História Wife. - Capítulo 12


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Categorias TWICE
Tags 2yeon, Dahmo, Michaeng, Satzu, Sohyo
Visualizações 143
Palavras 6.392
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei, mas finalmente voltei com um cap pra Wife <3 Eu estava sem internet e a mesma só voltou por esses dias, espero que não tenham me abandonado, sei que faz tempo que não atualizo, mas é que eu não estava bem e precisa repensar algumas coisas da fic. Enfim, espero que gostem do cap, me digam o que acharam e o que acham que vai acontecer <3 Perdão pelos erros <3 Eu amo vocês demais demais <33 Boa leitura gente <33

Capítulo 12 - Um passo importante, um plano e falta de sono.


  Poucos minutos após a Chou ter saído da sala da presidência, Momo e Dahyun enfim pararam em frente a porta e para a felicidade de ambas, Sana estava calma e totalmente pronta para recebê-las sem demonstrar qualquer nervosismo que entregasse que estava aprontando. A Hirai podia ser a presidente oficial, mas ainda sim tinha de bater na porta, pois era uma questão de educação, e fora isso que fizera logo após cumprimentar Somi com um rápido bom dia. Momo conhecia a Jeon já tina alguns anos, ela trabalhava já a um bom tempo ao lado de Sana, a mesma era como seu braço direito para tudo.

 

  O casal ficara aguardando a autorização da outra, coisa que não demorara muito, pois ela sabia de quem se tratava e não tinha motivo para demorar demais com aquilo. fora que sabia que Momo não gostava de enrolação. Após ouvirem o tão esperando "entrem", Momo finalmente girou a maçaneta e entrou em sua sala, sendo seguida por Dahyun que tinha um sorriso tímido formado nos lábios e uma curiosidade gigantesca no coração.

 

—Demorei, mas voltei priminha. — Momo disse num tom um tanto divertido e Sana se levantara da cadeira para ir ao encontro da mesma. Momo e Sana alem de primas, também eram grandes amigas, o clima entre as duas sempre era de alegria. Dahyun conseguira sentir isso ao ver as duas se abraçarem com força e rirem, a Kim acabara sorrindo com a cena, era tão agradável de ver. —Sana, é com muita felicidade que eu gostaria de lhe apresentar minha esposa. Hirai Kim Dahyun.

 

—Muito prazer. — Disse finalmente saindo de trás da Hirai e encarando a outra japonesa, Momo sorrio vendo o quão fofa a esposa ficava quando estava com vergonha. Dahyun estendeu a mão para Sana e continuou a encarando com um sorriso tímido. —Momori me falou muito sobre você. Porém não lembro-me de tê-la visto em nosso casamento, acho que tinha tanta gente que nem chegamos a ser apresentadas.

 

—É mesmo? Espero que ela tenha dito coisas boas, pois eu sou uma pessoa maravilhosa e que merece ser bem falada. — Sana apertou a mão da mais nova e lançou-lhe um sorriso simpático, o que fizera com que Dahyun também sorrisse. —Brincadeiras a parte, muito prazer. Me chamo Minatozaki Sana e saiba que é uma honra lhe conhecer. E bom, creio que não nos conhecemos no casamento, pois eu não pude comparecer. Peço perdão por isso.

 

—Nós entendemos. Mas enfim, quero saber como esta a empresa. Esta tudo bem? — A Hirai perguntou enquanto começava a olhar em volta, conferindo com olhar se tudo estava ajeitado. Sempre que Sana ocupava sua sala ela mudava alguma coisa de lugar, porém dessa vez parecia que tudo estava em seu devido lugar. Sana que antes tinha uma expressão tranquila, agora estava séria, Momo encarou a mesma com curiosidade. —Aconteceu alguma coisa?

 

—Tenho uns assuntos sérios para tratar com você, e creio que os mesmos vão ser um tanto chatos para sua esposa. Que tal a mesma ir dar uma volta na empresa? Afinal ela precisa conhecer tudo que é dela também. Creio que a funcionaria Chou seria perfeita para mostrar-lhe tudo, ela é um tanto paciente e calma. — Sugeriu com calma e ao final os olhos da Minatozaki brilharam intensamente, isso era algo que acontecia automaticamente sempre que falava de Tzuyu. Momo arqueou a sobrancelha direita e encarou  Dahyun, ela não sabia nada sobre negócios, ela obviamente iria acabar ficando entediada em poucos segundos. —E então?

 

—Perfeito. Chame a Chou e peça que mostre tudo para o meu bebê. — Dito isso, a Hirai voltou o próprio corpo na direção da Kim e segurou as mãos da mesma. Dahyun ficara muito sem graça, pois o olhar de Momo sempre era tão intenso que fazia com que se sentisse completamente desconcertada por dentro. —Assim que eu acabar aqui, prometo que vou correndo te encontrar amor. Tudo bem?

 

—Claro Momori. — Dahyun abrira um largo sorriso e sem pensar muito, ela selou os lábios da japonesa num selinho um pouco demorado. Dessa vez fora Momo quem ficara desconcertada, a atitude repentina da Kim lhe surpreendera demais, ela não era de fazer isso em publico, pois era sempre muito tímida. As duas só se afastaram, pois após se comunicar com a Chou, Sana começara a pigarrear para chamar a atenção, não estava afim de ficar vendo as duas daquele jeito. —Desculpa amor.

