História Wings Triology 01 - Jiminie - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Visualizações 10
Palavras 3.709
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei muuuuuuuuuuuuuuito para actualizar e vocês não têm nem ideia do quanto isso doeu em mim. Mas aqui estou eu com mais um capítulo, cheio das coisas boas (carinha maliciosa). Espero que esteja do vosso agrado.
Boa leitura.

Capítulo 4 - Crazy, Fire and Bites


JM POV

Eu não sabia o que estava a acontecer comigo.

Desde que havia me transformado naquilo que era actualmente, sempre tivera o cuidado de não deixar os meus instintos tomarem conta de mim, especialmente eu que trabalhava directamente com pessoas naquela boaté, diferente do Namjoon, Yoongi e Jin, que tratavam mais da parte administrativa da mesma. Evitava não estar com fome, evitava ficar nervoso, evitava olhar fixamente para as pessoas, porque sempre que fazia aquilo, tinha a mania de deixar transparecer expressões que não pareciam muito humanas; resumindo, eu era uma pessoa extremamente cuidadosa com as minhas acções, até mesmo quando estava a dançar.

Mas desde que pusera os meus olhos em cima dele, simplesmente todo o meu cuidado havia ido para o espaço e meus instintos somente tomaram conta de mim. Claro, eu ainda estava meio controlado, ou já teria devorado, literalmente, o Jeon, mas a cada segundo que passava no mesmo ambiente que ele era um segundo a menos que conseguia manter meu controle intacto. Ele simplesmente destruia cada uma das minhas barreiras somente por respirar o mesmo ar que eu, e por mais que eu soubesse como evitar qualquer atitude drástica da minha parte, eu não queria sequer pensar em sair daquele quarto.

Havia algo nele que me chamava, que me convidada a abandonar toda a razão que eu poderia ter de sobra na minha mente e a me perder no cheiro inebriante que a pele desprendia. E por mais que eu tentasse resistir, cada movimento, por mais imperceptível que pudesse ser, praticamente gritava para mim "venha até mim e se delicie", o que tornava a minha vontade cada vez mais fraca; não, eu não estava a sofrer daquilo que os humanos adoravam usar como desculpa para qualquer coisa que fosse contra as regras que haviam imposto, que "a carne era fraca". Não, a minha carne era até muito forte, era eu mesmo que não estava disposto a resistir.

Mas a minha perda de controle comecou justamente quando ele deixou escapar que costumava ter fantasias comigo, há meses, e depois ficou envergonhado. Eu sabia que haviam algumas pessoas que costumavam fantasiar comigo (fruto do meu trabalho) mas nunca tive tanto interesse em saber de que fantasias se tratavam, até que cheguei nele. E como eu sabia que ele não revelaria, não por vontade própria, acabei fazendo algo que não fazia há algum tempo: entrei na mente dele.

Eu considerava aquele acto uma invasão de privacidade, já que estava a retirar informações confidenciais, que a outra pessoa provavelmente não estava disposta a revelar, mas não pude evitar fazer aquilo com ele, e fiquei maravilhosamente excitado com aquilo que encontrei na mente dele, com o quão incrivelmente gráficas eram aquelas fantasias. Podia entender o porque dele ficar embaraçado, mas se ele soubesse o que aquilo fez comigo, ficaria tão orgulhoso por ter-me feito agir tão rapido.

Quando dei por mim, estava com uma das minhas mãos dentro das calças dele e podia sentir o calor que a erecção dele produzia, e que fazia um contraste maravilhoso com a minha pele fria. O cansaço que havia sentido depois de ter terminado com as minhas apresentações já não existia mais, tendo sido substituído por uma onda de excitação que nunca havia sentido, nem mesmo quando ainda era humano, que consumia todo meu corpo e minha coerência. O que me devolveu para a realidade foi o gemido sexy que ele deu, e passei os meus dedos por cima do vulto antes de tirar a mão e rir; ele ficava tão fofo envergonhado.

- Não precisa ficar tão assustado, Jeon. Estava somente a seguir aquilo que estavas a dizer antes, e devo confessar, nunca conheci uma pessoa tão grafica quanto tu.

Percebi que ele demorou algum tempo a processar a minha fala, provavelmente porque ainda estava sobre os efeitos dos hormônios, mas depois que se apercebeu, corou ainda mais e a cor vermelha nas suas bochechas realmente deu-me água na boca e tive que reprimir um rugido.

