História Wings - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V)
Visualizações 23
Palavras 3.121
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, prometo que depois do Enem vou aparecer mais vezes^^

Capítulo 8 - The sincere conversation


     Taehyung não entendia muito bem o que estava acontecendo dentro de si, havia visto o Cupido dar um simples selar na cabeça do amigo e já estava guardando em si uma grande vontade de arrancar aquelas asinhas brancas das costas do mais velho. Não podia acreditar que o Cupido havia tido a audácia de dar um beijo na testa de seu melhor amigo, sendo que nunca havia passado dos abraços com Taehyung. Isso na cabeça humana que é obviamente limitada era quase como uma traição, em vista que Taehyung estava se sentindo profundamente triste desde que viu o singelo beijo. E isso não havia nem o total de dois minutos.

    A cabeça complicada de Taehyung estava em uma completa e insana bagunça. Ele não sabia exatamente como agir em vista de que tinha fechado os olhos e tentado não abrir, ele queria no fundo de si não criar tantas teorias paranóicas mas era impossível não se sentir assim tão mal, poxa ele também queria um beijinho de Jungkook. Pensava em toda a conversa que teve com o garoto mais cedo e tentava acreditar que Jungkook realmente não podia amar ninguém, nem mesmo ele, mas isso não importava muito porque Taehyung sabia ser egoísta quando queria e se Jungkook não poderia ser somente seu Taehyung ficava feliz que ele não pudesse ser de absolutamente ninguém.

  Taehyung sempre foi assim. Mas com Jungkook parecia diferente porque ele pensava de maneira diferente. Taehyung não conseguia sentir uma atração meramente sexual pelo anjinho, mas sim um sentimento novo que lhe dava o grande desejo egoísta que rondava sua mente. Ele pensou na possibilidade de morrer e se tornar um Cupido pra ficar junto a Jungkook, mas não sabia se isso lhe seria o certo e Jimin não merecia ficar sozinho nessa podridão que chamavam de Terra, afinal, o Park nunca lhe deixou sozinho!

    Era meramente interessante o jeito que Jimin cuidava e protegia Taehyung de todo mal. Mas naquele momento enquanto mantinha os olhos fechados e a cabeça deitada em seu travesseiro nunca quis que seu amigo acordasse e resolvesse sair caminhando como queria agora. Não havia gostado da cena e não havia gostado da possibilidade de Jungkook estar mentindo pra ele quanto em relação a poder amar humanos, mesmo que mínima ainda havia a existência de uma pequena chance de ser verdade uma de suas especulações. As quais o Kim desejava nunca nem ter pensado, pois queria de todo o seu coração confiar e poder ser amigo do Cupido.

    Taehyung estava realmente muito confuso em relação a tudo o que sentia naquele momento, mas Jungkook por outro lado apenas se deliciava em ver a cena mais fofa que havia presenciado desde a sua mera existência como um Cupido. Apesar de Jimin estar deitado ao lado do ser que lhe encantava cada vez mais, Taehyung ainda conseguia puxar sua atenção totalmente pra ele, pois mesmo dormindo um biquinho emburrado havia surgido de seus lábios e a vontade de tomar esse pequeno ser pra si e cuidar de Taehyung pra sempre só aumentou.

  Havia percebido que nunca teve uma ligação tão boa com nenhum outro ser, havia começado a se interessar pelo Kim desde que o virá  naquele dia da praça, os olhos famintos por liberdade e por aventura focaram em si. A forma que Taehyung o olha sempre lhe chama a atenção a cada encontro, porque o rapaz consegue ver em Jungkook coisas tão simples que nem o próprio Cupido sabia que lhe eram características. Taehyung tinha uma coisa diferente nos olhos que fazia com que Jungkook quisesse lhe proteger, não era parecido com medo e nem com culpa...era um desejo.

    Suspirando ao ver que já passava das oito da noite, Jungkook resolveu acordar seu novo companheiro para irem até a caverna, mas a forma com que Taehyung estava na cama lhe era tão convidativa que Jungkook apenas deixou a noite lhe tomar e se deitou ao lado de Kim, puxando cuidadosamente o corpo pra si e o pondo com a cabeça em seu peitoral, colocando o queixo no topo da cabeça alheia e o abraçando antes de dormir sentindo o calor dos corpos unidos. Taehyung ainda estava zangado, mas não deixou de se aninhar ali, dormir sem Jungkook era estranho...foi o que sua mente concluiu quando enfim conseguiu ficar confortável.

                        ‡★‡

    Não era mistério pra ninguém sobre como o tempo funcionava, durante o dia você sempre está ocupado e preocupado com alguma coisa e isso ajuda com que o tempo passe rapidamente para si, mas durante a noite você está preso na escuridão de sua mente sonhando e produzindo coisas irreais e por não fazer nada parece-lhe que o tempo passa rápido. E foi quando Jimin acordou que ele notou como o amigo parecia estar agarrando algo, mas deixou de lado e caminhou na intenção de sair do hotel e ir conhecer a floresta, descansar a cabeça.

