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História Wolf Blood - Capítulo 5


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Notas do Autor


Oii
Achou mesmo que eu iria abandonar algumas fics? Achou errado!

Não sei se ainda lembram dessa, mas um a um, vou atualizando, e este capítulo está até gostosinho de se ler vai

E sem mais delongas
Uma boa leitura o/

Capítulo 5 - Aventuras pequenas


– Este cálculo... Ora, este cálculo é o mais básico de todos! Não é tão difícil quanto você imagina, Sr. Iero. Só precisa se concentrar mais...

– Fácil pra você!– Resmungou o mais novo.– E além do mais, está tudo muito complicado para mim... Talvez seja esse clima árido desta cidade... Eu não sei, mas eu não consigo me concentrar nestes bando de números e equações!

Gerard suspirou fundo. Por mais que possua toda a paciência do mundo, lecionar para Thomas era mais difícil do que imaginava. O jovem era peralta. Todas as vezes em que tentava ensinar os cálculos, Thomas fazia questão de tentar o distrair levantando alguns assuntos aleatórios. Mas Gerard tinha que admitir, pelo menos o jovem era curiosamente culto. Seus assuntos envolviam artes, ciências, histórias sobre a cidade e algumas curiosidades sobre a sua família e vez ou outra algumas travessuras que tinha um certo orgulho de mostrar. Seu único ponto fraco mesmo era a aritmética. Gerard pousou o grande livro sobre a mesa de uma sala própria que o Sr Iero cedeu para que ensinasse seu filho.

– Você quer... Alguns minutos de intervalo?– Indagou, tentando não olhar diretamente para o jovem, pois para ele, era mais do que hipnotizante, era perigoso. Thomas possuía um certo poder de desarma-lo toda vez que queria algo, e Gerard odiava isso.

– Sério? Até que enfim!– O mais novo se levantou da cadeira o mais rápido que pôde, eufórico. Mas assim que pousou o olhar em Way, se conteve.– Quer dizer... Desculpas, senhor Way. Eu não o queria parecer grosseiro...

– Tudo bem, Thomas. Aliás, eu já estou um pouco cansado também. Amanhã terminaremos o exercício. E depois, já está escurecendo...– O mais alto olhou para a janela. O céu estava com uma tonalidade anil. Gerard agradeceu mentalmente por aquela noite não ser mais de lua cheia.

– Eu tenho uma ideia melhor. Que tal irmos a feira amanhã?

– Feira? – Gerard o olhou confuso. Jamais pensaria uma pessoa como Thomas indo em um lugar caótico como  o centro da cidade.– Eu não entendi...

– F-e-i-r-a! Feira! Lugar onde se vende diversas coisas que geralmente você não encontraria em lugares onde pessoas da minha família não frequentaria. Amanhã a tia Constance vai a feira comprar algumas verduras para o jantar, e como o papai irá para a cidade vizinha tratar de seus negócios, não teremos a vigilância do velho. Podemos escapar com ela, para fazermos o que quisermos.– Respondeu Thomas, com um certo tom de malícia. Gerard engoliu em seco.

– Mas e quanto ao seus tios? Eles ainda estão aqui.

– Eles? – Thomas deu uma risada.– Garanto que a única coisa que eles sentirão falta é dessa mordomia toda quando forem embora daqui.

– Bem... Eu não sei...

– Gerard, por favor... Eu prometo estudar o dobro da matéria quando voltarmos...– Gerard tentava olhar para todos os lados que não fossem aqueles olhos pidão. Thomas as vezes era pior do que uma criança quando fazia chantagem emocional utilizando uma expressão triste. Mas não resistiu.

– Está bem... Amanhã você tira o dia de folga. – Thomas deu um largo sorriso. Porém Gerard advertiu.– Mas quando chegarmos, você terá de estudar todo o conteúdo que lhe ensinei nesta semana. Sem truques! Senão...

– Senão o quê?– O jovem se aproximou perto demais, com as mãos apoiadas na mesa, próximo ao rosto de Gerard, que teve a impressão de ter prendido a respiração, e seu coração teve uma repentina palpitação.

– S-enão... Eu conto pro seu pai...– Respondeu Gerard, porém sua voz saiu um pouco falha, e se insultou mentalmente por isso. Thomas o encarou por mais alguns segundos. Depois começou a gargalhar, deixando seu professor confuso.

– Voce acha que eu o temo? Senhor, ele já está acostumado comigo. Mas se você realmente contar a ele, digo que você foi cúmplice nisso, eu não vou cair sozinho...

Gerard bufou. Seja lá o que iriam fazer amanhã, provavelmente teria muita dor de cabeça.

                     ***

– Escutem bem... Se acha que vão sair por aí fazendo sabe se lá o quê, estão muito enganados! Eu não quero ter problema com o Sr Iero.– Disse Constance, enquanto carregava a cesta para comprar as especiarias na feira da cidade.

