História Wild Heart - Em busca do meu lugar - Capítulo 6


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Categorias Is It Love?
Personagens Cassidy, Colin, Personagens Originais
Tags Banda, Colin, It Is Love, Rock
Visualizações 11
Palavras 833
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 6 - Eu sei que você me quer, admita!


Fanfic / Fanfiction Wild Heart - Em busca do meu lugar - Capítulo 6 - Eu sei que você me quer, admita!

- Trabalhar? Hahahahahaha! Está tirando com a minha cara? Que palhaçada é essa? - Ela disse, me empurrando e tentando arrumar seu cabelo bagunçado.

- Simples, gatinha! Você não vai dar conta de fazer todo esse trabalho sozinha. Cuidar da fazenda e o cacete a quatro. E eu sou um homem com força física de sobra, modéstia à parte. Então, eu farei tudo o que você mandar pra que você possa impressionar os juízes e ganhar o que tiver que ganhar! - Expliquei como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. Ela cruzou os braços.

- E o que você quer em troca? - Ela me olhou desconfiada.

- Voltar pra minha casa, é claro. Pra cada tarefa bem concluída, você me dá algum dinheiro. Uns cinquenta ou cem dólares. E quando eu terminar tudo o que eu tiver que fazer até o grande dia, creio que terei dinheiro o suficiente para me mandar daqui o mais rápido possível e refazer a minha vida. E aí eu vou deixar você em paz! Não é o que você mais quer? Então! Todo mundo sai ganhando. - Pisquei.

- Bem.... Eu..... - Ela olhou sem graça para a janela, com a voz distante. Percebei que a minha frase "Eu vou deixar você em paz, não é o que você mais quer?" balançou com as suas emoções. No fundo, eu sabia que ela me queria do seu lado, mas o orgulho da minha ruivinha era grande, assim como o meu. Mas ela considerou minha proposta. E quando o silêncio  se tornou insuportável ela finalmente me deu uma resposta:

- Está certo. Eu vou deixar você trabalhar comigo. Mas sem gracinhas. Não tente nada. É apenas trabalho.

- Sim, senhora! Bem, por onde eu começo? - Levantei, enérgico, esfregando as palmas das mãos.

- Vamos começar com algo simples. - Ela me deu um sorriso malicioso e apontou para uma mangueira lá fora, no jardim.- A horta está precisando de uma boa regada, uma horta grande, devo ressaltar. Então sua primeira tarefa vai ser conseguir regar as plantas.

- Ah, tá de sacanagem! Só isso? Porra, e eu achei que eu tinha, sei lá, que domar um cavalo selvagem! - Comecei a rir, mas ela continuava de braços cruzados e me deu um sorriso diabólico.

- Mas não é uma mangueira qualquer. É uma mangueira pesada, de aço, que eu não consigo lidar e nem ajustar pro jato fraco, pois é claro: um jato forte vai matar as plantas. O problema é que  seu jato de água é tão forte que pode arremessar pra longe tanto que é atingido pela água como até erguer do chão quem a está segurando. Vai encarar?

- Isso é moleza gata. - Sorri, acariciando seu rosto. Natasha ficou corada na mesma hora,mas ela se recompôs em segundos e deu um tapa na minha mão.

- Eu disse sem gracinhas, Summers. Ande logo antes que eu mude de ideia. 

"Ela ainda é caidinha por mim. Ela me ama ainda, eu tenho certeza. Ah Naty.... Eu vou te ter de volta!".

Eu estava confiante. Pra mim seria moleza. Eu encarei a mangueira como um gato encara uma sardinha e segurei-a com uma mão enquanto eu abria a válvula com a outra. Porém, Natasha tinha razão. Que merda é essa? Eu tentei fazer com que o jato ficasse na direção que eu queria mas eu não conseguia segurá-la com as duas mãos.  De repente, eu fui erguido do chão e eu comecei uma verdadeira briga com essa geringonça, sendo jogado de um lado para o outro pelos ares como se eu estivesse em cima de um touro bravo em um rodeio. Sorte que eu estava me segurando na mangueira, senão seria arremessado como.um pedaço de merda.

- Ahhhhh caralhooooooooo! Que porra é essa?????? Aaaaaaaah !

Natasha se contorcia de tanto rir. Seu belo rosto estava rosado e lágrimas escapavam de seus olhos. Mas de repente, eu fui arremessado na direção dela e ambos rolamos por alguns metros. Ela acabou ficando posicionada em cima de mim e ambos estávamos molhados da cabeça aos pés. Respirávamos ofegantes e quem visse diria que tínhamos acabado de transar. Ficamos apenas parados, encarando um ao outro. Coloquei uma das minhas mãos na sua cintura, enquanto segurei seu rosto com a outra.

- Eu sei que você quer me beijar, admita. - Sussurrei. - Ah, Naty... Você ainda mexe tanto comigo....

- E-eu..... Eu tenho que me secar, está esfriando e eu não posso ficar doente. - Ela se levantou rápido e correu para dentro de casa. Eu me levantei, triste, e fechei a mangueira, fazendo a água parar. Porém, ao olhar em direção a uma das janelas da casa, notei que ela estava escondida atrás de uma cortina, me observando com um sorriso, mas acho que ela não percebeu que eu a estava reparando.

"Ah Naty.... Você vai ser minha. Você vai me amar de novo. Você vai ver. E dessa vez eu ficarei só com você, eu juro."  Pensei comigo mesmo, enquanto caminhei a passos lentos em direção a casa para me trocar também.








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