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História Withering gold (WheeSun) by IncognitoShark - Capítulo 13


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Notas do Autor


Desculpem qualquer erro ><

Capítulo 13 - Flower Walk


- Podemos sair daqui e dar uma volta? –

Wheein se sentia... presa naquele quarto. Tudo era muito claustrofóbico. Muito quente e abafado. Era difícil respirar. Ela era forçada a olhar para Solar. Forçada a reviver os erros cometidos ali. Suas mãos inquietas se moviam sobre seus joelhos, alisando o vestido. O que mais ela podiam fazer com suas mãos? Nada. Ela precisava sair desse quarto. Clarear a mente. A mudança de lugar também daria tempo para ela organizar seus pensamentos e decidir o que deveria falar.

Ou talvez não. Mesmo quando elas chegaram ao jardim, ela ainda se sentia claustrofóbica. Não fazia sentindo. Sua garganta ainda parecia estar fechada e sua mente em branco. Ela estava ansiosa.

Ela ficou uns bons cinco minutos encarando os seus pés, olhando a forma como a grama os cobria a cada passo que dava. Ela podia sentir os olhos de Solar sobre si o tempo todo. A loira estava esperando. Esperando por uma explicação. Ainda assim, a cada segundo que passava, Wheein tinha menos certeza do que falar. Por onde começar. Ela iria mesmo contar toda a verdade para Solar? Ou ela deveria inventar outra mentira? Ambas as opções soavam igualmente ruins por diferentes razões. E então havia o fato que ela era uma péssima mentirosa.

Surpreendentemente, foi Hogbin quem adiou a fatídica conversa por tempo a mais.

- Oi meninas! –

Mas o alívio não durou muito assim que os olhos de Wheein caíram sobre a figura da senhora Kim, que estava com o rapaz. Talvez fosse coisa da cabeça dela, mas a velha senhora sempre parecia desconfiada ao olhar para a criada. Wheein sentiu como a mulher pudesse ler cada pensamento em sua cabeça. E essa era uma sensação que ela não precisava de jeito nenhum agora. Logo agora quando ela tinha realmente um motivo para sua desconfiança. Wheein desviou o olhar novamente quando ela viu a mulher semicerrar os olhos levemente.

Ela agradeceu mentalmente quando Solar respondeu por elas.

- Olá. Está um dia adorável, não é? –

Wheein não precisou olhar para cima novamente para saber que a senhora Kim ainda estava olhando para ela. Seu coração acelerou. Mesmo que, sinceramente, ela duvidasse que seu coração tivesse feito outra coisa além de bater acelerado nas últimas semanas. Tudo era tão estressante para ela e um dia isso seria demais. Ou se parar para pensar, talvez ela já tenha ultrapassado esse limite.

- Você está bem, Wheein? –

A Sra. Kim ignorou sua filha completamente e isso só pressionou ainda mais a criada. Ela sentiu suas mãos tremerem com o nervosismo e ela se forçou a deixa-las espalmadas contra suas coxas. A mulher sabia de algo. Tinha que saber. Será que o Sr. Kim falou algo para ela? Ou Wheein estava sendo muito óbvia com suas ações?

- Wheein acabou de me dizer que não está se sentindo muito bem, então nós decidimos caminhar aqui fora para que ela pudesse respirar ar fresco. Vai fazer bem a ela. -

Ela sentiu Solar circular seu braço com o dela, puxando para mais perto. Hogbin assentiu pensativo antes de falar.

- Sim, sim. Isso parece uma boa ideia. Talvez tenha sido algo que você comeu, então? – Wheein rapidamente concordou com a cabeça, feliz em não ter que inventar uma desculpa. Por Deus... Elas não podiam sair logo dali? Pressionou os lábios juntos, resistindo à vontade de morder o lábio inferior.