 

—Tudo bem querida, adoro quando me beija. — Sorrio se afastando da coreana com calma. Caminhou lentamente até sua mesa e com gosto sentou-se em sua cadeira. Sentira-se bem, no fundo estava com vontade de trabalhar, apesar de que era bom demais ficar em casa com Dahyun, a baixinha era uma esposa maravilhosa e uma companhia incrivelmente boa. —Espero que você não tenha feito besteiras com a empresa na minha ausência.

 

  Sana estava pronta para responder algo, porém fora cortada pelas suaves batidas na porta da presidência, Momo sinalizou para que a prima abrisse, pois provavelmente se tratava da Chou que havia subido rapidamente. A Minatozaki suspirou ansiosa para ver sua amada novamente, não podia dar bandeira por enquanto, mas pelo menos ia poder vê-la e lhe olhar enquanto lembrava dos bons momentos que tiveram horas antes de Momo chegar. No fundo Sana queria muito contar para Momo sobre seu caso com Tzuyu, mas ainda não achava ser o momento certo, pois a mesma começaria a falar que era uma idiota de não estar com ela, o que no fim das contas era verdade. Por fim, Sana abrira a porta lentamente e dera um rápido sorriso ao ver que realmente era sua linda Taiwanesa, muito educadamente dera passagem para a mesma e ficara admirando-a caminhar até perto de Dahyun.

 

—Bem vinda de volta chefe. Em que posso ajudar? — Tzuyu era uma garota educada por demais, e esse era apenas um dos pequenos pontos que faziam Sana suspirar de amores por ela, pois a mesma tinha tantas qualidades, Sana só sabia suspirar por ela. —Causei algum problema durante a estadia da Srta. Minatozaki? — No fundo Tzuyu estava com medo que Momo tivesse notado algo diferente na sala e descoberto sobre seus momentos com Sana, durante a ligação Sana não adiantara nada do assunto.

 

—Obrigado, e quanto a isso, pode ficar tranquila. Você não fez nada de errado, apenas pedi que Sana lhe chamasse, pois preciso que me faça o gentil favor de levar minha esposa para conhecer a empresa. — Momo levantou-se e caminhara até as duas, Sana apenas ficara observando tudo com uma expressão boba, Tzu esbanjava sensualidade quando estava com uma pose mais séria, isso tirava Sana do sério. —Essa é minha esposa Hirai Kim Dahyun. — Disse a japonesa ao passar o braço ao redor da cintura da esposa que sorrira tímida para a Taiwanesa. —E meu amor, essa é Chou Tzuyu, uma das funcionarias mais exemplares de minha empresa. — Nesse momento Sana teve de segurar uma risada, pois Momo não sabia o que ela e Tzu aprontavam em sua ausência, isso com certeza quebrava a imagem perfeita da Chou na empresa.

 

—Muito prazer senhora. — Tzuyu disse educadamente e curvou-se um pouco, Dahyun fez o mesmo e sorrio para a outra. —Vai ser uma honra mostrar tudo para a senhora. — Dahyun riu dessa vez, não gostava de formalidades, Momo e Sana já estavam bem acostumadas, mas ela não, a mesma agarrou a Taiwanesa pelo braço e começou a puxa-la até a porta, Tzu estranhou bastante, e as duas japonesas apenas riram, Dahyun parecia uma criança fofa animada para comprar um brinquedo novo.

 

—Não precisa de formalidades, meu nome é Dahyun, mas pode me chamar de Dah ou Tofu. Agora vamos logo, quantos anos você tem? Como é trabalhar aqui? Você tem algum crush? — Dahyun abrira a porta enquanto bombardeava Tzuyu com perguntas, a Kim estava realmente animada e isso fez Momo abrir um largo sorriso enquanto observava a cena com Sana ao seu lado a Minatozaki também estava com um sorriso bobo, porém o mesmo era exclusivamente para Tzuyu. —Até já amor. — Disse para Momo após sair completamente e enfim fechou a porta.

 

  Momo suspirou e voltou a sentar-se em sua cadeira, Sana voltou a si e sentou-se na outra cadeira, ficando de frente com a Hirai. Estava na hora de começarem a conversa séria e Momo sabia que a mesma não seria apenas sobre a empresa, pois se fosse, talvez Sana nem tivesse pedido a saída de Dahyun, ela apenas teria começado o assunto.

 

—Vou ser bem direta, tenho informações cruciais sobre o Kirito e o que ele esta armando, nossa conversa vai ser um pouco longa. — Sana ajeitou-se melhor na cadeira e Momo encarou-a com atenção. —Segura priminha, pois seu pai esta aprontando coisas serias

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  Do lado de fora da empresa, Chaeyoung estava bem folgada apoiada no carro conversando com Mina pelo celular, a coreana não conseguia ficar muito tempo sem falar com a japonesa, queria a todo momento saber se ela estava bem e se o bebê estava bem. A mesma tinha medo que Mina sendo muito teimosa, decidisse ir trabalhar ou fazer algo que pudesse vir a prejudicar a gravidez. A Son já estava se acostumando com a idéia de que iria ser mãe, mesmo não tendo planejado, ela se sentia extremamente feliz, sempre que parava um pouco, acabava viajando como uma boba, imaginando diversos momentos que desejava ter com Mina e o bebê.

