História Wolves - Kaisoo - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, F(x), Hyorin, Jay Park, Seventeen, SHINee
Personagens Amber Liu, Baekhyun, Boo Seungkwan, Chanyeol, Chen, D.O, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Hyoryn, Jang Doyoon, Jay Park, Jennie, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jeon Wonwoo, Jinki Lee (Onew), Jisoo, Jonghyun Kim, Jung Hoseok (J-Hope), Junghan "Jeonghan", Kai, KiBum "Key" Kim, Kim Mingyu, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Kris Wu, Krystal Jung, Lay, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Lisa, Lu Han, Min Yoongi (Suga), Minho Choi, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé, Sehun, Seungcheol "S.Coups", Shin Dongjin, Soonyoung "Hoshi", Suho, Sulli Choi, Taemin Lee, Tao, Wen Junhui "JUN", Xiumin, Xu Ming Hao "THE8", Yao MingMing
Tags 2min, Caçadores, Ceifeiros, Chanbaek, Feiticeiros, Jenlisa, Jeongcheol, Jikook, Kaisoo, Krisber, Lobos, Mençãokyungsoo!kids, Namjin, Seho, Taegi, Taeyoonseok, Vampiros, Vhope, Vkook, Xiuhan, Yoonmin, Yoonseok
Visualizações 194
Palavras 1.974
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Slash, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


YERET!

Desculpem os erros.
Boa Leitura ❤

Capítulo 4 - Capítulo 04


O silêncio perturbador agonizava a alma de Seungcheol. Seu coração estava em prantos, mas os seus olhos não choravam. Seu corpo estava trêmulo, mas a sua expressão estava firme e decidida.

A feiticeira do sul havia matado o seu pai, sem nem o dar tempo para se explicar ou se defender. A mesma o olhava e parecia analisá-lo, o deixando confuso, pois pensara que seria morto até mesmo antes de seu velho pai.

– Interessante… – a mulher murmurou o deixando curioso por seu ato, mas não tendo a coragem necessária para se manifestar. – Me diga uma coisa… Você viu o seu pai morrer e não moveu um dedo para ajudá-lo. Por quê?

Seungcheol engoliu em seco, não sabendo ao certo o que respondê-la, já que nem ele mesmo conhecia a resposta. Mas, talvez por ter achado merecido, já que o seu pai havia matado o filho dela. Ou talvez fora o medo que sentiu ao ver a morte em seus olhos. A morte que ele ainda não procurava.

A feiticeira ainda o encarava, esperando pacientemente por sua resposta. Aquele jovem caçador tinha um bom porte, poderia ser um de seus soldados e lutar ao seu lado, quando a lua de sangue chegar.

A lua de sangue era uma dádiva, onde todas as criaturas lutavam contra a sede insaciável dos vampiros. Ela aparecia uma vez a cada dez anos e com ela levava centenas de vidas. Era a pior das guerras, a mais sombria e macabra. E os vampiros se tornavam as criaturas mais temidas de todos os seres.

– Me responda, caçador. Me dê um motivo para não matá-lo agora mesmo. – a feiticeira pareceu estar perdendo a paciência e o rapaz percebeu isso, engolindo em seco e a vendo se aproximar.

– N-Não tenho medo da morte, senhora… – sua voz saiu em um fio, mas fora o suficiente para que a outra o escutasse. – Tenho medo de como irei morrer. E não será agora. Não sendo tão covarde dessa forma.

– Se preocupa mais com a sua honra do que com a minha ira? Isso é realmente admirável. – o jovem se atreveu a erguer a cabeça e olhou em seus olhos, sentindo calafrios percorrerem a sua espinha ao vê-la sorrir e a negridão colorir seus olhos.

– S-Sim… É o sobrenome de minha mãe que carrego e pretendo honrá-lo. – pela primeira vez, demonstrou firmeza e uma de suas mãos foi em direção a faca de prata em sua cintura, tendo o olhar da feiticeira seguindo os seus movimentos e não conseguindo se mover, uma vez em que ela lhe jogou um feitiço. – O-Oque é isso?

– Nada, meu querido. Mas, dessa forma, será fácil levá-lo comigo. – Seungcheol arregalou os olhos, mas de nada adiantara o seu desespero.

A mesma fumaça negra os rodeou e a feiticeira se aproximou, tocando em sua bochecha e o fazendo adormecer.


                           ∞


Um respirar fundo fez com que Minho sentisse um cheiro desconhecido, qual o fez ficar em modo defensivo, se levantando em um pulo e rosnando baixo enquanto se direcionava até um arbusto, de onde ele jurava estar vindo o cheiro.

