História Winterwitch - Amor por contrato - Capítulo 35


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Steve Rogers
Tags Romanogers, Winterwitch
Visualizações 149
Palavras 2.389
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ooii meu amores, como estão? Com saudades?

Capítulo 35 - Essa noite


Fanfic / Fanfiction Winterwitch - Amor por contrato - Capítulo 35 - Essa noite

Segure-se à noite, Segure-se às lembranças. Eu gostaria de poder te dar algo mais, Eu poderia ser seu.
( Richard Marx - Hold On To The Nights)

 

- Wanda? - Bucky gritou largando a maleta no sofá

- Aqui no jardim! - ela respondeu com outro grito.

Ele caminhou até lá e a encontrou sentada na terra, rodeada por plantas que ele mal sabia identificar, em meio ao pequeno jardim, que crescia um pouquinho mais todo o dia. Elas, as flores, já não lhe causavam dor...não lhe lembravam a morte nem o sofrimento. Não lhe lembravam o amargo velório de seus pais...Tudo graças a Wanda. E agora as mesmas flores que durante tanto tempo lhe transmitiam tristeza, agora lembravam ela. Sua Wanda. Ele sorriu contente.

- Bucky! - ela gritou mostrando que já o estava chamando a algum tempo.

- Hmm?

- Perguntei se você esta bem.

- Estou. - ele respondeu confiante

- Ótimo, então porque não tira esse sorriso idiota do rosto e vem me dar um beijinho?

O sorriso dele aumentou. 
Ele deu alguns passos terminando com a distancia que havia entre eles, se abaixou e colou os lábios nos dela como uma leve caricia.

- Você é muito mazinha. - ele disse quando afastou um pouquinho os lábios

- Sou é? - ela disse com os olhos brilhando de divertimento

- Sim. - ele sussurrou prendendo o lábio inferior dele entre seus dentes e o puxando. Ela sorriu mais e então acariciou a bochecha dele.
Bucky soube que tinha alguma coisa errada no exato momento em que sentiu a mão dela inconstando nele. Sentiu algo gelado em sua bochecha e então arriscou um rápido olhar para as mãos delas.

- Você me sujou com areia?

- Não. - ela disse sem tirar o brilho de divertimento dos olhos – Isso não é areia.

- Então o que é isso? - ele disse sorrindo de forma ameaçadora

- Um tipo de fertilizante.

- Um tipo de fertilizante? - ele repetiu juntando as sobrancelhas

- Isso.

- Você colocou esterco em mim? - ele perguntou com a voz ameaçadora o bastante, enquanto ela apenas riu.

- Sim. De vegetais apodrecidos. -
Sim ela era muito mazinha.

- Eu vou contar até dez Wanda. Um.... Dois....

Com um pequeno gritinho ela saiu correndo para dentro da casa.
Quando Barnes finalmente gritou o “dez”, ele levantou como um predador. Aquele jogo havia se tornado um passatempo para eles durante os quatro dias que haviam se passado. E agora o caçador ia em busca da caça, a qual ele podia jurar que estava escondida dentro do quarto, debaixo da cama.

Wanda gritou em meios as gargalhadas enquanto Bucky a jogava sobre a cama e lhe fazia cocegas.

- Chega! - ela gritava enquanto ria – Para!

Bucky, que também ria, afastou-se um pouco dela e foi pego de surpresa quando a morena esticava as mãos e começava a lhe cutucar as costelas fazendo-o se esquivar:

- Hey! - ele disse em forma de repreensão e lhe agarrou os pulsos, pressionando-os logo em seguida no colchão acima da cabeça dela.
Eles ainda sorriam quando o olhar de ambos se encontrou:

- Sua monstrinha. - ele brincou.
Ambos riram.

- Como você sabia que eu estava debaixo da cama? - o sorriso dele alargou

- Intuição. - ele respondeu – Suspeitava desde o principio que você estava debaixo da cama.

Ela lhe deu um tapa no braço e fingiu indignação.

- Isso foi injusto. - ela protestou - Você sabia onde eu iria me esconder antes de eu ter me escondido.

Ele lhe revidou com um beijo estalado na ponta do nariz:

- Da próxima vez encontre um esconderijo melhor. - ele provocou.

Ela riu e o empurrou com força com as pernas para longe. Ele cambaleou e retrocedeu alguns passos quase caindo, mas foi o suficiente para que ela levanta-se da cama com um pulo e fosse em direção a porta do banheiro.

- Vou tomar banho. Ela anunciou – Toda essa correria com você além de exausta me deixou...suada demais. - ela disse enrugando o nariz de maneira engraçada.

Ele sorriu malicioso e logo tratou de também anunciar:

- Oh sim claro. Me sinto igualmente assim, vou lhe acompanhar no banho.

Ela lhe mostrou a língua e lhe disse animada:

- Negativo. Eu quero realmente tomar banho, por isso se quiser tomar banho também procure outro banheiro da casa.

Ele arregalou os olhos e abriu a boca como se estivesse bastante ofendido:

- Hey, você esta no banheiro do meu quarto.

