História WILD (shortfic) - Capítulo 2


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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild, Isabelle Lightwood, Jace Herondale, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Octavian Blackthorn, Robert Lightwood, Simon Lewis, Tessa Gray, Tiberius Blackthorn
Visualizações 73
Palavras 1.559
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Pansexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Two


Fanfic / Fanfiction WILD (shortfic) - Capítulo 2 - Two

– Max! – George disse animado quando viu ele chegando, Max sorriu para ele. – Achei que você não iria vir hoje também, meu irmão está irritado com você por causa do trabalho.

– Oi Livvy, oi Está – Max disse abraçando seus amigos e logo virando para George mais uma vez. – Mande seu irmão ir para o inferno.

– Por que não faz isso pessoalmente? – Max ouviu a voz de Christopher atrás dele e fechou os olhos respirando fundo.

– Ahn... Oi? – Max disse nervoso. Max nunca havia odiado tanto a si mesmo quanto naquele momento.

– Achei que você iria me mandar para o inferno. – Christopher disse sorrindo e cruzando os braços na frente do peito. Max odiava admitir que ele estava lindo. Chris vestia uma camisa branca com um moletom preto por cima, calças pretas jeans e seus cabelos arrumados como sempre. Max desejou poder passar as mãos entre os fios.

– Ah, desculpe. – Max disse atrapalhado. – Eu ahn... Apenas estava com ahn... problemas em c-casa e...

– Está tudo bem Max. – Christopher disse sorrindo para Max. Max não respondeu nada pois sua mente não conseguia processar nada vendo o sorriso de Christopher sendo direcionado a si. – Você está bem?

– O que? – Max perguntou confuso. – Por que?

Christopher sorriu de novo e Max não o olhou nos olhos. Os olhos castanhos de Christopher pareciam saber todas as verdades de Max e ele odiava o jeito que era olhado, como se Chris soubesse todos os seus segredos.

– Seus problemas em casa... – Christopher disse coçando a nuca desconfortável e Max quase arqueou as sobrancelhas confuso com o ato nervoso dele.

– Ah sim! – Max disse alto. – Está tudo bem sim...

– Ahn... Isso é... Ahn... É bom, certo? – Christopher gaguejou e Max o olhou confuso, quase rindo.

– Sim... Você está bem? – Ele disse. Max sorriu para ele sem perceber e arrumou os seus óculos que começaram a cair em cima de seu nariz ao mesmo tempo em que seus cabelos caíram em cima dos olhos. Max lembrou que precisava de um corte novo.

– Eu... – Christopher disse, os olhos dele estavam em Max prestando atenção em cada movimento dele. – Eu ahn... Estou... Atrasado...

E então ele saiu. Max virou seu corpo para trás e viu Christopher saindo de perto dele quase correndo e Max pensou no quão chato ele era por ter feito Chris sair correndo dele. Ele olhou para os lados procurando George, Livvy e Ezra, mas eles não estavam mais perto dele. Ele não fazia ideia do que havia acabado de acontecer. Por que Chris havia fugido dele quanto teria que o encontrar em menos de cinco minutos? Será que ele havia esquecido do trabalho? Ele não estava bravo?

Max suspirou baixo, arrumando sua mochila nos ombros e ignorando seu nervosismo com sua própria aparência. Ele estava como sempre, moletom cinza, calça preta, os cabelos bagunçados e o óculos preto que lhe ajudava a enxergar melhor.

Max foi até a sala de aula – que agora estava misturada com pessoas que ele não conhecia, tudo por causa do maldito trabalho de literatura. Ele viu Ezra com outros dois alunos que ele não conhecia, vou George com Tiberius Blackthorn e Kit Herondale e viu Livvy Blackthorn – Irmã de Ty e prima de Ezra – junto com Christopher. Chris estava ignorando ela enquanto ela falava e parecia – como sempre – com tédio. Max suspirou baixo ignorando seu nervosismo e andou até eles. Os olhos de Chris mudaram levemente quando viram Max e ele não soube o que aquilo significava. Max sorriu tímido e sentou ao lado de Christopher.

Ele não falou nada e nem Chris, os dois viraram para frente e começaram a ouvir Tessa. No meio da aula Max sentiu algo em seu braço, ele sentiu sua pele arder e virou para o lado e viu Chris lhe cutucando.

– O que? – Max perguntou baixo porque a professora ainda falava. Ele não queria soar arrogante mas foi isso que ele achou que soou quando viu os olhos de Christopher evitarem os seus.

– Livvy... Eu acho que ela está passando mal... – Chris disse e Max olhou para ela. Realmente ele estava pálida e seus olhos quase fechando.

– Livvy? Você está bem?

– Eu acho que... eu vou vomitar... – Livvy disse e saiu correndo indo em direção ao banheiro. Assim que ela saiu da sala Max viu Ty correr atrás da irmã e Kit olhar para os lados confuso enquanto falava algo para George.

