História Will you like hunt with me? - Capítulo 80


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Categorias Supernatural
Personagens Dean Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Dean Winchester, Sobrenatural, Supernatural
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Palavras 1.757
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!!

Capítulo 80 - Ele Disse - Parte 03


Fanfic / Fanfiction Will you like hunt with me? - Capítulo 80 - Ele Disse - Parte 03

Harriet POV

A vítima era Holly Beckett - Dean disse ao voltar - 41 anos, solteira.

- Quem é ela? - perguntei à Andy.

- Nunca ouvi falar - ele respondeu.

- Liguei para o Ash quando vinha para cá - Dean continuou - ele descobriu uma coisa. Parece que Holly Beckett deu à luz quando tinha 18 anos. Em 1983. No dia em que você nasceu, Andy.

- Andy, você foi adotado? - Sam perguntou.

- Fui - Andy respondeu.

- Foi? - perguntei - e esqueceu de mencionar?

- Não me lembrei. Eu não conheci meus pais de verdade e, como sabe, minha mãe adotiva morreu quando eu era bebê. Você acha que a tal de Holly pode ser minha mãe?

- Eu não sei - Dean respondeu - procurei os registros de nascimento mas estão lacrados na prefeitura.

- Danem-se - Andy disse.

Entramos na prefeitura com a ajuda de Andy, que, usando seus poderes, convenceu o guarda a nos deixar entrar.

- Andy, é verdade - Sam disse ao pegar o registro - Holly Beckett era sua mãe verdadeira.

- Alguém tem um analgésico? - Andy respondeu.

- O Dr. Jennings era o médico dela. Ele cuidou da adoção. Você tem uma ligação sólida com os dois.

- É, mas eu não os matei.

- Nós acreditamos - Dean respondeu.

- É - Sam concordou.

- Mas quem foi? - perguntei.

- Eu faço uma boa ideia - Sam disse - Holly Beckett teve gêmeos.

- Eu tenho um gêmeo do mal? - Andy perguntou.

- Holly deu a você e seu irmão para a adoção. Você ficou com a família Gallagher, é claro. Seu irmão com a família Weems, em outra cidade.

- Andy, como está? - Dean perguntou - ainda conosco?

- Qual é o nome do meu irmão?

- Aqui. Anson Weems. Tem um endereço aqui.

- Ele mora aqui?

- Vamos ver a cara dele - Dean disse - tem uma foto chegando bem agora.

- Que merda - falei ao ver que era o cara que havia falado conosco na lanchonete, quando fomos procurar por Andy.

- Muito bem, Andy - Dean disse enquanto dirigia o Impala - diga tudo o que sabe sobre o cara.

- Eu não sei muito - Andy respondeu - Webber apareceu há alguns meses. Agia como se fosse meu melhor amigo. Estranho. Forçava a barra, sabe?

- Ele devia saber que vocês eram irmãos - falei.

- Por que mudou de nome? Por que não me contou logo a verdade?

- Eu não sei - Sam respondeu e fez uma careta.

- Sam? - falei - Sam - repeti e ele se contorceu.

- Sam! Ei! - Dean chamou o irmão e nós sabíamos que mais coisa ruim estava por vir.

- Dean, é melhor ficar longe - eu disse para Dean quando nós pegávamos as coisas no Impala.

- Não vou discutir - ele respondeu - minha cabeça está muito ferrada pra um dia só.

- Eu vou com vocês - Andy disse.

- Andy, não - Sam disse.

- É Tracy que Webber pegou - ele argumentou - eu vou.

Eu e Sam assentimos e nos aproximamos do carro onde Webber e Tracy estavam. O local onde estávamos era uma ponte sobre uma represa gigante, que não parecia ter fim olhando de cima para baixo.

- Saia do carro - eu disse à Webber, apontando a arma para ele - agora!

- Você não quer fazer isso - Webber respondeu e eu sorri.

- Pode apostar que eu quero, docinho - respondi e engatilhei a arma, o que fez ele me olhar com uma expressão surpresa.

Webber desceu do carro e Andy avançou nele, sendo segurado por Sam.

- Eu mato você! - Andy gritava.

- Não, não! - Sam disse - deixe que eu e Harriet cuidamos disso, está bem?

- Não! Eu vou matá-lo!

- Nós cuidamos disso! - gritei para Andy.

- Eu mato você!

- Andy, escute - Sam pediu - escute.

Senti algo batendo em minhas costas e eu caí no chão, batendo minha cabeça, o que fez com que eu perdesse a consciência.

Ouvi vozes ao longe e eu abri meus olhos, vendo Sam desacordado no chão e Webber conversando com Andy.

- Pare - Andy pediu - por favor, pare.

Eu olhei na direção de onde Dean deveria estar esperando armado e olhei para Webber, percebendo que ele também notou Dean lá. Vi Dean baixar a arma e levá-la até seu queixo, foi aí que eu percebi que Webber o controlava.

- Não - falei e obriguei meu corpo a ficar em pé - não! - joguei meu corpo contra Webber e ele foi ao chão comigo. Rapidamente, fiquei em pé e Webber também, olhando-me furioso.

- Não devia ter feito isso - ele disse e olhou para Dean.

Tiros ecoaram no local e Webber me olhou, surpreso, caindo no chão, revelando o autor dos disparos, Andy.

