História Why do you love me? - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Yaoi
Visualizações 4
Palavras 1.303
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: LGBT, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Capítulo 3: Ajuda "médica"


E passada uma semana de paz sem o Leonardo por perto, aparece um problema. Vai começar a semana de prova e eu estou sentindo-me pressionado. Não sei nem o que eu irei cursar na faculdade e minhas notas em matemática estão baixas, porque não faço nenhum dever. Ao menos eu sei um pouco da matéria, mais não gosto dessa em específico.
-Vamos marcar de estudar na minha casa, assim todo mundo tira suas dúvidas.- Luiz nos convidou.
-Graças a Deus alguém pra me ajudar!- Roberto ficou com uma expressão esperançosa. Sei como ele se sente.
A primeira prova será daqui a dois dias e será logo de cara a de matemática.
-Pode ser por volta das 15:00? Eu e Marina temos judô hoje.
-Por mim tudo bem! Mais se alguém faltar vai se arrepender amargamente quando for fazer a prova!- Luiz mudou de humor radicalmente, sua expressão está séria.
Eu sinceramente não sei se vou ou não. Pensando bem, é melhor eu ir mesmo, preciso ficar com pelo menos 42 no segundo bimestre, ou seja, preciso de 24 pontos pra chegar onde eu quero. Merda! Cada bimestre vale 25 pontos!
-Eu estarei lá.- Confirmo minha resposta.
Agora é aula de Filosofia, não entendo o porquê da existência dessa matéria. O professor leva mais vácuo que eu com mensagens. Mais fazer o quê?

*Durante a aula de Filosofia*

Sinto um papel ser jogado em mim, faz tempo que isso não acontece! Alegria de pobre dura pouco mesmo, credo!
Resolvo ignorar, provavelmente está escrito a mesma coisa de sempre. Não quero perder meu tempo.
1, 2, 3 papéis...AAAA
Cada papel vem com uma cor diferente. Não consigo identificar quem está jogando com a bagunça que a sala está!
Não tem jeito, vou ter que abrir pelo menos um pra isso acabar.
Abro bruscamente o papel amarelo em minhas mãos e vejo a mensagem em letras redondas.
"Quando pretende me dar explicações sobre o que vi no banheiro? Somos amigos cara!"
Que alívio! É do Roberto. Mais não sei se devo ficar aliviado com a situação. Uma hora ou outra terei que contar a ele sobre isso.
Mandei uma resposta pelo celular.
"Assim que eu estiver pronto, falarei com você, mas se não aguentar fale com a Marina."
Ele olhou a mensagem e tornou a escrever.
"Pra ela você conta não é, seu vagabundo!"
Porra Roberto! Ela praticamente me obrigou a dizer isso.
Escrevi desse mesmo jeito no celular.
Novamente ele me encara, mais puto que antes.
- Por fim turma, vocês irão realizar um trabalho em grupo sobre tudo o que estudamos neste capítulo. Serão grupos de três pessoas e eu faço questão de sorteá-los.
A sala inteira murchou. Trabalho em plena semana de prova e pra piorar ele que vai sortear os grupos!
-Marina, Caio e Bárbara.
Coitada gente! Saiu com um sonso e uma metida! Boa sorte, babadora de purpurina!
Ele falou o nome de 4 grupos e estão sobrando apenas o Roberto e pessoas que eu não gosto.
-Arthur, Roberto e Leonardo.
Acho que minha pressão caiu e meu coração parou. Vou ter que aguentar o Leonardo e estou devendo uma explicação ao Roberto.
Se isso chegar até meus pais que têm as mentes incrivelmente fechadas, posso ser expulso de casa.
-O trabalho deverá ser entregue até o fim deste mês!
Ao menos isso é bom! Teremos 17 dias até o fim deste mês.

