História With you - Capítulo 56


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLÁ MEUS AMORES!!!!!

OLHA SÓ QUE MILAGRE, EU ATUALIZANDO DIAS DEPOIS DO CAP ANTERIOR!!! KKKK TÔ FELIZ POR TER CONSEGUIDO ESSE FEITO!

GENTE, MUITO OBRIGADA PELOS COMENTÁRIOS E FAVORITOS, VCS SÃO INCRIVEIS DEMAIS1<3

LEIAM AS NOTAS FINAIS, POR FAVOR!

BOA LEITURA!<3

Capítulo 56 - Pompom!


Fanfic / Fanfiction With you - Capítulo 56 - Pompom!

Yuri estava tão entusiasmado com a surpresa que seu pai havia prometido, que mal dormiu direito a noite. Era feriado na cidade, João se levantou primeiro que todos da casa. 

Assim que Anni entrou na cozinha ela viu um recado pregado com ímã na geladeira escrito:

 

“Anni, fui buscar minha mãe no aeroporto, se o Yuri acordar antes da gente chegar não conte nada a ele!

Amo vocês: João. “

 

Anni sorriu, porque sabe que Yuri vai amar. Sua avó paterna sempre dizia que um dia ia visita-lo e esse dia chegou.

Ester quando soube que a mãe de Rosana estava na casa dela, decidiu fazer o mesmo e ir ver seu neto, ela sabe que Sandra não é muito simpática com o garoto, mas Ester sempre amou o neto, ela era quem ajudava João a cuidar de Yuri quando ele era só um bebê, porque Rosana mal chegava perto da criança devido a depressão pós-parto.

 

Yuri acordou e logo foi ao banheiro escovar seus dentes, e tomar um banho rápido para descer e tomar café. Seu dia já estava programado, João aproveitou o feriado, e decidiu que levará todos ao parque de diversões. Ele quer passar mais tempo com a família, coisa que o falta devido ao trabalho, mas para João sua família é mais importante, e ele não quer deixar Yuri sem a sua presença paterna.

O menor tomava café, e ficava enchendo Anni de perguntas, querendo saber aonde o pai foi, mas ela se segurava ao máximo para não contar e estragar a surpresa.

-Yuri sossega, eu vou acabar contando. – diz ela rindo.

-Então conta, vai. – diz ele com a voz manhosa, fazendo Anni sorrir.

-Não. – disse ela e afaga os cabelos ruivos do garoto. Yuri cruza os braços, e faz um bico. –Já acabou?

Ele assente e se levanta, Anni dá seu braço para Yuri segurar. E os dois vão para a sala.

 

Por volta dás 9h30 a.m, João chega com sua mãe. Ele entra primeiro e chama por Yuri; o garoto nem esperou por Anni, e já estava no rall de entrada. João estica seu braço pegando o dele e diz:

-Adivinha quem tá aqui. – Diz ele e o ruivo franzi os lábios e sacode a cabeça, não fazendo ideia de quem seja. – Vai, adivinha.

-Hmmmm!!! Não sei, papai. – João sorri e beija a cabeça dele.

Ele chama a mãe com sua mão, e Ester toda feliz diz:

-Meus Deus! Esse meu neto tá enorme e lindo! – Diz ela dando um abraço forte em Yuri, que ficou surpreso e feliz ao mesmo tempo, retribuindo o abraço da avó.

Ester acena com sua mãe para Anni logo atrás, que parece estar mais feliz que Yuri.

-Vovô?!!!!! – Exclama ele, todo incrédulo. Ester se afasta dele, segurando suas mãos e o fitando de cima a baixo.

-Não queria dizer isso, mas você tá a cara da sua mãe, Yuri! – Diz Ester, e Yuri sorrir encolhendo os ombros de vergonha. – A única coisa que ele tem seu João, é o branco dos olhos.

João e Anni riem, e Yuri cora mais ainda. Ele não sabe nem o que dizer para a avó. Sua empolgação está nas alturas.  

-E-Eu também pareço com o papai, q-quer dizer, eu acho que pareço, né papai? – Disse Yuri ouvindo a vó rir.

-É filho. – Responde seu pai.

-Oh Meu Deus, que lindinho!! – Ester parece que não vai largar o garoto nunca.

-Mãe, fala pra ele o que a senhora trouxe. – Diz João vendo o rosto de Yuri se iluminar aos poucos.

-Um presente?! – Perguntou ele rouco e mal acreditando que sua vó comprou algo para ele. Ester diz que “sim”.

Ela os deixou por alguns minutos, e quando retorno foi para a sala aonde os três a esperavam.

-Voltei! – Disse Ester, e Yuri sobressaltou no sofá ao ouvir um latido fraquinho.

