História Wild Love - Imagine Jackson - Capítulo 6


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Categorias Got7
Personagens Jackson, Personagens Originais
Tags Got7, Jackson
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Palavras 4.439
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Saiuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

Essa capa MA-RA-VI-LHO-SA eu peguei do Pinterest.

Alguém me segura que eu vou levar pedrada!

Bom... Antes de me matarem, leiam! Acho que vão gostar!

Beijos da princesa das Trevas e do Mordomo Jeffrey

Vão nas notas finais para saberem sobre a casa do Jackson

Capítulo 6 - Animal Selvagem


Fanfic / Fanfiction Wild Love - Imagine Jackson - Capítulo 6 - Animal Selvagem

IZZY ON

Eu estava de boca aberta olhando aquele homem que tinha perdido completamente a beleza para mim.

O castanho usava uma calça jeans preta muito apertada, me possibilitando ver suas coxas grossas e um pouco do seu volume, e uma blusa social branca de manga comprida com os 3 primeiros botões abertos, me dando a visão de seu peito largo. Seus cabelos estavam bagunçados.

Seus olhos analisam cada parte do meu corpo, me deixando irritada. Odeio que fiquem me secando, até quando o Marcos fazia isso eu ficava brava. Jackson mordeu o lábio inferior, sorrindo safado enquanto voltava o olhar para meu rosto. Mudei de expressão, me tornando séria, e o olhei com nojo.

– O prazer é todo meu senhor King. – Fiz uma curta reverencia. Wang se surpreendeu com minha mudança de humor repentina, fez uma curta reverencia e me encarou como hoje de manhã...

...Com intensidade.

– Me chame de Jackson. – O ignorei entrando em sua casa, batendo meu ombro com o dele. – Não me lembro de ter te chamado para entrar. – Disse fechando a porta.

– Convenhamos que o convite não era necessário. – Disse com um tom áspero.

Ao entrar, fiquei pasma com o tamanho do apartamento. Ao passar pela porta, dei de cara com uma sala de estar enorme, com todos os moveis virados para as janelas enormes, com a sala de jantar e uma espécie de bar ao fundo do cômodo. O pé direito devia ter uns 10 metros.

 – Realmente... Você não mede esforços para ter uma casa luxuosa. – Disse com ironia. O teto e o chão eram de um tom claro que contrastava com o alguns tons escuros nas paredes e nos moveis. – O que... -Me virei, ele estava muito próximo, nossos corpos estavam encostados. Apesar da proximidade, mantive minha expressão séria, sem ficar surpresa nem assustada.

– Você é uma pessoa curiosa. – Sorriu safado e foi até o barzinho. O segui, apreciando o bom gosto da decoração. Existia duas portas, uma do lado da outra, que eram deitas de um espelho escuro. Uma delas tinha uma plaquinha “Não entre, estou trabalhando”. – Minha casa te fascina? - Voltei a olha-lo e vi uma garrafa de whisky Jack Daniels: Gold Medal e um copo com gelo em suas mãos.

– Ela não dá para o gasto... – Disse com indiferença – E quanto a sua opinião sobre mim, eu estou pouco me fudendo. – Ele riu convencido olhando para o copo enquanto colocava a bebida amadeirada no recipiente de vidro.

– Realmente... Mercedes tinha razão! – Levantei uma sobrancelha demonstrando falsa curiosidade – Você é diferente. –

- Ela disse que eu sou diferente? - Perguntei com deboche.

- Na verdade... Ela disse que você é uma vadia petulante e demente. – Deu um gole na bebida. – Porém... Ela também disse que você era teimosa, relutante e selvagem. Essa última palavra me deixou intrigado... Nunca tive uma garota selvagem! –

- Nunca obrigou uma garota a ter uma transa selvagem com você? Eu duvido! – Ri sínica.

- Não foi isso que eu disse. – Falou em um tom intimidador – Transas selvagens eu já tive e muitas, sendo que, nenhuma foi forçada. – O copo foi deixado na mesa de jantar, junto com a garrafa. Mr. King se virou para mim e veio na minha direção enquanto desabotoava os botões da camisa – Eu nunca tive uma garota selvagem. Não conheço ninguém que tenha selvageria no comportamento, por isso disse que você é uma pessoa diferente. –

- Não se aproxime! – Exigi dando um passo para trás. Enquanto dizia aquela baboseira, o asiático tinha ultrapassado a linha de espaço pessoal.

