História Wolf War - Capítulo 52


Escrita por: ~ e ~SummerStar

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Categorias Originais
Tags Ação, Aventura, Drama, Ficção, Lobos, Poderes, Revelaçoes, Romance
Visualizações 38
Palavras 905
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 52 - Dizimação.


-... – Eu não estava ouvindo aquilo – Mentira – Disse rapidamente, convicta.

- Eu já imaginava que não fosse acreditar – Ele se transformou e disse.

Era mesmo o papai.

-... P-P-Por quê...?!

- Querida, estou fazendo isso por mim. Minha missão é dizimar cada lobo. Essa combinação estranha de humanos e lobos não deveria existir. É uma maldição.

- É uma dádiva! – Exclamei, ainda incrédula.

-.... Enfim, eu não fui afetado, porque tenho a mesma habilidade que você. Querida, por que não se junta a mim? – Ele acariciou o meu rosto.

Não sabia o que fazer. Ele era meu pai! Eu não conseguiria abandoná-lo. Mas o que ele está fazendo é... Argh.

Tirei a sua mão do meu rosto bruscamente.

- Eu não farei isso. Não concordo. E é bom que pare aqui e agora, senão eu e meu acampamento inteiro iremos atrás de você – Estava sentindo minha garganta entalada: queria chorar. De saudade, de emoção, de raiva... Logo, me recordo de mamãe –.... O que fez com a mamãe?

- Ah – Ele suspirou – Não fui eu que fiz aquilo com ela. Mas eu já destruí a Murderous Wolves. Não se preocupe, querida.

Papai é pior do que eu imaginava.

- Isso é um motivo para me preocupar.

- Não se preocupe, você não terá utilidade nenhuma para mim, se não se juntar ao meu acampamento. Não preciso te matar – Ele deu uma olhada em meus amigos, já transformados em humanos – Esses seus amiguinhos aí que serão o problema.

- Não! Não faça nada a eles. Aliás, o que foi que você fez com os outros membros que vieram conosco?!

- Eles estão mortos - Respondeu, naturalmente.

- O-O quê?! – Nós quatro gritamos, e Will se aproximou e puxou a sua gola de forma ameaçadora:

- Prepare-se para morrer, seu velhote.

- Ahh... – Ele deu um sorriso malicioso – Então você é aquele garoto que se escondeu na minha casa?

Meu pai sabia.

- Sim – Surpreendeu-se um pouco, mas não mudou a postura.

De repente, Will é jogado por alguma força invisível ao chão, brutalmente. Ele tossiu e cuspiu um pouco de sangue.

- Will! – Em seguida, Amanda e Natalie também caíram. Mas eu não era afetada.

- Ooh, que fracos. Que bom que você é mais forte que eles, querida. Venha, junte-se a mim. Ficar com eles é inútil. Comigo, você ficará muito mais forte e habilido-

- Não! Eles são meus amigos. Você não precisa entender isso, mas eles são importantes para mim! Prefiro ficar fraca e continuar com os meus amigos, do que ficar forte e me juntar a você e seu acampamento lixo!

- Parece que a minha garotinha criou alguma opinião, afinal.

- Não sou sua garotinha. Não mais. E não ouse se aproximar de mim e dos meus amigos. A próxima vez que eu te ver, eu vou te matar. Seu assassino!

Logo, os três levantaram-se, com um pouco de dificuldade, e fomos em direção à saída, pela estrada de terra.

De repente, ouço uns gemidos baixos vindos da mata, próxima a mim.

- Hm? – Murmuro, e aproximo-me deles.

Melanie.

Ela estava completamente ferida, seu cabelo e roupas estavam manchados de sangue.

- Melanie! – Exclamo, e os outros aproximam-se surpresos – Meu Deus! O que aconteceu?!

Ela tossia, e, quando tentava falar, não conseguia.

- Certo, não precisa falar nada agora. Vamos... – Rodeei o braço dela em meu ombro e manquei até a estrada de terra, novamente.

- Ela está muito mal? – Amanda pergunta, aproximando-se.

- Sim, precisamos levá-la para Amélia. Não trouxemos primeiros socorros...

- Nunca chegaremos lá assim, Yuki – Will disse – Deixa que eu a carrego – Ele a pegou cuidadosamente e a carregou no colo.

- Será que tem outras pessoas aqui? Precisamos procurar... – Natalie palpitou.

- Vamos levar Melanie até Amélia primeiro.

*

- Meu Deus! O que houve com ela?! – Amélia correu até nós, ao avistar-nos, na saída do acampamento.

- Está gravemente ferida... – Will informou o óbvio – E não encontramos mais ninguém além dela... – Ele não contou sobre o que acontecera.

- Ah, não! Precisamos chamar reforços para procurá-los... Vocês podem ir para o acampamento, sigam o caminho que levamos para chegar até aqui.

- Certo – Natalie disse. Ela usava uma trança naquele momento, presa à uma fitinha.

Como pedido, caminhamos à direção oposta à que seguimos para o acampamento de meu pai.

*

- Isso foi muito... Imprevisível – Amanda quebrou o silêncio.

- É – Murmurei, bem chateada – E pensar que meu pai seria o líder de um acampamento assassino...

- É, ele é perigoso... Como você. Mas você luta por uma boa causa, ele não – Natalie comentou.

- Muita gente deve ter morrido por causa dele, aquele idiota – Will resmungou.

- Ei, estamos falando do pai da Yuki – Amanda disse.

- Não, eu não me importo. Só estou um pouco... Incrédula, sabe. Eu sempre me perguntei onde ele estaria agora... E essa seria a última coisa que eu pensaria dele.

- Difícil de digerir, mesmo. Mas você agora tem uma boa razão para lutar. Para ficar mais forte – Natalie disse.

- É verdade... Mas preciso me fortalecer de qualquer maneira.

- Ei, já percebeu como os membros da alcateia do seu pai são velhos? Tipo, a gente têm 15 a 18 anos, e eles devem ter uns 40 – Amanda notou.

- Verdade! – Nós três dissemos.

- Estranho. Talvez as pessoas só se revoltem mais tarde – Will deu risada do próprio comentário.

- Talvez – Sorri.

* * *



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