História Wigned Hearts - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 2
Palavras 1.758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá pessoas, eu espero que você gostem e comentem e favoritem para continuar a história e leiam até o fim.
Beijos aos que passaram por aqui.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Wigned Hearts - Capítulo 1 - Prólogo

Acho que eu devo dizer, eu não sou o ser mais pontual do mundo, na verdade, eu só não sou pior que um relógio com as pilhas falhando, por que elas podem ser trocadas. Hoje é o aniversário da minha melhor amiga, ela disse que ia receber algumas poucas pessoas na casa dela, o que era um eufemismo para uma festa que iria rolar após os pais dela saírem de casa. E, no caso, eu só cheguei mesmo quando a festa já tinha começado, os vizinhos a odiavam por causa disso, mas contanto que ninguém morresse, os pais dela acabavam relevando maior parte da encheção de saco.

Mandei uma mensagem assim que cheguei no ponto de ônibus, então ela e o irmão vieram me buscar na parada. Pamela tinha pintado o cabelo recentemente de azul e como o seu cabelo é todo cacheado, ela parecia um pompom azul, eu tenho 1,70m cravado de altura e ainda sim, eu sou minúscula perto de Pam e Enrique que exibiam quase 1,90m e um porte físico que me deixava levemente constrangida, e não se engane, eu não estou fazendo pouco caso de mim, eu só sou... Simpática, em termos de comparação.

Pam abriu um sorriso enorme ao vê e veio me abraçar, ela já estava com cheiro de álcool, Enrique deu de ombros por conta do meu olhar questionador. Foi então que eu notei uma terceira pessoa perto deles, não o tinha percebido ainda, ele não parecia ser muito maior que eu e estava com os olhos fixos no celular, eu o analisei inteiro e só parei, por que Pam se afastou e tomou a minha atenção de forma invasiva.

- Vamos! – Falou jogando os braços para o alto e soltando um gritinho alegre.

- Yey – falei com animação forçada, por que eu já sabia que teria dor de cabeça no dia seguinte. Ela virou e quase saiu saltitando enquanto me abraçava, mas seus olhos caíram sobre o rapaz do celular e ela nos apresentou:

- Igor, esta é mi mig Sophie. Sophia, este é mio primo, Igor. Acabadas as formalidade, vamos voltar para casa, por que eu preciso balançar a minha raba – falou alto jogando o braço para cima, eu ajeitei a minha bolsa de lado e corri atrás dela, ouvi Enrique me chamando, mas eu já estava a toda velocidade tentando impedir que Pam caísse e ralasse a cara toda.

Não demoramos a chegar a casa dela e ela começou a gritar para que o irmão se apressasse, por que aparentemente quem estava com as chaves da casa era ele. Assim que chegou perto sinalizou que queria falar comigo e eu apenas assenti enquanto segurava Pam que estava se movendo de um jeito estranho, por causa da música.

Assim que a porta foi aberta, a primeira coisa que nós vemos é Safira com a namorada nova, elas nos olharam e automaticamente Pamela recobrou toda a compostura e eu tomei um susto. Ela virou para o primo, pegou a sua mão e a minha também, sorriu para nós dois e falou:

- Não me deixem cair – engoli em seco, não queria ter que cumprir aquele pedido. – Ok? – Mordi o lábio com força e falei firme ao mesmo tempo o primo, cujo nome já não lembrava muito bem agora.

- Ok. – Ela abriu um sorriso enorme e assentiu entrando na própria festa e ia me puxar, mas Enrique me impediu de seguir dizendo que iriamos pegar bebidas e arranjar um lugar para colocar as minhas coisas.

- Não demora – e saiu arrastando o primo que agora parecia um pouco desconfortável por ter de lidar com uma Pamela alterada. Olhei confusa para Enrique, ele fechou a porta e pediu que eu o seguisse, eu sabia onde podia guardar a minha bolsa e eu fui direto para o quarto de Pamela com ele.

Conversamos e rimos um pouco antes de entrar no quarto.

- Veio de muda? – Perguntei quando eu tirei a bolsa nos ombros.

- Não é bem roupa que está pesando aqui – falei sorrindo para ele. – Mas, o que você queria falar comigo? – Perguntei calma enquanto guardava a minha bolsa, estava um pouco pesada, tirei o meu celular, maço e isqueiro de dentro e guardei junto com o meu casaco, por que estava começando a ficar com calor.

- Gabriel veio – falou sem muita preparação e eu cruzei os braços mordendo o lábio. – Veio o grupo todo nas costas do Diogo, então... Eu sinto muito? – Estreitei os olhos para ele, inspirei profundamente e assenti. Tanto Pam como Enrique eram bi, e ele tinha um chush eterno em Diogo que era melhor amigo de Gabriel, meu ex. – Tudo bem? – Olhei cética para ele.

- Claro que não, mas eu não vou expulsar os seus convidados da sua festa – falei e ele sorriu abertamente e pulou em cima de mim.

- Você é a melhor amiga do mundo, sabia? – Falou rindo e eu assenti.