Ela ainda sentia o olhar da Sra. Kim sobre ela, seus olhos perfurando sua pele como agulhas, mas Wheein apenas olhou para seu vestido colorido e bonito, contando as flores nele em sua cabeça para se distrair da sensação desconfortável, tanto quanto ela possivelmente poderia.

- Bem, se pudermos fazer alguma coisa, Wheein, deixe-nos saber... - Pelo seu tom de voz, era óbvio que ela não estava falando sobre a criada 'estar doente'.

- Está bem. Eu vou cuidar dela. - Wheein sentiu a outra mão de Solar em seu braço um conjunto de pontas dos dedos estava pressionando levemente. Ela realmente não precisava disso agora. O corpo de Solar pressionando o seu. Honestamente, ela ficou surpresa que a garota estivesse fazendo isso depois... daquilo.

Wheein cerrou os punhos, impedindo as mãos de fazer o que eles mais queriam fazer: empurrar suavemente Solar. Ela engoliu em seco, um movimento doloroso. Ela esperava que ninguém percebesse. A cabeça dela estava girando. Muita coisa acontecendo em um período tão curto de tempo. A sensação era esmagadora.

Solar foi sua salvadora, seu braço guiando-a por Hongbin e sua mãe e deixando-os para trás. Aparentemente, Solar sempre a salvava, sempre que Wheein não estava ocupada tentando salvá-la. Que belo par elas faziam.

Ela... tinha que contar. Ela não podia mentir. Solar poderia... se contentar com parte da verdade, certo? Wheein não estava pronta para compartilhar tudo com ela. Talvez ela nunca estivesse. Era vergonhoso demais.

Ela ficou em silêncio por mais um tempo, olhando por cima do ombro para ver se a Sra. Kim e Hongbin estavam fora do alcance da sua voz. O braço de Solar finalmente se soltou dela e Wheein entendeu a pergunta não feita. A grande questão.

- Lembra-se... quando você me mostrou aquele livro? –

Sinceramente, Wheein não tinha ideia de por onde começar. Ela não queria assustar a garota. Pensando bem, não havia como evitar isso. Era uma situação assustadora. Tudo era assustador. Wheein respirou fundo, olhando nos olhos de Solar. Os olhos dela que não diziam o que ela estava pensando. Eles tinham uma frieza que era novidade para Wheein. A criada só esperava que eles não ficassem assim para sempre depois que a loira ouvisse o que ela tinha para contar.

Solar demorou um pouco para responder. Quando ela finalmente falou, não foi um simples ‘sim’ ou ‘não’, no entanto.

- Aquele demônio que eu tentei invocar... O ritual deu certo, não foi? –

O contato visual era sufocante. O olhar de Solar era penetrante e estava deixando Wheein sem ar.

- Sim. – ela soou sem fôlego, o nó em sua garganta ainda impedia que ela pudesse falar mais que isso.

- E todos aqueles machucados que eu costumava ter... era culpa do demônio. –

Wheein assentiu levemente. Parte dela estava grata que ela não teve que falar. Era mais fácil só concordar com as afirmações de Solar. Mas por outro lado, isso fez com que Wheein especulasse o que mais a loira sabia.

- E você tem mantido esse demônio longe de mim de alguma forma. Desde que você chegou aqui. –

Wheein não queria concorda. Afinal ela não achava que tinha tido sucesso em fazer isso. Então ela deu de ombros. Parte dela queria que Solar parasse. Ela não queria que a Kim soubesse de tudo. Era uma atitude egoísta? Sim. Ela sabia disso, mas estava assustada. A ideia de revelar tudo que acontecia durante a noite a assustava.

- É por isso todas as outras foram embora. Não por causa de mim, mas por causa de um demônio. –

Desta vez a criada pode ouvir alivio na voz da loira. Wheein se sentiu feliz por isso, Solar merecia perceber que não era culpa dela que todos a tenham abandonado. Ela era perfeita e não assustava ninguém.

