História Wolf Man - Hybrid - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Híbrido, Jeon Jungkook, Jungguk!top, Lobisomem, Revelaçoes, Sobrenatural, Vampiros
Visualizações 602
Palavras 1.505
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Wolf Man - Hybrid... Aqui está!
Não vou postar ele todos os dias, nem 3 capítulos por semana. Por ser um Sobrenatural, é preciso ter muitos detalhes que façam sentido e coisas que não sejam muito repetitivas...
Como é meu primeiro Sobrenatural, sei que não vai estar ÓTIMO.
Por favor, dê muito amor a "Wolf Man - Hybrid"
Não esqueça de favoritar e comentar oque achou desse primeiro capítulo!  💕

Capítulo 1 - Quieta


Fanfic / Fanfiction Wolf Man - Hybrid - Capítulo 1 - Quieta

O sol estava nascendo e eu sequer havia fechado os olhos para ter um descanso, a sensação que tinha alguém me vigiando ainda estava ali, me perseguindo. Eu não parava de ouvir sons de passos, passos me rodiando, risadas, e palavras...

O som do vento batendo nas folhas das árvores ecoavam pelo quarto, enquanto as longas cortinas negras balançavam cada vez mais, permitindo que o vento adentrasse o cômodo. Meu corpo se arrepiava conforme o vento frio se chocava contra a minha pele; eu me encolhida mais, tentando me aquecer ao máximo. Era como se as cobertas fossem feitas de gelo e me queimassem.

A luz fraca do abajur iluminava apenas ao meu redor, me impossibilitando de ver o que tinha mais a frente...

"Até mesmo a luz é valorizada quando há escuridão."

Uma voz grossa e rouca se manifestou na minha cabeça, me causando arrepios. Embora o sol estivesse nascendo, o cômodo ainda permanecia escuro; meus lábios estavam secos e minha pele tão gelada quanto a neve. Eu ainda podia ouvir os assobios, as vozes, os passos, mas no meio disso tudo, não conseguia enxergar os donos das melodias que me faziam estremecer... Tudo aquilo me incomodava tanto, mas já era tão normal. Aquilo já fazia parte do meu cotidiano. As noites deveriam ser calmas por aqui. Todas as noites, sem exceção, aquilo piorava cada vez mais, era como se estivessem cada vez mais próximas. As vozes que eu ouvia não se cansavam de me assustar, de me causar arrepios da cabeça aos pés. Elas não se cansavam de me torturar. Até então eu não sabia o que se passava comigo, minha mente me escravizava e eu, não podia fazer nada, a não ser tampar meus ouvidos.

"Querida?"

Nunca ouvi essa voz antes...

- Me deixe em paz! - gritei esfregando minhas mãos em meus ouvidos, ignorando as dores causadas por mim mesma.

"Paz? O que é paz?"

- Porque estão fazendo isso comigo? O que fiz pra merecer isso? - perguntei apertando meus olhos com força, abraçando meus próprios joelhos.

"Não quero te causar mal querida, se despreocupe."

- Porque insistem em continuar me torturando desse jeito? Saia de minha cabeça, por favor! - pedi enquanto as lágrimas insistiam em cair, causando-me soluços.

- Shhhhh... Não chore - dessa vez, a voz veio de dentro do cômodo, me assustando mais. Procurei o dono da voz pelo cômodo, de olhos arregalados por causa da escuridão. Ele realmente estava ali?

- Não é possível! - sussurrei semi-cerrando os olhos, ao ver que a luz do abajur contornava um corpo masculino.

O vento aumentava mais conforme ele se aproximava, as folhas caiam a cada passo que ele dava, a escuridão chegava cada vez mais e eu já não podia ver nada além de seus olhos vermelhos brilhando na escuridão. Eu sabia que ainda não tinha visto de tudo, era apenas imaginação, podia ser coisa da minha cabeça...

- Como pode dizer que ainda não viu de tudo se o impossível está bem na sua na sua frente, querida?