- Acho que não entendeu... – Ele sorriu safado enquanto analisava meu corpo – Eu te comprei. Eu posso fazer o que quiser com você, e para as coisas que eu quero fazer, tenho que estar bem próximo. – O soquei no meio do nariz.

- Nunca mais diga que me comprou! Eu não sou um objeto! – Gritei com raiva. Ele passou a mão pelo nariz e viu que não sangrava. 

- Verdade... Nenhum objeto é tão fudidamente gostosa quanto você. – Lhe dei um tapa no rosto.

- Se eu fosse você, me deixaria ir... – Disse com ódio - ... Se continuar desse jeito, vai precisar de uma cirurgia plástica senhor King... – Fui até a porta de entrada e não consegui abri-la, pois essa estava trancada.

- Sinto por isso senhorita... – Me virei, presenciando seu sorriso calmo – Mas eu não posso deixa-la ir tão cedo... – Olhei para a mesa e vi que a chave estava lá em cima. – Principalmente, depois dessa pequena amostra de selvageria que me deu... – Espera... Amostra? Agressão virou amostra grátis agora? Olhei incrédula para ele que ria divertido alisando a região do tapa

- Eu bati em você! – Disse inconformada. – Aquilo não foi uma amostra de selvageria, foi uma agressão! – O olhar dele me devorava, deixando evidente que minhas falas não eram ouvidas. – Você é doente. – Entrei na sala com a intenção de ir até a mesa de jantar, porém meu pulso foi agarrado, me obrigando a parar.

- Não quero que vá embora! – Ele disse firme. Jackson pulou o sofá e tentou se aproximar, contudo, comecei a me debater, impedindo sua proximidade – Pare com isso, agora! – Ordenou me fazendo rir igual uma louca – Qual seria a graça? -

- Você achar que eu vou te obedecer! – Pisei no pé dele, fazendo-o me soltar e segurar no sapato social. – Ninguém manda em mim! – Fui até a mesa e peguei a chave, me virei e o vi deixando os sapatos ao lado do sofá.

– Pelo que eu sei... Se vocês, garotas da “Mercedes’ house”... - O ódio me invadiu tão rápido que não consegui evitar minha expressão de ódio – Não obedecerem, levarão uma punição bem severa! – Começou a se aproximar enquanto eu “fugia” pelo outro lado da sala.

- Como ela saberia, você vai contar? - Eu corri para um lado e ele bloqueou a passagem, tentei pelo outro lado, porém aconteceu a mesma coisa. Parecia que éramos crianças brincado de pega pega – Saía do caminho desgraçado!

- Já disse que você não vai sair daqui! – Por um momento de descuido, ele me agarrou pelo pulso. Comecei a me debater , afastando nossos corpos o máximo que eu conseguia. – Calma! -

- Escuta seu mauricinho de merda, me solta agora! – Ao mesmo tempo que tentava me afastar, o agredia da forma que conseguia, o chutando e arranhado.

- Acho melhor parar... – Disse antes de receber um tapa no rosto – A Senhora Mercedes vai saber disso... – Segurou meu outro pulso e tentou me puxar para perto, mas não conseguiu muito, pois eu não parava quieta.

- Sério? Você vai ligar e fazer fofoca? - Perguntei com deboche observando sua expressão intimidadora.

- Eu não possuo o telefone de lá, todavia, a senhora Mercedes me liga, sempre de um número diferente, no dia seguinte a visita de “suas meninas” a minha residência. Eu nunca falei nada, ela começa as conversas pedindo desculpas pela resistência de algumas delas. Não faço ideia de como, entretanto, aquela mulher sempre descobre. – A cada palavra sua voz ficava mais rouca, deixando-me arrepiada.

Senti como se um estalo ocorresse na minha cabeça. O micro-ship! Marcos disse que ele tinha um microfone nesse aparelho... Com certeza é dessa forma que eles sabem das desobediências, gravando e ouvindo as conversas.