Ele entreabriu a boca, não acreditando. Ester pede para ele levantar e Yuri escuta outro latidinho. Seus olhos começam a lacrimejar com a ideia de ser um cachorrinho.

-Aqui, pega ele com cuidado. - Diz Ester entregando o cachorro pequeno nos braços de Yuri.

-U-Um cachorro? – Pergunta ele com a voz tremula, com o animal no colo. Sua avó diz que sim, Yuri ainda não acreditando, passa com cuidado a mão no pelo do cachorrinho, -que está muito agitado em seu colo-, e é a coisa mais macia que ele já sentiu. –O-Obrigado, vovó!

Diz o ruivo rouco, sentindo sua garganta secar, ele fazia carinho no cachorro, e se segurando para não chorar. Yuri queria ter um cachorro, e agora ele mal acredita ter um; seus olhos lagrimejam sem parar, o menor fazia um grande esforço para não piscar.

Um soluço baixo saiu de sua boca, Yuri se sentou no sofá e escondeu o rosto no pelo do animal, João sorriu e se sentou ao seu lado, afagando suas costas. Yuri chorava baixinho, ele estava muito, mas muito feliz por ter ganhado um cachorro.

O filhote, é da raça Lulu da pomerânia, branquinho igual a neve, com algumas manchinhas bege claro, e os olhos pareciam duas bolinhas de gude pretas e brilhantes. Era a coisa mais fofo de se ver, seu pelo é cheiro e o cachorro parece uma bola branca e peluda.

Ester soube por João que Yuri queria um cachorro, e no aeroporto ela contou que adotou um, João gostou pela mãe ter adotado e não comprado.

Ester afagava os cabelos dele, para Yuri parar de chorar.

-Não precisa chorar, querido. –Diz ela. Mas Yuri não está chorando de tristeza, e sem de felicidade, um de seus sonhos finalmente foi realizado, que era ter um cachorrinho.

-É que...e-eu tô feliz! – Disse ele secando as lagrimas com a costa da mão, Ester o abraça deixando um beijo em sua cabeça. – Ele é tão fofinho!

-Ele é muito fofo mesmo, Yuri! – Diz Anni, que quase chorou junto com ele.

O ruivo foi se acalmando; logo já estava brincando com o cachorro no jardim da casa. João estava na varanda do jardim observando o garoto. Yuri estava sentado na grama, e jogava uma bolinha de Tênis laranja para o cachorro ir pegar, o “doguinho” ia buscá-la e voltava correndo para devolvê-la nas mãos de Yuri que toda vez que isso acontecia ele ria demais. Parecia uma bolinha de pelos correndo atrás de outra bola e latindo.

Yuri o pegou no colo, e disse:

=Errr!!! Você é tão fofinho, que não dá vontade de morder! – Fala o ruivo e recebe umas lambidinhas no rosto. João de longe rir da cena, e caminha na direção do ruivo.

-Yuri? – Ele o chama e o ruivo sorrir na direção que veio a voz do pai.

-Oi, papai! – Diz ele animado. – A gente já vai?

-Sim. Mas o cachorro não. – Fala João vendo o sorriso sumir do rosto do menor.

-Quê?! Mas...mas porquê papai? - Pergunta ele franzindo as sobrancelhas, e tentando segurar o cachorro agitado em seu colo, que queria a qualquer custo pegar a bolinha ao lado do dono.

-Então filho, no parque não é permitida a entrada de animais, é por isso. Você entende? – Fala João e Yuri assente.

-Isso é injusto, mas quem vai ficar com ele, papai? Ele não pode ficar sozinho, ainda é um bebê! – João rir e se agacha na frente do garoto, e diz:

-Escuta, eu já falei com a Irene, e ela vai cuidar muito bem dele. – Diz João tentando deixar o garoto mais calmo.

-Hmm, tá bem. – Yuri se levanta tendo a ajuda do pai, e coloca o cachorro no chão.

Eles entram na casa, e Yuri não para de rir porque o “doguinho” ficava pulando nas pernas dele e latindo.

-Yuri, você já escolheu um nome pra ele? – Pergunta João. Yuri assente, e o cachorro não para quieto correndo em volta de Yuri.

-Bem, ele é menino e muito fofo. – Fala o ruivo. – Eu pensei em Pompom!

-Pompom? – Repte João rindo e olhando para o cachorro. Yuri assente. – É, ele tem cara de Pompom.

-Sério?! – Exclama Yuri sorridente. João diz que sim. –Viu, Pompom.

O cachorro late saltando nas penas de Yuri, como se estivesse concordando com a escolha do nome.

 

Após se arrumar para ir ao parque, Yuri desce para encontrar sua família. Ele está tão empolgado que está sentindo um frio na barriga por isso.