 

—Eu te amo mais, não seja teimosa. — Chaeyoung riu, pois ouviu Mina bufar do outro lado, a mesma odiava ser contraria e chamada de teimosa. A Son adorava vê-la zangada, achava que a voz da mesma ficava fofa, só de imaginar as bochechas e o bico, a mesma sentia vontade de sair correndo dali só pra apertar e beija-la. —Seus pais chegam de viagem semana que vem? Espero que seu pai não me mate, ele parecia um pouco serio demais no telefone ontem.

 

—Ai amor, eu não sou teimosa. E para de ser boba, Appa adorou você, é que ele é daquele jeitão mesmo, parece que ele esta sempre bravo, mas não esta, é só o jeito dele. Você vai ver que quando formos conversar com eles cara a cara vai ser bem diferente. — Mina queria tranquilizar a Son, pois seu pai apenas era sério, mas não mordia nem nada do tipo, o homem era bem tranqüilo. —Amor, quando você vier aqui em casa me buscar, trás aqueles docinhos da padaria que tem perto da academia?

 

—Vou tentar ficar calma, eu compro sim minha pinguim. Quer mais alguma coisa? — Perguntou animada, porém nesse momento seu celular de trabalho começara a tocar, revirou os olhos, odiava ter que cortar suas conversas com Mina para atender ligações de Lisa ou Amber, até mesmo as de Tatjana eram chatas. —Minari, espera só um minuto. Preciso atender a outra chamada, é do trabalho, não desliga.

 

—Okay Chae, enquanto isso vou pegar algo pra comer. Estou morrendo de fome, ainda não almocei. — Disse animada e a Son sorrio, adorava ver que Mina estava disposta e cheia de apetite, talvez ela fosse o tipo de mulher que quase não sente enjoo na gravidez, se bem que ela havia pego certo tique com seu perfume e lhe fizera trocar, mas fora isso estava tudo certo.

 

  A Son logo apanhou o outro aparelho e olhou o nome no visor, arregalou um pouco os olhos, pois não era muito típico Momo lhe ligar naquele celular, mas provavelmente ela havia ligado no numero normal, mas por estar falando com Mina as chamadas haviam dado ocupado. Suspirou já pensando que provavelmente a japonesa ia lhe dar bronca ou lhe zoar por estar já tão cedo falando com Mina.

 

—Chae na linha. — Disse ao atender a chamada, pudera ouvir uma risada de Sana no fundo e a de Momo bem alta na chamada, as duas já deviam estar lhe zoando. —Aish, parem de rir vocês duas, poxa. Eu tenho necessidade de saber como o amor da minha vida esta toda hora, vocês ficam assim por que ainda não estão nessa fase.

 

—Certo anã. Enfim, sobe aqui na minha sala, Sana e eu precisamos falar sobre um lance bem sério com você. Seja rápida, pois ainda tenho que encontrar Dahyun para irmos almoçar. Não precisa bater, apenas chegue e entre. — Momo disse após cessar as risadas, seu tom ao solicitar a presença da baixar era sério, a Son suspirou pesadamente e antes que pudesse responder algo, Momo simplesmente encerrara a chamada.

 

—Aish, lá vou eu. — Disse ao guarda o aparelho no bolso de dentro do paletó, em seguida ela pegara o pessoal para ver se Mina havia lhe esperado na chamada. —Minari, você esta ai ainda?

 

—Sim amor, estou comendo. Precisa desligar né? — Mina já conhecia bem a rotina de Chaeyoung e entendia, apesar de querer que a mesma a corena o dia todo seu lado, ela sabia que agora que Momo havia voltado, era quase impossível. Chaeyoung suspirou pesadamente, odiava ter que deixar sua pinguim, mas infelizmente não podia fugir do trabalho. —Chae?

 

—Sim amor, eu preciso trabalhar. Mas eu prometo que logo estarei ai nos seus braços, coma direito e se cuide. Nos vemos mais tarde pinguim. — Chaeyoung começara a se despedir tentando evitar demorar muito, mas sem deixar de ser carinhosa, Mina sorrira boba do outro lado da linha. —Eu te amo muito amor e amo nosso bebê.

 

  Após ouvir a despedida de Mina e a mesma dizer mais de cinco vezes que lhe amava, as duas enfim enceraram a chamada. Chaeyoung trancou o carro e arrumou bem seu uniforme de trabalho, deixando a gravata com o nó perfeito, não gostava muito da mesma, mas Momo achava elegante usa-la junto do paletó, então tinha de usa-la. Depois de se arrumar, a Son respirou fundo e adentrou a empresa.