Ela riu e lhe respondeu já dentro do banheiro;

- Foi você que insistiu para que eu dormisse aqui querido, então o quarto também é meu. - um sorriso brincava em seus lábios e a porta bateu-se com força. Ele pode ouvir quando ela deu duas voltas com a chave na fechadura da porta.

- Sua terrível monstrinha! - ele gritou divertido enquanto dizia a si mesmo que na primeira oportunidade, iria se livrar daquela maldita chave.

Assim que ela ligou o chuveiro, ele pode ouvir o barulho da água e logo também o murmuro de Wanda que cantarolava alguma melodia que ele particularmente desconhecia. 
Ele fechou os olhos apenas por um segundo, porem foi tempo o suficiente para ele poder imaginar o corpo nu de Wanda sob o jato de água do chuveiro, enquanto esta lhe escorria desde os seios desnudos dotados de mamilos rosados, passando pelas pernas delgadas e…Ele abriu os olhos se sentindo ofegante e com um leve comichão na virilha. Ela realmente era uma monstrinha, A sua monstrinha. Ele abriu um sorriso e achou melhor aceitar a sugestão dela e tomar banho em outro banheiro para poder esperá-la já deitado na confortável cama que agora os dois dividiam. 

Wanda ficou no banheiro apenas alguns minutos, mas para Bucky que já a esperava deitado na cama com as mãos atras da cabeça, mais pareceram horas. Quando ouviu o barulho da chave, anunciando que finalmente estava sendo destrancada, ele olhou em direção a porta esperando ver aquela visão gloriosa de sua esposa vestindo apenas a camisola que lhe ficava a cima das coxas torneadas e era quase transparente, tornando-a ainda mais sexy e provocante. Mas ao contrário disto quando a porta se abriu, o que viu foi uma Wanda enrolada em um roupão de algodão. Ela abriu um pequeno sorriso ao vê-lo com os cabelos molhados esperando-a deitado na cama.

- Na cama tão cedo querido? - ele sorriu daquele modo de menino travesso que somente ele tinha.

- Pois é minha querida, - ele respondeu parecendo bastante divertido com a situação – eu acho que esta noite, em especial, vou querer outro tipo de janta... - ele disse insinuante.

Ela riu nervosa e foi em direção a porta do quarto.

- Aonde você vai? - ele perguntou sentando-se na cama

- Ao contrário de você, estou realmente faminta. - ela disse sem deixar de sorrir – Vou comer alguma coisa.

Ele murmurou alguma coisa baixo de mais para que ela ouvi-se e logo ele já estava levantando da cama completamente nu.

- Tudo bem você venceu. - disse ele vestindo seu roupão, também de algodão, que era apenas alguns números maiores que o dela.

Largando o braço despreocupadamente sobre os braços dela, desceram a escada juntos. Quando chegaram à cozinha, Wanda foi até a geladeira enquanto Bucky se escorava no ardo da porta.

- O que você vai comer? - disse parecendo falar propositalmente a frase com ambiguidade, mas Wanda preferiu ignorar a indireta do comentário.

- Pensei em fazer alguns sanduíches. - ela disse dando de ombros – Sabe como é, pão, queijo, alface, presunto...

Ele esfregou as mãos:

- Ótimo faça logo quatro! - ele pediu

- Quatro? - ela repetiu divertida

- Sim, três pra você e um pra mim. - ela riu e começou a tirar os ingredientes da geladeira sobre o olhar minucioso dele.

- Hey Bucky, porque você não vai ver se tem algum trabalho para fazer em seu escritório? - ela disse já bastante incomodada por estar sendo observado tão meticulosamente por ele.

- Não tenho. - ele deu de ombros fazendo-a bufar.

Alguns segundo no micro-ondas fora o bastante para que o queijo derretesse. Sentando-se na mesa ela apenhou um dos sanduíches e Bucky apanhou outro.

- Não se esqueça que este é o seu único sanduíche. - ela o lembrou quando faltara apenas duas mordidas para ele terminar de comer o pão entre as suas mãos. Ele lhe mostrou a língua divertido.

A janta que era mais apropriada para ser chamada de lanche restabeleceu a força de ambos e depois de terminarem com a segunda travessa de sanduíches eles subiram novamente para o quarto. Bucky foi o primeiro a entrar e o primeiro a deitar, fitando-a com aquele olhar malicioso que parecia lhe despir por completo e lhe atravessar o corpo, incendiando-a.

- Enfim recarregados. - ele disse de bom humor atirando o roupão ao chão voltando a ficar nu.

Wanda, em especial naquela noite, parecia-lhe mais encabulada do que de costume. Ele deu duas batidinhas sob o colchão macio ao lado dele e ela soltou uma risadinha abrindo o sinto do roupão e mais uma vez Bucky se surpreendeu. Ela usava uma blusa de poliéster que apesar de bastante simples e sem estampa nenhuma lhe acentuava os seios e a curva da cintura. Porem o seu maior espanto foi ao detectar que ela estava com uma grossa e grande calça de algodão.