-Vamos? – Diz Anni.

-Hã....sim, mas.....- Yuri parou de falar e sentiu seu rosto queimar pelo que ele pretende pedir ao pai, mas está com medo de João não deixar.

Seu pai que estava com Yasmim no colo, olhou para o ruivo e perguntou o que ele queria. Yuri sobressaltou achando que seu pai leu sua mente. Yuri sacudiu a cabeça com vergonha, e esfregando suas mãos.

-Yuri. – Diz seu pai sabendo que ele quer algo, mas está com receio de perguntar. – Fala o que é.

-É, e-eu…e-eu queria saber se, se o L-Lucas pode ir também? – Diz Yuri todo atrapalhado e corado.

-Quem é Lucas? – Pergunta Ester. O ruivo gela na mesma hora.

João não contou a sua mãe que seu filho é gay, ele quis contar pessoalmente e não por telefone. João e Anni trocaram olhares cumplices, e ele disse virando para encarar sua mãe:

-É, mãe, Lucas, ele, ele é. Humm, bem. – João mal consegue falar de vez o que ele queria.

-Lucas é o namorado do Yuri, Ester. - Diz Anni e João suspirou grato com Anni.

O ruivo estremeceu, e ficou esperando a avó brigar com ele, mas não foi isso o que aconteceu, porque, Ester tem um filho gay, que é o tio Caio de Yuri. Ela olhou para João e disse:

-E por que vocês só estão me contanto isso agora?! – Pergunta Ester com as mãos na cintura. João riu. – Errr! João. Você achou que eu ia dá uma de louca e não aceitar o meu netinho lindo?!

Dizia ela indo para o lado de Yuri e o abraçando com carinho. Yuri suspirou retribuindo o abraço da avó.

-Escuta, querido, eu não estou brava nem nada, quando o seu tio Caio me contou que é gay, quanto ele tinha 18 anos, eu confesso que fiquei em choque, fiquei com medo, não por mim, mas por ele, sabe. Esse mundo é muito perigoso, e eu temi pela vido do meu filho; há tantas pessoas ignorantes que simplesmente não aceitam a orientação das outras. – Diz ela segurando o rosto corado do ruivo. Yuri mal consegue abrir a boca para dizer algo a vó. Ele está emocionado, mas não quer chorar, pensando em tudo o que escutou. – Mesmo o Caio sendo gay, ele continua sendo um filho maravilhoso, e eu sempre vou amá-lo, assim como eu vou continuar te amando!  

Yuri com um misto de felicidade e alívio abraça a avó com gratidão. Ela sorrir olhando para João.

-Obrigado, vó! – Diz o ruivo com a voz meiga.

-Eu vou ligar pra ele, e pedir para o Lucas nos encontrar no parque. – Diz João fazendo Yuri sorrir largo.

 

°°°°°

 

Eles já estavam quase entrando quando Lucas apareceu, Yuri quase saltou em cima do garoto para contar sobre pompom, o menor emanava felicidade, e estava contagiando todos a sua volta. Lucas riu quando Yuri tropeçou na sua frente e só não caiu porque ele o segurou.

-Yuri, cuidado. – Disse João mais afastado.

-Lucas, Lucas, Lucas!!!!! – Dizia Yuri abraçando a cintura do moreno.

-Nossa, isso tudo é porquê eu tô aqui? – Pergunta ele rindo, Yuri o solta e sacode a cabeça.

-Também, mas eu quero te contar uma coisa! – Dizia ele segurando nas mãos do moreno.

-Conta aí.

-A minha vó me deu um cachorrinho!! Ele é um bebê ainda, e é muito fofo, dá vontade de apertar ele, mas eu não vou fazer isso, porque posso machucá-lo. O nome dele é Pompom! – Dizia ele com rapidez, e mal respirando para falar.

Lucas ria, e o abraçou apertando ele em seus braços, e beijando sua cabeça.

-Eu duvido que ele seja mais fofo que você. – Diz Lucas só para provoca-lo e deixa-lo vermelho, e funcionou. Yuri corou e cruzou os braços fazendo uma cara feia.

-É claro que ele é, você vai ver! – Diz Yuri fazendo um bico de raiva, Lucas sorrir de canto e dá um selinho nele.

O maior olha para por cima de Yuri, e acena para João, Anni e Ester. Lucas vai até eles, e Ester já se apresenta querendo saber tudo sobre Lucas. O garoto ficou sem graça, mas o que tudo indica é que, Ester gostou do garoto.

Yuri estava tão elétrico, que não conseguia ficar parado, ele estava com as pessoas que mais ama, só faltava os outros que no caso são; sua mãe e irmão, Lia e Bê.