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  As duas jovens caminhavam tranquilamente pelo corredor do sexto andar, pareciam amigas de longa data que tinham muito o que conversar, quem as via pensava isso, nem desconfiavam que elas haviam se conhecido a poucos minutos. Tzuyu tinha quase a mesma idade que Dahyun, talvez fosse esse o motivo de estarem se dando tão bem ou talvez apenas química mesmo. A Chou havia mostrado o RH e alguns outros locais para a coreana, elas também conversaram um pouco sobre suas vidas, Dahyun era uma jovem muito curiosa, fizera varias perguntas para a outra e Tzu entrara na onde de fazer perguntas também. As duas pareciam amigas de infância, que estavam se divertindo após um feliz encontro depois de anos.

 

—Mas pra ser sincera, meus tempos de escola foram bem divertidos. O papai sempre me buscava e deixava que eu levasse minhas amigas pra casa. Isso cobria um pouco a ausência da atenção dele que eu tinha, mas agora vamos falar de coisas mais divertidas. Tzu, você já amou alguém? Tipo amou de verdade sabe. — Dahyun parou próximo de uma das salas de reunião daquele andar e Tzu abriu a porta para que ela olhasse dentro, pois uma era diferente da outra, cada andar havia personalizado a sua a gosto, fora que Momo achava legal serem diferentes para não ter monotonia. —Estou curiosa sobre isso, já falamos de quase tudo, menos disso.

 

—Realmente. Mas sim, eu amei e ainda amo uma pessoa. — Respondeu brevemente enquanto já voltava a caminhar juntamente com a Kim, ela parecia maravilhada com toda empresa, cada passo era seguido de um olhar de admiração. Ela obviamente estava gostando de tudo que via e não era atoa, a empresa era linda tanto por dentro quanto por fora. —Amar é muito bom.

 

—E como você soube que era amor? Sabe, teve algum sinal ou você já sabia quando conheceu essa pessoa? — Dahyun começara a bombardear a Chou com perguntas, queria muito saber sobre aquilo, pois seu coração vinha lhe dando sinais que não sabia interpretar direito e precisava de ajuda. A Kim até pensara em pedir para Mina, mas a japonesa andava muito ocupada e agora Dahyun sabia que era por causa da gravidez, então o jeito era tirar suas duvidas com Tzuyu.

 

—No começo eu não sabia que era amor. — Começou ao virarem a direita no corredor, começando a caminhar na direção de onde ficavam as pessoas que criavam, os que mais tinham cabeça. —Porém um dia eu percebi que eu não conseguia mais ficar longe dessa pessoa, que eu não conseguia parar de pensar nela. Eu queria ficar com ela 24 horas por dia, mas o tempo parecia voar quando estávamos juntas e andar muito devagar quando estávamos distantes, ai eu percebi que era amor. — Tzuyu explicava tudo tranquilamente e Dahyun lhe encarava com admiração, enquanto as duas ainda caminhavam. —É difícil de explicar sabe, mas eu não consigo me imaginar vivendo sem essa pessoa ao meu lado.

 

—Acho que entendi Tzu, obrigado. — Disse direcionando um de seus mais belos sorrisos para a Taiwanesa que também sorrira, pois estava feliz em falar de seu amor. Por mais que não pudesse falar que se tratava de Sana, ela adorava falar sobre o sentimento que as envolvia desde a primeira vez que se viram. —Aquilo é uma maquina de café? Meu Deus, você tem que me ensinar a fazer um expresso, por favor Tzuyu. — A jovem Kim agarrou o braço da Chou e começou a puxa-la na direção da maquina, a mesma nunca tivera a chance de mexer em uma daquelas maquinas, quase nunca ia até a empresa de seu pai e quando ia não tinha ninguém que pudesse lhe ensinar aquilo.

 

—Okay, não é muito difícil. Quando tentei a primeira vez também errei, mas depois que uma pessoa muito especial me ensinou ficou fácil, você vai pegar o jeito rapidinho. Vem cá. — Disse puxando a Kim para mais perto, queria que ela visse todo processo perfeitamente, pois podia ver que ela era uma garota esperta e podia aprender rapidamente. —Foque nos botões e tudo vai correr bem, também não esquece de posicionar bem o copo, por que do contrario o café vai todo pro chão.

 

  Logo Tzuyu começara a ensinar a Kim como ela tinha que fazer, porém não parecia ser nada fácil, visto que a maquina de café tinha varias funções e a Kim quase não podia ler o que estava escrito nos diversos botões que a mesma possuía. As letrinhas eram muito pequenas e Dahyun não estava com seus óculos de leitura, as duas primeiras tentativas geraram uma perfeita bagunça no chão, pois alem do café cair no chão, o mesmo começara a sujar as duas. Elas começaram a rir enquanto a todo custo tentavam desligar a maquina, estava sujando tudo e o piso que revestia o chão era branco, não tinha como não ver a tamanha sujeita feita pelo café, a faxineira com certeza choraria ao ver. Mesmo com toda bagunça, elas ainda tentaram mais uma vez, porém falharam novamente, visto que quando o copo estava quase cheio o mesmo acabara tombando para o lado e derramando todo café que já havia dentro.