Se aquela vaca souber que eu não fiz isso, quem me garante que não vou estar no quarto do Dak-ho? Quem me garante que Marcos vai conseguir me proteger? Eu não tenho saída. Ou eu transo “por querer” com esse desconhecido, ou eu sou violentada pelo halterofilista... Odeio as 2 opções, só que não existe outra solução.

- Ah não... – Sussurrei parando minha rebelião.

Pela minha parada repentina, o oriental não “mediu” sua força para me puxar. Segurando-me fortemente pelos pulsos, ele chocou meu corpo contra o seu, encaixando-nos de uma forma incomum.

Olhando no fundo daquelas íris escuras, vi que minha nova vida seria firmada na cama daquele sujeito. Uma lágrima escorreu pelo meu rosto, representando a dor que eu sentia dentro do meu peito.

- Não chore... – Ao limpar a gota de água, nossos rostos se aproximaram ao ponto de nossas respirações se misturarem.

Com a luz da cidade sobre nós, os detalhes do rosto dele eram tão claros e singelos. A face do homem tão próximo de mim era incrivelmente bonita e perfeita, não parecia haver um único defeito. Uma obra de arte feita por Michelangelo.

O cabelo levemente molhado pelo suor, a respiração descompassada pela canseira que havia lhe dado, a pele branca quente a centímetros do meu rosto, a boca avermelhada aberta minimamente, como se ele quisesse dizer algo mas não soubesse o que... Aquela visão era tão angelical para mim que me senti privilegiada por vê-lo tão de perto

Não sei ao certo o por que, mas senti vontade de encostar minha testa na dele e foi isso que eu fiz. Aproximei-me e, para a minha surpresa, ele fez o mesmo ato ao mesmo tempo, ligando nossos rosto pelas testas e até pelos narizes. Somente nossas bocas estavam separadas.

Era impressionante como nossos rostos pareciam peças de quebra cabeça que se encaixavam perfeitamente.

– Eu... – A voz dele saiu mais rouca do que antes, me fazendo morder o inferior. – Eu... - A forma como nossos olhares estavam conectados era assustadora, parecia que buscávamos a alma um do outro.

Comecei a sentir algo estranho nascer dentro de mim...

Autora ON

A proximidade existente entre ambos desencadeou uma mudança avassaladora neles. Dentro deles, uma sensação inigualável nascia afetando todas as partes corporais. Diferentemente de excitação, esse novo “sentimento” era muito mais forte, intenso e, digo com certeza, muito melhor. Naquele instante, Izzy e Jackson compartilharam uma sensação única, que os ligaria de uma forma perfeita. Não era calor, desejo, vontade, atração. Era necessidade! Eles necessitavam um do outro.

Olhando fixamente um para a boca um do outro, eles foram se aproximando até os lábios se tocarem. Um simples selinho que tinha muita importância, já que a sensação tornou-se uma chama ardente dentro deles, e essa chama queria mais lenha. As bocas abriram-se juntas e as línguas chocaram-se. Elas começaram a mover-se em um ritmo gostoso e envolvente, cheio de vontade, enquanto os lábios moviam-se em direções opostas.

As mãos da brasileira adentraram os fios castanhos do maior e o puxaram fortemente, os dedos do ocidental deslizavam com força pelas costas da cacheada, deixando algumas marcas vermelhas. Wang separou o beijou, recebendo uma mordida provocativa no lábio inferior, e a jogou contra uma parede, fazendo um barulho alto soar quando as costas não mais brancas de Izzy se chocaram violentamente contra a madeira fria.

- Ai... – Essa exclamação saiu de uma forma manhosa e sofrida, fazendo-o beija-la desesperadamente.

Ele pressionava o próprio corpo contra o dela sem cessar, enquanto suas mãos apertavam a cintura e as coxas grossas. A garota rasgou totalmente a camisa do maior e começou a arranhar as costas brancas de fora a fora. Quando sentiu a ereção em sua intimidade, ela levou a mão até aquela região e apertou o volume com as unhas, fazendo Jackson arfar alto entre os beijos.