Depois de provocá-lo mais um pouco, escutar algumas palavras vindas dele que não me agradaram nem um pouco e acabar por revelar coisas que não sabia o porquê de ter revelado, e descobrir que ele nao tinha nenhum problema em ser mordido (o que para mim era algo extremamente maravilhoso) achei melhor aliviar um pouco do ambiente, fazendo aquilo que ele havia sido prometido e aquilo que eu fazia de melhor: dançar.

Se existia algo que fazia-me sentir bem comigo mesmo, livre, era a dança. Quando estava a dançar, conseguia soltar um pouco dos meus instintos que mantinha controlados e somente me tornava um com a música. Já havia dançado na frente de milhares de pessoas, diversos estilos de músicas, em muitos ambientes, mas nada se comparou àqueles quatro minutos e alguns segundos que dancei na frente do Jeon.

Quando o disse para não tirar os olhos de mim durante a danca, não sabia o que aquele simples acto provocaria em mim.

Podia sentir os seus olhos passearem pelo meu corpo, a observarem cada movimento meu e aquilo pareceu ter sido um catalisador para que a minha danca se tornasse mais sexy do que deveria ser. Eu, que nunca havia rebolado em cima de uma pessoa (a não ser que estivessemos a fazer sexo), rebolei no colo dele e, me aproveitando da minha recente descoberta sobre ele, mordi seu pescoço, com cuidado para não romper a pele, e depois beijei-o. E que beijo maravilhoso foi aquele.

Assim que a música acabou, levantei-me rapidamente e encostei-me em uma das paredes que ficava do lado da porta, enquanto tentava me acalmar e diminuir a minha urgência em agarrar Jeon e fazer tudo aquilo que passava pela minha mente, que não eram coisas muitos normais,  na visão de um humano. Meu controle estava realmente por um fio e eu precisava sair daquele quarto, antes que fosse tarde demais.

Mas, por mais que eu quisesse sair, havia uma parte de mim que gritava para que eu me aproximasse o maximo que pudesse do Jeon, que me envolvesse no cheiro dele, que tirasse dele tudo o que pudesse dele e desse em troca tudo de mim, tudo aquilo que eu guardava dentro de mim, que não revelava a ninguem, sequer aos meus amigos.

Então, foi quando tudo descarrilou.

Dei por mim a chamá-lo, e depois que ele se aproximou passei as mãos pelos seus braços, antes de levá-las até o meu cabelo e agarrar um punhado e puxar a cabeça dele para trás e encostá-lo a parede que ficava ao lado da porta.

- Tu és tão irresistível – passava as pernas dele pela minha cintura. – Tão comestível. Tão sensível. Tão leve. Tão, mas tão, meu neste momento.

- Sim. Todo teu.

- Sim, meu.

Usando a minha super velocidade, levei-nos rapidamente até a cama que ali havia e deite-o nela, ficando por cima dele. Podia sentir as mãos dele a passarem pelos meus braços, e aquele toque, por mais que fosse algo simples, na situacao em que estavamos, so aumentou o meu desejo. Não sabia porquê, mas tinha a leve impressao de que a pele dele havia ficado quente, porque podia sentir uma onda de calor que vinha dele.

- Pensei que tivesse vindo aqui para receber uma dança privada – ele disse com a voz embargada de desejo antes de soltar um gemido, por causa dos beijos que estava a distribuir pelo seu pescoço. Não resisti e dei uma pequena lambida antes de levantar a minha cabeça e olhar para ele com um sorriso. – As tuas danças privadas costumam acabar assim?

- Vejo que os meus beijos desorientaram-te, porque eu já te disse que esta é a minha primeira dança privada. e mesmo que já tivesse feito uma antes, duvido que tivessem terminado deste jeito.

- Porquê não?

- Porque duvido que eles provocassem as sensações que tu provocas em mim - movi os meus qudris e esse movimento fez com que ele abrisse mais as pernas para me acomodar melhor. – A vontade que tenho de rasgar toda a tua roupa e foder-te inteiro com força é tão grande...

Ele respirou fundo e seus olhos ficaram mais escuros. O calor do seu corpo aumentou e ele soltou um gemido.

- Então... – ele aproximou a boca dele do meu ouvido e sussurrou -...porquê não o fazes?

Definitivamente, eu não sabia o que estava a acontecer comigo.

