História Without Passion - Jeon Jungkook - - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink, ITZY, IU, Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jisoo, Johnny, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lee Ji-eun "IU", Lisa, Lucas, Mark, Min Hyuk, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé, Ryujin, Yeji, Yuta
Tags Bangtan Boys (BTS), Colégio, Jeon Jungkook, Mistério, Serial Killer
Visualizações 27
Palavras 2.906
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaaaaaaa!!! Era pra eu ter postado esse capítulo na segunda feira passada, mas como eu estou muito atarefada não tive tempo. O 4 bimestre na minha escola já está acabando, então eu tenho que correr contra o tempo para fazer trabalhos e lições.
Me desculpem pela falta de criatividade nos últimos capítulos que escrevi. Pela falta de tempo, não consegui chegar no nível que eu gostaria. Quando essa correria passar, farei capítulos mais detalhados e criativos 💜 (ainda vai ter a festa de halloween na história, mesmo que o halloween já tenha passado :)

Enfim, o começo foi inspirado na nova música da IU, que estou apaixonada! Dêem muito amor a ela 💜💙

(Eu sei que muitos não lêem isso, mas tudo bem ksksk)
Boa leitura, morees! 🍕

Capítulo 5 - Um pequeno susto; (O dia do perigo)


Fanfic / Fanfiction Without Passion - Jeon Jungkook - - Capítulo 5 - Um pequeno susto; (O dia do perigo)

"Apenas pare um momento, olhe e escute 
Eu vou cantar para você nessa longa caminhada noturna."
Love Poem - IU



As mentiras são apagadas com a verdade. Os erros são perdoamos com um simples e sincero pedido de desculpas.

Mas, e a dor?

Infelizmente, ela não some tão fácil. É um sentimento angustiante, que a cada dia se mostra mais a nós, latejando mais forte. Seja interior ou exterior, fisicamente ou mentalmente. É aquela que precisa de mais cuidado, de mais tempo para que possa estar totalmente curado.

Muitas das vezes, se torna resistente, como se quisesse que nos rendencemos a ela. O que vai nos curar? O que vai nos tranquilizar?

Qual será o remédio, que arrancará está dor de nosso peito?

Bem, as vezes não sabemos a resposta. É difícil falar sobre isso, pois todos nós temos sentimos a dor todos os dias, de formas diferentes. É inevitável, somos seres humanos. Erramos, mentimos, temos problemas, sentimos dor. Muitos tentam encobrir este sentimento. Caminhando a longa caminhada da vida… tentando ser forte e fingir que aquilo não nós afeta.

No entanto, pode se tornar um fardo tão pesado, que invés de diminuir, só aumenta. Crescendo ao ponto de tomar todo o espaço em nosso peito.

É preciso parar, respirar. Soltar o ar que seguramos por tanto tempo… chorar o tanto que quisermos e que for preciso. Deixar aquele fardo pesado no meio do caminho e seguir em frente. Continuar lutando pela vida.

Para mim, a saída da dor é o amor. O amor demonstrado de várias formas. Pelos familiares, amigos ou até aqueles que nem imaginamos que se preocupam conosco. Pode parecer loucura ou imaginável, mas quando menos esperamos, quando tudo parece mais escuro, ainda há uma luz que brilha por nós. Alguém que está ali, sofrendo junto contigo. E nunca vai te abandonar.

Que não vai desistir, mesmo que você já esteja desistindo…

Está ali por você.             


- Oh papai… - Lisa chorava alto, abraçando o caixão de seu pai. - Por que você teve que ir embora tão cedo? Por que me abandonastes?!

Senhora Manoban estava ali ao lado da filha, acariciando suas costas com a mão tentando consola-la, ao mesmo tempo que consolava a si mesma. Chorava junto, em silêncio.

