História Wolf Man - Hybrid - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Lendas Urbanas, Mitologia Romana
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Híbrido, Lobisomem, Revelaçoes, Sobrenatural, Vampiros, Violencia
Visualizações 381
Palavras 732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Crossover, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Wolf Man - Hybrid... Aqui está!
Não vou postar ele todos os dias, nem 3 capítulos por semana. Por ser um Sobrenatural, é preciso ter muitos detalhes que façam sentido e coisas que não sejam muito repetitivas...
Como é meu primeiro Sobrenatural, sei que não vai estar ÓTIMO.
Por favor, dê muito amor a "Wolf Man - Hybrid"
Não esqueça de favoritar e comentar oque achou desse primeiro capítulo!  💕

Capítulo 1 - Quieta


O sol estava nascendo e eu sequer havia fechado os olhos para ter um descanso, a sensação que tinha alguém me vigiando ainda estava ali, me perseguindo.
Eu não parava de ouvir sons de passos, passos me rodiando, risadas, e palavras...


O som do vento batendo nas folhas das árvores ecoavam pelo quarto, enquanto as longas cortinas negras balançavam cada vez mais, permitindo que o vento adentrasse o cômodo.
Meu corpo se arrepiava conforme o vento frio se chocava contra a minha pele, eu me encolhida mais, tentando me aquecer ao máximo. Era como se as cobertas fossem feitas de gelo e me queimassem.
A luz fraca do abajur iluminava apenas ao meu redor, me impossibilitando de ver oque tinha mais a frente...

"Até mesmo a luz é mais valorizada quando há escuridão"

Uma voz grossa e rouca se manifestou na minha cabeça, me causando arrepios.

Embora o sol estivesse nascendo, o cômodo ainda permanecia escuro; meus lábios estavam secos e minha pele tão gelada quanto a neve.


Eu ainda podia ouvir os assobios, as vozes, os passos... Tudo aquilo me encomodava tanto, mas já era tão normal. Aquilo já fazia parte do meu cotidiano. As noites deveriam ser calmas por aqui.
Todas as noites, sem exceção, aquilo piorava cada vez mais. As vozes que eu ouvia não se cansavam de me assustar, de me causar arrepios da espinha até a nuca, elas não se cansavam de me torturar. Até então eu não sabia oque se passava comigo, minha mente me escravizava e eu, não podia fazer nada, a não ser tampar meus ouvidos.

"S/N?"

Nunca ouvi aquela voz antes...


- Me deixe em paz! - Gritei esfregando minhas mãos em meus ouvidos, ignorando as dores causadas por mim mesma.

"Paz? Oque é paz?

- Porque estão fazendo isso comigo? Oque fiz pra merecer isso? - perguntei apertando meus olhos com força, abraçando meus próprios joelhos.

"Não quero te causar mal querida, se despreocupe."

- Porque insistem em continuar me torturando desse jeito? Saia de minha cabeça, por favor! - pedi enquanto as lágrimas insistiam em cair, causando-me soluços. 
- Shhhhh... Não chore. - dessa vez, a voz veio de dentro do cômodo, me assustando mais.
Procurei o dono da voz pelo cômodo, de olhos arregalados por causa da escuridão. Ele realmente estava ali?
- Não é possível! - sussurrei semi-cerrando os olhos, ao ver que a luz do abajur contornava um corpo masculino.
O vento aumentava mais conforme ele se aproximava, as folhas caiam a cada passo que ele dava, a escuridão chegava cada vez mais e eu já não podia ver nada além de seus olhos vermelhos brilhando na escuridão.
Eu sabia que ainda não tinha visto de tudo, era apenas imaginação, podia ser coisa da minha cabeça...


Como pode dizer que ainda não viu de tudo se o impossível está bem na sua na sua frente, querida?


Seu corpo ia sendo revelado a cada passo que ele dava, com a iluminação fraca, era difícil perceber os míseros detalhes.
Como de costume, meus pelos se arriçavam e meu coração saía do ritmo. Eu me encolhida mais conforme ele se aproximava, por medo, frio, desespero e solidão... insegurança.  

- O-oque você quer? - perguntei falhando ao tentar manter a voz firme.

- Quero que se acalme, daqui a pouco você não vai ter mais coração de tão rápido que ele bate... - parando de caminhar, o homem a minha frente ainda manteve seu olhar sobre mim. - Corações explodem, querida - finalizou sorrindo.
Ele não sabe que não pode obrigar as pessoas a manterem a calma? Afinal, eu estou assim por causa dele.
- Não me lembro de ter te obrigado a nada... - falou dando mais um passo para frente, fazendo a luz revelar seu rosto.
Para a minha surpresa, ele não era como um monstro, pelo menos não parecia ser um.
Seu cabelo de coloração marrom escuro cobria sua testa, sua pele era pálida, seus grandes olhos permaneciam vermelhos, fitando os meus e seus lábios eram pequenos e rosados.
- Depois você me analisa melhor.

O mais alto me encarou.

 - Vai ter tempo de sobra para fazer isso. Você deve ser bem corajosa... ou estúpida. - Disse andando ao redor da cama na qual eu estava.

- Estúpida? Com quem pensa que está falando? - juntei toda coragem que eu tinha, tentando não demonstrar medo, quando na verdade estremecia completamente por dentro.
- Quieta! - ordenou autoritário, colocando o indicador na boca. 


Notas Finais


Cof cof


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