– Não se preocupe, dona Constance, eu não farei nada que ponha todos em perigo.– Brincou Thomas.

– Eu só não entendi uma coisa...

– O quê?

Constance olhou para os dois de cima abaixo e cerrou o cenho.

– Porque diabos vocês dois vieram com roupas de... Sinhás?

Thomas riu enquanto Gerard ficou vermelho.

A mulher olhou para Gerard, que deu um olhar de "não me pergunte o porquê, mas é ideia do Thomas".

– Era a única forma de não sermos reconhecidos... De repente nos deparamos com algum conhecido do papai... Eu não confio muito nas pessoas deste lado.– Esclareceu o menor.

– Mas tinha de sujeitar o teu professor a isso? Valha me Senhor!– A empregada revirou os olhos.

Gerard usava o mesmo vestido, agora lavado, que Constance o havia emprestado na primeira vez que o achou. Thomas por sua vez, pegou escondido um vestido de sua mãe e um chapéu grande o suficiente para cobrir quase todo o rosto. 

"–Confesso que estou me sentindo ridículo com essas vestimentas, Thom. Nós não poderíamos simplesmente nos disfarçar de guardas, ou simplesmente nos escondermos dentro de uma carroça cheia de feno?– Resmungou o professor. Thomas se abriu na gargalhada.

– E que graça teria de ficarmos embaixo do feno todo esse tempo se não pudermos ver toda a movimentação da feira? Vai ser divertido, Gee!– Gerard sentiu uma leve sacudida no coração quando ouviu esse pequeno apelido vindo dele. Por que ele se portava assim diante de Thomas?"

O professor se lembrou da pequena conversa. E mantinha esses pensamentos quando ouviu a empregada dizendo que já não haviam guardas na frente da mansão, eles poderiam sair tranquilamente.

O dia amanhecera nublado, porém, não havia indícios de que iria chover. Após se desviarem do jardim grande que ficava na frente da mansão, caminharam por um longo período pela rua deserta que dava acesso ao centro de Salém. Com uma arquitetura colonial, Gerard observava as casas. Dizem os mais antigos que eram lá que as mulheres alguns anos atrás, foram queimadas pela ignorância que trajavam vestes negras e usavam tochas, chamando nas de bruxas. Gerard repugnava todos esses hipócritas.

A medida que se aproximava do centro, as ruas começavam a ter mais barracos, de vendas de tudo quanto é tipo, barracas de frutas, verduras, especiarias, animais. Constance olhou ao redor, já tendo em mente o que precisaria para o almoço dos finais de semana. Gerard e Thomas apenas a acompanhavam. O jovem olhava ao redor, admirado com os coloridos das barracas. Vez ou outra o jovem peralta como era, queria se desviar do caminho para ver, por exemplo, a barraca onde se vendiam animais exóticos. Gerard deu um leve puxão em seu braço para que Thomas se comportasse, caso contrário, Constance não iria mais colaborar para suas peraltisses. 

De repente, a senhora para e se vira rapidamente para os dois.

– Se vocês acham que vão ficar detrás de mim como se fossem rabos sem fazer nada estão muito enganados!– Retirou da cesta um bilhete que Amélie havia escrito para ela fazer as compras.– Procurem por esses ingredientes aqui. Eu vou tentar achar alguma galinha para o jantar. Nos encontramos ali no centro da praça perto da fonte daqui a dez da manhã! E sem gracinhas!

Assim que Constance deu a eles uma cesta média e um trocados dados para as compras, sumiu no meio da multidão que começavam a aglomerar. Gerard olhou a tal lista. Especiarias.

– Agora podemos nos divertir?– Sussurrou Thomas, por detrás do leque que escondia o rosto.

– Só... Compras!– Respondeu o Way.

                       ***

Quando se passava a maior parte do tempo trancado dentro de casa, apenas devorando livros e mais livros sobre diversos assuntos de dia, e rondando feito um demônio nas floresta durante as noites de transformação, para Gerard, a cidade havia mudado muito. E a empolgação de Thomas era maior, parecia que ele jamais havia saído de casa, pois se surpreendera sobre o quão bonito era a cidade em dias de feiras. Estava agora verificando o valor de um condimento, quando se virou para Thomas para perguntar se ele queria alguma coisa em especial para se colocar na comida, quando percebeu que ele já não estava mais lá. Não, não Thomas não teria coragem de fazer esse tipo de brincadeira. Ou teria?

Após alguns minutos olhando ao redor, verificando cada barraca,  finalmente conseguiu localizá-lo em frente a uma barraca estranha. Este estava parado em frente essa barraca e pela sua expressão parecia bastante curioso para querer adentrar à residência. O professor foi correndo em sua direção a fim de tentar não perder o outra vez.

