História Without Name - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Chantagem, Espionagem, Mentira, Mistério, Tensão
Visualizações 73
Palavras 2.203
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Como vão? Eu espero que bem.
Boa Leitura
"Isto está parecendo um progresso"

Capítulo 9 - This is looking like a progress


USA, GA, Mansão Bieber.

12h:31min A.M 16 de Maio

Três dias e meios. Oitenta e duas horas. Era esse era o tempo estimado que tinha passado desde que Justin Bieber tinha me beijado. Eu duvidava muito que ele lembrasse do ocorrido e isso era um saco, mas ao menos eu já sabia o que ele queria e o que pensava sobre mim, sobre meu corpo, pelo menos.

Eu não via ele também durante esse período, ele tinha viajado à negócios para a Espanha, eram negócios legais e possíveis ilegais também. Quatro meses e eu já estava farta de ficar nos bastidores. Esse tempo inteiro e eu ainda não tinha conseguido entrar no sistema deles, esperava que a brecha de Chaz fosse me deixar entrar, mas era arriscado demais. Ele já tinha invadido meu celular e o computador, não tendo muito êxito no segundo, não em tudo, e se eu entrasse por essa brecha, ele saberia.

Então voltamos à estaca zero. O que eu sabia eram os horários dele, onde ele ia, compromissos, acompanhantes, possíveis contatos e os dados de alguns negócios. E ficava por isso.

Eu tinha essas informações porque consegui clonar a agenda eletrônica dele sem que ele percebesse e eu não modificava nada, até tinha bloqueado essa função no meu dispositivo para não correr riscos, então eu apenas acompanhava.

Alguns amigos meus já tinham tentado uma brecha no sistema deles, mas era tão criptografado quanto o da CIA, e era um saco entrar nele. E eu odiava isso. Odiava mesmo. Eu só precisava de uma pequena brecha e bang, o sistema era meu, mas era justamente esse o problema. As barreiras deles eram boas e eu teria que mexer na estrutura se quisesse entrar nele mais rápido e claramente isso não era uma opção, o que era outra merda.

Sim, eu tinha acordado de mau humor e de saco cheio. Quatro meses e meu progresso era quase nada. Antes eu tivesse tentado entrar por outro meio, como uma empresária, por exemplo, teria sido milhões de vezes mais fácil, mas agora não era mais hora de falar eu avisei, e a culpa também não era exatamente minha. Eles mandavam e eu obedecia, nem sempre, mas obedecia, mas agora eu já estava aqui, eu só tinha que fazer o que tinha que fazer e era hora de colocar a mão na massa.

Estava na varanda arrumando as almofadas dos sofás e poltronas dispostos lá quando Addier avisou que Chaz estava me chamando na sala dele e eu até imaginava porquê. Parei o que estava fazendo pedindo para outra empregada terminar o serviço e segui para a sala de Chaz.

Assim que desci as escadas, quando estava na metade dela, na verdade, Chaz, que estava em pé, olhou pra mim com um enorme sorriso nos lábios, ele parecia feliz, pela minha fraqueza, óbvio.

– Seu sistema não é tão bom quanto você pensa. – abri um pequeno sorriso já sabendo disso, e me aproximando dele – Consegui entrar no celular e, – ele pegou seu celular mostrando a mesma tela que o meu, no caso realmente era minha tela – no seu PC. – ele deu alguns cliques na tela e mostrou a tela do meu PC.

– Eu sei. – falei cautelosa – Acho que detectei você tarde demais, mas consegui fechar sua porta.

– Não todas, apenas a que eu entrei, quando você fechou, eu já estava dentro, só não consegui isso no computador, você foi até rápida.

– Eu não fiz nada no computador. – eu tinha um pequeno sorriso no rosto, mas também o cenho franzido em confusão, a mesma que Chaz fez ao ouvir minhas palavras.

– Está dizendo que eu fui bloqueado pelo sistema? – ele falou e eu assenti. Chaz estreitou os olhos parecendo pensar – Você está mentindo.

Ok. Com essa eu tive que rir, eu realmente não tinha feito nada para impedir ele de hacker meu p.c. e isso com certeza feria o ego dele.

– Eu não estou mentindo. – o sorrisinho ainda estava no meu rosto enquanto eu revirava os olhos – Não tenho culp... – me auto interrompi ao perceber que tinha culpa, sim – Tá, eu tenho culpa por meu sistema ter te bloqueado, mas eu não tenho culpa se você não conseguiu ultrapassar ele. – dei de ombros e lá estava o sorrisinho sapeca nos lábios de Chaz.

– O que tanto você esconde que nem eu consegui vê? – ele jogou verde.