O dia resolveu ficar ensolarado, eram 10h30 a.m. E o parque estava cheio devido ao feriado. Lucas e Yuri caminhavam pelas barracas de jogos e comidas, ele viu uma barraca de tiro ao alvo, e chamou Yuri para ir até lá.

Lucas deu o ticket para jogar; a moça passou a pistola d’água para ele, e Lucas puxou Yuri para a sua frente, posicionando a arma na mão do menor, Yuri franziu o cenho de confusão, não sabendo o que Lucas estava fazendo.

-Quando eu disser “já”, você aperta aqui. – Diz Lucas colocando o dedo de Yuri no gatilho da arminha, e foi aí que o ruivo entendeu. Ele sorriu assentindo.

Lucas se posicionou atrás de Yuri, e mirou no alvo, Yuri podia sentir o hálito quente de Lucas em sua nuca, e isso o estava deixando arrepiado.

-Já! – Diz Lucas, e Yuri aperta o gatilho rindo.

Isso era uma nova sensação, seu corpo estava leve e feliz.

Assim que a bexiga encheu, a moça disse que eles ganharam, Yuri sorriu largamente, e a moça pediu para eles escolherem um brinde. Lucas olhou as opções, e a única que chamou a sua atenção foi um chaveiro de pimenta; assim que ele viu, Lucas sorriu e apontou para o chaveiro sem dizer o que é para Yuri. A moça o entregou e Lucas segurou na cintura do ruivo saindo dali.

Yuri estava morrendo de curiosidade.

-O que você escolheu, Lucas?! – Pergunta ele não se aguentando de curiosidade, Lucas rir de canto e diz:

-Abre a mão. – O ruivo a faz, e sente algo geladinho e pequeno tocar a palma de sua mão, Yuri rir encolhendo os ombros, e toca no chaveiro. Ele tateou tentando descobrir.

-L-Lucas? – Fala ele confuso. – É um chaveiro?

-Sim, e adivinha do quê? – Fala o moreno mordendo o lábio.

-Hã.....Fala, eu não sei. – Lucas segura o rosto de Yuri com as duas mãos e se abaixa um pouco para beijá-lo. O ruivo fica na ponta dos pés, e cora sabendo que tem gente em volta deles vendo seu beijo, mas o ruivo não se importou com isso, porque o beijo estava gostoso e lento do jeitinho que ele gosta de ser beijado por Lucas.

Lucas sessa o beijo com dois selinhos, e sorri fitando o rosto rubor de Yuri.

-É um chaveiro de pimenta, baixinho. – Diz ele, e Yuri rir, já sabendo o porquê de Lucas ter escolhido esse.

-Obrigado, amor.- fala ele e abraça a cintura de Lucas. Sua cabeça está repousada no peito do moreno, Yuri consegue ouvir o coração de Lucas batendo por ele.

Lucas segura na mão de Yuri e os dois caminham pelo parque, eles preferiram ficar a sós, porque Yuri ficou com vergonha de abraçar e beijar Lucas na frente da avó.

-Lucas...- Yuri passa sua mão livre com carinho no braço do garoto.

-Hm! – Lucas está fitando a montanha russa, com um brilho nos olhos.

-Seu aniversário é daqui há 15 dias, né? – Pergunta ele, e Lucas vira a cabeça em sua direção.

-É sim, por quê? – Pergunta ele sentindo um frio na barriga.

-É.....é que!!! Hmm, e-eu queria te dá um presente, mas não sei o que. – Fala ele com meiguice na voz, e encolhendo seus ombros, fazendo Lucas sentir uma vontade de morder a bochecha do ruivo.

-Um beijo pra mim basta. – Disse Lucas e Yuri sorrir largo.

-E-eu tava pesando em algo, mas não sei se vai dar tempo. – Falou o menor segurando o braço de Lucas com as duas mãos. O moreno morde o lábio e pergunta o que seria, mas Yuri ficou pensativo, não sabendo se é uma boa ideia.

-Ei. – Chama Lucas fazendo-o voltar à terra. Yuri sacode a cabeça, e diz:

-Eu queria aprender a tocar uma música bem bonita no piano pra você ver, mas não vai dar tempo. – Falou o ruivo, Yuri soltou o braço de Lucas, e ficou esfregando suas mãos uma na outra demostrando nervosismo.

Lucas o abraça, confortando-o em seus braços, ali Yuri se sente protegido e querido por seu namorado.

Lucas beija sua testa e diz:

-Não precisa se preocupar com presentes, amor. Pra mim o meu maior presente é você. – Yuri corou com essas palavras.

Ás vezes ele queria ser diferente, mais solto com Lucas. Ele sabe que o garoto gosta dele desse jeitinho envergonhado.

