo 2


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Categorias Alice In Chains, Audioslave, Eddie Vedder, Pearl Jam
Personagens Chris Cornell, Eddie Vedder, Jeff Ament, Jerry Cantrell, Layne Staley, Personagens Originais, Stone Gossard
Tags Alice In Chains, Anos 90, Chris Cornell, Eddie Vedder, Grunge, Pearl Jam, Romance
Visualizações 32
Palavras 953
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Saiuuu *-*
Não ficou tão longo, mas eu gostei sakdjhasdkjh
boa leitura e espero que gostem!!!

Capítulo 2 - Alice In Chains


Fanfic / Fanfiction Whole Lotta Love - Capítulo 2 - Alice In Chains

–Hm... E o que você sugere? –Eddie voltou a deitar no meu colo.

 

–Tacos! –disse, animada.

 

–Sério? Pensei que você estava falando de uma super festa com direito a free bar e tudo. –ele riu.

 

–Bem, quem sabe um dia. –sorri. –Eu e a Emma íamos assistir Cemitério Maldito.

 

–É o melhor filme do mundo, acredite. –Emma já se sentava no sofá, me esperando para dar o play.

 

–Eu continuo com a idéia de sairmos. –Eddie olhou para nós, com cara de cachorrinho abandonado.

 

Emma bufou.

 

–Eddie, está um frio da caçamba lá fora. –Emma cruzou os braços, olhando seriamente para ele. –Você tem certeza que quer sair aqui do cafofo e ir pro frio comer tacos?

 

–Violet, você tacom fome? –Eddie me perguntou, sorrindo da piada boba dele.

 

Eu não pude deixar de rir.

 

–Eddie, suas piadas são uma bosta. –disse, ainda rindo.

 

–Eu sei. –ele riu também. –E você as adora.

 

Dei um sorrisinho e peguei minha jaqueta.

 

–Vocês vão encher a barriga ou vão ficar aqui? –disse já na porta.

 

–Temos que esperar o Je... –Emma dizia, até um rinoceronte passar pela porta.

 

–E aí, cambada. –Ele disse, na maior tranqüilidade, enquanto nós apenas ficamos o encarando com cara de pastel.

 

–Vem, a gente vai comer tacos. –disse, já saindo porta a fora.

 

Ele apenas colocou a mão na minha frente e me puxou para trás.
Eu só senti um impulso e Jerry estava me segurando no ar. Ele jogou-me no sofá em um tom de brincadeira e ficou em pé diante a nós. 

 

–Jerry, estamos com fome. –Eddie protestou, cruzando os braços.

 

–Achei que vocês queriam conhecer a banda. –ele sorriu docemente. –mas se vocês quiserem ir comer, eu desmarco com eles. –deu de ombros.

 

–JURA? –levantei, com todo o ânimo do mundo.

 

Eles vão levar a gente até o estúdio. Estão lá embaixo. –Jerry disse, abrindo a porta e se dirigindo ao elevador.

 

Nós descemos do apartamento e entramos no carro. Jerry ficou na frente, junto com um homem magro, cabelo loiro e curto com olhos claros. Eu, Eddie e Emma ficamos espremidos atrás.

 

–Gente, esse é o Layne. Ele é o nosso vocalista. –Jerry nos apresentou, enquanto Layne apertava nossas mãos em cumprimento.

 

–Prazer. –ele disse, dando um sorriso gentil.

 

–Prazer. –respondemos em coro.

 

E assim seguimos caminho, com nós três espremidos atrás do carro com cara de pastel e ouvindo o papo dos dois, sem dar um pio.

Durou cerca de 15 minutos para que já estivéssemos na porta do estúdio, seguindo Jerry e Layne.

 

Demos de cara com dois caras com uns cabelões engraçados. Um estava com umas baquetas na mão e o outro estava com um baixo.

 

–Esses são Sean e Mike. –Jerry sorriu. –Sean é o baterista e o Mike fica no baixo.

 

–Prazer. –respondemos em coro, novamente.

 

–Vocês podiam tocar alguma coisa. –Eddie deu de ombros, sentando-se no sofá, bem à vontade.

 

Eles se entreolharam e se posicionaram pra tocar. Pelo o que Sean falou, eles iriam tocar Man in The Box, uma das principais faixas do álbum.

Eles eram realmente bons. Layne era um bom vocalista, e a harmonia vocal ficava ótima com ele e Jerry de segunda voz. Eles haviam chamado Eddie pra cantar, mas ele ficou meio tímido de cantar pra gente, então, acredite, demorou pro ser humanozinho aceitar. Logo depois, os primeiros acordes começaram a ser tocados: Whole Lotta Love, do Led Zeppelin. Ver o Eddie cantando ali arrepiava até minha alma. Não sei se era por causa da música, ou, mais precisamente, ele. Digo, ele era meu melhor amigo da vida, ele só deve sentir amizade. Sabe aquela quedinha que você tem pela pessoa desde a infância? Então, era assim. Mas, ele nunca pareceu me dar muita bola.
Eu só senti a Emma me dar uma cotovelada discreta.

 

–Acorda. –ela sussurrou, rindo. –Seu príncipe encantado tá cantando sua música favorita e você tá aí dormindo.

 

Sorri, olhando meu irmão e Eddie cantando.

 

–Será que um dia vamos viajar pra fora do país? –sussurrei, ainda sorrindo.

 

–Hmm... Provavelmente. Aí finalmente você e o Eddie podem ir pra Paris e ficar lá durante a lua de mel. –ela riu.

 

Empurrei seu ombro, de brincadeira.

 

–Você não presta. –ri junto.

 

Eles terminaram de tocar e finalmente nós pudemos parabenizá-los. Faltavam só alguns meses para o lançamento do álbum, e, se tudo der certo, poderemos saí pelos Estados Unidos fazendo shows e visitando vários lugares, que é o meu sonho de infância.

 

–Hey. –Eddie tocou meu braço, fazendo eu me virar pra ele. –Eles são bons, né? –ele sorriu.

 

–Sim. –sorri junto. –Você também. Aliás, o Alice in Chains e a sua banda irá fazer muito sucesso, aí a gente vai poder viajar o país inteiro. –dei uma piscadela.

 

–Vamos viajar o mundo, pequena. –ele deu uma piscadela também, sorrindo.

 

Ficamos nos fitando por alguns segundos.

 

–Então... Como vai o álbum? –puxei assunto.

 

–Ah, vai bem... Faltam umas duas músicas e a capa, mas o resto está pronto. Estou muito ansioso. –ele voltou a sorrir, animado.

 

–Eu também. Imagina ouvir a voz do meu melhor amigo na rádio? Vai ser demais!

 

–Você deveria cantar. Sua voz é bonita.

 

–Ah, não. Não sirvo pra essa vida de rock star. –dei uma risada, acompanhada de Eddie.

 

–Hm, é melhor não. Não quero outros caras roubando você de mim. –ele cruzou os braços, fingindo estar bravo.

 

Só uma coisa: borboletas no estômago.

 

–Bem, eu também me sinto assim. –o imitei, sorrindo.

 

Senti seus braços envolvendo meu ombro, e suas mãos geladas encostando-se ao meu braço. Senti o seu perfume, que me transmitia calma e segurança.

 

–Eu nunca vou te trocar, Violet. Eu prometo.

 

–Eu também nunca irei te trocar, Eddie. –disse, retribuindo o abraço.



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