 

Dean POV

Ouvi Andy atirar em Webber e foi como se o encanto fosse quebrado. Soltei a arma de minhas mãos e olhei em volta, observando Andy ajudar Tracy a descer da grade da represa depois de Webber quase forçá-la a subir lá.

Olhei para Sam e ele já estava em pé. Harriet estava mais ao longe, olhando fixamente para a represa.

- Harriet - eu disse ao me aproximar dela - Harriet - repeti e bati em seu braço, o que fez com que ela me olhasse em um sobressalto.

- O que foi? - ela perguntou.

- Eu é quem pergunto - respondi - o que está olhando?

- Nada - ela respondeu e se afastou de mim, seguindo até Sam.

- Ele se matou - Andy disse aos policiais - vocês viram tudo.

- É - os policiais concordaram - nós vimos.

- Ele está cada vez melhor - eu disse à Sam, baixinho.

- Ela nem olha para mim - Andy disse, referindo-se à Tracy.

- É - Sam respondeu - ela está bem abalada.

- Não, é diferente. Eu nunca usei essa coisa da mente com ela. Antes da noite passada. Ela agora tem medo de mim.

- Andy - falei - eu odeio fazer isso, mas nós temos que ir embora.

- Eu anotei meu celular - Sam disse e entregou um papel à Andy - você não precisa ficar sozinho, entendeu? Se acontecer alguma coisa, me ligue.

- E o que eu vou fazer agora? - Andy perguntou.

- Seja bom, Andy - falei - ou a gente volta.

Nós nos distanciamos de Andy.

- Parece que eu tinha razão - Sam disse.

- Sobre o quê? - Harriet perguntou.

- Andy. Ele é um assassino, afinal.

- Não - falei - ele é um herói. Salvou a namorada. A salvou minha vida. Depois de Harriet derrubar Webber.

- Ontem à noite ele detonou alguém - Sam rebateu.

- É - concordei - mas ele não é um psicopata ensandecido. Ele só foi empurrado para aquilo.

- Webber também - Harriet disse - do jeito dele. Max Miller também foi empurrado. Eu fui.

- E eu com a morte de Jess - Sam completou.

- O que vocês querem dizer? - perguntei.

- De acordo com a circunstância - Sam começou - qualquer um é capaz de matar. Qualquer um. Sabe? Vai ver é isso que o demônio faz. Empurra. Acha formas de nos quebrar.

- Sam - falei - não sabemos o que o demônio quer, tá?

- Eu ouvi o que falou antes, Dean. Quando Andy fez você contar a verdade. Você tem tanto medo quanto eu.

- Foi controle da mente. Foi como ser drogado, cara. Aquilo não conta.

- O quê?

- Não, vou desconsiderar.

- Quantos anos você tem? Sete?

- Não importa. Nós vamos continuar a fazer o que fazemos. Caçar aquele filho da mãe a matá-lo.

- É. Eu acho - Sam disse e o telefone dele tocou - alô?

Voltamos ao Roadhouse.

- Jo, traga outra cerveja - Ellen ordenou.

- Mãe - Jo reclamou.

- Agora. Por favor - Jo saiu e Ellen nos olhou - então, querem falar desta última caçada de vocês?

- Não - eu e Harriet respondemos, juntos.

- Sem ofensa, mas é coisa de família - expliquei.

- Não é mais - Ellen insistiu - eu peguei isto com Ash. A casa de Andrew Gallagher queimou no dia que ele fez seis meses. Igual a sua - ela colocou os papéis em minha frente - e igual à sua - ela olhou para Harriet, que olhava-a atentamente - acha que todas essas vezes foi o demônio, não acha? Acha que ele foi atrás da família Gallagher?

- É - Sam respondeu - nós achamos.

- Sam - repreendi.

- Por que? - ela perguntou.

- Não é da sua conta - respondi.

- Veja lá como fala comigo, rapaz - Ellen respondeu, secamente - esta não é a sua guerra. É a guerra. Tem coisa grande e ruim vindo e está vindo rápido. O lado deles tem todos os trunfos. Tudo o que temos somos nós. Juntos. Sem segredos ou meias verdades.

- Tem outras pessoas por aí - Sam disse - como Andy Gallagher. Como eu. E como Harriet. E todos nós temos um poder.

- Poder? - Ellen perguntou.

- É. Poder psíquico. Eu, eu tenho visões. Premonições. Harriet consegue prever algo que vai acontecer próximo à ela. Eu não sei. É diferente para cada um. O demônio disse que tinha planos para gente como nós.

- Que tipo de planos?

- Ainda não sabemos ao certo.

- Essas pessoas, os médiuns, eles são perigosos?

- Não, nem todos. Mas alguns são. Alguns são muitos perigosos.

- Tudo bem, de quantos estamos falando?

- Só tem um padrão claro até agora. Incêndios em todas as casas - expliquei - na noite em que o bebê faz seis meses.

- Não é verdade - Harriet disse.

- O quê?

- Webber, ou Anson Weems, seja qual for o nome dele. Eu olhei nos arquivos. Não houve incêndio na casa dele. O que foge ao padrão. Então, se houve outro como ele, não vai estar no sistema. Não tem como rastreá-lo. E meus “poderes” - ela fez as aspas com as mãos - não começaram quando os de Sam ou os dos outros começaram, o que não encaixa também. De qualquer forma, quem sabe quantos deles estão por aí?


Notas Finais


eita


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