 

—Meu Deus, que bagunça. — A voz de Momo preencheu o ambiente, causando um arrepio intenso nas duas que tentavam se limpar e desligar a maquina. Dahyun direcionou o olhar na direção daquela voz e sorrio largamente ao ver a figura risonha da japonesa vindo em sua direção. —Querida, o que aconteceu? Como chegaram a esse ponto? — Perguntou quando enfim se aproximou das duas, Tzuyu abaixou a cabeça totalmente sem graça e Dahyun sorrio timidamente para a esposa. Momo teve de segurar-se para não apertar a Kim, pois ela estava muito fofa tímida, a mesma parou ao lado dela e apertando o botão certo desligara rapidamente a maquina.

 

—Com licença, vou chamar a moça da limpeza. — Disse a Chou totalmente sem graça, Momo não era uma chefe ruim, porém Tzuyu ainda tinha um pouco de medo dela. Apesar de tê-la visto rir da situação, na maioria dos outros momentos a mesma estava sempre séria. Momo e Dahyun assentiram para a mesma e ela logo se retirou dali deixando o casal a sós.

 

  Após Chou sair, Momo apanhou um copo e em poucos segundos conseguiu fazer um expresso para a Kim, entrou o copo para ela e sorrio ao vê-la tomar com uma expressão fofa no rosto. Dahyun notara que a japonesa estava absurdamente feliz naquela manhã, que ela parecia realmente de bem com a vida, o que não fazia muito sentido, visto que havia acabado de falar sobre assuntos sérios com Sana, isso deixara a Kim curiosa.

 

—Momo, o que aconteceu que você esta toda feliz? — Perguntou absurdamente curiosa, havia puxado isso de sua mãe, pois seu pai sempre lhe dizia que a mesma era absurdamente curiosa com tudo. A mais nova acabara puxando isso da mesma, deixando-a com mais um ponto que lhe deixara adorável, Dahyun era adorável como a mãe, amável, carinhosa e muito fofa. —Achei que os assuntos sérios te deixariam brava ou algo assim.

 

—Os assuntos com Sana eram muito sérios de fato, porém havia diversas coisas boas no meio de tanta seriedade. Mas enfim, que tal continuarmos o passeio? Tem mais um pouco para você ver e depois podemos ir almoçar querida. — Momo desconversara rapidamente, mudando de assunto, não queria falar sobre Kirito com Dahyun e sobre a parte boa, deixaria para falar quando estivessem em casa, longe de tudo e todos, amava seus funcionários, mas eram todos muito fofoqueiros. Dahyun a encarou com um sorriso fofo e um pequeno bigodinho formado pela espuma do café que a mesma tomava, Momo sentira vontade de morde-la, mas não o fez, deixaria para enche-la de mimos em casa. —O que me diz?

 

—Vamos sim Momo. — Disse animada e logo jogou o seu copo vazio dentro do cesto de lixo ao lado da maquina, o mesmo estava bem cheio, as pessoas da empresa se entupiam muito de café. Após se livrar do copo, a Kim agarrou o braço da esposa e juntas elas seguiram pelo corredor, Dahyun tinha mais da metade do prédio ainda pra conhecer. —Depois você precisa me ensinar a fazer aquele expresso Momori. — Fora dizendo enquanto caminhavam e Momo logo assentiu com um sorriso lindo nos lábios.

 

  Do outro lado, num corredor mais distante, Tzuyu caminhava apressada pelo mesmo, precisava apanhar umas coisas em sua mesa, ver se Sana já havia ido embora ou se ela ia ficar mais um pouco e claro almoçar, pois avisar a moça da faxina ela já havia feito. Apressada e sem quase olhar por onde andava, a Chou acabara dando trombada com Jeongyeon, a loira havia acabado suas tarefas e estava pronta para almoçar.

 

—Ei Tzu. Calma, por que esta tão apressada? Vai perder o bonde ou esta com medo da chefona? — Jeongyeon conhecia bem Momo, não tinha medo dela, mas sabia que a Chou tinha, muito diferente do que ela tinha com Sana, mas isso não vinha ao caso naquele momento. A Taiwanesa a encarou sem graça, fazia dias que não falava com a Yoo, basicamente desde o dia em que Sana aparecera lhe agarrando e pronta para cuidar das coisas para Momo. —Hm, você esta afim de ir almoçar comigo?

 

—Okay, só preciso ir até minha mesa. — Disse, aquela era a oportunidade perfeita para que pudessem conversar sobre tudo, colocar as coisas em pratos limpos, só assim poderia se dedicar totalmente ao relacionamento com Sana, já Jeongyeon poderia começar a procurar outra pretendente.

 

  Enquanto Chou e Yoo seguiam para o almoço, Momo e Dahyun faziam o mesmo, pois ainda tinham toda tarde para que Dahyun visse o que faltava da empresa. Momo convidara a Kim para ir almoçar e ficara de leva-la no restaurante favorito da mesma, Dahyun ficara mais do que animada com aquilo, adorava ir comer em seu lugar favorito, porém fazia tempo que não ia e agora Momo ia finalmente leva-la lá.

