História Will you be my best choice?! - Capítulo 6


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Notas do Autor


Eai Pessoinhas Lindas!!!

Boa Leitura^^

Capítulo 6 - Concern


— Espera, você está grávida!?

— Tá repreendido, Garota! — Clarisse bate três vezes na mesinha de madeira que tem um vaso em cima. — Nunca ouvi tanta besteira vinda de uma só vez de você.

— Vai saber o que já se passou aí... — Aponto com o dedo indicador em direção da sua vagina e subo ele até a sua boca. — E aqui.

Ela solta uma risada sem emoção e eu só reviro os olhos.

— Se você estivesse grávida, iria ser uma mãe desnaturada com certeza, mas me daria um ----. Tadinho dele ou dela. — Falo isso mais para mim do que para ela.

— Ei, eu seria uma excelente mãe! — Retruca.

— Antes deveríamos descobrir quem é o pai. — Caminho até o lugar que antes, de eu levar um susto, estava – sentada na minha cadeira.

— Kathe, chega de falar besteira, por favor. — Ela diz se sentando na cadeira que fica de frente para a minha mesa, apoiando os braços sobre a mesma.

— Ah, é o que então? — Pergunto já entediada de tanta enrolação.

— Uma coisa muito boa aconteceu hoje mais cedo. — Ela faz uma pausa e pega o seu celular e depois o vira, mostrando um jovem de cabelos negros e de óculos. Ele é bonito.

— Quem é esse? Mais um dos seus ficantes? — Pergunto e ela concorda com a cabeça.

— Sim e não. A coisa boa que aconteceu foi que ele me convidou para um jantar, mas, é agora que chega a parte ruim, eu não sei o que usar. — Bufo e volto a fazer o meu trabalho.

— Isso não é nada de emergência, Clary; preciso fazer o meu trabalho, então, se me der licença eu agradeço. — Sorrio.

— Você vai me ajudar, sim! — Ela diz se levantando e vindo em minha direção.

— Ei, espera! Não fa–

Antes de eu terminar de falar, ela já tinha desligado o computador e agora me puxava pelo pulso para fora da sala.

— Me solta, sua vaca! — Tento me soltar, porém, é em vão.

— Annie, cancele todas as reuniões de hoje. — Clarisse diz sorrindo.

Assim que entramos no elevador, ela me soltou.

— Ei, o que acha que está fazendo?! — Pergunto aborrecida. — Todos os funcionários virão eu sendo puxada para fora da minha sala. Tem noção disso, Clarisse!

— Estou fazendo um favor para você e para mim; pare de reclamar. — A mesma cruza os braços.

**

Estou em uma loja de roupas, sentada em um sofá marrom e observando Clarisse sair do provador com um vestido diferente do outro que usava.

— E esse vestido violeta? Ficou bonito, né!? — Clarisse diz dando uma voltinha com o vestido violeta que usava.

— Clarisse, você já provou uns dez vestidos; por que não escolhe um logo e compra? — Me levanto, se espreguiçando logo depois.

— Hm... Estou em dúvida. — Ela retira um vestido do provador e o coloca em frente do seu corpo. — O que acha desse?

— É bonito. — Olho de soslaio para ela e vejo um sorriso aparecer em seu rosto.

— Vou levá-lo!

Após esperar mais alguns minutos, Clary aparece e me puxa pelo pulso novamente até o caixa.

— Você quer parar de me puxar por ai! Eu fico parecendo uma criança. — Murmuro.

— Pare de reclamar; eu compro para você um sorvete e o que você quiser a mais. — A mesma diz entregando o seu cartão de crédito para a atendente. 

FLASH BACK: OFF

Só depois de toda correria com Clarisse que percebi que a minha agenda não estava na minha bolsa. Apesar de toda correria e paciência para comprar esse vestido, Clarisse comprou um vestido para mim também. Ele é vermelho, justo no corpo, tem um decote na parte entre os seios; podendo deixá-lo um pouco vulgar. Também passeamos pelo centro da cidade, vimos algumas roupas na promoção e paramos em uma sorveteria. Então, o dia foi bem legal para mim.

Levanto-me do sofá e caminho em direção da cozinha, ponho o pote encima da pia e lavo as minhas mãos. Amanhã tenho que pegar a minha agenda e coloca-lá em ordem, caso alguém tenha falado com Annie para marcar um horário para falar sobre algo importante comigo; ou para uma proposta. Depois, vou até o banheiro, escovo meus dentes e volto para cama. 

· · • • • ✤ • • • · ·

Acordo de madrugada com o meu celular tocando encima da cômoda que fica ao lado de minha cama, ao pegá-lo procuro de quem for que esteja me ligando, porém, vejo somente o número e nada mais. 

- Alô? - Digo ainda sonolenta, posicionando o celular próximo de minha orelha.

- Alô, Katherine? - A voz do outro lado da linha era de um homem e ele era neutro.

- Sim, sou eu, quem é? 

- Sou Edward, médico do hospital Mayoleand, o seu pai teve uma parada cardíaca-

Não consegui mais prestar atenção no que o médico dizia e agora eu corria contra o tempo para me arrumar o mais rápido que podia até a rua para pegar um táxi; indo em direção ao hospital. Após chegar na recepção, a moça logo me disse aonde ele estava e que era para eu esperar o médico que logo o mesmo falaria comigo. E assim fiz. Os minutos iam se passando e os pensamentos se faziam presente como a chuva tensa que estava lá fora, a preocupação e o nervosismo de perder o meu pai só aumentava. Não estava mais aguentando ficar sentada e prestando atenção no jornal que passa na televisão com o modo de distração. 

Me levanto da poltrona e caminho em direção do banheiro, enquanto andava vi os médicos andando de um lado para o outro, alguns com as pranchetas e caneta sobre as mãos, paro em frente de um grande vidro que dividia o corredor com uma sala, onde havia uma senhora dormindo e as três pessoas a olhando e uma chorando.

Era uma mulher e dois homens, a mulher de cabelo loiro era a que chorava e abraçava fortemente o homem ao seu lado. Olho em direção do outro moço que conversava com o médico e depois de conversar, vi o médico chamar algumas enfermeiras que logo ao entrar foram desligando os aparelhos que estavam conectados na senhora.

· · • • • ✤ • • • · ·

Estou no corredor, mas agora olho o meu pai que estava dentro da sala, respirando com a ajuda do aparelho. Graças a Deus ele está bem. Fiquei perdida em meus pensamentos que nem escutei a médica me chamar, só depois que ela tocou em meu ombro.

- Senhorita Katherine!? - Pergunta sorrindo gentilmente.

- Sim, sou eu. - Retribuo.

- Tenho boas e má noticia. A reanimação foi um sucesso e os remédios não causaram nenhuma reação alérgica no organismo de seu pai, então eles estão fazendo efeito. E, a má noticia, encontramos uma bactéria no corpo do seu pai, Photobacterium damselae, ela é transmitida após ingerir animais marinhos que já estão infectados ou não limparam bem ele. - Ela pausa e suspira. - Encontramos ela ainda no começo. - Acrescenta.

- Que significa? - Pergunto com a sombrancelha arqueada.

- Significa: que ainda temos como elimina-la. Ela cresce rápido e temos os medicamentos necessários aqui, mas terá que pagar por eles.

- Entendo. Quanto é?

 


Notas Finais


Espero que esteja gostando^^


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