Seu corpo ia sendo revelado a cada passo que ele dava, com a iluminação fraca, era difícil perceber os míseros detalhes. Como de costume, meus pelos se arriçavam e meu coração saía do ritmo. Eu me encolhida mais conforme ele se aproximava, por medo, frio, desespero e solidão... insegurança.

- O que você quer? - perguntei falhando ao tentar manter a voz firme.

- Quero que se acalme, daqui a pouco você não vai ter mais coração de tão rápido que ele bate... - parando de caminhar, o homem a minha frente ainda manteve seu olhar sobre mim. - Corações explodem, querida - finalizou sorrindo.

Ele não sabe que não pode obrigar as pessoas a manterem a calma? Afinal, eu estou assim por causa dele.

- Não me lembro de ter te obrigado a nada... - falou dando mais um passo para frente, fazendo com que a luz revelasse seu rosto.

Para a minha surpresa, ele não era como um monstro, ao menos não parecia ser um. Seus cabelos de coloração marrom escuro cobria sua testa, sua pele era pálida, seus grandes olhos permaneciam vermelhos, fitando os meus e seus lábios eram pequenos e rosados.

- Depois você me analisa melhor - o mais alto me encarou. - Vai ter tempo de sobra para fazer isso, lhe garanto. Você deve ser bem corajosa... ou estúpida - disse andando ao redor da cama na qual eu estava.

- Estúpida? Com quem pensa que está falando? - juntei toda coragem que eu tinha, tentando não demonstrar medo, quando na verdade estremecia completamente por dentro.

- Quieta! - ordenou autoritário, colocando o indicador na boca.

- NÃO! - falei mais alto. - Vocês sempre me atormentaram e eu nunca pude fazer nada a respeito!

Antes que eu pudesse continuar a falar, ele topou minha boca com sua destra, sendo nada cuidadoso.

 "Eu mandei você ficar quieta. Eu mando, você obedece. Entendido?"

A voz já conhecida se manifestou novamente em minha cabeça enquanto seus olhos encaravam os meus intensamente, como se pudessem ver minha alma e soubessem de todos os meus pecados. Suas unhas eram forçadas contra minhas bochechas sensíveis e sua palma cobria a minha boca, impedindo qualquer esforço para minha voz sair em bom som. Eu sentia como se estivesse sendo perfurada sem nenhum dó ou piedade - e de fato, estava. Tentava me desfazer de seus toques, sentindo suas unhas sendo enterradas em minha pele, arrancando de mim, gemidos de dor.

- Entendidos? - perguntou vagarosamente, desta vez em voz alta. Eu só pude concordar com a cabeça diversas vezes.

Pra quem disse que não queria me causar mal, ele estava passando dos limites.

- Eu disse que não queria, não disse que não vou - disse, soltando um riso debochado durante a fala. - Abreviação de desobediência pra mim é dor, apenas não me subestime, caso contrário eu acabo com você - falou-me, antes tirando sua mão do meu rosto, agora machucado.

O que ele queria dizer com "acabo com você"? Ele não vai me matar, vai? Não, não... eu não quero morrer!

- M-me desculpe... - foi a única coisa que consegui dizer. Me levantei devagar e passei por ele, embora estivesse com medo o suficiente para querer evitar aparecer em seu campo de visão. Meu rosto ainda queimava, eu precisava de um banho, quem sabe iria aliviar?

- Aonde pensa que vai? - Segurando meu pulso, o mais alto perguntou.

- Tomar banho, posso? - perguntei sorrindo debochado mesmo havendo lágrimas em meus olhos, essas que eu já estava segurando a um tempo.

O homem confirmou com a cabeça franzindo o cenho, soltando meu pulso em seguida para que eu continuasse a andar. Virei as costas para ele e caminhei até banheiro, com minha garganta ardendo por ter segurado meu choro; minhas mágoas. Meu coração estava apertado e meus olhos embaçados, minha cabeça dolorida, assim como meu rosto: ardendo, doendo e machucado.