– Finalmente achei você!– exclamou o mais velho, um tanto rude.– Onde diabos você estava? Disse para não sair do meu lado?

– Ora, eu não estava tão longe assim, para quê tanto desespero? Eu só fiquei curioso quanto esta casa de leitura, acha que essa vidente poderia ler o futuro através das palmas de nossas mãos? – perguntou o Thomas com olhar bastante curioso. Gerard ele os olhos.

– Não sei. eu não acredito muito dessas coisas de miticismo, e além do mais, vamos embora logo o tempo está acabando.

– Por favor! Eu prometo que pagarei o dobro das aulas de aritmética se você deixar... É só uma visita. Por favor...– Thomas fez o mesmo olhar que fazia quando queria algo. Gerard simplesmente odiava ceder.

– Somente esta tenda, e depois, vamos para a praça, entendeu?

Thomas deu um grande sorriso.

Os dois adentraram o lugar.

Não sabia o que lhe causava mais medo. Se era o fato de que as cortinas estranhas abafavam a entrada e o corredor médio, que dava uma sensação de sufocamento, ou o seu coração estar pulsando demais pelo fato de ter de visitar uma cartomante, ou vidente, ou seja lá quem estivesse dentro da tenda, e ela por acaso acabar descobrindo seu segredo.

Cercado de velas aromáticas, no centro havia uma senhora, cuja manta estava cobrindo parte de seu rosto, deixando somente a mostra parte de seu nariz e lábios bastante ressecados.

– Entrem, minhas caras...– a cartomante levantou os olhos, e fez uma expressão confusa ao olhar para suas "clientes"– ...Senhoras?

Gerard e Thomas se entreolharam. Até que o professor falou.

– Mil perdões, eu não queria incomodá-la, mas minha filha, Antônia, ela tão curiosa...– Gerard tentou se desculpar, tentando deixar sua voz mais feminina possível. A cartomante começou a gargalhar por causa dos homens atrapalhados.

– Tudo bem, meus caros! Eu não falarei nada quanto a esse "segredo".– Gerard sentiu um leve calafrio. Ela já sabia do seu segredo demoníaco?– Sentem se, eu não importo a forma como vestem, sentem se e vamos começar a sessão...

Gerard suspirou aliviado.

Os dois sentaram se sobre pequenos bancos de madeiras, mas tiveram de fazer um malabarismo tremendo para para tentar sentar nesse banco já que os vestidos impediam de fazer qualquer movimentos bruscos.

– Prazer, me chamo Jane, diga-me que força maiores fizeram vocês vierem até a mim?

–na verdade, era ele quem estava mais curioso, e eu apenas o acompanhei.– Respondeu o professor.

– Deixe-me ver sua mão, primeiro.

– Que tal começarmos com meu filho primeiro?– respondeu o professor. A cartomante a sentiu então Thomas sentou-se na cadeira em frente para ela.

– Estenda as mãos, meu filho.

Thomas colocou as mãos pequenas assim como o seu tamanho em cima da mesa. A cartomante então pousou suas mãos um pouco calejadas sobre as dele e fechou os olhos.

– Tão belo... Você ainda há de conhecer o amor. Mas não chegará a conviver para sempre com ele.

Nesse momento Gerard sentir seu coração pulsar mais forte. Por um momento, achou que estivesse falando dele.

– Normalmente as pessoas são adeptas a se apaixonar ou desapaixonar a todo momento. Conhecerei alguma dama e...

– É um amor intenso, são praticamente almas gêmeas,  mas um deles não viverá o suficiente para amar...– Respondeu a cartomante, com uma expressão melancólica. Thomas suspirou profundamente. Gerard ao queria sair daquele lugar, seu peito estava doendo mais que o normal, e não sabia explicar o porquê. Deveria estar feliz, afinal Thomas pelo menos terá uma família, uma alma gêmea. Coisa que Gerard mais teria.

– Agora é vez, senhor.

Gerard pôs as mãos sobre a mesa um tanto nervoso. A cartomante pegou as mãos do professor e fechou os olhos tentando sentir a energia através dela. Ela parecia concentrada.

– Você parece ser um homem bastante torturado ... Você possui algum trauma?

Gerard engoliu em seco.

– Alguns problemas familiares nada demais.

– Não é o que a sua alma diz... Eu vejo um homem bastante torturado espiritualmente... Eu vejo...

De repente, a cartomante solta suas mãos de forma brusca. Abriu os olhos, estes estavam completamente arregalados.

– Meu Deus... Você... Você é um demônio?– A cartomante respirava profundamente. Gerard retraiu suas mãos imediatamente. Thomas assistia a tudo sem entender nada.– Saia daqui!

– Mas espere, eu...

– Saíam vocês dois da minha tenda! AGORA!!!

A mulher praticamente gritou. Gerard pegou Thomas pelo braço, e nos saíram de lá antes que a mulher os expulsassem a força.