*Sinal para o intervalo*

-Dispensados! Aproveitem a feira cultural do 1° ano, está cheia de comida!
Amém a aula acabou, já era a hora!
- Gente, o que vocês trouxeram de lanche? Não sei do que se trata a tal feira, mas tem comida de graça!- Emília chorou de alegria. Parece até que passa fome.
Resolvemos dar uma olhada na tal feira e vimos que as comidas eram de países diferentes. Confesso que estou curioso com o que tem aqui.
-Hum...Pavlova, Tiramissu, Écleare, quantas sobremesas diferentes!- Era possível ver a felicidade no olhar de criança da Emília.
-Acho que vou comer churros mesmo, é algo que eu já comi e que não vai me fazer mal.
- É sério Arthur? Com tanta coisa pra escolher e você quer churros?!
-Deixa ele Emília, você sabe como ele é fresco!- Marina retruca.
Apenas eu optei pelo churros, os outros escolheram a tal Ecláire.
Pedi recheio de doce de leite. Deu água na boca.
- Alguém está contente com o seu churros!- Diz Luiz em tom de zoação.
-É o mínimo que eu mereço por suportar vocês!
-Uiui! Ele é paciente agora galera!- Ele continua.

* Mais tarde*

Uma pena viu! O churros estava muito bom, por que coisas boas acabam tão rápido? É tipo os meus momentos de alegria, eu pisco e eles acabam num passe de mágica!

*Fim da aula*

Glória a aula acabou!
Chegando em casa, fui direto para minha cama! Estou com tanto sono que ficaria 48 horas dormindo.
Acho que vou dormir um pouco zzzz...

*15:00*

Marina on

Quem é que tá me ligando justo quando tô indo pra casa do Luiz?!
Arthur. Só podia ser.
-Diga criatura.
-Marina, não posso ir a casa do Luiz, estou passando mal!- Ele falou com uma voz cansada e logo depois eu o ouvi novamente. Vomitando. Coitado do meu amigo.
-Cadê seus pais numa hora dessas menino!? Espera, vou pedir alguém para te ajudar, aguenta firme aí!
-Ok...- Encerrou a chamada.
Eu aposto que foi o churros! Pode não ter dado tempo de fazer a digestão, mais doce de leite azeda fácil!
-Alô. Leonardo, você consegue lidar com pessoas passando mal certo? Preciso que me ajude com um amigo meu e quero que também estude com ele! Ele está péssimo na escola! Eu te mando o endereço, agora tenho que ir, agradeço pela sua boa vontade!
Pronto Arthur, sua ajuda está a caminho.

Arthur on

Bateram na porta! É a ajuda que a Marina mandou!
-Amém terei uma aju...- Retiro o que disse, não quero terminar de abrir a porta.
Tento fechá-la, mas a mão imensa do Leonardo segurou a porta.
-Então é você baixinho! Vou pagar a ajuda que você me deu naquele dia. Vai pra sala e senta no sofá! Vou ver o que posso fazer aqui.- Ele tá se achando o general.
Ao menos vou ter ajuda...

Leo on

Sal, sal, cadê o sal...achei! Sal, açúcar e água, vou fazer um soro.
-Onde fica a dipirona?
-No armário em cima da geladeira.
Agora entendi porque ele não tomou nada, ele não alcança o armário! Tampinha.
Chego na sala e digo:
-Fiz um litro de soro pra você enfiar goela abaixo e um remédio.
-Tá bom doutor!- Ele fez cara de nojo, aposto que odeia remédio.
-Não queria fazer isso mas fui obrigado! E também obrigaram-me a estudar com você. Chega pra lá. O que você não sabe da matéria?
-TUDO!-Ele emburra.
-É sério mesmo Arthur?!- Puta que pariu mano.
-Tá, eu sei uns 40% da matéria. Me dá o livro aqui, vou te mostrar o que não sei.
Ele sabe a parte difícil mais não sabe a fácil. Que zoado.
Estudamos por mais ou menos 1 hora e meia.
-Onde é o banheiro?
-Segue em frente e entre na terceira porta a direita.
Nunca vi um banheiro tão limpo igual a esse. A escola podia ter uma banheiro assim.
Quanto shampoo aqui! Um deles é verde e está escrito Arthur. Pego o mesmo e sinto o cheiro da fragância e ...puta merda que cheiro!
Tenho que voltar pra minha casa...
Quando volto para sala, deparo-me com o Arthur dormindo no sofá. Ele fica com uma cara de neném, nem parece que é chato do jeito que é!
Aproximo do seu rosto e sinto o cheiro do tal shampoo em seus cabelos estilo mullet.
-Boa noite...-Dou um beijo em sua testa e vou embora.
Missão concluída.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...