História Why? - Imagine Min Yoongi - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Kris Wu, Lay, Lu Han, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Visualizações 88
Palavras 1.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura ❤
(me perdoem se ficou pequeno, suajsuqhsuq)

Capítulo 3 - Tenha um bom dia.


Eu nunca me senti tão mal. O gosto do garoto continuava em minha boca, e nós nos encarávamos como quem diz 'que caralhos foi isso?'

Yoongi já havia sumido. Eu consegui causar o que queria?

Jimin percebeu que eu estava tensa e começou a rir. Rir muito. E rir alto, me envergonhando.

— Aish, pare, pare! – disse estapeando o maior, mas por eu ser suuuper forte... o mesmo apenas continuou rindo, desviando sem esforços de mim.

— Sua doida! Por quê me beijou? – disse, enxugando as lágrimas de risada. – O melhor foi a sua cara no final! Sei que sou irresistível, mas se controle, bebê. – disse cínico, e fiz uma careta pro mais velho.

— Aish, Jimin, que coisa. Finja que nunca aconteceu. – bufei, soltando um leve riso em seguida. – Quer beber algo?

O moreno assentiu com a cabeça, e lá fomos nós á cozinha, meu medo de encontrar com Yoongi era absurdo, sem motivos. Eu beijo quem eu quiser, né?

Jimin pegou algo parecido com vodka, mas tinha outra coisa misturada. Dei de ombros, bebendo de uma vez, imitando o garoto á minha frente. O líquido desceu rasgando a garganta, era forte.

— Aish, Jimin, quer me ver bêbada? Como vamos embora bêbados? – ri.

— Sei lá. – deu de ombros. Jimin as vezes era meio sem noção, principalmente quando estava nervoso.

Nos sentamos no sofá da sala, havia uma boa quantidade de gente naquele cômodo, deixando os outros um tanto que vazios.

Ficamos lá, bebendo e bebendo, falando de coisas aleatórias – e que, em certo ponto, nem chegavam mais a fazer sentido.

O sono começou a tomar conta de mim, e a preocupação começou a chegar. Estava bêbada, nem via direito. Com certeza acabaremos por dormir aqui, o que eu menos queria.

— Jimin-ah~... Eu vou ao banheiro. – disse me levantando, apoiada em alguns móveis. Respirei fundo, caminhando até o local. Parecia que ficava mais vazio quando chegava perto, era num lugar 'afastado' da maioria das pessoas.

Senti um braço segurar meu pulso, me fazendo parar de andar na hora. Merda.

Eu reconheceria esse toque o quão bêbada estivesse.

Nem tive tempo, senti meu corpo na gélida parede e seus olhos encontraram-se com os meus num misto de desejo e raiva. Ele estava bravo comigo?

— Então você tem algo com Jimin, agora. Interessante.

O garoto de fios rosados queria que eu contasse mais, mas só conseguia fitar sua boca vermelhinha. Estava levemente inchada, sabia que havia estado aos beijos com a estranha que 'conheci' a algumas horas.

Suspirei fundo, tentando me soltar do mais velho.

— Eu quero sair.

— Não sem antes me contar mais sobre vocês. – seu deboche me irritou. Suspirei fundo e contei um, dois, três, um bilhão...

— Você se forma, não me avisa. Começa a namorar, não me avisa. E eu te devo alguma satisfação, Min Yoongi?

O mais velho bufou. Nunca pensei ser tão direta com esse garoto. O que uma bebida não faz?

O garoto me soltou, e deu as costas pra mim, bagunçando seus fios com raiva. Suspirei fundo. Sua aproximação repentina mexeu com meus sentidos, provocando coisas que não devia.

— Que droga, Min Yoongi...

Eu sentia um misto de raiva e tristeza. Seu perfume prevalecia ao meu redor, e minha mente só conseguia imaginar como seria bom ter esse homem pra mim. Estar em seus braços e pensar o quanto eu sou sortuda por tê-lo.

Pena que eu não sou.

Continuei escorada na parede, e um pouco da embriaguez foi embora. Suspirei fundo e fui ao banheiro, fazendo o que tinha que fazer e voltando pro sofá.

Encostei a cabeça no ombro de Jimin, que estava pensativo.

— Minnie, eu quero ir embora...

— Terei que chamar um táxi... Você não prefere ficar aqui hoje?

— É o que eu menos quero agora...

Suspirei. Ele havia entendido o recado.

Eu só me lembro de ter capotado no colo de meu amigo, e nada além disso.

[…]

Acordei com o forte barulho da chuva, me virando pro lado e resmungando, dando de cara com um MURO na minha cama.

Não. São só costas de Jimin.

Espera...

— Quê!? O que você ta fazendo aqui!?

— Hm?... – o moreno resmungou, acordando. – Ah... – se espreguiçou. – Estava tarde, eu estava bêbado e seria um saco voltar assim pra casa, acabei por ficar aqui, desculpe...

O garoto se sentou na cama, revelando estar sem camisa. Senti as bochechas esquentarem diante aquela cena, e me deitei de volta, me cobrindo.

— Ta, tanto faz. – me virei de costas, sentindo a mão do maior em meu braço, e logo me envolver num abraço. Diria até que Jimin ainda estava um tanto embriagado.

O garoto ao meu lado dormiu em segundos novamente, enquanto eu permaneci acordada. Ao ouvi-lo roncar, quis rir, mas me segurei e soltei-me de seus braços, me levantando da cama.

Caminhei até o banheiro e percebi que estava de pijama.

— Mas eu não me lembro de ter me troca-... — arregalei os olhos, tampando a boca. — Park Jimin é um abusado!

Bufei, lavando o rosto e escovando os dentes em seguida. Minha aparência não era das melhores, mas a dor de cabeça havia amenizado.

Suspirei fundo, saindo do banheiro e me deparando com o celular vibrando no criado-mudo. Ao ler o nome do contato, quase caí pra trás.

Peguei o celular ás pressas, correndo pra fora do quarto. O quarto de meus pais estava vazio e arrumado, eles provavelmente não passaram a noite aqui e, se bobear, ainda não chegaram em casa. Fechei a porta do cômodo e atendi o telefone, mas permanecendo em silêncio.

— (S/N)...? – sua voz me fez engolir seco. – Como está?

Ele ditou tão simplista, que parecia que a noite passada nunca havia existido.

— Bem. – saiu com mais frieza do que eu esperava. – Por que ligou?

— Só queria saber como estava, saiu daqui parecendo morta de tanto que bebeu... – riu nasalmente. – Amanhã eu começo a trabalhar. Talvez não nos vejamos mais constantemente.

Pressionei os olhos e os lábios, evitando qualquer fraquejar. Suspirei fundo.

— Que pena. – podia sentir que não havia gostado nada de minha resposta, encostei as costas na parede fria.

— Acho que vou desligar. Quem sabe depois nos falamos, se estiver de bom humor, né... – ele riu e eu continuei calada. Revirei os olhos, ouvindo sua risada cessar e um silêncio estranho nos rodear. – Tenha um bom dia, (S/N).

A ligação foi encerrada, e senti o mundo desabar. Respirei fundo, escorrendo o corpo pela parede e parando sentada no chão.

'Tenha um bom dia'!?

Ah, ele mal começou, e eu já tenho certeza que será o pior deles.



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