Depois de escutar aquelas palavras vindas da boca do Jeon, alguma coisa se soltou dentro de mim e a única coisa que conseguia pensar era em tirar tudo o que me impedia de me enfiar dentro dele do caminho o mais rapido possível antes de acabasse por explodir de tanto prazer que estava a sentir. E sentir o cheiro do desejo dele, ver a sua pele ficar corada, escutar sua respiração ofegante e sentir o calor que vinha dele, não ajudava em nada. Eu só pensava em enfiar dentro dele o mais fundo que pudesse e nunca mais sair.

Em um rápido movimento, tirei a camisa que estava a usar e atirei-a para qualquer canto do quarto, antes de sentir as mãos dele traçarem o meu peito. Pude perceber que ele apreciou a visão, pela forma que ele lambeu os lábios e seus olhos brilharam pelo desejo, e o facto de saber que consegui ser do agrado dele foi outro catalisador para aumentar o meu desejo. Abaixei a cabeça e voltei a beijá-lo, enquanto desabotoava a camisa dele (nunca fiquei tão feliz por ver uma camisa de botões na minha vida) mas porque pareciam ser muitos e eu estava impaciente, abri a camisa dele à força, o que fez com que ela rasgasse. Senti-o ficar surpreso, mas essa surpresa só durou alguns segundos porque ele gemeu na minha boca quando comecei a apertar os mamilos dele e a arranhar o seu peito.

Lentamente, fui baixando a minha mão e quando parei na zona da braguilha, senti a respiração dele falhar ainda mais, o que me fez sorrir durante o beijo. Dando-lhe a oportunidade de respirar com mais facilidade, parei o beijo e refiz com a minha boca o caminho que a minha mão havia feito, sorrindo maliciosamente quando me vi de frente com a erecção dele. Mordi o lábio e depois lambio-os, antes de começar a baixar o zíper da calça, tomando cuidado para não fazer nenhum movimento brusco e acabar estragando mais uma peça de roupa dele.

- Pelo amor de Deus, Jiminie... – ele gemeu quando passei a minha língua pelo relevo que seu membro fazia na cueca e depois mordi levemente.

- Me chame Jimin – baixei as calças dele, que depois foram seguidas pela cueca. Atirei-as para o mesmo lugar em que estava a minha camisa e a camisa estragada dele, antes de pegar o membro dele com uma das minhas mãos. – Aqui eu não sou o dançarino, aqui sou o homem que te vai fazer gritar muito alto e durante muito tempo.

Sem dar-lhe tempo para responder, meti a ponta do membro dele na boca e deixei um fio de saliva escapar da minha boca, antes de usar a minha mão para espalhá-la e lubrificar o resto do membro dele. Levei a minha mão até a boca dele e com um olhar meu, ele começou a lamber os meus dedos. Tentava me concentrar em dar-lhe prazer mas meu cérebro so conseguia imaginar o meu pau no lugar dos meus dedos e não pude deixar de gemer, o que fez com que Jeon gemesse em seguida, ja que a vibracao do meu gemido foi directo no pau dele.

Com um sorriso, fui descendo ainda mais a minha cabeça, até que senti a ponta do membro dele na minha garganta e respirei fundo antes de baixar ainda mais, parando quando o meu nariz bateu na zona da virilha dele. O gemido que Jeon deu quando sentiu o quando fundo ele estava dentro da minha boca foi tão alto que cheguei a me sentir orgulhoso. Fazia tanto tempo que fazia garganta profunda em alguém, que me sentia feliz em saber que as minhas habilidades ainda estava intactas.

Jeon continuava a chupar os meus dedos, e eu continuava a chupar o pau dele. A temperatura do quarto parecia aumentar a cada segundo que passava e podia sentir um trilho de suor descer pela minha testa e cair na pele de Jeon. Tirando os meus dedos da boca dele, levei a minha mão até o meu suor e passei meus dedos por ele antes de levar a minha mão de volta a boca dele, que alegremente voltou a lambê-los. Ele não parava de gemer e de falar frases incoerentes, e aquilo só servia para aumentar o meu desejo.

Depois de alguns segundos, tirei o membro dele da minha boca e os meus dedos da boca dele, antes de levá-los até a entrada dele, que emitia um calor incrivel.

- Por mais que queira abrir as minhas calças e foder-te até a incosciência, vou-te preparar primeiro... – lambi o pescoço dele -...lentamente...bem fundo...para depois fazer o mesmo com o meu pau...e te fazer gemer meu nome...e gritá-lo tambem...antes de fazer tudo de novo...até não conseguires mais lembrar o teu nome e muito menos conseguires andar.