Ele olhou-a como se estive-se em frente a um ET, e foi impossível de Wanda não rir. Ela deitou-se ao seu lado e a expressão dele continuava a mesma. Quando ela se tapou com as cobertas ele perguntou:

- Porque diabos você esta de calça? - seu tom não parecia mais tão divertido e sim chocado. 

Antes que ela responde-se ele soltou uma especie de gemido e se curvou sobre ela pressionando os seus lábios contra os lábios carnudos e quentes de Wanda. Ela abriu os lábios quando sentiu a língua dele exigente traçando uma linha sensual em seu lábio inferior. As mãos dele lhe apertaram gentilmente as nádegas e ela atirou seus braços braços em torno do pescoço dele aprofundando o beijo. Ele mudou o ângulo do beijo fazendo com que as bocas pudessem se explorar ainda mais, levando-os ao topo da luxuria. Ele a tocou nos seios por sobre a blusa e sentiu os mamilos se enrijecessem sob a sua palma e ela gemeu baixinho quando ele com o polegar e o indicados apertou os mamilos com força. Já tinham ido longe de mais! - Wanda pensou consigo mesma e gentilmente espalmou as mãos sobre o peito nu e musculoso e o afastou. 

- O que…? - ele parecia apavorado e ela sentiu a ereção forte e vigorosa dele contra as suas pernas.

- Vamos dormir Bucky. - ela pediu da forma mais doce e meiga que conseguiu.

Ele a encarou perplexo como se ela lhe tivesse pedido algo como vamos assaltar um banco.

- Porque? - ele perguntou quando finalmente sua voz reapareceu ainda rouca de desejo. - ela o mirou por debaixo dos cílios.

- Estou cansada. Quero apenas dormir. - ela respondeu e logo desviou o olhar.

Apesar do balde de água fria ele ainda sentia o corpo quente de desejo.

Entre aturdido e aborrecido ele voltou a perguntar:

- Porque você quer dormir? Esta tão cansada assim? - ou esta me evitando? ele mordeu a língua para não fazer a última pergunta.

Prontamente ele viu as bochechas delas ficarem vermelhas com o rubor que lhe subiu até as faces.

- Bucky, não podemos apenas dormir?

- Não. - ele disse sincero – Me diga primeiro o que esta acontecendo.

Ela o olhou sentindo as bochechas arderam ainda mais. Porem, de que adiantava mentir? Afinal não podia ser realmente tão humilhante quanto ela pensará...Ou podia?

- Estou naqueles dias Bucky. - sua voz não passou de um sussurro.

Ele a olhou por um momento parecendo estar atrás da verdade.

- Só isso? - ele por fim perguntou.

- O que você achou que fosse? - sua voz parecia surpresa e um sorriso se curvou nos lábios dele.

- Nada. Não pensei em nada. - disse voltando a beijar-lhe os lábios e colando o seu corpo ao dela, de forma que deixava evidente a intensidade do seu desejo.

- Você ouviu alguma coisa do que eu falei? - ela disse entre os beijos.

- Sim. - ele respondeu sem deixar de beijá-la.

- James! - ela ralhou lhe apertando os ombros com força mas, sem empurrá-lo ou afastá-lo – Não!

- Porque não?

- James... eu estou naqueles dias. - ela repetiu pausadamente como se estivesse falando com uma criança.

-Eu sei. Já me disse isso. O que que tem?

Ele pode jurar que a cor do seu rosto quase ficará igual a cor dos moragos da geladeira.

- Eu não acho que seja... adequado. - ela disse hesitante.

- Tudo bem sua monstrinha. - ele disse suspirando – Você vai me matar um dia mesmo.

Ele riu jogando-se sobre seu travesseiro ao lado dela, e em nenhum momento deixou de encará-la. Ela sorriu e de repente e o rubor começou a desaparecer. Olhando-o de um jeito carinhoso ela agradeceu:

- Obrigada.

- Oh, não me agradeça! - ele disse sorrindo torto – Pode apostar que irei cobrar caro por esses dias de abstinência.

Ela riu e se aproximou mais nele se aconchegando em seus braços enquanto lhe dava um leve beijinho na bochecha. Aturdido pela nova experiencia, Bucky fechou os braços retribuindo o abraço enquanto ela afundava a cabeça em seu pescoço e seus braços se aconchegavam para mais perto do moreno, assim como todo o seu corpo feminino.

Bucky sentiu a leve respiração dela contra a sua pele e ao longo de todo o seu corpo podia sentir o corpo dela colado ao dele. Minutos se passaram e ele não ousou se mexer. Ela respirava tranquilamente e logo ele pode se certificar de que ela dormia. Ele sorriu satisfeito. Era a primeira vez que ela realmente dormia em seus braços tão próxima...e carinhosa, e ele, acabou admitindo que aquilo era muito bom. Quase tão bom quanto poder chegar ao ápice do prazer junto dela. Fechou os olhos e dormiu, sem se preocupar com o sorriso bobo em seus lábios.


Continua



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