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  O dia passara de forma tranquila e com isso o final do expediente de trabalho enfim chegara, trazendo consigo o retorno para casa. Momo passara o dia na empresa resolvendo algumas coisas com Sana, Dahyun ficara junto com a mesma, aprendendo um pouco e as vezes conversando com Tzuyu e outros funcionários que eram mais próximo daquele andar. Ao final de tudo, Sana descera sendo acompanhada por Tzuyu, enquanto Momo e Dahyun seguiam as mesmas, a Chou ficara até tarde apenas por causa da Kim e claro para ter a oportunidade de ir embora com Sana talvez, qualquer minuto com Sana para Chou estava valendo, era ruim não poder abraça-la toda hora, mas estar perto dela já lhe fazia bem.

 

—Chaeyoung. — Momo disse ao chegarem no estacionamento e ela perceber que a Son estava quase cochilando encostada no veiculo. A mesma provavelmente estava sem bateria no celular e não tivera como ficar falando com Mina durante a tarde. Chaeyoung logo sorrio sem graça e entrou no carro para dar partida. —Nós vamos direto para casa. E você Sana, devia dar uma carona para a Chou, a essa hora ônibus é meio perigoso.

 

—É uma boa idéia, aceita senhorita Chou? — Sana virou-se dando as costas para a prima e assim encarando a Chou com um sorriso animado e sugestivo. Queria levar a Chou para sua casa, para que assim ela conhecesse sua filha e as coisas começassem a ter um novo nível, ela poderia ver como a jovem iria se dar com a mesma, isso obviamente sem saber que a Chou era seu amor. —Será uma honra leva-la.

 

—Se não for incomodar, sim eu aceito. — Disse com o rosto totalmente vermelho, estava sem graça por estar perto de sua chefe e também por que ia ir embora com Sana. A idéia de ter momentos agradáveis com a mesma durante o caminho lhe fazia ficar quente e não era de vergonha. Sana sorrio para a Chou e virou-se novamente para a prima, Momo estava totalmente alheia, abraçada com Dahyun que parecia um pouco sonolenta.

 

—Vou indo então Momo, foi um prazer lhe conhecer Dahyun, por favor, continue cuidando bem da minha prima. — Sana disse animada enquanto agora apertava a mão de Momo e sorria, Momo podia estar alheia, mas notara algo diferente em Sana, pelo menos quando ela estava perto de Chou Tzuyu, porém não diria nada, pois podia apenas ser coisa de sua cabeça. —Vamos  senhorita Chou? — Disse após ver Momo e Dahyun entrarem no carro, Tzuyu apenas sorrio lindamente e assentiu.

 

  Sana começa a caminhar ao lado da Chou, guiando a mesma até seu carro, infelizmente o carro da Taiwanesa passaria a noite ali no estacionamento, mas Momo não precisava saber disso, afinal fora dela a idéia da carona, então não havia por que suspeitarem de nada apenas por aquela ação. Tzuyu estava tão alegria que não conseguia deixar de sorrir, ela queria abraçar sua japonesa ali mesmo e enche-la de beijos, porém as câmeras de segurança pegariam isso e ai sim as coisas ficariam complicadas. Já a japonesa não estava diferente, por fora uma expressão seria, porém por dentro estava vibrando de felicidade, nunca se sentira tão feliz, enfim ia dar um passo super importante com seu grande, só esperava que tudo desse certo, pois não pretendia desistir da mesma por nada no mundo.

 

  Ao chegaram até o carro, ambas adentraram o mesmo sem muita demora e Sana tratou de sair dali o mais rápido possível, apenas na rua teriam a privacidade de conversar e interagir como bem quisessem. Não que Sana estivesse com segundas intenções, mas ela também não podia negar que estava doida para beijar sua amada, a questão que atrapalhava era uma coisinha básica, mas que logo tiraria a limpo.

 

—Onde você estava durante o almoço? Não achei você em lugar nenhum. — Perguntou curiosa, pois durante o almoço queria ter levado a Chou para comer em um lugar especial, lugar onde pretendia tê-la convidado para jantar em sua casa e conhecer sua filha. Tzuyu virou o rosto na direção da mesma e lhe lançou um sorriso bobo, Sana se derreteu por completo apenas com aquele sorriso. —Eu queria muito ter almoçado com você, acabei comendo sozinha.

 

—Me desculpa, é que eu fui almoçar com a Jeongyeon e conversar com ela sobre tudo, e finalmente as gente esclareceu tudo, agora as coisas estão resolvidas. — Tzuyu explicou enquanto ainda encarava Sana, porém a feição da japonesa ainda não mostrava tranqüilidade, ela parecia estar com ciúmes. —Inclusive eu fiquei muito feliz, por que ela já esta interessada em outra garota e muito animada. — Disse e finalmente a feição de Sana ficara mais relaxada.

 

—Ah vem cá meu amor. — Diz ao parar o carro no sinal que acabara de ficar vermelho. Sana inclinou-se na direção da Chou e deixou uma leve mordida pela bochecha da mesma, Tzuyu virou o rosto e selou os lábios da mesma por alguns segundos. —Amor, queria saber se você não quer ir lá em casa, a gente pode jantar e você pode conhecer a minha filha. Eu ficaria muito feliz se isso acontecesse.

