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História Why u gotta be so rude? - Capítulo 2


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Notas do Autor


É bem provável que tenha um bônus com Chanyeol apanhando, ou fugindo para uma galáxia distante (ou acampamento hippie) com Baekhyun.

Capítulo 2 - Capítulo Dois.


Fanfic / Fanfiction Why u gotta be so rude? - Capítulo 2 - Capítulo Dois.


CAPÍTULO 2:


A cena que se desenrolava era um tanto clichê, todavia, Park Chanyeol não se importava em parecer um bobo apaixonado, afinal era isso que ele era, um bobo perdido, louco e incondicionalmente apaixonado pela garota de cabelos cor-de-rosa. 

O dia tinha sido puxado, trabalhou durante a manhã e passou a tarde ensaiando com a banda, para que de noite pudessem se apresentar em um bar na parte periférica da cidade, agora se encontrava pendurado em um galho alto que balançava de acordo com seus movimentos — por mais cuidadoso que fosse — em uma das mais belas casas do bairro nobre, apenas a alguns passos da sacada do quarto dela. Buscou no bolso da calça as pedrinhas que havia pego durante o caminho em frente a uma garagem e jogou uma contra o vidro, tentando não ser tão agressivo ao ponto de quebrá-lo, lançou uma segunda pedra, e em seguida uma terceira.

(...)

Baekhyun estava pronta para dormir, trajando peças de diferentes conjuntos de dormir, uma blusa cinza de manga longa e um short azul, entretanto, o sono não vinha. Já havia jantado —  biscoito recheado e leite com achocolatado —, assistido pedaços de programas aleatórios da TV a cabo, já tinha tentado dormir. Mas, uma ansiedade descomunal a deixava inquieta, não sabia ao certo o porquê de estar tão acordada a uma hora daquelas, talvez o fato de estar sozinha em casa havia despertado algum tipo de medo.

Retornou para o segundo andar da casa, segurando firme o celular que clareava o percurso com a lanterna superior com a destra, enquanto com a outra mão agarrava firme uma bandeja contendo refrigerante, fatias de pizza e outras guloseimas. Agradeceu mentalmente a si mesma por ter deixado as luzes do quarto acesas, por puro costume adentrou o cômodo fechando a porta atrás de si, largou a bandeja sobre o colchão e alcançou o controle da TV, ligou em um canal de músicas apenas para não ficar em um silêncio torturante. Sentou-se de frente para bandeja cheia de comidas com as costas apoiadas na cabeceira da cama, na tela um clipe estrangeiro e colorido se iniciou. Antes de colocar o primeiro doce na boca, o som agudo ecoou pelo quarto. Algo havia batido no vidro da janela, o vento. Uma segunda vez, algum galho. E, uma terceira vez, Baekhyun levantou-se abrindo as cortinas.

— Chanyeol! — murmurou ao deitar-se sobre a janela para encarar o moreno lá embaixo, reconheceria aquelas roupas e o dono em qualquer situação.

Com mais habilidade que o esperado, Chanyeol escalou a árvore estreita se apoiando na parede até alcançar o parapeito da janela, sendo amparado pelas mãos de Baekhyun, que aguardava-o ansiosa. 

— Você deveria ter me avisado que viria! — brigou sem realmente estar irritada.

— Senti sua falta — confessou ignorando-a, enquanto beijava as laterais do rosto da garota, beijando a face corada e depois os lábios bonitos. —  Pensei em marcarmos algo para amanhã, e então Jongdae me disse que os seus pais iriam para o leilão de Incheon. 

— Aish, esse garoto fofoqueiro! 

— Deveria é agradecer a esse garoto fofoqueiro, se não por ele, estaria sozinha agora — disse rindo ladino ao acrescentar: —  E, eu garanto que minha companhia é muito agradável, Baek.

A garota sorriu, concordando silenciosamente com ele. Mesmo com aquela carranca, o humor muitas vezes ácido do Park tinha o dom de transformar todo momento chato em algo agradável. 

Baekhyun sentou-se sobre a cama observando o namorado. Chanyeol tirou os coturnos e as meias as empurrando para debaixo da cama, a jaqueta jeans foi para a escrivaninha junto aos óculos redondos de armadura dourada, desfez o laço que prendia a calça de moletom e subiu no colchão indo para cima da garota. As mãos apoiadas sobre os travesseiros para que seu peso não a machucasse, estava cara a cara com os olhos que perseguiam seus sonhos e os mais profundos desejos, o brilho na imensidão verde lhe causava a impressão de que o tom fazia jus a superstição, os olhos de Baekhyun lhe passavam esperança. 

Ela sorriu, ele sentiu o coração bater mais forte, sorriu de volta e colou seus lábios. O ósculo era lento, não tinha porque fazê-lo com pressa, tinham tempo, todo tempo do mundo para aproveitar cada mínimo detalhe. 

Chanyeol gostava da forma como os lábios dela roçavam sobre os seus causando uma sensação leviana de cócegas. Baekhyun adorava a forma como a língua dele envolvia a sua semelhante, os movimentos calmos e ao mesmo tempo possessivos arrancando-lhe suspiros profundamente apaixonados.