- Então, como o demônio se parece? Como você tem mantido ele sob controle? Agora ele está machucando você? –

Como o demônio se ‘parecia’? Até aquele momento Wheein não tinha percebido que Solar não sabia que o demônio estava no corpo dela. Meu Deus.

- Ele parece... ele é grande. E... vermelho. - o que ela estava fazendo? O que mais ela iria dizer? Que tinha chifres e um rabo? Meu Deus...

Wheein se agachou próximo a uma roseira, seus dedos gentilmente traçando o contorno das pétalas, ela se aproximou e cheirou as rosas. Ela não dava a mínima para o cheiro das rosas naquele momento. Ela só precisava fazer alguma coisa, se manter ocupada. Para impedir que suas unhas cavassem suas palmas até sangrar e manter seus olhos em qualquer coisa que não fosse Solar. No entanto, a loira se agachou ao seu lado e Wheein pode sentir uma mão sobre suas costas.

- Wheein... Por favor... Seja sincera comigo. –

Contudo, como ela poderia falar para Solar?

- Diga-me, Wheein. –

Ela sabia que quanto mais esperasse por uma resposta, mas irritada a loira ficaria. Solar estava ansiosa. Mas é claro, na situação dela, quem não estaria. Um leve empurrão em seu ombro e:

- Wheein!! –

- É você, okay? Toda noite, você não é mais você! Você não é mais Solar. Toda noite, aquele demônio toma o controle do seu corpo. –

Para sua surpresa, Solar não parecia mais irritada. Pelo contrário, finalmente a loira pareceu se acalmar.

- É por isso que eu estava sempre tão cansada. –

Foi uma afirmação, não uma pergunta. Mesmo que tivesse sido, Wheein duvidava que a pergunta fosse dirigida a ela. Solar parecia estar falando para si mesma.

- Eu... Eu nem tenho o direito de ficar com raiva. Eu trouxe isso para mim mesma. Isso é tudo minha culpa. –

Wheein estava prestes a tranquiliza-la, cautelosamente colocando sua sobre o joelho de Solar. Mas suas palavras foram engolidas novamente quando a loira imediatamente segurou sua mão.

- O que você fez para que o demônio parasse? –

O seu tom parecia o de um pai dando sermão em um filho. Um pai assustado. A preocupação em sua voz era clara.

- E-eu... Não é nada... –

- Wheein, eu não posso te pedir isso sempre. Eu só quero que você seja sincera comigo. Eu preciso saber. –

A criada franziu o cenho em frustração. A loira não entendia, Wheein não podia ser totalmente sincera com ela.

- Eu... Estou preocupada com você. – isso parou todos os pensamentos de Wheein, seu coração parecia estar pulando, se jogando contra suas costelas querendo sair.

- Eu fiz um acordo com ele. Dessa forma, agora ele só possui seu corpo uma vez por semana. -

- Quinta-feira. – Wheein assentiu. – Que tipo de acordo? –

Wheein levou uma mão para trás de seu pescoço, massageando inconscientemente.

- Eu só... só o mantenho entretido uma vez por semana. Ele estava entediado. Era por isso que estava te machucando. –

- Entretido... –

Wheein se recusava a olhar para Solar. Ela continuou falando antes que a loira pudesse perguntar mais sobre o ‘entretenimento’.

- O demônio sabe sobre essa nossa conversa também. Ele pode através dos seus olhos. –

Ela sentiu os dedos de Solar apertarem sua mão e finalmente olhou para a loira. Só para ver Solar cair sentada no chão, suas pernas aparentemente não tinham mais forças para sustenta-la. Inconsciente, ela puxou Wheein junto e a criada foi forçada a sentar-se na grama também.