Enquanto falava, fui metendo os meus dedos, um pou um, alargando a entrada dele e me certificando de que ele não sentiria dor nenhuma, somente prazer. A cada movimento dos meus dedos, os gemidos do Jeon iam aumentando de intensidade e seus olhos iam abrindo e fechando repetidamente, o que me fez sorrir e aumentar a velocidade dos movimentos dos meus dedos. Quando achei que ele já estava preparado o suficiente, tirei os meus dedos de dentro dele, antes de alcancar as minhas calças e comecar a tirá-las. Parei quando senti os dedos dele por cima dos meus e deixei-o continuar o trabalho.

Não devia ter feito isso.

Em um movimento vindo do nada, ele pôs-me deitado na cama e praticamente arrancou as minhas calças do meu corpo, antes de meter meu membro na boca dele. Soltei um gemido baixo e passei os meus dedos pelo cabelo dele, o que me fez tambem ditar a velocidade na qual ele me chupava. O calor da boca dele, os movimentos da sua língua, as vibraçoes dos seus gemidos que provocavam varias sensações em mim...muitas coisas ao mesmo tempo provocaram uma sobrecarga no meu cérebro e pude sentir, para além do desejo, que não mostrava sinais de diminuir de intensidade, outra coisa: sede.

Minha respiração começou a ficar mais agitada e arrepios começaram a subir pela minha espinha, ao mesmo tempo em que pude sentir meus caninos comecarem a descer. Eu sentia que estava a apertar com mais força do que deveria o cabelo do Jeon mas o facto de que ele havia feito comigo a mesma coisa que fizera com ele minutos atras não me permitia ganhar de volta um pouco do controlo que havia perdido e evitar que algo que não queria que acontecesse, acontecesse. Havia algo no meu cérebro que praticamente gritava para que me controlasse mas meus instintos e meu desejo, os sons de sucção que enchiam o quarto, o calor da pele dele, a suavidade do seu cabelo nos meus dedos...nada disso me ajudava.

Fui sentindo a mão dele traçar a minha barriga, antes de sentir sua boca fazer o mesmo trajecto, ele ele ficar cara a cara comigo. Seu cabelo estava desarrumado, seus lábios inchados e ele tinha um brilho no olhar que quem visse, diria que ele havia sido bem fodido e aquele pensamento me fez gemer, antes de lamber os lábios.

- Eu não sei o que estás a fazer comigo – ele disse em voz baixa, seus olhos fixos nos meus e sua respiração entrecortada. – Mas me sinto como se minha pele fosse se transformar em gelatina se não te sentir dentro de mim nos próximos segundos.

- Eu poderia te devorar inteiro – acabei soltando, sem me aperceber.

Um segundo. Dois. Três. Quatro. Cinco. Silêncio nos rodeava, sendo cortado somente pelos sons das nossas respirações. Nossos olhares ainda estavam conectados e o calor do seu corpo aumentava a cada segundo. Já não consegua formar nenhum pensamento coerente, os olhos dele me prometiam várias coisas, meu corpo gritava por alívio, minhas mãos coçavam para traçar cada pedaço do corpo dele, meus caninos coçavam para furarem a pele do pescoço dele e me fazer sentir o sangue dele, que pelo cheiro que estava ao meu redor, eu sabia que seria doce e me levaria a loucura. Havia uma força que nos envolvia, eliminava tudo ao nosso redor que não fossem os nossos corpos juntos ou os nossos olhos, algo que me impelia e me obrigava a juntar-me com ele até que nenhum de nós soubesse onde um começa e o outro termina.

Eu estava a ficar louco, era a única explicação para aquilo tudo que estava a sentir. E então, Jeon, com um tom de voz rouco, seus olhos brilhantes, e um sorriso malicioso, disse:

- Então, me devore.

Sabe aquele barulho que correntes fazem quando são destrancadas? Foi exactamente esse o som que escutei na minha mente quando a última grama de controle, que tão rígidamente mantinha apegada a mim, foi destruída. E tudo o que aconteceu a apartir daquele momento se tornou quase um borrão na minha mente.

Pondo-o debaixo de mim, abri suas pernas e levantei-as um pouco, antes de me enfiar dentro dele em um movimento rápido e fundo, fazendo-o gritar. Não esperei ele se habituar comigo dentro dele e comecei a movimentar os meus quadris, primeiro de forma lenta mas depois de alguns segundo comecei a aumentar a velocidade, guiando-me pelos gemidos que saiam da boca dele. Olhei para baixo e vi-o com os olhos fechados e a boca aberta, uma gota de suor passeava pelas suas têmporas, e caia na almofada. Nossas respirações estavam agitadas e só se escutava os nossos gemidos e o som que meus quadris faziam quando iam de encontro com os quadris dele, mas nada daquilo superava o aperto que o corpo dele fazia ao redor do meu pau.

