História Without You (Chaelisa) - Capítulo 4


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Categorias Black Pink
Personagens Jennie, Jisoo, Lisa, Personagens Originais, Rosé
Tags Chaelisa, Jensoo
Visualizações 85
Palavras 2.436
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, recadinho importante lá embaixo. E quem fez a aesthetic (capa do capítulo) foi minha amiga Vanessa @allyluiaDJ
CAPA NOVA!!! VOCÊS GOSTARAM DELA??
Boa leitura!

Capítulo 4 - Picolé.


Fanfic / Fanfiction Without You (Chaelisa) - Capítulo 4 - Picolé.

 

Picolé.

Você foi a mentira sincera.

Férias de final do ano – Kim Jisoo.

Rosé foi para o acampamento chato antes de devolver minha blusa favorita e por isso fui na sua casa buscar. Sabia onde deixava a chave e, por conhecer ela e sua irmã desde criança, já tinha um certo grau de intimidade.

Entrei na casa silenciosa e fui até seu quarto, peguei minha blusa e resolvei assaltar a geladeira.

Peguei uma maçã e fechei. Mas resolvi abrir novamente. Peguei um pedaço de bolo, a caixa de suco de laranja e uma barra de chocolate que estava lá me chamando “me come, Jisoo, me come, eu sou delicioso!”.

Peguei tudo e fiz o caminho para sala, queria ver um dorama e na casa da Rosé tinha TV a cabo. Meu paraíso.

Mas antes de chegar na sala, senti algo forte atingir minha cabaça e gritei de dor.

Um filho de uma puta havia me acertando com a porra de um taco de beisebol!

E que tipo de pessoa bate nas outras com um taco de beisebol, meu senhor?

— Jisoo? — Ouvi a voz de um anjo.

— Eu morri? Porque eu só posso estar no céu com um anjo dessa na minha frente.

Encarei a menina que era nada menos que Jennie Kim na minha frente, a garota mais linda da minha turma.

Da minha escola.

Da minha cidade.

Do meu país.

Do meu planeta. Do universo. Da minha vida.

— Não. — Respondeu seca.

É, eu não morri.

— Porque me bateu, sua doida? — Reclamei vendo se a comida estava okay.

— Aqui não é sua casa.

— Nem a sua! — Passei minha mão na minha cabeça agora vendo se estava okay. Prioridades. — E porque diabos me atingiu um taco de beisebol?

— Minha mãe falou que os vizinhos viajaram e era para ficar de olho aqui.

Abri a boca em choque.

— Se fosse um ladrão, você iria abortar ele com um... — me aprontei pegando seu taco. — Isso? Um taco contra uma arma? Que tipo de merda você tem na cabeça?

Deu os ombros.

— Sei me defender.

Bati a mão no meu rosto em sinal de indignação.

— Você tem sérios problemas.

— O que está fazendo aqui? Tá roubando a casa dos meus vizinhos?

— Você é vizinha da Rosé. — Expliquei, mas continuou me encarando com aquela cara de pokerface. — Minha melhor amiga — completei a informação. — Rosé minha melhor amiga e vim pegar minha blusa de volta.

Mostrei a peça para ela. Encarou sem mudar a expressão. E depois para minha comida em meus braços.

— Ok. Vou embora. — Disse depois de um tempo.

E foi embora.

Tipo, quê?

Estava com tédio e prometi que só iria mais uma vez na casa da Rosé para pegar um jogo emprestando.

Quando estava chegando foi quando me apaixonei. Jennie estava no jardim da frente com uma blusa branca e de short curto tomando sorvete.

Eu sabia que ela era linda, mas, meu Deus, ela se superou e ficou ainda mais linda coma aquele sorvete que ativou pensamentos nada puros em mim.

Frango que me perdoe, mas eu amo sorvete agora.

Ela não usava aquelas roupas pretas e emo.

Não estava com seu óculo de sol inseparável.

Estava sorrindo de algo.

Dei um breve olá e entrei para pegar o jogo.

Prometi que queria a última vez, mas dia após dia passei ir na casa da Rosé somente para ver Jennie.

Às vezes ela só estava lendo algum livro na varanda. Outras estudando músicas.

E algumas vezes tinham dois rapazes com ela.

Também já vi uma garota.

— Ei. — Estava saindo da casa da Rosé depois de ver um episódio de série quando Jennie me chamou. — Você não tem casa?