A mão livre de Solar agora cobria sua boca. Ela parecia perdida em seus pensamentos, encarando o vazio. Wheein deu a ela alguns momentos para se acalmar. Ela não podia nem imaginar o quão difícil era para Solar digerir todas as informações. Que inferno, a própria Wheein não conseguia lidar bem com tudo aquilo e não era ELA quem estava sendo possuída. E, além de tudo, ela realmente viu o demônio. Solar... Solar só tinha suas palavras. Wheein não iria culpa-la se a loira não acreditasse nela. Hwasa não acreditou.

- Então... o demônio sabe que você me contou...? – mas aparentemente, ela tinha acreditado. Simples assim.

- Sim. –

- Ele não vai ficar feliz com isso? –

Só em pensar sobre isso fez com um calafrio percorresse a coluna de Wheein. Deus, o demônio não ficaria nada feliz.

- Provavelmente, não. –

 - Foi... por isso que você não me contou. Acabei de te meter em problemas. E-eu-

- Não, você não me meteu em problema nenhum. Eu deveria ter lhe contado antes. –Wheein suspirou, entendendo plenamente o que ela o queria dizer. - Eu só estava com medo. Mas você merece saber. Mais do que ninguém. Eu sinto Muito. Ultimamente eu... - Ela se interrompeu, beliscando a ponta do nariz. Droga. Ela não queria sobrecarregar Solar. A loira já estava sofrendo o suficiente.

- É demais. - afirmou Solar.

Wheein não quis concordar. Ela não era a vítima nisso. A criada não estava nem um pouco preparada para a súbita aproximação de Solar, que puxou-a para um abraço.

- Temos uma semana, Wheein. Nós vamos consertar isso. Você não terá que lidar com ela... de novo. Eu prometo. Eu vou protegê-la a partir de agora. É a minha vez. -

 

O coração de Wheein estava batendo forte e ela odiava como as lágrimas brotavam em seus olhos novamente. Um tipo totalmente diferente das lágrimas da noite anterior. Ela nem conseguia explicar o que estava sentindo. Ela estava aliviada, assustada, feliz e triste. Ela nem sabia. Felizmente, Solar não perguntou. Ela apenas esfregou suavemente a mão sobre as costas dos ombros de uma maneira reconfortante. Wheein não tinha percebido que precisava disso. Ela deixou as lágrimas rolarem e depois do choque inicial, sentiu-se derreter no abraço. No calor fornecido por Solar. No perfume que parecia ter um cheiro durante o dia e outro diferente durante a noite.

Ela levou mais um minuto para aproveitando o abraço, antes de perceber que não era uma fuga permanente da realidade.

- Nós dev- -

Certo. O demônio... ainda estava ouvindo. Isso não era sábio. Mas já não era tarde demais? Ela se considerava capaz de lidar com tudo isso sozinha antes, agora, ela não queria nada além de incluir Solar. Poder contar tudo a ela. Apenas não se sentir mais tão sozinha. Ela culpou o abraço de Solar. O toque desconhecido das pontas de seus dedos na pele coberta de roupas. Por que isso não parecia familiar?

Wheein se forçou a se afastar, sabendo muito bem que tinha que falar agora antes de ser puxada de volta para seu casulo de segredo e silêncio. Ela precisava aquilo do peito.

- Existem mais alguns rituais que podemos tentar. - Mesmo que ela se arrependesse.

- Mais alguns? -

Certo. Wheein esfregou os olhos, sem saber por onde começar.

- Quando Moonbyul e Hwasa vieram para o jantar... - Como ela deveria dizer isso? Ela apertou os lábios pensando.

- O sangue...-  Solar comentou. Ela parecia estar perdida em seus próprios pensamentos, provavelmente revivendo eventos passados. - É por isso que não me lembro de nada. Tudo faz sentido agora. Você... disse que tinha sido a bebida. -

- Eu sinto muito. -

Solar nem reagiu ao pedido de desculpas dela. Ela ficou franzindo a testa.