Yuri sorrir de canto, e assente parecendo ter ficado mais aliviado.

Eles retornam a andar, passando por brinquedos e barracas diversas. Eles foram no carrossel, porque Yuri não parava de pedir para irem, então Lucas sendo um bom namorado foi. Yuri parecia estar se divertindo muito, Lucas estava ao seu lado, e o ruivo sentado em um unicórnio, e isso estava fazendo Lucas querer mordê-lo até a pele de Yuri ficar vermelha.

Assim que o carrossel parou, eles desceram, Yuri parecia inquieto, não parava de se mexer ao lado de Lucas, que ria de sua agitação.

-Foi muito bom! Foi muito bom, amor!!! – Fala ele sacudindo o braço de Lucas, que não parava de rir.

Tudo estava bem, Yuri estava feliz e se divertindo muito até que perto da roda gigante, quando eles estavam na fila, Yuri sentiu um mal-estar, sua cabeça começou a doer de leve e a suar frio, mas ele não quis dizer a Lucas e estragar o passeio. Seu estomago estava embrulhado, e Yuri pensava que deveria ter sido algo que ele comeu. Parecia que ele ia desmaiar a qualquer momento.  

Yuri estava na frente de Lucas, que o abraçava por trás. Lucas notou que Yuri estava quieto, e o menor estava jogando seu peso contra ele. Lucas o segurou melhor e olhou para o seu rosto, que estava pálido, Yuri estava com uma cara péssima, e isso deixou Lucas preocupado.

-Ei.- fala o moreno passando a mão nos cabelos do menor. Yuri pisca algumas vezes, parecendo que estava em transe. – O que você tem Yuri?!

-Hm! – De sua boca sai apenas um gemido baixo. Lucas optou por sair da fila e ir se sentar com Yuri. Ele foi até um banco próximo e sentou o menor, que parecia mais sem cor do que antes.

Lucas se agacha na sua frente, e acariciou o rosto de Yuri.

-Yuri? Me fala o que você tá sentindo? – Diz Lucas ficando apreensivo com a aparência do menor. Yuri sacudiu a cabeça, e cobriu seu rosto com as mãos para Lucas não o ver.

O moreno sentou ao seu lado mergulhado de preocupação, ele nunca tinha visto Yuri assim.

-Acho que é melhor ir procura seu pai. – Diz Lucas. Yuri retira as mãos do rosto, e senti que seu estômago quer jogar tudo o que ele comeu para fora.  

Lucas percebe a inclinação que Yuri deu, e segura os ombros dele, logo depois Yuri vomita. Lucas afasta os cabelos de Yuri da frente de seu rosto para não os sujar, o ruivo tossi, e passa a mão e sua boca. Lucas não sabe o que fazer, Yuri está mal, e João longe deles.

O ruivo vomita novamente, e Lucas ouvi um soluço.

-Ei, calma. – Fala Lucas para consola-lo.

-Hm....n-não (tossi) gosto de v-vomitar (tossi), L-Lucas! – Dizia Yuri rouco, e chorando baixinho.

Lucas se levanta, e o ergue com cuidado para ele não ficar enjoado, ele o leva até um banheiro, e Yuri lava sua boca. O moreno afaga os cabelos de Yuri, enquanto o ruivo seca sua boca.

-Tá melhor? – Pergunta ele segurando no queixo de Yuri e erguendo sua cabeça para fita-lo. O menor ainda está pálido, e dar para ver que a cor de seus lábios está voltando aos poucos.

Yuri assente timidamente, com vergonha de ter vomitado na frente de Lucas.

-Q-Quero meu pai. – Murmura Yuri tão baixinho, que Lucas quase não ouviu.

Lucas e Yuri saem do banheiro. O ruivo está abraçado a cintura de seu namorado, e com a cabeça caída em seu peito. Lucas pega o celular e manda uma mensagem para João explicando o que ouve, e ele pede para ambos irem encontra-lo na saída do parque.

10 minutos depois, os garotos chegam na saída e Lucas ver João. O mais velho vai na direção deles, e checa como Yuri está, ele pergunta o que ouve. Yuri fala que passou mal.

-O que você comeu, Yuri? – Pergunta ele colocando a mão na testa do garoto.

Yuri funga, e sua voz sai tremida.

-U-Um cachorro quente. – Fala ele sussurrando e abraçado a Lucas.

Ele não quer que seu pai fique chateado com ele por ter acabado com o passeio, porque passou mal.   

-D-Desculpa, papai. – Fala ele rouco e segurando o choro.

-Yuri, não peça desculpas por passar mal. – Fala João. Lucas assente, e seu pai o pega no colo.