Iz inverteu as posições, pressionando-o contra a parede, e começou a morder e chupar o pescoço de Wang, enquanto apertava a bunda dele. Seguindo a mesma ideia, ele levantou a parte de trás do vestido e usou as duas mãos na bunda da brasileira, fazendo-a gemer com os tapas fortes.

Em um movimento rápido, ele colocou as pernas dela ao redor do quadril e a levou até a ilha da cozinha. Izzy subiu na ilha e abriu as pernas, o castanho se encaixou no meio delas e direcionou sua boca para o pescoço da garota enquanto puxava as alças do vestido brilhoso, tirando do corpo dela. A brasileira apertava os fios castanhos com uma mão enquanto tentava abrir o cinto com a outra.

Os corpos estavam pegando fogo, as respirações, rápidas e descompassadas, mesclavam-se, os gemidos pareciam barulhos de animais selvagens brigando, os arranhados, chupões e mordidas eram feitos e deixados fortemente pelo corpo de ambos, como se eles estivessem em uma luta corporal.

Quem olhasse de longe, não diria que eram duas pessoas nas preliminares... Mas sim dois animais selvagens.

Depois de se despirem mutualmente, os lábios encontraram-se em um beijo tão necessitado que chegava a fazer grunhidos, enquanto esfregavam-se um no outro. Iz o empurrou com força o suficiente para faze-lo bater as costas na parede.

Ela desceu lentamente da ilha, o olhando nos olhos intensamente, como se esperasse por algum ato dele. Em contra partida, Jackson afastava-se da parede e correspondia o fitar hipnotizador da mais nova.

Os movimentos de ambos se assemelhavam a leoas preparando o bote. Lentos e cautelosos, evitando qualquer movimento brusco. Ele deu um passo para frente e ela um para trás. Ambos sorriram sacanas e provocativos, pois entenderam que estavam em sintonia, jogando o mesmo jogo. Wang deu mais um passo e, contrariando o esperado, Iz saiu correndo para o corredor que levava aos quartos.

A risada divertida do oriental soou pela casa toda, enquanto ele corria atrás dela. Chegando ao fim do corredor, ele olhou para a esquerda, vendo um corredor pequeno que levava ao quarto dele.

Encostada na porta, com um sorriso indecente, Izzy mexia em um cacho, como se estivesse passando o tempo. Jackson correu até ela, porém a garota entrou no quarto antes de ser pega.

Entrando com cuidado no próprio recanto, o maior olhava cada canto do ressinto branco e dourado, não querendo ser capturado pela cacheada. Ele parou no meio do cômodo e se agachou ficando sobre a ponta dos pés. Enquanto tentava imaginar onde Iz estaria, ela saiu cuidadosamente de trás da porta, andando em completo silêncio.

Já a 5 passos do maior, a garota pisou em uma madeira que fez barulho, denunciando sua posição. Em um passo rápido, o albino se levantou e a agarrou, como um caçador pega sua presa.

Os beijos eram violentos e avassaladores, as mãos de ambos exploravam os corpos deles, deixando marcas vermelhas sobre a pele branca. Enquanto o maior chupava seu pescoço, a brasileira procurava um lugar para poder aproveitar melhor o corpo dele. Com a visão meio embaçada, a cama foi avistada, fazendo um sorriso safado aparecer no rosto dela.

Enquanto o beijava, Iz abraçou o corpo de Jackson, o levando para a cama, sem ser impedida por ele. Quando sentiu o tecido macio em suas panturrilhas, ela o virou e jogou seu peso sobre ele, fazendo ambos caírem na cama.

- Era essa selvageria que queria? - Perguntou no ouvido dele enquanto arranhava o abdômen do maior. O riso gostoso de Wang era como música para a menor.

Não havia luzes acessas, só o brilho da cidade misturado com o da lua que entrava pelas três janelas abertas, deixando o ambiente com um misticismo bom de ser sentindo.

Nenhum deles sabia ao certo o que se passava, a razão deles não existia, nada estava claro. Tudo que eles queriam era um ao outro naquele momento, naquele lugar. Os corpos clamavam um pelo outro, as mentes pareciam sintonizadas, pois o que um queria, o outro fazia.