    Na verdade sua principal e única intenção era não ver Taehyung e não o deixar se sentindo culpado pela miséria em que se encontrava. Sua intensão era burlar as regras do tempo sozinho em algum lugar longe dali. Caminhou por uma trilha desconhecida, não demorou muito achar ela quando se pôs no caminho que já conhecia, a trilha era deserta e isso não lhe dava medo, apenas  mais desejo de saber o que havia no final dela. E por isso continuou andando como se o mundo inteiro fosse apenas seguir reto independente se havia ou não uma bifurcação em seu caminho, seguindo na direção que sua mente queria, seguindo pro Sul.

  Quando enfim suas pernas doíam e seu ar estava mais pesado pelo cansaço encontrou uma clareira verde, não havia nada além de uma pequena e simples cabana de madeira que parecia não ser habitada por ninguém durante anos. Não resistiu a tentação e curiosidade que haviam lhe invadido ao ver a pequena construção de madeira e caminhou até ela, batendo na porta e ao não ter nenhuma resposta adentrou pelo que parecia ser a porta principal ou a única porta na cabana inteira. Era simples, madeira e poeira, apenas.

  A pessoa que morava alí havia abandonado a construção por pelo menos um século antes de Jimin achar a mesma, porém havia sinais de habitação ali, embora fossem muito sutis. Em um canto do que parecia ser a sala havia marcas de pés descalços e uma marca em linha reta que parecia ser um cajado que foi arrastado por toda a casa. No que parecia ser a cozinha havia duas vasilhas medianas com água, ao que parecia ser uma para consumo e outra pra limpeza da pele. A janela estava fechada deixando tudo em um leve escuro.

   Andou seguindo o rastro do tal cajado e achou um quarto, ao contrário de todo o resto não havia poeira naquele cômodo e ele estava incrivelmente composto por um piano preto moderno com uma cauda longa e uma cama de casal. Parecia ter alguém dormindo na cama e Jimin optou por caminhar devagar até a beirada do móvel, notando a quantidade exorbitante de penas pelo quarto e achando isso estranho. Quando chegou em frente ao corpo percebeu se tratar de um garoto que tinha a pele branquinha e os cabelos cinzas, então devagar ele tocou o rosto.

   A mão trêmula que estava quase encostada na pele do cinzento estava ficando gélida enquanto se aproximava do rosto do garoto, quando enfim tocou a bochecha do menino fez um delicado carinho na mesma e observou os olhos pequenos e meio sonolentos piscando algumas vezes antes do garoto arregalar os olhos, empurrando Jimin e indo pro outro lado da cama, batendo suas costas na parede e sentindo suas asas doerem. Por impulso levou a mão até o local e suspirou baixo, Jimin observando tudo ainda sentado no chão —lê-se caído na verdade— suspirou baixo e se levantou, aproximando-se da cama e do garoto, com cuidado ao notar que o mesmo ainda permanecia assustado.

  —Você está machucado? —Jimin perguntou um pouco baixo, sabendo que talvez o garoto esteja assustado por sua presença naquele local. Suspirou aliviado quando o garoto negou devagar, apesar das asas doerem o menino estava bem.—Okay, o que você está fazendo aqui sozinho? Está fugindo de alguém?

   O silêncio se instalou no quarto por alguns minutos até que Jimin subiu na cama meio impaciente, indo devagar até o corpo encolhido e quando estava novamente a frente do garoto percebeu que eles eram do mesmo tamanho, mas o menino parecia com um jovem adolescente, ou alguém que cuida da aparência.

  —Eu preciso que você me responda...para que eu possa ajudar você!—Jimin insiste ainda ajoelhado no colchão, olhando nos olhos escuros do garoto e notando que ele vestia algo parecido com uma túnica, tampando suas roupas e seu corpo, se não fosse a cor negra lhe pareceria adorável.

    —Saía da minha cama!—A voz baixa mas firme faz Jimin se impressionar, concordando e descendo da mesma, ficando em frente a cama e vendo o garoto de túnica se afastar da parede, indo pro meio da cama e se sentando, com as pernas cruzadas e com os cotovelos apoiados na coxa, ficando com o queixo sobre os punhos fechados e parecendo estar pensativo. Notou que ele não parava de olhar fixamente pro seu rosto mas não disse nada, até que pareceu desistir de concluir seus pensamentos.—Eu fico aqui porque quero e não estou fugindo de nada! Mas como você achou isso aqui?