- Vai mais fundo – Jeon gemeu no meu ouvido e arranhou minhas costas, antes de abrir mais a pernas. – Não se segure, vá mais fundo.

Meu corpo registou as palavras dele antes do meu cérebro, porque pude sentir-me ir mais fundo no corpo dele, e os espasmos que o corpo dele tinha a cada estocada que dava. Seu corpo ficava cada vez mais quente e a cama rangia a cada impulso que dava, por causa da força que estava a usar. Por alguns momentos, tive a mera impressão de que estavámos a separar-nos da cama mas os gemidos do Jeon fizeram-me olhar para ele.

- É isso que querias? – disse enquanto olhava para ele fixamente, e fazia movimentos circulares com os meus quadris. Vi que ele estava prestes a fechar os olhos mas impedí-o dando uma estocada mais funda. – Responde! É isso que querias?

Ele abriu e fechou a boca várias vezes, antes de lamber os lábios. Não resisti e beijei-o rudemente, com tanta força que acabei provocando uma fissura em um dos lábios dele e pude provar um pouco de sangue. Meu corpo foi a loucura com aquela pequena prova que tive e meus movimentos comecaram a ficar mais rápidos.

- Mais rápido! Jimin, vai mais rápido! – Jeon disse em um grito e sorri antes de aumentar a velocidade.

A cama batia contra a parede e rangia ao mesmo tempo, mas nem a possibilidade da mesma vir a quebrar foi o suficiente para me fazer desacelerar, porque o corpo dele era demasiado irresistível e se sobrepunha a qualquer pensamento racional que meu cérebro pudesse produzir naquele momento. E ainda havia aquele calor que vinha dele, que so aumentava e fazia meu corpo ficar cada vez mais quente. Mas, segundos depois, acabei percebendo que aquele calor não vinha dele e sim de mim. Haviam algumas linhas que estavam a aparecer nos meus braços e que pulsavam ao mesmo rítimo das minhas estocadas e quando olhei para Jeon, que tinha os olhos fechados e gemia descontroladamente, e baixei os olhos para o pescoço dele, o único pensamento que passou pela minha mente foi o de mordê-lo, ter dentro dele, para além do meu pau, meus dentes também, e provar tudo aquilo que ele pudesse dar-me.

Não resisti. Simplesmente abaixei a cabeça e cravei meus dentes no pescoço dele.

Não havia vinho mais caro ou agua mais pura que pudesse sequer comparar-se ao sabor do sangue dele. Era algo doce e salgado ao mesmo tempo, suave e leve, inebriante e energizante. A cada estocada que dava, ia sugando o sangue que saia do pescoço dele, e o barulho do bater do coração dele, junto com os gemidos e os gritos, eram os únicos sons que conseguia escutar, nada mais me importava. Uma sensação de formigamento começou a formar-se na minha espinha e soube que estava prestes a gozar, por isso pus minha mão no membro de Jeon e comecei a acariciá-lo, queria que atingíssemos o clímax juntos.

- J-jim-imin...eu v-vou g... – Jeon tentou falar mas da sua boca saiam mais gemidos que palavras.

- Goza comigo, meu bem. Me mostra o quão bem te faço sentir – olhei para ele por alguns segundos antes de voltar ao pescoço dele e voltar a enfiar os meus caninos na sua pele.

Algumas estocadas depois, senti algo líquido entre nos e escutei um gemido longo sair da boca dele, antes de liberar o orgasmo que estava a segurar e derramar tudo dentro dele. Minha respiração, junto com a dele, estava agitada, e lentamente sai de dentro dele, antes de me jogar para o outro lado da cama. Só tive tempo de puxá-lo para perto de mim, antes de beijá-lo na testa e sorrir.

- Durma, querido – olhei para o pescoço dele e vi duas marcas em um dos lados e automaticamente lambi os lábios, me lembrando do sabor do sangue dele. – Falaremos depois.

Após dizer aquilo, Jeon suspirou e se acomodou, antes de fechar os olhos e dormir em segundos. Queria puxar as cobertas e pôr por cima de nós, mas meu corpo estava meio pesado e ainda bem quente, por isso somente apertei meu braço ao redor dele e fechei os olhos, antes de dormir também.



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