- Ah... - pausei meu passos por um instante, o olhando novamente. - E por favor, não entre no banheiro.

Querendo ou não, ele era um demônio, ou agia como um. Ele poderia facilmente entrar naquele banheiro e abusar de mim.

- Abusar de você? - perguntou soltando um riso soprado, fazendo-me encará-lo. - Não estou afim. Porque eu abusaria de você, se posso te fazer sofrer mais que isso? - perguntou com um tom irônico, olhando no fundo dos meus olhos mais uma vez.

- Se for pra sofrer antes de morrer, eu mesma me mato - desta vez, não pude evitar que uma lágrima escorregasse de meus olhos. - A vida é mais bela sabendo que tomamos um empréstimo no caso de morte - ao terminar a frase, me virei e sumi de dentro do cômodo, sem ouvir nenhuma palavra ou gesto que me fizesse parar. Quando entrei no banheiro, tirei minhas roupas e coloquei o chuveiro na água fria. Ao contrário de antes, meu corpo agora estava quente. Senti meus músculos relaxarem e meu corpo esfriar um pouco, até mais uma voz se manifestar em minha cabeça. Desta vez uma voz feminina.

"Seja forte, Sun. Você ainda passará por muitas dificuldades, até o final valer a pena."

Uma voz calma, serena. Nunca tinha escutado tal voz, muito menos nesse tom. Todas as vozes que me rodeavam eram assustadoramente altas, graves e riam de mim. Riam extremamente alto.

"Quem é você?" - pensei, começando assim uma conversa com aquela voz tão doce.

Mesmo com o costume de escutar vozes, nunca havia escutado vozes de manhã... Nunca tinha escutado uma voz tão calma nos últimos meses.

"Me chamo Zara. Seus pensamentos estão certos, não sou como os outros."

A voz dela continuava calma, o que de alguma maneira me deixava menos assustada, embora tivesse um demônio na mesma casa que eu.

"Sou do reino de Backthin."

Continuou depois de alguns segundos.

"Escute bem o que eu tenho para te dizer, Sun, preste bastante atenção."

- Espera!! O que você é, afinal? Como sabe meu nome? C-como se comunica comigo pela minha... cabeça? - interroguei á moça, desta vez, pensando alto.

"Sun... apenas me escute!"

Ignorou minhas perguntas e prosseguiu.

"Você precisa se manter forte. O maior perigo do fracasso é você se acostumar com ele. Não se mostre fraca ou submissa, embora você seja..."


Notas Finais


Deixem seus feedbacks! :)


Eu sei que, provavelmente, você deve amar muito esta aqui, mas já deu uma olhadinha nas minhas outras fanfics? Se não, aqui está:

- DAYS - Jung Hoseok - +18 - Drama and Romance - Tragedy
https://www.spiritfanfiction.com/historia/days--jung-hoseok-14108034

- Silenty and Slowly - Park Jimin Birthday Present - TwoShot - +18
https://www.spiritfanfiction.com/historia/silently-and-slowly-14534143

- Ten Reasons - Kim Taehyung - OneShot - +16 - It's romantic and dramatic
https://www.spiritfanfiction.com/historia/ten-reasons--kim-taehyung-oneshot-14316292

- 1 Semana Com O Amor Da Minha Vida - Jikook Fanfiction - +18
https://www.spiritfanfiction.com/historia/1-semana-com-o-amor-da-minha-vida--jikook-fanfiction-13742296

- BOSS - Park Jimin - +18 - Em um lento andamento.
https://www.spiritfanfiction.com/historia/boss--park-jimin-13476804

- Stubbornness - Jeon Jungkook - OneShot - +18 - MINHA PRIMEIRA E DESASTROSA FANFIC
https://www.spiritfanfiction.com/historia/stubbornness--imagine-jk-13539458
(Isso prova pra vocês como eu estou menos ruim agora)

- Imagines Aleatórios:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/imagines--aleatorios-13881066

Perfil: @army_brazilian 🥀


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