Yuri abraça o pescoço do pai, como se ali fosse a seu sustento e proteção. João sente o corpo leve e mole do filho em seus braços, e fica mais preocupado com a sua saúde, ele quer leva-lo ao médico, mas sabe que vai ser um sacrifício entrar com Yuri dentro de um hospital; o ruivo ainda não conseguiu superar o seu medo de hospitais, ele não sabe explicar o que tanto o apavora, talvez seja o ar do ambiente ou o cheiro forte que tem em todos os hospitais que há. Mas....o que Yuri não sabe é que esse trauma vem desde o seu nascimento, por causa do estresse que foi o seu parto e a perda de seu irmão, que mesmo Yuri sendo ainda um recém-nascido ele já sofreu muito com a carga de estresse na sala de parto.

João não quer ver seu filho sofrendo assim, então ele quer que Yuri passe em um psiquiatra para que ele ajude Yuri a superar sua fobia de hospital, mas para isso acontecer ele terá que falar com Rosana, que por mais que João a considere uma mãe mediana, ela ainda é a mãe de Yuri, e Rosana tem que estar a par de tudo o que acontece com seu filho.

E seria excelente essas consultas no psiquiatra, porque Yuri fará uma cirurgia de córneas assim que um doador parecer, e o ruivo passara dias dentro do lugar que ele mais teme, e um psiquiatra o ajudara a superar esse medo.

Para Yuri não ter crises de ansiedade por causa do hospital, João optou por chamar um médico para a sua casa.

João anda até onde está sua mulher e mãe; sendo seguido por Lucas, que está aflito com o mal-estar do menor. Ester cheia de preocupação já o bombardeia de perguntas. E após explicar tudo e deixar todos calmos, ele diz que vai chamar um médico em sua casa, e sente o corpo pequeno de Yuri estremecer em seus braços, e João escuta Yuri resmungar baixinho quase num sussurro:

-Hospital não, papai! – Seu rosto ainda está pálido, mas a cor de seus lábios já está ganhando um tom rosado.

Lucas –que não saiu um minuto se quer do lado de João, faz carinho no tornozelo de Yuri.

-Não vamos à um médico, filho, vamos para casa. – Fala ele e beija a testa de Yuri, que seu pai a sentiu quente. – Olha mãe, Anni e Lucas vocês fiquem aqui, ainda tá cedo.

-E-Eu vou com vocês! – Disse Lucas ao lado, e ainda com sua mão segurando o tornozelo do ruivo, João assente porque sabe que não vai convencê-lo a ficar por nada.

-Que isso João, o menino tá mal, todos vamos embora, e quando chegarmos farei um remédio caseiro e ele vai ficar bom em minutos! – Ester fala ao filho, e João nota que todos estão preocupados com Yuri.

-Certo, então vamos. – Assim todos retornam para o carro.

Lucas vai atrás com Yuri em seu colo, o confortando em seus braços e fazendo carinho nas costas dele, ele sentia a respiração quente de Yuri em seu pescoço, a cabeça do menor estava caída no ombro de Lucas, e sua mão segurando com gentileza o braço do moreno. Yuri estava de olhos fechados e respirando com calma, para tentar fazer o mal-estar passar.

 

Já dentro da casa, João com seu filho nos braços, o levou para o seu quarto; enquanto isso Anni ia fazendo a ligação para o médico. Ester está com Yasmim na sala, a bebê parece sentir o que está acontecendo porque não para de chorar, e tentando falar o nome de Yuri.

No quarto, Lucas todo cuidadoso, ajeita os travesseiros para João deitar Yuri na cama. Ele o coloca com cuidado na cama, e perguntou se Yuri ainda está se sentindo mal, Yuri sacode levemente a cabeça com umas das mãos apertando a gola de sua camisa.

-Eu já volto, fica aqui com ele Lucas. – Disse João e deixa o quarto.

Lucas fita o ruivo deitado na cama de lado com seu corpo encolhido, e seus braços dobrados na frente do peito. Lucas tira seu tênis e se deita ao lado de Yuri com cuidado o abraçando de conchinha. Yuri suspira ao sentir o corpo de Lucas colado ao dele, o ruivo vira sua cabeça para trás e sente o rosto de Lucas próximo ao dele, Yuri levanta sua mão e acaricia o rosto do moreno.

Lucas se inclina um pouco e beija a bochecha dele, fazendo-o rir de canto depois de um tempo. Yuri deita sua cabeça novamente para frente.

-Tá melhor? –Sussurra Lucas contra a pele do pescoço do ruivo, que sente sua pele ouriçar.

-Hmm!!! M-Minha cabeça dói um pouquinho. – Murmura ele alisando a mão de Lucas.

Lucas se ergue um pouco e fita seu rosto, que começa a ganhar um tom rosado, e isso deixa Lucas aliviado.