Caminharam rapidamente. Gerard estava nervoso e Thomas o tentava acompanhar seus passos. Pôs um leque na frente de seu rosto afim de ninguém reconhece-lo. Até que o professor avistou a fonte onde Constance dizia para se reencontrarem. Sentou se perto da borda da fonte e pôs a cesta bruscamente ao seu lado, sem prestar atenção se Thomas estava chegando perto da fonte ou não. Por sorte, não havia muita movimentação naquele trecho. Começou a pensar nas coisas que a cartomante dissera, mesma que poucas.

Um demônio. Era exatamente isso que ele era. Um demônio. Ela tinha razão. Graças a sua maldição agora ele nunca iria ter uma vida normal. Era um demônio condenado a vagar pela Terra vestindo uma pele humana de dia e a noite correr pela floresta como uma besta sem rumo sedento por carne. Nunca iria conhecer alguém. Se casar e ter filhos parecia ser impossível. Mas seu coração não queria ter mais ninguém. A não ser ele.

– Está tudo bem?– Perguntou o jovem, enquanto se aproximava do Way.

O professor olhou para Thomas. O vestido azul escuro que usava dava uma tonalidade ainda mais pálida ao rosto do jovem que sequer tinha barba e ambos usavam um leque e chapéu para cobrir parte do rosto. Pelo porte pequeno, Thomas parecia tão delicado, tão belo, que não se surpreendera quando ele foi abordado no meio da praça, por um homem de porte elegante.

– Uma graciosa moça vagando por estas mazelas...– O homem o olhou de cima a baixo, Gerard reconhecia aquele olhar. E já sentia uma raiva crescendo.– O que faz uma moça tão bela a vagar por estes cantos sujos de Salém?

– I-isso não é da sua conta!– Respondeu Thomas, afinando sua voz.

– E ainda é valente...– Respondeu o homem, com um sorriso safado no rosto.– Como eu amo mulheres assim...

– Respeite a minha filha!– Respondeu Gerard, disfarçando sua voz da maneira mais feminina possível, pondo entre os dois.– O senhor deveria ter vergonha de si mesmo! A minha Antônia ainda está cheirando a leite pra vocês homens desrespeita-la desse jeito!

– Minha senhora, entenda que uma mulher solteira não pode vagar por estas ruas sozinha, eu só estava tentado fazer companhia para ela e...

– Saia... Saia daqui... Agora...– Gerard grunhiu. Uma raiva crescente se tornava maior. Não queria que aquele homem inportunasse Thomas. Ele era só seu.

Olhou de forma ameaçadora para o inconveniente. Ao olhar para Gerard, o homem sentiu seu corpo gelar ao ver dois pares dos olhos verde oliva se tornarem cada vez mais escuros. Como de um demônio. Não foi preciso dizer que o homem se afastou o mais depressa que pôde.

Thomas que estava atrás do professor, vida toda a cena. Gerard fechou os olhos, afim de tentar fazer com que voltassem ao normal. Estava confuso. Jamais começou a ter hábitos assim, de dia. Mas quando viu aquele homem inoportuno próximo de Thomas, era como se um sentimento de posse começasse a crescer dentro de si. Isso geralmente só acontecia quando...

– Obrigado por me defender, senhora. – Thomas agradeceu. Gerard acordou de seus pensamentos ao ouvir sua voz. Seus olhos âmbar eram iluminados,  seus lábios desenhados num sorriso tímido, só fazia com que Gerard perdesse ainda mais o controle sobre si.

– Thomas... Eu preciso te dizer uma coisa...

Antes que Gerard terminasse a frase, ouviu uma voz de mulher os chamando. Era Constance, que carregava cesta cheia de produtos para o jantar.

– Conseguiram comprar o que pedi?– A mulher falou. Gerard mostrou a cesta, com apenas metade dos itens da lista. Constance riu, dizendo o quão atrapalhado eram os dois.– Venham, vamos para a casa, ainda tenho uma porção de coisas a fazer.

Os dois concordaram. A empregada havia perguntado como foi o passeio curto dele. Além de comentarem sobre as barracas que visitaram, ainda ajudaram a mulher a carregar as cestas cheias de condimentos e carne. Nenhum dos dois falaram do fato de Thomas ter se pe doido, nem entraram na tenda misteriosa, e muito menos na quase briga que tiveram com aquele homem pervertido.

Antes de deixar o centro da cidade, Gerard Sussurrou algo no ouvido de Thomas.

– Agora cumpra com seus deveres, se quiser outro passeio...– Sussurrou, fazendo com que o jovem fizesse uma careta de frustado, fazendo com que Gerard desse uma risada leve.

Mesmo com alguns imprevistos, até que o passeio valeu a pena.






Notas Finais


Até a próxima o/


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