Ri falso.

— Tenho. Porquê?

— É que você vem quase todos os dias aqui, sei lá, é estranho.

Travei.

— Não é estranho.

— É sim, eles não têm animais ou plantas e-

— Rosé tem um peixe — menti sem pensar. — Eu venho alimentar ele.

Jennie abaixou o rosto.

— Ah... — soltou.

Ela me olhou e deu um meio sorriso. Estava indo embora.

— Gosta de peixe?

Quis me bater internamente por isso. Que tipo de pergunta era essa? Esse era meu jeito de puxar conversa com a crush e evitar que ela fosse embora?

E o pior de tudo foi que Jennie sorriu. É, ela gostava de peixe.

No final da conversa, falei que iria dar um peixe para ela se pudesse escolher o nome.

No outro dia, levei dois peixes. Um para Rosé, que já estava avisada do novo bichinho de estimação, e um para Jennie.

— Qual vai ser o nome dele?

Fingir pensar, mas já tinha pensando me um nome criativo para ele. Minha família falou que era cruel, mas era criativo!

— Anzol!

Jennie me encarou por cincos segundos e ao invés de rir ou falar mal, só sorriu.

— Gostei. — Olhou para o peixe. — Oi, Anzol.

— Gostou mesmo? Não achou maldoso ou-

— É metafórico. — Me falou. — É tipo "A Culpa É Das Estrelas" quando ele coloca o cigarro na boca e não acende. Coloca o que mata como nome, porém não é mais capaz de matar. Eu gostei.

Sorri para ela. Jennie Kim, como você consegue ser tão incrível assim?

E hétero.

Faltava duas semanas para voltar às aulas e Rosé estava de volta.

Estávamos desanimadas por vários motivos.

— Eu tô apaixonada pela sua vizinha gostosa. Aliás, que eu nem sabia que a Jennie era sua vizinha. Como pode me esconder essa informação?

— Jennie não é gostosa.

Dei um tapa na sua perna.

— Se sua unnie diz que é, você concorda.

Passou a mão no local do tapa e me mostrou a língua.

— Você é uma agressiva.

— Ela é hétero.

— Um perdi meu BV no acampamento. E odiei meu novo peixe, mais um trabalho para mim.

— Tão linda e tão hétero. Ela grita heterossexualidade. Antes tarde do que nunca e espero que seu peixe morra também.

— Espero que a Jennie fale vários tops por dia. E foi no ano novo.

— Depois eu que sou cruel né? Como foi? Ele foi legal?

Rosé e eu tínhamos uma linha de pensamento só nossa. Conseguíamos falar sobre vários assuntos ao mesmo tempo sem se perder em nada. Vários anos de amizade.

Mas seu silêncio se tornou um incômodo para mim. A encarei sem entender.

— Foi com uma garota.

A olhei. Rosé Park do vale?

— Uau...

— Fala alguma coisa além de uau, Jisoo unnie!

— Oxe...

— Além de oxe também.

— Eu não sei o que falar, eu tô em choque, ela era bonita?

Rosé assentiu.

— Ela é da escola.

— Quem é?

— É Prapinya... — Quem? Rosé riu da minha reação. — Só isso que sei, ela tem cabelo laranja lindo, você ia amar.

— Se tivesse alguém de cabelo laranja naquela escola, eu já seria amiga. Tem certeza que é da nossa escola? Nunca ouvi esse nome.

— Sério... — Ela pareceu mais desanimada.

— Você não pegou o telefone dela? — Negou com cabeça. — Você é burra?

— Ela me odiava, okay? A gente vivia brigando-

— Amor e ódio, amo — me encarou feio por atrapalhar a sua narrativa. — Continua.

— No ano novo, a gente se beijou-

— Own, que lindo, meu deus, eu shippo, só não crio um nome pro shipp porque que diabos é esse nome, Prapinya — me olhou com raiva. — Perdão, Rosie, continua.

— A gente não falou sobre isso, mas nos beijamos de novo, só que ela foi embora sem se despedir-

— Que vadia!

— Jisoo!

— Eu vou perguntar sobre ela na escola, ta bom? Alguém deve saber sobre uma garota de cabelo laranja, você gosta dela? — Ela assentiu. — Iti, malia, coisa fofa.