- Eu sei. E como melhor amiga, eu vou dizer outra coisa – falei séria e me afastei, ele ficou tenso. – Transa com ele de uma vez. O quarto e a noite já estão garantidos – falei e ele me sorriu malicioso e um pouco tímido. – Meu deus! Gente apaixonada é um saco! – Falei e quando olhei para a porta, Gabriel e Diogo estavam lá parados, ouvi alguém gritando e reconheci a voz de Pamela:

- Essa vai para todos os destruidores de coração profissionais presentes nessa festa – reconheci as batidas iniciais de How to be a heartcreaker de Marina and the Dimonds e mordi a língua. – SOPHIE ALENCAR DOS SANTOS – fechei os olhos com força e virei e pisquei para Enrique.

- Essa é a minha deixa – Enrique riu alto e me virei na mesma hora em que ela continuou gritando:

- APARECE, CARALHO!

- Olá meninos. Tchau meninos. – E saí do quarto e fui correndo para onde estava a caixa de som e o microfone. Ela levantou o copo e gritou assim que me viu, senti o olhar preocupado de alguém perto de mim e virei a tempo de vê Safira, a ex de Pamela, me lançar um olhar confuso e ri, foi quando eu virei e vi Pamela comandar um coro quando o refrão começou. A luz começou a piscar em diversas cores e eu fui até a minha amiga alegre e bêbada.

Eu me apressei para chegar até ela, por que Pamela estava espalhando bebida por todos os cantos, olhei ao meu redor e não vi quem eu queria, fiquei particularmente decepcionada, porém, não o suficiente para substituir meu senso de alerta, o que foi ótimo, por que Pam realmente escorregou e por muito pouco não escorregou. Ela me encarou com os olhos arregalados e eu fiquei séria.

- Vamos descer? – Propus e ela assentiu rapidamente, vi de soslaio alguém saindo do banheiro, mas acabei não dando tanta importância. Eu a afastei da bebida, balcão e fomos para um canto.

- Cadê o Igor? – Olhei confusa para ela enquanto acendia um cigarro para mim. – Cadê o Igor? – E começou a ficar agitada e eu fiz com que ela se sentasse. – Eu acho que... – Ele saiu do meio da multidão parecendo um pouco atordoado, ela não o viu de imediato, ao contrário do próprio Igor que correu na nossa direção. – Ah, meu deus! Perdão, você está bem? – Olhei confusa para os dois e fiquei quieta enquanto Pamela analisava o rosto do rapaz com preocupação.

- Eu tô legal, mas... Chega de álcool por hoje, ok?

- Isso eu concordo plenamente – ele me olhou e estreitou os olhos para mim. – Agora, pode, por favor, voltar a se sentar? – Pedi calma e ela obedeceu. – Onde você estava? – Questionei o rapaz bonito que me encarou acusativo.

- Pondo meu nariz no lugar – engasguei na mesma hora. – Pode me dar um trago? – Pediu e eu lhe entreguei o cigarro, espantada. Só então notei os leves respingos de sangue na sua blusa, olhei para Pam que parecia bem culpada.

- Ei – chamei e ela demorou a me encarar de volta. – Vamos achar uma blusa melhor para ele – falei e ela assentiu rápido mordendo o lábio, olhei para Igor e pisquei sorrindo, levantei com ela e o conduzimos para dentro da casa e fomos para o quarto de hospedes, aparentemente, o primo iria ficar na casa de Pamela até arranjar um emprego, ou algo do gênero, então as roupas dele estavam por aqui.

Assim que entramos no quarto, Pamela invadiu o quarto como se fosse seu e começou a mexer nas coisas dele como se fossem suas. Ele fez bico, incomodado e me olhou por um momento, estava acendo um segundo cigarro para mim, e falei para ele:

- Acho melhor tirar essa blusa, ou ela vai rasgar assim que focar em ti – Igor pareceu surpreso com a informação e tirou a blusa rapidamente, fiquei apoiada na parede enquanto o observava tirar a roupa, acanhado. Fofo... Não consegui evitar o pensamento.

- Vai ficar ai mesmo? – Perguntou e eu assenti observando as linhas do seu corpo, dei um trago profundo e sorri de canto enquanto meus olhos seguiam as linhas do seu corpo e perguntei como quem não quer nada:

- Não posso admirar o que me é agradável aos olhos? – Estava tentando, sem muito sucesso, não soar tão divertida como eu estava me sentindo, ele piscou algumas vezes, eu quase podia ver as engrenagens na sua cabeça. Antes que ele me respondesse, Pamela voltou com duas blusas nas mãos e estendeu a minha frente, uma com o rosto do Heisenberg e a outra de botão meio simples. – Igor... – Chamei e ele me encarou por alguns minutos. – Heisenberg – respondi indo até ele e pegando a blusa que ainda estava na sua mão. – Vou levar isso para a lavanderia – falei e senti o peso do olhar de Pamela sobre mim.

- Sophie... – Ela me chamou com uma clara repressão na voz.

- Pamela... – Imitei o tom.

- Ok. Vou fazer o meu dever já que eu estou lucida, - eu e Igor rimos – cuidado com essa garota – falou apontando para mim, arregalei levemente os olhos e ia brigar com Pamela, mas ela me lançou um olhar significativo o suficiente para eu só encolher os olhos. – E a senhorita...

- Mas eu nem fiz nada – ela bufou e eu apenas rolei os olhos.

- Quem não te conhece que ti compre, Sophie – eu apenas ri antes de começar a me retirar do recinto. – Ei... – Virei para encarar Pamela e ela sinalizou indicando que estava de olho em mim. Mandei um beijo aéreo para ela e saí.



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