-L-Lucas, e-eu vou pegar o pompom pra você e-ele! – Diz Yuri tentando se levanta, e Lucas o impediu, deitando ele de volta na cama.

-Depois Yuri. Quando você tiver bom, eu vejo ele. – Lucas se envolve no corpo do ruivo, os aconchegando ali. Yuri assente rendido, mas querendo ir pegar o cachorro.

A janela de seu quarto está aberta, e de lá de fora ele consegue ouvir os latidos do cachorro que parece estar brincando com alguém. Yuri sorrir de canto e se acalma.

Os dois ficam juntinhos na cama, Lucas acariciando Yuri, que já estava se sentindo melhor com esse afago gostoso de seu namorado. Parece que Lucas é o remédio que Yuri precisava.

 

°°°°°

15hp.m

Por ser feriado Bernardo saiu com a mãe, eles passaram a manhã toda juntos, e por volta dás 15h eles chegaram em sua casa. Bê transbordava animação, fazia tempo que ele e sua mãe não tinham um tempo só para eles.  

O final de tarde estava com cara de chuva, o céu formava nuvens cinzas e carregadas, Bê foi para a frente da porta e olhou a rua. Para ele aquela rua o fazia recordar de boas lembranças, de quando ele trazia Yuri para sua casa, e os dois ficavam horas na varanda conversando sobre tudo; Bê sorri e passa a mão em seus cabelos castanhos escuros, parece que foi ontem quando ele estava a sós com Yuri e sentiu uma vontade imensa de beijá-lo, mas Bê ainda não sabia sobre a orientação do ruivo e se ele sentia o mesmo que Bê.

-Bernardo? – Fala sua mãe o esperando com a porta aberta. Bê se vira e sorri para a mãe.

Ele vai para seu quarto, e lá toma um banho; Bê já vestido e confortável, pega seu celular em cima da mesa do seu computador e ver uma mensagem de Nick.

Nicolas quer vê-lo mais tarde em sua casa. Bernardo o responde, e nessa ele aproveitar que a casa de Nick fica de frente a de Yuri para ir ver o ruivo.

 

°°°°°

 

Bernardo está na rua da casa de Nick, e ele vai muito pensativo no caminho. Ele sempre fica nervoso quando os dois estão a sós, Nick sempre que avançar nas caricias, mas Bê foge dele.

Bernardo sabe que os dois já estão juntos há muito tempo, e Nick quer transar, mesmo ele ainda não se sentindo seguro.

Bê atravessa a rua e toca a campainha da casa de Yuri. Uma empregada atende, e ele pergunta por Yuri; Bê sobe para o quarto do menor, e bate na porta, lá de dentro ele escuta a voz de Lucas. Bê entra e ver os dois garotos.

-Oi, gente. – Fala ele e percebe o rostinho de Yuri um pouco abatido. – O que ouve?!

-Ele passou mal no parque. – Fala Lucas sentado na beira da cama, e com o celular na mão.

Bê vai para o outro lado da cama e se senta. Yuri senta devagar e abraça a cintura de Bernardo que o aperta com carinho. Bê deita sua cabeça na de Yuri e diz com carinho na voz:

-Você tá com febre, ruivinho! – disse ele, e Lucas o fita de olhos semicerrados, fazendo Bê rir de sua cara.

Yuri assente. Bê coloca sua mão na testa de Yuri, e a sente muito quente.

-Deve ter sido o cachorro quente que comemos, e depois fomos no carrossel, ai fudeu, né! – Lucas fala fitando seu celular.

-L-Lucas!!.....para de falar pa-palavrão! – Disse Yuri com a voz fraca e rouca. Lucas olha em sua direção sorrindo e fala:

-Foi mal, amor. – Diz ele sem perceber que Bê estava ali.

-Ownnnnn!!! Você chama ele de amor, Lucas! – Disse Bê sorrindo e Lucas cora, mas depois se recompõe e revira os olhos para o garoto.

-Cala a boca, Bernardo! – Lucas se recosta na cabeceira da cama, e mexe no celular fingindo que nada aconteceu.

Bê deixou a porta recostada, e por ela entrou uma bolinha de pelos correndo, pompom foi na direção em que ele estava, e ficou saltando querendo subir na cama. Bernardo olha para baixo e diz:

-Yuri!!! Que coisa mais fofo! – Fala Bê pegando o cachorro. Yuri rir. – Gente! Se a Lia ver essa coisinha ela vai surtar!

-Ele é muito lindo, né Bê?! – Pergunta Yuri afagando o pelo do cachorrinho.

-Sim! Qual é o nome dele? – Pergunta Bê.