 

—Own eu aceito, mas com que desculpa você vai levar uma funcionaria até sua casa a essa hora? Já é noite Saninha, sua filha pode desconfiar ou sua Omma. — Tzuyu não queria trazer problemas para Sana, ela queria ficar com a mesma e conhecer a meninas, porém queria que tudo acontecesse de forma correta para que não tivessem nenhum tipo de empecilho. Sana abrira um lindo sorriso para a Chou e selara os lábios da mesma por alguns segundos. —O sinal abriu...

 

—É mesmo, mas enfim. Não se preocupe minha Jedi, a minha filha não vai desconfiar de nada, eu disse que iria levar trabalho para casa hoje. E você é a minha funcionaria de confiança, a pessoa que tenho total certeza que vai conseguir me ajudar. — Havia duplo sentido nas palavras de Sana e Tzuyu conseguira perceber isso, conhecia muito bem a japonesa pra saber que trabalhar era a ultima coisa que fariam. —E quanto a minha Omma, fique tranquila, pois ela viajou hoje pela manhã e volta apenas na semana que vem.

 

  Após ouvir as palavras de Sana a Chou ficara completamente tranquila, realmente não haveria problema algum em ir até a casa de sua amada. Durante o restante do caminho as duas ficaram em silencio durante boa parte do mesmo, porém as vezes quando paravam em algum sinal muito demorado, Sana lhe roubava beijos da Chou, deixando-a as vezes até mesmo sem graça, mas sempre muito feliz, pois não havia nada melhor no mundo do que receber carinhos de sua tão amada japonesa. Enquanto dirigia, a Minatozaki não deixava de sorrir, parecia que seu peito ia explodir de tanta felicidade que estava sentindo, podia parecer bobagem, mas para ela aquela noite era um passo tão grande, Tzuyu finalmente ia conhecer sua filha e as chances de se darem bem eram tão grandes quanto as de não se darem.

 

  Não demorara muito para que enfim chegasse até a casa da japonesa, Tzuyu se sentira um pouco nervosa, mas tentara parecer confiante diante de Sana, pois não queria que ela mudasse de idéias, queria muito conhecer a jovem e ver se ela iria lhe aceitar, se iria desconfiar de algo ou coisa assim. Ambas desceram do carro após Sana o deixar dentro da garagem, as duas entraram pela porta da cozinha, a mão da Chou estava gelada e fora inevitável esconder isso da outra, pois ao pegá-la a mesma percebera rapidamente. Gentilmente Sana levara a mesma até os lábios deixando um suave beijo pela costa, Tzuyu sorrio enquanto observava Sana lhe dizer com o olhar que tudo ficaria bem.

 

—Cheguei, tem alguém em casa? — Disse animadamente ao enfim adentrar a sala sendo seguida por Tzuyu que apesar de mais calma, estava um pouco tímida e Sana adorava vê-la com as bochechas vermelhas, seria um sacrifício enorme se segurar para não agarra-la e beija-la naquele momento. Logo um som vindo das escadas chamou a atenção de ambas, e elas puderam ver uma bonita jovem descer as mesmas rapidamente e quase pular no colo da japonesa. —E ai minha moleca, como você esta? — Perguntou enquanto retribuía o abraço apertado que a mais nova lhe dava.

 

—Estou muito bem mãe, cheguei da escola e fiquei no meu quarto até agora estudado um pouco, os testes estão chegando e eu quero me sair bem. Mas amanhã eu quero sair com as minhas amigas, isso se a senhora deixar. — A garota parecia ser tão educada e era linda, não se parecia com Sana, não em aparência, já em personalidade parecia e muito. —Nossa mãe, quem é essa mulher linda? Sua namorada?

 

—Ora essa, quem me dera. Essa é Chou Tzuyu, minha colega de trabalho e funcionaria mais competente. Ela vai me ajudar com o trabalho que trouxe para finalizar em casa, agora que sua tia Momo voltou, eu tenho que revisar diversas coisas. — Explicou a japonesa de forma tranquila enquanto observava a menor olhar para a Chou com um sorriso acolhedor e lindo.

 

—Muito prazer, meu nome é Minatozaki Yuju. — A menor estendeu a mão para a Chou e a mesma não demorou a aperta-la com animação, isso fez o coração de Sana disparar, duas das pessoas mais importante de sua vida estavam aparentemente se dando bem. —Vem sentar, a mãe é meio desligada, mas é falta de educação deixar visita em pé. — Yuju segurara nas mãos de Tzuyu e começara a puxa-la até o sofá.

 

  A intenção não era que se sentassem, mas para agradar a menor Sana e Tzuyu se sentaram um pouco, no fim das contas fora até bom, pois a japonesa estava realmente precisando se sentar um pouco. Seu dia com Momo na empresa fora extremamente cansativo, a outra sabia pegar em seu pé quando queria e era exigente por demais, Sana amava a prima, mas a mesma com trabalho era complicada de lidar. Enquanto a Minatozaki mais velha tentava descansar a mente e o corpo, Tzuyu e Yuju conversavam animadamente, parecia que se conheciam a anos ou eram amigas de infância, a Chou levava jeito, sabia gírias da idade de Yuju e entendia tudo que ela lhe falava sobre a escola e adolescência, por um momento a japonesa imaginara Tzuyu convivendo com a mesma todos os dias e agindo como uma mãe, e tal visão fora perfeita.