A igreja estava cheia, ao ponto de não sobrar lugares nos bancos. Todos os que conheciam o Senhor Manoban, estavam ali demonstrando sua admiração e gratidão. Ele era muito querido por todos, por sempre estar disposto a ajudar, sem pensar duas vezes. Senhor Manoban foi um bom homem, que não merecia morrer de uma forma tão trágica. Como alguém pode ser mal a esse ponto? Não consigo entender. Eu não me conformo com tudo o que está acontecendo.

Eu estava paranóica. Olhando para todos os lados celeremente, procurando algum suspeito. Todavia, os que estavam ali, não tinham motivos para mata-lo. Ou... Será? É o que eu quero acreditar.

Mas é claro, que como todo velório, aquelas famosas pessoas falsas e hipócritas estavam bem ali na primeira fileira. Que se desmancharam com lágrimas de crocodilo. Desses sim, eu desconfio e com razão. Honestamente, minha vontade era de expulsar todo esses atores baratos, que estão a fazer essa atuação digna de um belo Oscar, de piores atores de 2019. Se existisse está premiação, estariam no topo da lista.

- Filha. - chamou-me minha mãe, fitando-me seriamente através das lentes escuras do óculos que usava. - Quero que me faça um favor.

- E… o que seria? - indago descontente.

- Preciso que volte para casa e pegue uma bolsa de couro preta em cima da mesa do meu escritório. - respondeu sem brusquidão. O que é um milagre...

- Do escritório DO papai? - respirou fundo, logo assentiu. Meu pai pode estar ausente, mas aquela sala continuará pertencendo a ele. - Hum… okay. Tio Jin pode vir comigo?

Ao pronunciar seu nome, ele que estava distraído, virou-se em nossa direção. Sem entender nada.

- Tudo bem. - concordou. - Jin pode te levar direto para casa dos Manoban's e trazer a bolsa para mim… tudo bem pra você Kim?

- Claro. - Seokjin segurou em meus ombros e me guiou para fora da igreja católica. Sem dizer uma palavra, andei até seu carro e esperei o mais velho pegar as chaves. - Como está se sentindo?

- Um pouco inquieta. - confessei abrindo a porta e me acomodando no assento da frente. Esperei meu padrinho ligar o carro e começar a dirigir. Ele não me perguntou mais nada relevante e se concentrou apenas na estrada. O que é meio estranho para mim, já que em todas nossas "viagens" de carro, falamos pelos "cotovelos", conversando sobre coisas idiotas e aleatórias. Porém, vou respeitar este momento triste e tenso que estamos passando... - Está tudo bem? - eh… não consigo ficar quieta. - Eu sei que é uma pergunta idiota, mas…

- Você não deixa passar nada mesmo. - ele ri fraco. - Estou bem, princesa. Só um pouco cansado.

- Se quiser desabafar comigo. - sorrio franco. - Estou aqui.

- Obrigada por se preocupar, mas são coisas difíceis de se resolver… - suspirou profundamente. - Chegamos. Seja rápida, por favor.

- Certo. - engulo em seco, alcançando a maçaneta da porta. Assim que abro a mesma, escuto uma música em alto volume, o barulho das conversas e gritos eufóricos que vem de dentro da casa. - Não me diga que a Roseanne…

- Quando se trata de festas e dietas, ela cumpre suas promessas direitinho. - diz risonho. Fiquei aliviada ao ouvir por alguns segundos a sua risada estranha. Eu nunca vi meu padrinho tão abatido desta forma.


Acordei de meus devaneios, assim que percebo que o encarava demais. Sorri sem mostrar os dentes e saí do carro, finalmente. Fecho a porta e caminho até a campainha. Porém percebo que os portões estão arreganhados, sem nenhum segurança na frente. Até os cadeados sumiram.

Quando Rosé me contou sobre a festa na piscina, não se passava na minha cabeça que era uma festona assim. Para mim, era só algumas amigas patricinhas sua, suco de limão e piscina. Paralisei ao ver tantos conhecidos da minha irmã, andando por aí com roupas de banho, dançando,tirando fotos e… se pegando.

Espero que aquilo nos copos seja refrigerante.