O nosso plano era esse, encontra a Prapinya na escola e eu me aproximar da Jennie.

Infelizmente, nada disso aconteceu.

Não existia nenhuma Prapinya na escola ou matriculada porque a gente foi na secretaria perguntar isso.

Ou alguma garota de cabelo laranja. É uma coisa visual e que ninguém viu alguma menina com essa cor de cabelo.

Sobre a Jennie, trocamos meio dúvida de palavras, mas tudo era sobre o Anzol. Coisas do tipo eu sendo idiota: “Nossa, Anzol está vivo ainda? Você deve ser uma ótima pessoa cuidando de peixe.”, “Onde eu comi sushi e lembrei do Anzol.”, ela me olhou estranho essa hora.

Que tipo de pessoa fala que comeu peixe cru e lembrou do peixe da crush?!

Talvez não soubesse como começar uma conversa com ela e tudo piorou quando saíram boatos falando que vieram a Jennie beijando um garoto loiro em uma lanchonete.

Minha crush surprema é hétero e namora um garoto loiro.

A crush surprema da minha melhor amiga não existe.

Rosé estava na minha casa e ela me olhava sem falar nenhuma palavra por alguns minutos.

— Você é bonita.

— Eu sei.

— Vamos namorar então.

Fiquei confusa e dei risada.

— Cada coisa que você me diz...

— Tô falando sério. Eu não consigo achar minha crush e a sua é hétero, somos amigas, podemos namorar e se não dar certo, podemos voltar a ser melhor amigas.

— Ah, você quer me ajudar para esquecer a sua crush que não existe?

— Jisoo! Ela existe!

Dei os ombros.

E comecei a namorar a Rosé. E terminamos cinco semanas depois. Jennie nos viu uma das vezes no beijando quando levei ela para sua casa e não falou nada.

E a única coisa que aconteceu de bom nesse tempo foi que cai para fazer um trabalho em dupla com a ela, começamos a conversar mais, mas não sabia quase nada sobre a garota.

Mas pelo menos tinha seu número.

E podia ser seus status.

Ela era muito linda e sempre tinha alguém que tirava suas fotos, ela sempre agradecia: estou sendo obrigada a escrever isso, mas obrigada Lisa por tirar essa foto perfeita.

Minha vontade era de falar que as fotos ficaram perfeitas por sua causa.

O banho de água fria veio em um sábado que resolvi dormir na casa da Rosé quando Jennie postou um vídeo dela dançando.

— Minha crush é linda demais... — voltei o status no começo e mostrei para minha amiga.

Ela parecia estar uma boate, pois a música estava alta.

Ah! Vai, Jennie! — A pessoa que estava gravando o vídeo gritou. — Essa é minha namorada!

Quê?

— Oh... — Rosé soltou.

Voltei o vídeo e escutei a voz feminina falando que Jennie era sua namorada.

— Okay. Jennie é do vale — murmurei. — Isso é algo bom.

— Ela namorada, Jisoo.

— Detalhe.

— Muito importante.

— Isso não é algo bom.

Revi o vídeo novamente. Vi ele várias vezes até no outro dia quando ele sumiu.

Jennie tinha uma namorada.

4 anos depois – avião.

— Jennie não tinha uma namorada — Rosé contou —, mas Jisoo não sabia disso.

— Quem era a garota do vídeo?

Ela sorriu.

— Lisa.

— Elas namoraram?

— Lisa é idiota.

Ra Im olhou confusa para garota que só sorria. É, Lisa é idiota.

— Lisa é idiota.

Foi o que Jennie falou para mim. Estava indo para casa de Rosé porque tinha faltando porque estava doente e estava fazendo o caminho com Jennie.

— Lisa?

— A gente não namora — explicou. — Ela fica fazendo palhaçada. É minha melhor amiga.

Não sei se ficava feliz ou triste.

— Ah, sim, você é hétero, desculpa se-

— Eu não sou hétero. — Disse simplesmente que parei de andar com a informação. — Eu sou bi. — Ela gostava de garotas e estava solteira. — Está tudo bem?

— Eu também sou bi! — Falei um pouco animada demais.

Jennie sorriu.

— Eu sei.

— Sabe?

— Você namorou minha vizinha, Jisoo.

— Ah... verdade... — disse com desanimo que Jennie riu. — Mas eu podia ser lésbica.