As mãos macias de unhas longas e coloridas mergulharam nos longos fios negros, os dedos emaranhados acariciando das raízes às pontas. Chanyeol revezava entre tocar a cintura fina sob si, o rosto bonito e as coxas leitosas. Os beijos apesar de mais curtos, eram mais intensos, grunhidos misturados aos arfares. Quando a mão grande tocou a cintura subindo por debaixo da blusa tocando as costelas dela, o polegar deslizou sob o contorno do seio farto e logo estava sobre o mamilo rígido circulando a auréola sem pressa alguma. A Byun jogou a cabeça para trás arfando antes de soltar um grunhido surpreso, Chanyeol aproveitou-se da nova posição para descer a boca até o pescoço pálido, onde seus lábios brincavam com a tez perfumada por algum creme hidratante, a língua deslizando em círculos como em um beijo desajeitado. 

Baekhyun firmou as mãos nos ombros largos e fez menção de empurrá-lo para o lado, obviamente não conseguiu movê-lo, mas fez com que o Park levantasse o rosto para atendê-la. Com apenas um gesto, compreendeu o que sua companheira queria e jogou o corpo para o espaço vazio no colchão acomodando-se sobre o edredom. A rósea sentou-se tirando a própria blusa e as meias, e então passou uma perna por cima do moreno sentando-se sobre as coxas dele. Novamente, perderam-se em ósculos carregados de desejo. 

Chanyeol movia as mãos incansavelmente, descendo-as da cintura até os joelhos, refazendo o percurso e tomando proveito da situação, apertava firmemente os dedos no bumbum um tanto avantajado. Algo que sempre lhe chamava atenção, com certeza, era um sacrifício quando tinha que vê-la apenas de longe com aquelas calças apertadas que pareciam deixar aquela região extremamente chamativa. Uma tentação para suas mãos que chegavam a coçar. Com tal pensamento, levou-as para as costas dela, procurando pelo feixe do sutiã, sem êxito suspirou irritado ouvindo o riso feminino, ela guiou suas mãos para o lugar certo, entre os seios.

Os olhos do Park exibiam um brilho único. Sem conseguir calcular perfeitamente as ações de seu corpo, ele se inclinou tomando um dos montes pálidos com a boca, sugando e lambendo o mamilo de um e de outro, enquanto as mãos mais que ansiosas adentravam o short apertando as duas bandas carnudas, forçando o quadril feminino sobre o seu para mostrar o quanto desejava cada pedacinho dela. As roupas incomodavam seu corpo, o suor que começava a juntar sob as peças as deixavam úmidas e extremamente incômodas, o Park deixou que ela saísse de seu domínio e tirou as peças que lhe cobriam.

Estavam nus. Ambos completamente entregues, um ao outro. 

Baekhyun não podia negar que era completamente submissa às carícias do moreno bonito, as mãos dele apertavam suas coxas quando acomodou-se sobre ela, o corpo magro —  proporcional para a idade dele — encaixou-se perfeitamente no dela. As testas coladas, olho no olho, a posição perfeita para que Chanyeol conseguisse apreciar o rosto dela com uma expressão deleitosa quando deslizou seu membro para dentro dela, sendo envolvido pela carne quente e úmida. A sensação era arrebatadora. 

O quarto foi preenchido por sons eróticos: Baekhyun soltando barulhinhos como uma gatinha manhosa, Chanyeol ofegante enquanto se esforçava para não perder o ritmo que agrada ambos, os corpos suados chocando-se. A melhor trilha sonora para suas noites, diria o Park.

A sensação maior veio junto ao orgasmo forte. Os gemidos engasgados. As mãos inquietas. Os músculos tendo pequenos espasmos. As respirações desreguladas. Descansaram sob o colchão, entre os lençóis amassados e as peças de roupas.

Alguns minutos foram suficientes para no mínimo respirar normalmente. Ele sorriu. O Park se inclinou apoiando o cotovelo ao lado do rosto dela e selou os lábios rosados inchadinhos. Ela retribuiu

Apesar de em seus sonhos mais ambiciosos, Baekhyun imaginar-se acordando todos os dias ao lado dele, não podia dar-se ao luxo de fazê-lo. Mesmo que tentada a ver uma outra vez aqueles cabelos lindos emaranhados como um ninho de pássaros, era o único momento em que conseguia vê-los completamente bagunçados.

— Você não pode passar a noite aqui. É muito arriscado, Chanyeol. 

— É, eu sei — disse sem realmente se importar com o aviso, aconchegando-se no móvel confortável.

— Estou falando sério!

—  Prometo que só vou ficar até você dormir.

Realmente, o Park planejava ficar apenas até que Baekhyun conseguisse dormir, mas acabou se acomodando nos braços magros e o som da respiração ressonando contra seu couro cabeludo junto aos dedos finos e enroscando em seu cabelo, fez com que ele embalasse rapidamente em um sono profundo.

Tão profundo que só conseguiu despertar por completo no dia seguinte quando a voz masculina soou forte e irritada pelo cômodo junto ao baque da porta contra a parede:

—  O que esse moleque está fazendo na sua cama, Baekhyun Byun?!




Notas Finais


—☆ Banner & Capa por @llolajikooka
—☆ Betagem por @Reverse_


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