- MANINHAAAAA! - a voz arrastada da Rosé estourou meus ouvidos. Mais do que essa música em volume máximo, que daqui a pouco vai explodir a casa. A garota pulou em minhas costas dando risada sem motivo. Algo pior que aturar a sua irmã chata e irritante… é aturar sua irmã chata e irritante bêbada. Pelo amor de Deus, ainda são seis horas da tarde! - VOCÊ CHEGOUUU!

- Roseanne, mamãe não disse que não era pra fazer tanta bagunça. - falei entredentes. - Ah mano… pegaram os meus morangos!

- Não tem nada fora do lugar… - resmungou sonolenta.

- Não é pra dormir desgraça! Saí!

- Oi Elisa! - cumprimentou-me Soojin. - Quer uma ajuda?

- Por favor. - suplico. Soojin depois de três tentativas, com muito sufoco, consegue convencer minha irmã a descer. As duas começaram a gritar e dançaram juntas, assim que uma de suas músicas favorita começou a ser tocada (suponho que seja).

- De onde conhece tantas pessoas? - perguntei ainda surpresa com a quantidade de pessoas ali fora.

- Eu não sou uma anti-social como você! - gritou mais alto do que a música. - Ah, maninha! Cuidado para não atrapalhar a Jennie e o Jongin no seu quarto, quando subir.

- Tá brincando com a minha cara, né? - dei risada desacreditada, com as mãos na cintura. Ela apenas deu de ombros continuando a dançar super empolgada.

Se bem que… bêbado não mente. E Rosé não iria brincar com algo assim. Não, ela não… PUT* QUE PARIU, TÃO TRANSANDO NA MINHA CAMA!

Deixei as duas para trás, pedi licença e até empurrei algumas pessoas apressadamente. Eu não posso deixar que façam coisas indecentes na MINHA CAMA. Ah, mas eu vou esganar a Rosé!

Esbarrei de leve num casal que se pegava no final da escada. A garota me olhou furiosa por ter atrapalhado o seu momento picante, apenas gritei para que usassem camisinha e fossem para um motel.

Ainda não estou acreditando nisso…

São seis horas da tarde, O QUE SE PASSA NA CABEÇA DESSE POVO?

Tropecei em meus pés no percurso, mas ainda bem que segurei na maçaneta da porta antes de cair. Quase caí, mas hoje não.

Segurei fortemente na maçaneta e abrir a porta com rapidez. Fiquei estatística e de queixo caiu. Não acontecia nada de tão indecente na minha cama, amém. No entanto, uma cena que nunca na minha vida pensei em ver… acontecia diante de meus olhos. Se você deduziu que fosse o Jungkook deitado em minha cama, enquanto fazia carinho no meu coelhinho, parabéns! Você deduziu bem.

- O que você faz aqui?! - gritei, fechando a porta com o pé. - Você não é bem-vindo aqui!

- Já estou acostumado com o seu péssimo humor. - diz nem me dando atenção. - E com a sua grosseria.

- Não ligo, saí de cima da minha cama com essa meia suja! - puxei seus pés, que apenas se arrastaram um centímetro. Merda de garoto pesado. - Segundo, você sabe muito bem porque digo isso, se te acharem aqui… Ei, você entrou pela janela? - corri até a mesma fechando-a. Dei uma leve espiada na festa da minha irmã,antes de fechar às cortinas.

- Você sempre deixa aberta. - se sentou de pernas abertas na minha cama, enquanto meu bichinho de estimação estava quase cometendo suicídio. Que cena mais… absurda!

Peguei meu coelhinho no colo e levei-o diretamente para sua casinha.

- Não, lembro muito bem que… Garoto, você está me observando?! - fiquei nervosa, mas a raiva era mais evidente. - Saí da minha casa seu pevertido!

- Não, lembro-me que… - afinou a voz, tentando me imitar, depois tossiu falsamente. E que péssima imitação. - Eu nunca te observei e nem vou, além do mais pela janela. Puf, não sou tão canalha assim.