— E se assumiu bi semana passada para uma das suas amigas.

— Você viu?

— Eu presto atenção em você.

Chegamos no portão da sua casa.

— Presta?

— Claro — abriu seu portão. — Você é bonita.

Sorri enquanto ela ia embora. Jennie Kim me disse que sou bonita!

Jisoo: ROSEANNE PARK

Rosinha: entre logo

Jisoo: JENNIE KIM ME DISSE QUE SOU BONITA!

Rosinha: E ela vai achar estranho se você continuar parada no portão dela

Foi o dia mais feliz da minha vida e sem contar que depois desse dia, me aproximei demais da Jennie.

Começamos passar os intervalos juntos e sentar próximas uma da outra. Jennie era incrível e estava cada vez mais gostando dela.

Às vezes flertamos, mas não sabia se era de brincadeira ou não. Toda vez que podia, me falava como era bonita.

Ah, Jennie Kim, o que diabos está fazendo comigo?

Era sábado e estava muito calor, Rosé tinha me mandando mensagem pedido para levar sorvete na casa dela. Como sou uma boa amiga, aceitei.

Chegando na casa dela, vi uma garota loira sentada da calçada da casa da Jennie tentando se proteger do sol forte.

Reconheci ela por ser a tal da Lisa.

Ela me olhou e pareceu me reconhece também.

— Nossa, você é mais bonita de perto, que errado isso, Jennie realmente tem bom gosto!

Corei e abaixei o rosto com vergonha.

— Você é a Lisa, né? — Assentiu. — Está esperando a Jennie?

Negou.

— Ela me expulsou porque comecei a falar de JenSoo e como ela não tem coragem de te chamar para sair.

JenSoo?

— Jennie e Jisoo — explicou sorrindo e fiquei mais vermelha ainda. — Meu Deus, você é muito fofa!

Não é por nada, mas realmente entendi porque Jennie a expulsou.

— E-e-e você não vai embora? Não está muito forte o sol?

— Vou dormir aqui hoje, espero a unnie abria porta para mim, mas... — Suspirou. — Está calor demais e já to ficando com sede.

Olhei para minha sacola com dois picolés, Rosé que me perdoe, mas Lisa merecia mais que ela, criou um nome para o shipp e estava incentivando Jennie me chamar para sair.

— Toma — entreguei um picolé para ela. — Então, você shippa JenSoo? — Assentiu quando pegava o sorvete. — Pensei que gostava dela.

— Jennie é minha melhor amiga só. E ela fala muito de você, vive me mostrando suas fotos. Você gosta dela também?

— Sim — confessei tímida.

Lisa colocou a mão no coração fazendo drama.

JenSoo, porque me matou?

Ri da cena. Agora entendi porque Jennie a chamava de idiota.

— Quer entrar? Você pode ficar em casa até Jennie resolver abrir a porta para você. E tem água lá.

— Posso mesmo? De verdade?

— Sim, pode sim. — Abri o portão para ela e dei passagem. — Minha amiga não se importar.

— Ué, aqui não é sua casa?

— Não, é da minha melhor amiga — explicando chegando na porta. — Ela é legal.

— S-sua melhor amiga?

— Uhum.

— Essa é a carro dela?

Carro?

 — Casa, casa — repetiu em inglês.

Assenti assim que passamos pela porta e estamos na casa da minha amiga.

— Você conhece a Rosé?

— A Chaeyoung é vizinha da Jennie?

— Você conhece a Rosé? — Perguntei novamente.

— Chi Choo?

Ouvi a voz da Rosé se aproximando.

— Tô aqui.

— Que demora, cadê meu pico- — ela viu a Lisa. E travou no lugar. — Prapinya?


Notas Finais


Ah. Vai ter uma ordem de narração. Lisa. Rosé. Jisoo. Jennie.
Ou seja...
Meu twitter: @iamtheinfinite7

Ah, eu to fazendo uma au chaelisa no twitter com minhas amigas (oi, Vanessa e Lohana), ta muito engraçado, então, corre lá!
Sinopse: Onde Lisa é apaixonada pela vizinha que se chama Chaeyoung e a seduz todas as noites. O que Lalisa não sabe é que Chaeyoung também é a Rosé do seu twitter.
Link: https://twitter.com/iamtheinfinite7/status/1027625509352431616
Até o próximo cap!


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