Tudo que eles queriam era sentir a pele do outro, sentir o beijo do outro, sentir que não seria possível parar o que estavam fazendo, porque nenhum deles queria parar. Aquilo não era busca por sexo, era algo além disso. Não era a racionalidade que os comandava, mas sim os instintos. O lado mais primitivo de ambos fazia eles buscarem aquilo que parecia uma necessidade básica.

Eles buscavam a forma mais perfeita de se unirem, pois assim, nunca seriam separados!

- Perfeita... – Jackson balbuciou enquanto invertia as posições, ficando por cima. – Perfeita... – Analisando cuidadosamente cada traço de Izzy, tanto de seu rosto quanto de seu corpo, Wang chegava a conclusão de que não existia um defeito. Ela era perfeita para ele.

O olhar de ambos era intenso e provocativo, estavam agindo como animais famintos e a satisfação fazia-se presente no comportamento de ambos. O maior “jogou” a garota para o meio da cama, fazendo a cabeça dela ficar perto da cabeceira, e ficou por cima dela enquanto chupava fortemente o  seu pescoço.

Iz gemia alto e satisfeita, as sensações eram incríveis. Sua sensibilidade parecia ampliada, sendo cada toque de Jackson em sua pele uma corrente elétrica prazerosa. Segurando fortemente nos fios castanhos e no quadril do oriental, a garota garantiu que ele não se afastaria.

Tirando rapidamente o sutiã preto rendado, Wang direcionou sua atenção para os seios da menor, chupando, mordiscando, lambendo e até beijando o seio esquerdo com vontade e desejo enquanto massageava o direito. Seus olhos focados no rosto da brasileira, apreciava as expressões de prazer que ela fazia, mordendo o inferior e fechando os olhos.

Izzy nunca tinha passado por nada igual, ela e o namorado já haviam chegado às preliminares antes, porém nunca ao nível de tirar as roupas. Em sua mente prevalecia que é necessário a certeza para fazer algo, por isso, ela demorou 3 anos para deixar Marcos descer as mãos para seu corpo; com Jackson, muito pelo contrário, bastou um olhar e todas as barreiras mentais dela caíram por terra.

Finalizando o trabalho nos seios da menina, o ocidental desceu a boca pelo abdômen branco, deixando marcas escuras e grandes. Cansada de ser “passiva” na história, a brasileira o empurrou e ficou por cima, beijou-o de uma forma controladora, enquanto mantinha os braços dele a cima da cabeça. Depois de uma leve mordida no inferior do castanho, um sorriso safado nasceu nos lábios da garota. Descendo lentamente a boca pelo tronco do maior, ela deixava mordidas fortes no peitoral definido enquanto mantinha um contato visual intenso com Jackson.

Em um movimento rápido, ele se soltou e sentou-se na cama, a puxando para si. Com um estrondo alto, os corpos se chocaram, assim como as bocas. Enquanto davam um beijo feroz, as mãos do oriental tiravam a última peça de roupa da brasileira.

- Espera... – Ela pediu após sentir uma das mãos dele em sua intimidade. Separaram-se o suficiente para se olharem nos olhos. – Eu... – Não conseguindo formular uma frase completa, Iz abria e fechava a boca, carregando uma expressão nervosa e assustada.

- Ei... Fica calma... – Ele disse unindo as testas. Sorriu doce enquanto acariciava o rosto macio e delicado. Apesar de toda atitude, Izzy engana quanto as suas feições. A primeira vista, ela parece uma mulher doce e ingênua, quase uma menina. – Não sou um monstro tão cruel quanto aparento... – Disse segurando o rosto dela com as duas mãos. – Eu sei que não é fácil para você... Principalmente pelo fato de hoje ser a sua primeira noite... Mas pode ficar tranquila... Não vou te machucar. – Depositou um beijo demorado nos lábios dela.

Aos poucos, o castanho foi deitando sobre ela, enquanto a beijava, segurando em sua cintura. Ele esticou a mão até o criado mudo ao lado da cama e abriu a gaveta, tirando de lá um pacote de camisinha. Wang se separou lentamente enquanto ficava de joelhos na cama, abaixou à box e vestiu o preservativo. Iz não quis olhar para essa cena, por isso tentou distrair-se com a vista da janela.