   —Eu só comecei a andar...sem direção! E quando vi estava em frente a clareira!—Jimin explica, desviando o olhar envergonhado quando o menino lhe encarou mais intensamente.—Meu nome é Park...

   —Park Jimin, amigo de Kim Taehyung e sofreu uma recente espécie de desilusão amorosa por Jung Hoseok!—O garoto diz cortando sua fala e lhe parecendo levemente irritadiço.—Sou Min Yoongi!

   —Como você sabe tanto sobre mim?—Jimin pergunta assustado, olhando pra todos os cantos do quarto e procurando uma rota de fuga para caso as coisas saíssem de seu controle, que achava ter, no caso.

   —Eu não vou te matar, e nem te estuprar, você não faz meu tipo pra começo de conversa!—Diz Yoongi revirando os olhos e se aproximando de Jimin, ainda encarando um ponto específico de seu rosto.—Então o Cupido lhe fez uma promessa?! Achar seu amor verdadeiro, porra mano tô fodido!

  —Que? Do que você está falando? Por que está se aproximando?—Jimin começou a se desesperar e sentir seu coração batendo forte, quando Yoongi ergueu a mão para tocar em seu rosto ele correu em direção da porta, deixando um Min rindo e revirando os olhos para trás.

   Ceifadores não eram tão certinhos quanto os anjos e nem tão errados quanto os demônios, eram o meio termo que fazia o trabalho de encontrar as vítimas da morte e as tocar, fazendo seu último suspiro existir afinal. Não tinham tantas regras, falavam o que queriam e não se importavam tanto com isso, alguns até mesmo achavam que eles puxavam muito do lado demônio mas as regras lhes traziam estabilidade.

   Yoongi seguia elas desde muito tempo atrás, mas acreditava que se algum dia precisasse quebrar alguma delas aceitaria sua devida punição, ao contrário dos Anjos Negros que perdiam as asas e voltavam a vida humana como um castigo pela sua desobediência, os Ceifadores apenas morriam e ressuscitavam como humanos, não se lembravam de nada. Os Anjos deveriam lembrar sempre que caíram por desobedecer e que saber sobre o Paraíso era sua principal punição, enquanto que, os Ceifadores deviam sentir o que é ser traído, sento tocados pela Morte, por aquela que eles sempre serviram e obedeceram até então.

    Min não gostava da ideia de que existia uma rede de traições.

    Suspirando e revisando as duas principais regras ele notou que não devia deixar Jimin sozinho por aí, Jungkook havia por algum motivo lhe prometido o amor verdadeiro, e conhecendo suas regras ele sabia que infelizmente estava prestes a trair todo o seu propósito. Ele e Jimin ficariam juntos, não importa o que acontecesse...Jimin o enxergava. Revisou novamente seus conceitos:

  1º-Toque correto: todas as suas vítimas deveriam estar carregando o símbolo da morte na alma, ele só deveria tocar quando lhe era permitido, ou seja, quando o símbolo ficava mais visível e de uma cor mais quente. Era algo complicado, havia de se ter muita paciência.

2º-Destino cruzado: se alguém está em seu destino, mesmo que contra sua vontade você deve manter.

   No caso, funcionava melhor com as mortes que ele devia produzir, se ele estava perto de alguém que deveria morrer era ele quem deveria matar. Simples assim. Mas ele não queria deixar Jimin longe de si, e graças as regras também não poderia, notou que Jungkook gostava da companhia de Taehyung e decidiu lhe auto conceder essa chance, queria entender porque Jungkook estava tão grudado ao humano.

  Havia poucos minutos que Jimin havia saído correndo, Yoongi tirou a túnica negra empoeirada e abriu suas asas cinzas, saindo da cabana e voando na direção que sentiu as pulsações de Jimin, quando se aproximou o suficiente puxou o corpo e subiu, fazendo Jimin gritar desesperado.

  A sensação que Jimin tinha era absolutamente complexa, ele se sentia assustado por estar vendo a distância que estavam do chão, por ter uma pessoa literalmente com asas lhe carregando, e por estarem voltando pra cabana onde ele havia encontrado essa pessoa que ao todo ele só sabia o nome, se é que Min Yoongi realmente fosse o nome do que quer que aquilo fosse. Ficou levemente preocupado quando Yoongi pousou no chão e lhe arrastou pela cabana até o quarto e lhe jogou na cama sem nenhuma delicadeza.

   Yoongi não iria medir forças contra o humano, até porque a cama era macia e se alguém se machucasse ali essa pessoa seria no mínimo estranha. Com cuidado e um pouco de receio Yoongi se sentou ao lado de Jimin que permanecia estático enquanto olhava de uma ponta a outra das asas. A primeira reação esforçada foi um choro desesperado, que por algum motivo havia afligido Yoongi, tanto que quando notou já estava recolhendo as asas que aparentemente era o motivo do medo expresso pelos olhos do mais novo.  Jimin mesmo assim não pareceu melhorar.