Christopher ficou quieto ao lado de Max e nenhum dos dois falou nada por um longo tempo. Max estava sentindo seu coração acelerado e ele estava querendo sair correndo. Ele tentava se distrair copiando a matéria e falando sobre o trabalho mas a presença constante de Christopher estava fazendo ele ficar tonto. O perfume forte dele estava lhe deixando zonzo e ele queria sair dali.

– Então... – Christopher falou, após quase meia hora depois de Livvy sair da sala. – nós teremos que começar o trabalho... sozinhos... digo, sem ela.

Max riu baixo.

– Ou esperamos ela ficar bem... – Ele disse. Max virou para o lado e encarou Chris que sorriu.

– Ou... Nós podemos ir tomar um sorvete e conversar sobre o trabalho enquanto isso... – Ele disse sorrindo, Max sentiu suas bochechas corarem e abaixou a cabeça. – Veja bem, você é melhor amigo do meu irmão a anos e eu não sei realmente quem você é...

– Eu posso prometer que George não terá uma má influência minha... – Max disse sorrindo brincalhão.

– Bem, eu acho que tenho que te conhecer para saber disso, não é? – Ele disse, Christopher puxou sua cadeira um pouco para frente e Max sentiu suas mãos tremerem.

– Ahn... Olhe para mim... Eu sou um nerd, George não terá problemas. – Max disse, olhando para baixo e vendo o joelho de Chris quase tocar o seu.

– Então, sorvete? Depois da aula? – Chris disse, ignorando o que Max falou antes.

– Tudo bem. – Max disse por fim. Chris sorriu vitorioso.

Max contou os minutos para o fim da aula e quando ela acabou ele mandou uma mensagem para Alexander dizendo que voltaria mais tarde para casa e saiu ao lado de Christopher. Os dois estavam em silêncio e era um pouco estranho. Max entrou no carro dele e sentiu o perfume familiar dele no carro.

– Você não tem treino hoje? – Max perguntou realmente confuso.

– Eu posso faltar um dia. – Chris disse sorrindo para ele e ligando o carro.

– Você é o capitão do time e...

– Max... – Chris o chamou e virou para ele. Max sentiu toda a atenção de Chris nele e suspirou baixo, Chris sorriu e Max sentiu seu rosto esquentar. – Eles vão sobreviver um dia sem mim. Isso é mais importante.

Max arqueou as sobrancelhas confuso.

– Falar sobre um trabalho é mais importante? – Max perguntou confuso e Chris riu baixo, balançando a cabeça para os lados. Max olhou atento o movimento que a língua dele fez entre os próprios lábios enquanto ele sorria.

– Não, mas você é. – Ele disse quase sussurrando, como se fosse um segredo. Max não teve forças para perguntar o que aquilo significava. Ele apenas esperou Chris ligar o carro e começar a dirigir.

Os dois pararam em frente a uma sorveteria e saíram do carro. Max não fazia ideia do que estava acontecendo mas quando Chris pegou na mão dele e o guiou para dentro do local sua mente ignorou todos os pensamentos e ele sorriu, olhando para as suas mãos e seguindo Chris para dentro.

Os dois pediram sorvetes e sentaram em uma mesa. Chris brincou com seus próprios dedos enquanto Max olhava para os lados curioso. Ele recebeu uma mensagem de Alec lhe perguntando se queria que ele lhe buscasse depois e Max respondeu que ele iria para casa caminhando. E recebeu mais uma de Alec dizendo que ele e Magnus tinham se acertado e Max riu baixinho.

– Sabe.. é falta de educação ficar no celular enquanto está em um encontro. – Chris disse sorrindo. – Você sempre faz isso quando está com meu irmão?

– Seu irmão geralmente é o que sempre fica no celular. – Max respondeu automaticamente e de repente ele percebeu o que Chris havia dito. – Espera... isso é um encontro?

– É claro que é. – Chris disse sorrindo. – A não ser que você não esteja interessado...

– Não! – Max quase gritou. – Quer dizer, sim, eu estou interessado mas... por que você estaria?

Max sentiu suas mãos tremerem e de repente ele não conseguia mais segurar o seu sorvete. Ele largou o seu sorvete sobre a mesa e enquanto sentia as suas bochechas ficarem vermelhas ele encarou suas mãos.

– Você não faz ideia, não é? – Chris disse baixinho e Max sentiu um arrepio no corpo todo ao ouvir o som de sua voz.

– Ideia do que? – Max perguntou, ainda sem o olhar.

Chris sorriu e levantou a mão, ele levantou o rosto de Max com o dedo indicador e o fez olhar nos olhos. Max quase perdeu o ar quando olhou diretamente nos olhos castanhos dele que lhe olhavam de volta e eles pareciam sustentar o brilho de todas as estrelas no universo.

– Eu gosto de você Max... – Ele disse, fazendo um carinho no queixo de Max com a sua mão. – Eu realmente gosto de você. Como você nunca viu isso?

– Eu não sei... – Max disse sincero. – Eu apenas achei que um cara como você nunca iria olhar para alguém como eu.

Chris riu disso e levantou sua mão do queixo de Max e tirou alguns fios de cabelos de Max que estavam em frente aos seus óculos.

– Céus, você é adorável demais.


Notas Finais


eu shippo eles demais


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