Seul era uma cidade linda e, se pudesse, ela visitaria todos os cantos da capital sul coreana. Porém, como bem sabemos, o destino não quis que ela fosse para aquela cidade com fins turísticos.

- Eu vou ser cuidadoso. – Disse enquanto se deitava novamente sobre ela, entrelaçando os dedos das duas mãos com as mãos dela e encaixando as pernas embaixo das dela. Depois de se posicionar, ele olhou novamente para o rosto preocupado e tentou sorrir de uma forma reconfortante. – Confie em mim. –

- Eu não sei como... – O sussurro era a única forma que as palavras saiam da boca de Izzy – Mas eu confio! –

Eles deram um beijo intenso, tirando a atenção da garota  do que aconteceria a seguir. Jackson encostou seu membro na intimidade dela e sentiu o corpo abaixo do seu contrair; apertando as mãos dela e agitando mais o beijo, ele a fez desfocar novamente. Após uma leve pressão, Izzy foi penetrada pela primeira vez, originando uma dor forte e rasgante; a sensação era de ser dilacerada por dentro e conforme os segundos passavam, esse “mal” espalhava por todo o corpo da menina.

- Ah... – Ela arqueou as costas, jogando a cabeça para tras, enterrando-a no meio dos travesseiros, enquanto apertava as mãos de Wang. Lágrimas desciam por seus olhos e seu corpo dava leves espasmos ao mesmo tempo em que se contraia.

O maior beijou as gotas de água espalhadas pelo rosto dela; ainda segurando a mão pequena, ele passou o braço pelas costas dela, e a abraçou de uma forma desengonçada, tentando passar segurança.

- Vai passar... – Disse na orelha pequena. – Confie em mim... – Depois de beijar aquela região, sendo que, esse ato fez o corpo da menor estremecer, o oriental deu um selinho prolongado nos lábios avermelhados dela.

Logo após o cessar da dor, o prazer nasceu na menina. Iz começou a mexer-se, arrancando gemidos roucos e baixos do maior. Com essa “nova sensação”, a irracionalidade voltou a possuir o corpo deles, trazendo, novamente, os instintos animalescos que os guiavam tão bem juntos.

Ao passo que o oriental iniciava os movimentos, a brasileira espalhava beijos singelos pelo pescoço do maior, entrelaçando o quadril dele com suas pernas e segurando fortemente nos braços definidos.

As estocadas eram rápidas, fortes e fundas, o suor do “casal” ensopava a colcha de cama, a sensação das peles raspando uma na outra era excitante, os corpos chocando resultava em um som sujo e meio alto, as respirações não possuíam compasso, os olhos reviravam rapidamente, os gemidos saiam com extrema facilidade de ambas as partes; a situação como um todo era perfeita para os dois.

Nunca haviam sentido aquilo antes, nunca haviam se entregado a ninguém, Jackson pelo menos não daquela forma, nunca haviam libertado um lado tão selvagem pois não sabiam que possuíam essa lado, somente a visita de Izzy foi capaz de despertar todo essa primitividade que, naquele momento, era a coisa mais certa do mundo.

Depois de alguns minutos, a menor sentiu que estava contraindo, sendo que, Wang também percebeu, “dando” 5 estocadas bem fortes, com a última acertando o ponto G da brasileira. Com essa atingida, ela chegou ao primeiro orgasmo, sendo tomada completamente por uma sensação maravilhosa e boa. Ele estoco-a mais 3 vezes e gozou também. 

Ambos ofegavam alto, olhando para direções opostas; quando o olhar de ambos encontraram-se novamente, a vontade renasceu.

A menor o empurrou com muita força, o fazendo sair de dentro dela, causando uma dor momentânea, por conta da sensibilidade; Jackson apoiou os antebraços na cama ficando meio sentado, meio deitado. Iz subiu em cima dele e se posiciono em cima do membro ainda rígido. Ela rebolou devagar, vendo a expressão de prazer extremamente sexy que o oriental fazia enquanto ele jogava a cabeça para tras. Ela foi descendo devagar, sentindo-se ser preenchida outra vez.