   Não havia nada que impedisse Yoongi de prender Jimin na cabana e sair, voltando apenas quando ele estivesse mais calmo, e foi exatamente isso que o Ceifador fez, prendeu os braços alheios na cabeceira da cama usando pedaços da sua túnica e foi para a cidade na intenção de resolver algumas coisas com Jungkook e pegar algo que Jimin pudesse comer já que só o deixaria sair quando de fato estivesse tudo esclarecido e o Park concordasse em lhe fazer companhia de vez em quando, ou seja, quando o Ceifador estivesse na terra para fazer o seu tão importante trabalho em nome da morte.

                            ‡★†

   Já na cidade Yoongi andava pelas ruas calmamente, observando o trajeto das várias pessoas que andavam pela multidão, algumas saindo em expedição para o Monte Seoraksan e outras voltando de lá. Algumas poucas iam na direção do templo budista onde o enorme Buda de cobre estava as recepcionando, muitos casais haviam sido formados desde a chegada de Jungkook a Sokcho, e isso significa que logo Jungkook completaria a sua carga e seria enviado novamente pra Seul, onde estavam com dificuldades em atingir as metas. Yoongi percebeu que algumas pessoas estavam aglomeradas em um lugar específico de um estabelecimento, ele sentiu o símbolo.

    Andando calmamente na direção do tumulto percebeu que algumas mulheres retiravam as crianças de perto, puxando elas pra uma praça mais afastada onde haviam alguns brinquedos típicos dos Playground's americanos que geralmente se vê em filmes e algumas árvores que já estavam floridas, chegando mais perto pode notar que em um cantinho tentavam acalmar uma senhora idosa que estava chorando e falando repetidas vezes um mesmo nome, do qual Yoongi não quis escutar, era mais fácil se não houvessem nomes envolvidos, quando enfim estava a uma distância boa para se observar pode constatar que alguns especialistas, talvez médicos que estivessem de férias, estavam ajoelhados no chão.

   O corpo do senhor idoso estava pálido, os médicos ainda faziam massagens cardíacas e o senhor ainda respirava, o símbolo simples estava sobre o peito do homem. O símbolo não era grande coisa, apenas um círculo com runas mortais escritas delicadamente pela morte antes de se aproximar de outra pessoa que iria morrer, o local onde ele fora desenhado indicava porque ele estava morrendo, com o tempo Yoongi parou de ter curiosidade sobre isso e apenas fazia seu trabalho.  Ele não se achava no direito de saber porque estava tirando a alma do corpo de alguém então aos poucos sua curiosidade foi se tornando remorso.

    Se ajoelhou ao lado do corpo, tocando no símbolo usando a mão em que o anel de pedra azul brilhava, o brilho se estendeu até que ele sentiu leveza na mão, se levantou puxando consigo a alma grudada na palma de sua mão, sorriu e abriu o portal, colocando o corpo do cara nele e suspirando. Mais uma morte, um trabalho havia sido realizado e Yoongi não sentia a bondade escorrendo em seu corpo, ele não percebia a necessidade de fazer isso, mas ele não iria ter que se preocupar com isso...logo ele entenderia.

   Mas ele continuou ali, sentindo novamente o símbolo e quando notou todos correram na direção  onde a idosa estava sentada, seu corpo tremia e a marca estava em sua cabeça, Yoongi se aproximou com a mão de anel azul erguida mas ele não brilhou, suspirando e tomando coragem pra fazer tal coisa ele levantou a mão esquerda, o anel vermelho brilhou intensamente e quando ele puxou a alma ela foi direto as profundezas mais escuras do inferno. Era sempre assim? Não! Muitas vezes os casais que se respeitavam iam para o Paraíso juntos, mas aquela senhora idosa havia feito algo que não agradou o Pai de Tudo.

    Suspirando fundo ele começou a andar na direção do prédio, sabia que Jungkook estaria por lá embora também saiba que talvez Taehyung tenha saído pra procurar o amigo. Sentia que Jungkook lhe aguardava, ele também estava lhe procurando mas o assunto provavelmente havia de ser outro.  Se sentiu mais leve enquanto andava, logo parando de frente as escadas e começando a subir degrau por degrau sem sentir o efeito da subida e nem ao menos se cansar.  Logo ele bateu na porta e foi recebido pelo garoto de cabelos castanhos e olhos Onix, mas não um simples comprimento, um abraço desesperado.

   —O que foi, Jungkook?—Perguntou baixo, sentindo ele lhe puxar mais pra si.

     —Precisamos ter uma conversa...uma conversa séria!—Diz baixinho,o puxando pro quarto.

    Ali, Yoongi já sabia que estava tudo desmoronando, havia algo muito errado acontecendo.



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