-É pompom! – Yuri rir encolhendo os ombros, e Bê coloca pompom em cima da cama. O cachorro corre para cima de Lucas, e fica puxando a blusa de frio do garoto, que fica tentando afastá-lo.

-Ele é a sua cara, Yuri. – Bernardo diz rindo do cachorro agarrado na camisa de Lucas.

-YURI! – Fala Lucas pedindo ajuda. O ruivo gargalha ao seu lado e pega pompom no colo. – Esse cachorro não me deixa em paz!

-Ele gostou de você, amor! – Yuri ria com o cachorro em seu colo, e tudo indicava que o mal-estar já avia passado, e agora Yuri voltou a ser aquele garoto sorridente.

Estava duto muito bom, e Bê queria brincar mais com pompom e ficar com Yuri, mas teve que deixá-los porque combinou com Nick. Ele fala que tem que ir, e Yuri resmunga. Mas quando disse que ia ver Nick, Yuri foi o primeiro a manda-lo ir logo, Lucas e Bê riram do menor que cruzou os braços ficando bravo com as risadas.

-Tchau, seu fofo! – Diz Bê dando um beijo na bochecha de Yuri, e afagou a cabeça de pompom que estava deitado no meio da cama.

-Tchau, Bê. – Yuri disse rouco.

Bernardo acena para Lucas, e quando abre a porta ele rir quando escuta Lucas dizer a Yuri:

-Ei, você nem liga quando ele te chama de fofo, né? Seu fofo! – Fala Lucas, e parece que Yuri achou graça, porque Bê o escutou rindo.

-Para Lucas! – Fala Yuri e Bê fecha a porta ouvindo Yuri rir dentro do quarto.

 

°°°°°

 

-Se perdeu no caminho? – Pergunta Nick dando um selinho em Bê que nem liga para ele.

-Fui ver o Yuri. – Disse ele entrando no quarto do garoto.

Nick fecha a porta e franzi o cenho. Ele anda até Bê, e abraça a cintura do garoto.

-Então, o senhor quer dizer que o Yuri é mais…- Bê o interrompe com um beijo. Ele quebra o beijo com selinhos e Nick sorrir largamente.

-Não seja idiota e ciumento. – Fala Bê.

Bernardo fita o rosto de Nicolas; ele gosta muito desse garoto, parece que Nick conseguiu faze-lo esquecer de Yuri. Nick nota seu olhar fixo e diz:

-Eu sei que sou lindo, Bernardo. – Bê revira os olhos.

Bê se livra dele e vai se sentar na cama, Nick vai atrás e fica ao seu lado, ele toca o rosto de Bernardo virando-o para fita-lo e diz sussurrando bem próximo a sua boca.

-Bernardo.....- Bê percebe que Nick vai dizer algo sério e um frio no estômago o atinge, parece que tudo a sua volta começou a ficar quieto e Nick fala fitando Bê nos olhos. – Bê, eu te amo!

Bê arfar parecendo que todo o ar de seus pulmões o abandou, ele desvia dos olhos de Nick, e esfrega suas mãos, não sabendo o que dizer. Nick acabou de dizer que o ama, parece algo surreal para ele, Bê fica confuso e fitando fixamente suas mãos.

-Bernardo? – Nick o chama preocupado com o seu silêncio.  Nick coça a nuca ficando chateado com a reação de Bê e diz: - Olha, desculpa, acho que fui rápido demais.

Bê ergue a cabeça e fita Nick ao seu lado, ele segura o rosto do garoto com as duas mãos, e beija Nicolas. Por mais que Bernardo esteja confuso com essa declaração, ao mesmo tempo ele está feliz por saber que Nick ama ele.

Bê também ama Nick? Talvez sim; isso ainda é cunfuso, na cabeça de Bê a única coisa que importa é que os dois se gostam, e ele fará de tudo para amar Nicolas assim como ele um dia amou Yuri.

O beijo foi quebrado, mas estava tão bom, que suas bocas já estavam coladas novamente. Nick queria Bernardo e Bernardo queria Nick, naquele momento ambos queriam o mesmo, ser apenas um.

Bê pensou que nunca ia gostar de outro garoto que não fosse Yuri, mas Bê acaba de perceber que Nick é o seu Yuri.

 

Continua....                 


Notas Finais


Oia, eu aqui de novo!!!
Espero que tenham gostado do capítulo...

PESSOAL, EU CRIEI UMA CONTA NO WATTPAD, E QUERIA SABER O QUE VOCÊS ACHAM DEU PUBLICAR "WITH YOU" LÁ? ME RESPONDAM AI, NÃO ME DEIXEM NO VÁCUO, POR FAVOR!
(não gostei muito do site, mas blz!)

BEIJOS E ATÉ O PRÓXIMO!


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