 

—Bom, odeio cortar a conversa. Mas precisamos terminar o trabalho, são assuntos importantes demais. Você pode pedir o que quiser pra comer e pode pausar os estudos também, jogue videogame ou veja sua serie favorita. — O tom de Sana era divertido, a mais nova fizera um pequeno bico, mas logo sua expressão ficara animada. —Pode ser minha princesinha?

 

—Claro mãe, mas eu quero saber uma coisa. O que você gosta de comer Tzu? Eu vou pedir o que você gosta pra gente jantar, pois se vão trabalhar, vocês obviamente vão ter muita fome e precisam comer. — Yuju falara com tanta animação que Sana arqueara a sobrancelha em surpresa, não se lembrava de ver a filha tão animada como naquela noite. Tzuyu também tinha um sorriso magnífico nos lábios.

 

—Vem cá. — A Chou chamou a mais nova para perto e assim que a mesma se aproximou, ela começara a sussurrar no ouvido da mesma. Sana não se dera ao trabalho de tentar ouvir, pois provavelmente era apenas algo sobre a comida. Após falar, a garota sairá correndo da sala em busca de seu celular, iria pedir a comida indicada pela outra. —Podemos começar o trabalho chefe. — Tzuyu sorrio inocente para a japonesa e a mesma lhe retribuiu com um sorriso pervertido e logo estendeu a mão para a mesma, a Taiwanesa segurou a mesma sem pensar duas vezes.

 

  Sana guiou a Chou até seu escritório, trancou a porta do mesmo após entrarem e finalmente matou sua vontade de agarrar a Chou. Prensando-a contra sua estante e começando a deixar beijos pela nuca da mesma, Tzuyu não relutou, ela simplesmente deixou que Sana lhe tocasse, amava os toques e carinhos da mesma. Fora que estava com saudades, pois após a chegada de Momo, ela não pudera ficar nem um minuto a sós com a japonesa.

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  Era por volta de dez e meia, a noite estava um pouco gelada, porém Momo e Dahyun já estavam deitadas e bem aquecidas. A Kim dormia serena como um anjinho, a japonesa havia lhe feito uma deliciosa massagem para que a mesma pudesse relaxar e descansar melhor, a mesma nem tentara instiga-la a fazer amor, pois seu nível de cansaço se igualava ao dela e sem energia não seria nada bom para nenhuma das duas. No entanto, mesmo estando cansada e com sono, a mesma não conseguia dormir de jeito nenhum, as coisas que Sana havia lhe dito ficavam ecoando em sua cabeça. Seu pai queria lhe matar, sua mãe estava viva e fora da clinica psiquiatra, Jihyo era sua meio irmã, tudo isso de uma só vez fora forte demais, ela simplesmente não conseguia relaxar, por mais que duas das coisas fossem boas.

 

  Delicadamente Momo se desvencilhará dos braços da esposa e levantou, ajeitou seu shorts, sua blusa e vestiu uma blusa de frio, calçou os chinelos e por fim saiu do quarto sem fazer o menor dos barulhos. Desceu as escadas torcendo para não esbarrar em nada e nem em ninguém, pois havia a grande possibilidade de ela dar de cara com Chaeyoung, porém isso não ocorrera. A mesma seguira seu caminho até a cozinha, iria preparar um rápido chá, talvez o mesmo fizesse com que se acalmasse e enfim conseguisse dormir. Porém ao adentrar o cômodo, ela notara uma luz na academia e uns barulhos vindos da mesma, torceu para que não fosse nada obsceno acontecendo e seguiu até lá, ignorando totalmente a idéia do chá. Ao chegar até sua sala de treino, ela pode ver Jihyo, a mesma estava treinando e pelo suor, parecia que estava ali já tinha um tempo.

 

—Ótimos golpes. — Comentou ao adentrar a sala e Jihyo lhe encarou com frieza no olhar, Momo nem ligara, estava tão feliz com o que descobrira que nem se importava com mais nada. —Eu não conheço todos, que tal treinarmos juntas, eu te ensino alguns e você me ensina outros.

 

—Hm, okay. Vamos lá, quero ver o que você sabe. — Disse ao parar de socar o saco de pancadas, Momo sorrio, tirou sua blusa de frio e estralou seus dedos, treinar um pouco e ainda mais com sua irmã, isso sem duvida iria esvaziar sua mente para que pudesse dormir sossegada. —Não vai chorar depois em. — Debochou e Momo apenas riu baixo enquanto se posicionava, descalça mesmo, a sala de treino estava quente.


Notas Finais


Enfim é isso, espero que tenham gostado, me digam o que acharam e o que acham que vai acontecer daqui pra frente <33 Perdoem os erros, desculpem pela enorme demora <33 Eu amo vocês demais demais <33 Até mais gente <33


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