- Menos mal… - coloquei a mão sobre o peito, aliviada. Ele não viu meu pijama de bolinhas.

- Instalei câmeras no seu quarto. - disse sem expressão, mas logo sorriu. - É brincadeira, calma!

- Jeon. - me aproximo da cama devagar. - Eu não tenho tempo e nem cabeça para suas brincadeirinhas. Se você aproveitou a festa da minha irmã para entrar na minha casa, legal. Você vai sair de fininho, antes que alguém suspeite de algo. - mexi as mãos freneticamente. Okay, eu estou nervosa. Mas qual é? O que você faria se o seu arqui-inimigo estivesse no seu quarto, deitado de bruços brincando com o seu coelhinho? Óbvio, que eu quero matar ele por isso e também por passar doenças pro coitado do branquinho. - E antes que eu chame a polícia.

- Credo, nem pode mais fazer visitas? - levantou se espreguiçando. - Pelo menos, deu pra descansar um pouco.

- Sua casa é do lado da minha, literalmente! - apontei para a janela, que é a direção de sua casa. - Não fique inventando desculpinhas.

- Não é uma desculpa. Eu só quis entrar e eu entrei. - deu de ombros. Ficou com o tronco um pouco inclinado, apoiando-se em seus cotovelos.

- Tá fugindo da polícia? - olhei a movimentação do corredor pelo buraco minúsculo da fechadura, por sorte não havia mais ninguém no andar de cima.

- Na verdade não… É de algo muito pior. - senti sua respiração próxima de meu ombro. Estávamos próximos demais. - Estou fugindo da Anny, ela está muito grudenta.

Num movimento rápido saí do quarto e olhei para os dois lados do corredor, mais uma vez. Pedi para que Jungkook me seguisse (Não que ele tivesse escolha) e com muito cuidado ao pisar nos degraus, sem fazer barulho, descemos as escadas.

- Olha, eu tenho que confessar. Sua irmã se empolgou pra essa festa hein. - debochou olhando tudo ao nosso redor, um completo desastre. Havia coisas quebradas e panos caríssimos rasgados. Sem falar da sujeira, que me deixou com um leve enjoou só de olhar.

- É por isso que odeio festas. - sussurrei comigo mesma. - Seguinte, aproveitando que todos foram para piscina, você pode ir se escondendo atrás dos arbustos. Só toma cuidado para o meu padrinho não te ver ou qualquer outra pessoa no meio do caminho.

- Parece que ele cansou de esperar.

- Por que diz iss… Oh, não. - E ela estava meu padrinho, parado no portão com uma expressão amendrontadora. Mirando o olhar nos jovens que se divertindo na piscina. Procurava alguém com os olhos. - Se ele te ver aqui, adeus Europa! Se manda! - empurro seus ombros para fora de casa. - Vai logo, sua mula!

- Olha como fala comigo, sua baixinha grosseira! - reclamou olhando-me de olhos cerrados. Aproveitou que ninguém estava olhando em nossa direção, e correu entre os arbustos como um animal selvagem, sumindo de minha vista.

Corri rapidamente para dentro. O caminho para o escritório de meu pai não é tão longo. O que me faz estranhar, é não ver nenhum dos empregados circulando pela casa como de costume. Talvez Rosé tenha dispensado todo mundo, lhes dando um dia de folga.

Péssimo dia de folga, isso está um lixão. E não será ela e esses adolescentes mimados que vão limpar.

Parei bruscamente ao ouvir um choro quase inaudível em uma das salas. Jennie saiu limpando suas lágrimas, segurando pedaços de papel higiênico em sua mão. Quando percebeu-me, arregalou levemente os olhos, sorrindo meio torto. Passou por mim de cabeça abaixada, como se estivesse com vergonha de eu ter presenciado a mesma chorando.

Fiquei comovida. O que será que aconteceu entre ela e o Jongin para deixá-la nesse estado?

De uma coisa, minha mãe sempre está certa: Homens, são todos iguais.