– Hm... – olhei pra cima fingindo pensar – Meus dados pessoais, vídeos, fotos?! – uma sobrancelha sua foi arqueada e o cenho franzido mostrando claramente o ponto de interrogação na sua cara – O quê? Eu só não quero ninguém bisbilhotando minhas coisas, é tão difícil de acreditar nisso?

– Não. – sua expressão se suavizou e a pulga atrás da minha orelha se aquietou – Só estrou impressionado com suas habilidades, não é sempre que aparece um funcionário que entenda do assunto.

– A vida exige muito mais que um rostinho bonito. – pisquei pra ele sorrindo e Chaz imitou meu gesto.

E naquele momento a ideia que eu estava tendo há um tempo ficou ainda melhor, eu podia continuar esse jogo com Chaz, definitivamente eu não estava investindo no cara errado, pelo contrário, não poderia ter cara melhor.

POV Justin

Encostei minha cabeça na cadeira acolchoada enquanto observava a ceninha que se passava na sala de comando entre Sommers e Dapper. A conversa que se seguia entre eles era animada e os dois tinham sorrisos idiotas no rosto. Chaz parecia ter interesse nela, assim como eu tinha, mas não tinha tanta certeza disso. Ele tinha esse hábito de ser amigo dos funcionários, mas com essa garota ele estava investindo mais tempo, especificamente. Ele estava escondendo alguma coisa e ele iria me falar e iria ser agora.

Peguei meu celular e mandei uma mensagem para ele falando que queria vê-lo. Assim que ele recebeu a mensagem e leu, falou algo para Dapper e sorriu pra ela então saindo da sala.

– Não essa Sommers. – falei assim que a garota estava sozinha na sala.

Ela tinha um sorriso no rosto, mas não era tão estúpido quanto o de Chaz, obviamente havia um assunto entre eles e não era sobre os horários dela e tarefas que ela deveria fazer.

Depois de vinte segundos sozinha na sala, ela saiu dessa e foi para o andar dos quartos e Chaz entrou na minha sala.

– Estou aqui, o que você quer falar comigo? – ele falou fechando a porta em seguida vindo até uma das cadeiras em frente à mesa sentando na direita.

– Lembra daquela garota que pedi pra você investigar? – falei olhando os arquivos procurando as imagens das câmeras de meses atrás.

– Anne? – ele franziu o cenho e eu murmurei confirmando – Eu olhei umas coisas, mas não fui muito a fundo, era muito importante pra você?

– Não. Mas eu quero que vá mais a fundo, quero saber tudo sobre ela.

– Por quê? Está suspeitando dela? – ele perguntou e eu encontrei as filmagens que estava procurando e entreguei o tablet a Chaz – O que é isso?

Ele pegou o tablet enquanto olhava pra mim, então olhou o vídeo que tinha na tela arqueando as sobrancelhas falando um uh, demonstrando uma expressão de quem parecia surpreso, mas que tinha gostado.

– Quando isso aconteceu? – ele viu o vídeo mais uma vez.

– 19 de Abril. Ela alegou alto defesa e falou que tinha feito autodefesa por dois anos e mais umas coisas, mas não estou tão certo sobre isso.

– Ela luta bem. – Chaz falou o óbvio colocando o tablet em cima da mesa.

– Esse é meu ponto.

– Você acha que ela pode não ser confiável. – ele olhou pra mim com seu olhar julgador e eu ergui os ombros.

– Talvez.

– Por que está desconfiando dela, é só por causa da briga? – sua sobrancelha esquerda foi arqueada e a expressão julgadora continuava lá, me encarando.

– Você sabe que não podemos sair confiando em qualquer um, eu quero ter certeza que não vamos precisar demiti-la.

– Ou a outra opção. – ele parecia não estar gostando daquela conversa.

– Eu sei Sommers, mas as coisas não estão exatamente seguras agora, e por que você se importa tanto com essa garota, está afim dela?

– Não. – ele fez uma careta negando – Quer dizer, ela é gata e tem aqueles... – ele colocou suas mãos em frente seu corpo como se estivesse pegando em um par de seios, um grande par de seios – Mas eu não estou afim dela, apenas gosto de conversar.

– O que diabos vocês tanto conversam, todo lugar que eu olho ela parece estar junto com você. – franzi o cenho querendo que ele respondesse.

– Você está nos espionando? – ele também tinha o cenho franzido, mas um sorriso filha da puta no rosto.

– Eu estava olhando as câmeras e por acaso sempre acabo encontrando vocês dois juntos. – dei de ombros – O que você quer que eu faça, ignore?

