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História Wings Of Redemption (Attack On Titan) - Capítulo 5


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Notas do Autor


Gente, eu sou um desastre para escrever cenas de luta kkkkk então já peço desculpas pelo vexame que ficou.

Capítulo 5 - A conversation, a fight


Fanfic / Fanfiction Wings Of Redemption (Attack On Titan) - Capítulo 5 - A conversation, a fight

◇ Akemi ◇


   Ter esses momentos com a mamãe eram únicos. Éramos só nós duas, falando sobre qualquer coisa. Aliviando a carga que as duas carregava.

    Enquanto mordia uma maçã, mamãe me olha:

  — O que foi, mamãe? — digo, parando de morder a maçã.

  — Tão corajosa. — ela responde, voltando a encarar o horizonte.

     — Não tanto quanto você.

   E era verdade. Minha mãe tinha uma coragem que era de se admirar. Às vezes me perguntava o porque do papai ter demorado a tomar uma atitude.

    Eu usava minha mãe como espelho para tudo que fazia. Éramos nós duas contra tudo:

     — Mamãe?

     — Sim? — ela olha para mim.

    — Você acha que papai teria orgulho de mim? — pergunto.

   Era um pensamento que perambulava em minha mente. Sei que ele não queria esse tipo de vida pra mim. Na verdade, ele não desejava pra ninguém:

     — Porque tá perguntando isso?

  — Eu não sei dizer. — digo, mordendo novamente a maçã. — Ele nunca desejou esse tipo de vida pra gente. Mas, cá estamos.

Mamãe suspira:

    — Akemi. — ela segura minhas mãos. — Nunca desejamos essa vida pra você. Queríamos que você tivesse uma vida normal. Mas você sempre foi uma pessoa que queria ajudar, independente da pessoa ou da situação. Então, sim. Ele teria muito orgulho de você.

   Não deixo de sorrir com aquilo. Mamãe sempre aliava um pouco a carga do luto que carregava:

    — Queria que ele estivesse aqui.

    — É. Eu também queria.

  Enquanto falávamos de outros assuntos, ouvimos uma gritaria. Nos levantamos para ver:

   — Mas o que...— antes que mamãe pudesse completar sua frase, o chão todo estremesse.

   Aquilo só poderia significar uma coisa:

    — De novo não.

  Um outro titã colossal estava atacando Paradis.

   Era enorme e parecia ser mais forte do que enfrentamos há alguns dias atrás.

   Enquanto íamos na direção do colossal com nossos DMT's, noto que há uma grande quantidade de civis tendo dificuldades para fugir de lá.

   Minha mãe havia notado isso também:

    — Akemi, retire o pessoal daqui. — diz.

    Acenando com a cabeça em sinal de sim, vou até a população.

    Já havia gente machucada. Isso era de partir o coração. Mas era uma guerra. Sair alguém sem estar ferido era algo impossível.

   Enquanto ajudava os civis, outro colossal surge, destruindo tudo que estava em sua frente.

    Se eu não o derrotasse, mais gente iria morrer. Uso o gancho do equipamento pata chegar até ele. Preparo minha espada. Procuro golpea-lo nas partes que o deixa enfraquecido.

   Enquanto desviava seu ataque, uma estranha movimentação por entre a multidão me chama a atenção.

   Não pude ver direito quem era mas algo em meu interior dizia que era familiar.

   Contudo, sou golpeada pelo colossal. Fui arremessada contra uma casa. Por um momento, havia perdido meus sentidos. Até que escuto uma voz ao fundo:

     — FILHA, LEVANTA!

   Não conseguia distinguir a voz. Por um momento, achei que fosse o papai. Tanto que eu senti alguém me carregar para longe.

    Ainda não conseguia acordar do meu estado. Mas minha mente estava a um milhão. A quem pertencia aquela voz?

   — AKEMI! — pelo cheiro que entrava em minhas narinas naquele momento, quem me chamava agora era mamãe.

    Pouco a pouco, ia recuperando meus sentidos. Tento me levantar mas não consigo:

   — O que... O que aconteceu? — digo, olhando para o meu redor. — como vim parar aqui?

   — Eu não sei. Mas a luta ainda não acabou. Conseguimos derrubar um colossal porém, o outro ainda continua atacando.

   Com certa dificuldade, consigo me levantar.

   — Descanse. — noto o olhar preocupado da mamãe.

  — Não. Enquanto não determos o outro colossal, não dá para descansar. — respondo, segurando sua mão. — Deve ter um jeito de determos ele.

      — E tem.

   Assim voamos até o outro titã. Uma coisa interessante dele era que seus ataques eram semelhantes aos do Martelo de Guerra. O que significava que sua fraqueza era semelhante também.

   Havia uma linha estranha em suas costas. Parecia como um cordão. Com certa dificuldade, conseguimos o atacar nas costas.

   Atacamos de baixo para cima, rasgando a linha. Isso fez com que o titã parasse de atacar os membros da Divisão, caindo na mesma hora:

   — Mais um titã pra conta. — Connie responde. — Caraca, esse foi difícil.

 — Assim como os outros que estão aparecendo. — Hange ajeita o seu tapa olho. — Esses tipos de ataque não estão sendo normais.

  — E desde quando foi normal? — mamãe questiona.

  Isso fez com que o pessoal refletisse um pouco:

   — Bom, de qualquer forma. — corto o silêncio. — Temos muitos feridos e mortos. Temos que fazer a nossa parte. — dou as costas para auxiliar uma senhora que estava machucada.

   Enquanto ajudava a levar os feridos até o prédio, minha mente martelava no que tinha visto.

    Quem era a pessoa que vi?


Notas Finais


Eu faço parte do time que também quer saber a quem pertence a voz. E vocês?


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