A garota começou a cavalgar, enquanto o beijava ferozmente. Ele ria entre os beijos e arranhava as costas dela com uma mão e batia na bunda não mais branca com a outra. Se sentindo um pouco cansada, a menor procurou pelas mãos dele e as pos em sua cintura, pedindo ajuda para continuar, e foi ajudada. Dessa vez, ambos atingiram o ápice juntos. Para encerrar essa “foda”, eles beijaram-se intensamente e, de tanto se movimentarem, caíram da cama.

Eles se olharam e sorriram, dizendo silenciosamente que queriam mais. Ela depositou um tapa forte no rosto dele, fazendo-o rir sacana. Segurando os pulsos dela, Wang subiu novamente em cima de Izzy e a olhou safado, sendo correspondido. Ele a penetrou rápido, fazendo-a arquear as costas. 

Tudo recomeçou! As estocadas estavam cada vez melhores para ambos; eles se beijavam, batiam, arranhavam e apertavam de forma rápida e forte, fazendo tudo ao mesmo tempo, não com uma ideia fixa, mas sim para satisfazer as necessidades momentâneas. Ela inverteu as posições e começou a se mexer, e a partir dai eles começaram a disputar quem ficaria por cima, sempre mudando, até que por fim, eles chegaram novamente ao ápice com Iz sobre o corpo de Wang.

Não pensem que parou por ai. Do chão eles foram para o divã, depois para o batente da janela, depois para a parede perto da cama, depois para o chão novamente, depois para a porta do closet e por último para a porta do banheiro. A energia deles era interminável, assim como a necessidade que irradiava pelo corpo de ambos. Aquela, sem sombra de dúvida, foi uma noite magnifica para ambos e foi o inicio de uma longa jornada que não seria fácil.

Após horas de intensidade, selvageria e gemidos estridentes, Izzy e Jackson encontravam-se deitados de costas sobre a cama desarrumada dele. Eles se olhavam de uma forma única e até indescritível enquanto respiravam ofegantes e cansados.

A brasileira sentia as pernas tremerem, não tinha força para levanta-las nem um mísero centímetro; seu corpo doía em algumas partes, mas não era como se ela ligasse; seu pescoço, ombros, clavículas, colo, seios e abdômen estavam roxos, graças aos chupões e mordidas do maior; braços, antebraços, pulsos, coxas e bunda tinham as marcas das mãos grandes do ocidental; os cabelos estavam desgrenhados e o batom estava completamente borrado, porém não tirava a beleza do sorriso singelo que ela fazia

O castanho tinha as costas totalmente arranhadas e com alguns cortes, feitos pelas unhas grandes da menor que, naquele momento, tinham pele e sangue misturados ao esmalte escuro; os braços e os pulsos tinham marcas vermelhas devido à força que haviam sido segurados; o pescoço e o tronco estavam roxos devido aos chupões e mordidas, assim como as coxas e bunda tinham marcas de dedos; ele estava muito suado e sentia que suas forças estavam em zero, contudo, o sorriso que mostrava não necessitava de energia.

Lentamente, e fazendo algumas caretas de dor, ambos se aproximaram e beijaram-se de uma forma calma, doce e até respeitosa. O último beijo daquela noite. Separaram-se e sorriram novamente. 

Aos poucos, Iz fechou os olhos e adormeceu suavemente. Ele conseguiu levantar e foi vagarosamente até o banheiro. Quando chegou à porta, olhou para a cama e sorriu satisfeito.

Não sabendo o real significado do que havia acontecido naquelas horas que pareceram segundos, eles haviam se entregado não um para o outro, mas sim para algo muito maior que eles. Um sentimento muito mais forte que qualquer outro. Um sentimento capaz de mudar qualquer coisa.

Essa sensação se manifesta de formas diversas, podendo ser calma, complicada, rápida, lenta,, dolorosa, gentil... E no caso de Izzy e Jackson, foi selvagem.

 

Um amor selvagem!

 


Notas Finais




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