– É apenas conversa. – fez um gesto de desdém com a mão – Eu gosto dela, ela tem um bom papo. E eu não atrapalho o trabalho dela, ela nunca deixou de fazer alguma coisa para ficar apenas conversando. – ele levantou as mãos em questionamento como quem dá uma resposta que não sabe ou se interessa por saber.

– Apenas conversando? – ergui uma sobrancelha junto com o sorriso que se formou insistindo, qual é, ele tinha que ceder.

– Ok. Talvez seria legal transar com ela, mas qual é cara, ela é uma boa amiga, não quero estragar isso.

– Amiga? – meu sorriso alargou.

– Não começa Bieber, não sou eu quem quer comer a garota. – ele deu uma olhada sugestiva pra mim, a indireta clara em sua frase.

– Por que você sempre acha que eu quero transar com as empregadas, quando isso aconteceu? – minha cara de inocente era forçada, eu estava sendo irônico.

– Em todas as suas casas? – sua pergunta era retórica – Você pode transar com essa, eu não ligo, mas por favor não demiti ela por isso, ela é a única funcionaria que entende o que eu falo e não faz perguntas estúpidas, não estrague isso, é tudo que eu peço. – ele ergueu os braços como em rendição, ele parecia gostar mesmo do papo da garota.

– Ok, mas você ainda não respondeu o que vocês conversam tanto, ela deve ter alguma coisa de especial ou você não passaria tanto tempo com ela.

– Eu admito. – ele ergueu as mãos – Ela tem sim algo de especial, ela entende da minha área e talvez eu possa usar isso a meu favor.

– Você não está pensando em colocar ela nos negócios, está? – fiz uma careta não tão animado com a ideia.

– É só uma ideia, – ele fez um gesto de desdém com as mãos – Como você disse: precisamos investigar sobre ela, não a conhecemos tanto para confiar. Eu vou investigar Dapper a fundo e descobrir o que ela já aprontou ou está aprontando por aí, não se preocupe, se ela não estiver aqui apenas querendo um emprego, eu vou descobrir.

– Eu sei que vai.

Falei abrindo um sorriso então passamos a falar sobre outros assuntos de negócios. Eu tinha minhas dúvidas sobre essa garota, ela tinha algo que eu não conseguia ver e honestamente estava louco para descobrir o que era. Seja lá o que fosse que ela já tivesse se metido, eu iria descobrir. Ninguém ficava nesta casa e me enganava por muito tempo, se esse fosse o caso dela, ela não duraria mais do que uma semana.

 

POV Lorelai

USA, GA, Mansão Bieber.

01h:06min A.M 17 de Maio

Ouvi toda a gravação descobrindo o nome de uma das empresas de fachada, infelizmente tinha sido apenas uma, de Justin assim como algumas que ele usava para fazer desvio dentro da própria empresa. Eles tinham pagado uma boa grana à um contador que fazia o esquema muito bem e deixava tudo como se nenhum desvio tivesse feito e mais um monte de merda sobre as empresas dele. Aquele cara tinha muita merda escondida e isso não era nem a ponta do iceberg, eu sabia que não.

Depois que ouvi tudo, inclusive a parte em que eles falavam sobre mim, olhei para o relógio vendo que meu contato provavelmente estaria dormindo a essa hora, mas eu tinha que enviar a mensagem, já que eu não podia sair da casa à essa hora. Eu poderia entrar direto no sistema e fazer as alterações eu mesma, mas eles iriam saber que fui eu e iria acontecer toda a burocracia e todo blá, blá, blá, etc., etc., etc., portanto eu teria que deixar por conta de outra pessoa.

Desliguei o notebook e peguei o celular entrando na rede segura em seguida digitando minha mensagem e criptografando ela, então enviei para meu contato. Eu não estava certa sobre isso na ficha criminal da Anne, mas eu precisava enviar essa mensagem, e foi o que eu fiz. Dois minutos depois recebi a mensagem com um código. Parece que eu não era a única trabalhando até tarde.

O código ficou na tela durante cinco segundos, mais do que suficiente para eu que memorizasse ele, após isso, a conversa foi apagada e a tela voltou para a rede na tela inicial. Entrei na área de pesquisa e inseri o código vendo minha mais nova ficha criminal surgir e junto com ela um sorriso no meu rosto. Chaz ficaria muito feliz em vê-la, assim como Justin e todo o resto. Meu trabalho mal tinha começado.


Notas Finais


Então, eu sei que foi um capítulo não muito agitado, mas é um daqueles necessários. Eu queria muito ter postado mais capítulos, porém a inspiração sumiu e eu prefiro demorar do que postar um capítulo ruim, então...
Espero que tenham gostado, vejo vocês nos comentários ou no próximo.
Beijos!


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