A porta do escritório estava entreaberta, o que estranhei de princípio. Está sala sempre está trancada, não importa para quem seja. A única pessoa (tirando minha mãe) que tem as chaves,apenas para limpar, é Marie. Que não está na casa nesse momento.

Abrir a porta e suspirei pesadamente, ao ver os móveis e objetos do mesmo jeito que ele havia deixado. Bateu uma dor em meu peito, ao lembrar brevemente de tudo o que vivemos até a nossa despedida. O pior acontecimento.

A bolsa de minha mãe não estava em nenhum lugar. Na mesa só haviam alguns papéis espalhados, que depressa ajuntei-os, por não conseguir ver algo desarrumado e deixar da mesma forma. Sem perceber, meus olhos foram em direção as primeiras linhas daquele contrato. Sim, um contrato com a família Seo, meus futuros vizinhos.

Aquele documento dizia que metade de nossas industriais iriam passar para os Seo's. Basicamente, havia sido dividido nossas terras e bens, como num testamento. Todavia, o que mais me pegou de surpresa, foram as contas seguindas daquele documento. Eram valores altos e inacreditáveis. O que dá a se entender, é que os juros estão correndo por anos. Chegando a um valor absurdo.

Coloquei aquelas folhas em uma pasta e saí afobada e descontrolada daquele escritório. Então é por isso que meu padrinho está tão quieto? Depois que meu pai foi embora, o Kim ficou como responsável por tudo o que administrava. Lutando para conseguir que o negócio da família, não viesse a vir a falência, como no passado. Fazendo de tudo para que crescemos cada vez mais e não regressemos não importa o que aconteça. Mas nem tudo conseguimos controlar.

Soltei um suspiro fundo e olhei para meu padrinho. Que surpreendentemente já estava caminhando em minha direção. Com a bolsa preta de minha mãe em uma das mãos. Parece que me ferrei…

- Eliza, por que tanta demora? - olhou para seu relógio de pulso, estranhando meu atraso. - O enterro já acabou e Lalisa está te esperando.

- Desculpa padrinho, eu precisei resolver umas coisas no meu quarto… nada dema-

Fomos interrompidos com o barulho de um corpo se chocando com a água. Muitos se assustaram e pararam tudo o que estavam fazendo, inclusive a música. Jin arregalou os olhos e jogou a bolsa nas minhas mãos, correndo para salvar a pessoa que se debatia na água, logo não aguentou e afundou-se para o profundo da piscina.

Aproximo-me das pessoas que estavam em volta, ficando ao lado de minha irmã que já não estava tão consciente assim como minutos atrás.

- Eu vi Eliza, eu vi. - repetiu com os olhos cheios de espanto. - Eu vi, Eu vi…

- Viu o quê, Rosé? - indago assustada, segurando em seus ombros.

- O-o homem… empurrou ela. - respondeu abraçando seus braços, tremendo de frio. - Ele disse algo no ouvido da Jennie antes de joga-la na água.

- Quem é Rosé?! - assusto-me. - Quem você convidou?

- É melhor acalma-se Eliza, sua irmã não está bem. Não está falando coisa com coisa, como pode confiar nas palavras de uma pessoa que não está sã? - Sushua enrolou uma toalha na mais velha e abraçou-a de lado. - Calma Rosé, vai ficar tudo bem. Foi só um susto…

- M-mas a Jennie sabe nadar..- Roseanne soluçou, chorando.


Meu padrinho seguidamente fez massagens cardíacas na adolescente, que continua apagada, sem dar nenhum sinal positivo. Ele checou a sua respiração e pulsação, a previsão em seu olhar não era muito boa. E isso foi desesperador.



- Rápido, chamem uma ambulância!


 


Notas Finais


Quem vocês acham que foi? Jongin suspeito? Hmm... Quem sabe ¯\_(ツ)_/¯

Obrigada a você que leu até aqui! Nós vemos na próxima, byeee ~ ☺️🍕


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