- Você já realizou um ritual? -

- Um exorcismo, para ser mais exato. Mas... não funcionou. –

Solar começou a morder o interior de sua bochecha e Wheein podia ver claramente que ela queria dizer alguma coisa. Ela não disse. Não por um tempo. Seu olhar se voltou para as flores, como Wheein havia feito antes.

- E se... - Ela engoliu em seco e aparentemente engoliu o resto de sua frase.

- E se o quê? - Wheein perguntou com cuidado.

Solar parecia verdadeiramente preocupada. Quase doente, de certa forma, toda a cor sumiu de seu rosto. Seus ombros estavam levantando e caindo mais rapidamente do que estavam antes e Wheein sentiu uma estranha sensação de incerteza. Não era uma sensação agradável.

- O que é? - Ela perguntou novamente.

Solar finalmente se virou para olhá-la novamente. Ela definitivamente era mais corajosa que Wheein.

- E se... a razão pela qual não funcionou é o por que de eu ter invocado em primeiro lugar? -

Wheein franziu a testa, não seguindo o raciocínio da loira.

- O que você quer dizer? -

- Pense comigo... Se ter invocado esse demônio está mantendo meu pai vivo... E se o contrário também for verdade? –

As palavras atingiram Wheein como um soco. No estômago dela. Ela sentiu vontade de vomitar.  

- Isso é- Não. Wheein balançou a cabeça, incapaz de continuar o que quer que ela estivesse planejando dizer.

- Isso faria sentido. Isso significaria que os outros rituais também não funcionariam. Isso significaria que meu pai teria que... -

- Solar, não! - Wheein sentou-se de joelhos, agarrando os ombros de Solar. Ela queria tirar aquelas ideias da cabeça dela. - Não é isso que está acontecendo. Seu pai está bem e ele permanecerá assim. Eu prometo. -

- Você não pode prometer isso. - Sua voz falhou um pouco, mesmo que seu rosto aparentasse calma.

Isso apenas a fez se sentir pior. Era disso que ela queria protegê-la. Era disso que sua mãe provavelmente queria protegê-la. A tristeza da filha com o conhecimento do que estava acontecendo.

Wheein se forçou a se levantar, e suas mãos agarraram as de Solar para puxá-la junto com ela. Elas não se afundariam em pena.

- Nós vamos consertar esse Solar. Não se preocupe. Estamos nisso juntas. - Ela viu um brilho nos olhos de Solar, muito breve para que ela pudesse lê-lo. Isso a fez se sentir incerta. - Se você ainda... você sabe... -  ela acrescentou hesitante depois, sem saber como terminar a frase sem que tudo se repita em sua mente. Ela imaginou que era tarde demais para isso de qualquer maneira. Sua conversa momentaneamente a fez esquecer aquele outro pesadelo.

- Wheein... Sobre--

“Olha, me desculpe. Perdão. Eu não posso nem explicar o quanto sinto muito pelo o que eu fiz. - Ela simplesmente não sabia mais o que dizer para tentar consertar isso. Seu coração estava batendo forte e a cada batida parecia doer mais.

Solar pareceu satisfeita enquanto apenas assentia e um pequeno sorriso enfeitava seus belos traços. Wheein soltou o aperto nas mãos de Solar, mas ficou surpresa ao encontrar seus papéis revertidos quando Solar apenas agarrou as mãos dela novamente. Ela deu um passo mais perto enquanto apertava as mãos.

- Temos uma semana. - Ela disse e Wheein se viu concordando, subitamente sentindo-se estranhamente empoderada.

Nada havia mudado sobre a situação delas. Na verdade, havia piorado, considerando que esse demônio sabia de tudo agora também. Mas ainda assim... Era bom não falar mais de si mesma e de Solar separadamente.

- Vamos visitar Moonbyul. Ela saberá o que fazer. –

Elas se tornaram 'nós'. Pela primeira vez em muito tempo, Wheein sentiu alguma esperança. Elas estavam nisso juntas agora. E juntas, eles poderiam suportar o que quer que acontecesse.



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