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História WILD ONE. (The Walking Dead). - Capítulo 1


Escrita por: UnnamedJustice

Notas do Autor


Oi! Minha primeira fic inspirada em uma das minhas séries favoritas! Espero muito que vocês gostem e acompanhem, eu vou amar saber as opiniões de vocês, então se puderem sempre deixar um feedback ao final, eu irei ficar muito feliz e entusiasmada! Essa história é minha, não aceito plágios! Espero que gostem muito, e me perdoem quaisquer erros ortográficos, vou procurar sempre revisar e evitar isso!

Capítulo 1 - Nós não seremos amigos.


Fanfic / Fanfiction WILD ONE. (The Walking Dead). - Capítulo 1 - Nós não seremos amigos.

As mãos de Daryl Dixon apertavam firmemente o arco, o seu olhar espreitava a presa com ansiedade, por mera sorte a matilha de zumbis o havia feito fugir até ali, e após destruir a todos, o local até se parecia com um bom acampamento para algumas noites, com sorte ele encontraria um local seguro nas imediações, e com mais sorte ele acertaria o cervo em sua mira. 

—Vamos, garoto. —Ele murmura entredentes, desejando que o bicho dê mais alguns passos inocentes para dentro de seu cerco, mas ele não o faz, o grito de alguém o afasta loucamente. Daryl não teria o que comer essa noite, os gritos femininos continuavam em algum ponto a sua esquerda e ele próprio queria matar a pessoa que o atrapalhara em sua caça, essa era a principal razão para se afastar de pessoas, elas sempre ferravam com tudo. 

—Socorro!! Alguém!! Por favor.. —Daryl estava caminhando para observar o fim de quem quer que fosse, já podia ouvir os grunhidos dos animais com sede de carne humana, ele os odiava tanto. Ele estava afastado o suficiente para não sentirem o seu cheiro, e perto o suficiente para ver a garota com a faca nas mãos, o teto do carro não seria seguro por muito mais tempo e ela estava ciente disso, ele se surpreende ao vê-la se jogar de joelhos e abandonar sua faca ao lado do corpo, ela estava desistindo, entregando sua vida para aquelas coisas mortas vivas. —Sejam rápidos, me matem.. me matem agora!!! —Ela grita o mais alto que pode, e os zumbis parecem sentir excitação, um deles alcança seu braço, Daryl a espera lutar, gritar, mas ela não estava mais lutando por sua vida, ele teria que quebrar uma regra própria, ele a salvaria dessa vez. 

(...)

Beth sente seu braço ser puxado por uma das bestas, ela já estava fugindo sozinha há dois dias, matando um por um e esperando ser reencontrada por alguém, temia por seu pai e irmã, se ela ao menos os houvesse escutado e evitado ir ao lago, aquela grande matilha não a havia dispersado para tão longe, mas ela os havia matado aos montes com a arma, não errara um tiro e por essa razão estava sendo perseguida, ela pode ter salvo Maggie e seu pai de um ataque, talvez ir ao lago não fosse sua pior decisão. O zumbi que a segura tenta puxar seu braço para sua boca, ela entende que está próxima do fim e uma lágrima corta seu rosto. 

—Tudo bem.. tudo bem. —Ela batalha internamente e quando está prestes a curvar seu corpo e se tornar a refeição, uma flecha corta o vento e seu braço não está mais privado, ela arregala os olhos na direção de Daryl e o vê avançar para sua direção, derrubando todos com sua faca, ela estava sem reação, há quanto tempo será que ele havia chego ali? Será que ele a havia visto quase desistir? Ele chega até ela, mas não lhe dirige nenhuma palavra, Daryl só queria recuperar sua flecha e volta-la para seu arco. Ele a olha por breves segundos, a garota era loira e pálida, não parecia ver algo de comer há uns tantos dias, mas isso tampouco era problema dele. 

—Você já pode descer daí e seguir. —O tom de sua voz era áspero e frio e Beth quase sentiu medo, mas não fazia sentido temê-lo, ele acabara de salvar a sua vida. 

—O-obrigada. —Ela murmura, pulando para o chão, Daryl abre a porta traseira do carro, não havia nada ali, ele segue para o outro lado, no portaluvas uma garrafa de água pouco vazia, ele pensa por breves instantes. 

—Você pode ficar com isso. —Ela pega a garrafa no ar e pensa em perguntar alguma coisa, mas o homem já estava partindo, sem sua companhia. Beth o segue, afastando a vegetação de seu rosto, mas quando Daryl se vira em sua direção, ela entende que ele não a queria por perto. —O que está fazendo? —Ele questiona, Beth leva alguns segundos para processar uma resposta, ela precisava arriscar. 

—Por favor, me deixe ir com você. —Ela nem sabia para onde.

—Há alguns segundos você estava entregando o seu braço para um zumbi, o que mudou agora? —Havia mínimo sarcasmo em sua pergunta, Beth abraça os próprios braços nus, seus olhos se enchem de lágrimas até o topo e uma delas vence, cortando seu rosto, ela se apressa em correr as mãos aos olhos, evitando que outras cheguem, Daryl desvia o olhar, ele não queria constranger a garota, o seu choro não era divertido. 

—Eu pensei que... Ninguém viria. —Ela confidencia, Daryl ainda não estava convencido, ele odiava estar perto de pessoas, ele não podia manter uma garota magricela em sua sombra, ela terminaria por matar ambos, mas ele também não podia deixa-la sozinha em meio a floresta, ele a levaria até a estrada e de lá ela seguiria sua própria sorte sozinha. 

—Eu não tenho um abrigo. —Ele anuncia, era certo dissipar qualquer esperança de algo melhor, a garota teria que entender que se quisesse sobreviver, não seria mais fácil ao lado dele, os desafios continuavam os mesmos. —Vamos, logo outros virão. —Beth não ousa questionar, ele parecia tão fechado e ela temia que ele a deixasse para trás. 

Daryl caminhava na frente, ele já estaria muito mais distante se estivesse sozinho, e só o pensamento de que ajudar a garota era um tremendo o erro, o fazia zangado, eles não haviam trocado uma palavra há mais de uma hora e também não haviam parado um segundo, a floresta estava tranquila e apenas uma dúzia de zumbis os incomodaram, Beth havia se mostrado útil com sua faca, mas sua respiração ofegante agora indicava que sua utilidade não seria eterna. 

—Vamos descansar aqui, meia hora. —Ele se desarma, deixando seu corpo recostar em um tronco de árvore, Beth escorrega para o chão, ela bebe um pouco de sua água, deixando uma quantidade para Daryl, ela se arrasta para perto. 

—Beba um pouco. —Ele não esperava que ela fosse ser gentil, as pessoas de antes nunca foram. Ele bebe um longo gole, devolvendo a garrafa ainda com líquido dentro. Beth sentiu que aquela fosse sua oportunidade de fazer perguntas. —Meu nome é Beth. Qual é o seu?— Ela estava com vergonha de se apresentar, Daryl não havia expressado mínimo interesse em saber quem ela era, mas ela tinha interesse em saber no mínimo o seu nome. 

—Daryl. —Ela se aproxima mais, e Daryl estranha sua atitude, mas a garota só queria estender a mão e ser educada, ele envolve sua pequena mão com a sua, ela sorri, ele completa: —Beth, nós não seremos amigos. 


Notas Finais


E aí?? O que acharam desse começo???


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