O jovem rapaz que o observava às escondidas, se abaixou tão rápido que nem notara o porco-espinho embaixo de si e acabou gritando alto ao sentir uma dor aguda em sua bunda. Se levantou e saiu correndo, tirando os espinhos e se jogando no chão. Fechou os olhos e quase chorou.

– Quem é você? – Minho parou de frente para ele, vendo-o deitado e abrir os olhos para encará-lo. Não sabia o que sentiu ao vê-lo, mas não iria demonstrar simpatia à um desconhecido, que por sinal era um humano insolente.

O jovem deitado arregalou os olhos e sentiu as suas bochechas esquentarem ao perceber que havia sido pego em flagrante. Se sentou e coçou a garganta, tossindo de forma falsa enquanto tentava se recompor.

– O-Olá. M-Me desculpe por isso, eu só estava de passagem. – seu tom de voz era baixo e estava envergonhado. Se manteve sentado e começou a brincar com os dedos, agora, de costas para Minho.

O mesmo o observava, podendo ver apenas os seus ombros e cabelo. Farejou o ar, procurando saber se haviam mais pessoas ao redor e se tranquilizou ao ver que era apenas ele.

– Não foi isso o que eu perguntei. – Minho foi grosseiro, começando a rodea-lo como um predador cercando a sua presa.

– Ah, v-verdade. Eu me chamo Lee Taemin. Moro em uma aldeia, não muito longe daqui. – via os pés do homem passeando por entre a terra úmida e engolia em seco, mas não achando em momento algum que ele poderia fazer algo consigo. – E-Eu lhe vi triste… – Minho parou de caminhar no mesmo instante, olhando para a copa das árvores e sentindo a brisa gélida bater contra o seu rosto. – Você está bem? – sua pergunta saira tão baixa que se não fosse por sua boa audição, não teria o escutado.

Minho respirou fundo, tendo o cheiro do humano invadindo suas narinas e o fazendo sorrir minimamente, afinal, aquele cheiro era muito agradável.

– Isso não é da sua conta e você não deveria estar aqui. Sabe que na floresta tem lobos, não sabe? Eles são feras sombrias que podem lhe matar em um piscar de olhos. – demonstrou certa maldade em suas palavras, mas causou o efeito contrário no rapaz, que o surpreendeu ao começar a rir.

– Essa foi boa, moço! Mas eu não acredito nisso. Lobos não existem. Pelo menos não aqui. – Minho suspendeu uma de suas sobrancelhas, pronto para fazê-lo engolir suas palavras, mas sendo impedido ao escutar uma voz ao fundo chamar pelo garoto. – Oh! Acho que é a minha mãe. Eu não a disse para onde estava indo. Bom, acho que tenho que ir agora, mas… – Taemin se calou no mesmo instante, assim que o olhou, mas não o encontrou. O homem desconhecido havia sumido sem nem ao menos dizê-lo o seu nome.

Suspirou frustrado e se levantou, não entendendo nada do que acabara de acontecer, mas tendo certeza de que tudo havia sido real. E talvez voltasse amanhã com a esperança de encontrá-lo novamente.


                            ∞


Jongin sentia a pequena mão de Kyungsoo sobre a sua, apertando-a com delicadeza e demonstrando o seu nervosismo. Era extremamente adorável a forma como suas bochechas ficavam vermelhas e sua expressão, zangada. Era como se ele estivesse se mostrando forte, mesmo que tudo em si o entregasse sobre como de fato se sentia.

Alguns vampiros observavam aquela cena tão esquisita, achando uma afronta ter aquele filhote de lobo entre eles. Apesar da criança não transmitir odor algum devido ao fato de ainda não ter completado a sua transformação, os vampiros insistiam em dizer uns aos outros o quanto ele fedia.

Kyungsoo não era surdo e os escutava muito bem, mas não se incomodou com tais ofensas, teriam que ter muito mais argumentos para conseguir fazê-lo se aborrecer.

– Jongin, meu querido, você demorou. – uma mulher de cabelos longos e negros, que por debaixo de sua bela aparência guardava quatrocentos anos, se aproximou de ambos e os ofereceu um amável sorriso. Sorriso esse que Jongin sabia que era mais falso do que o coração que ela ainda pensava ter. – Ownn, então esse é o jovem lobo? – se agachou em sua frente e levou uma das mãos até seu queixo, o apertando e se assustando ao receber um tapa que a fez retirar a mão rapidamente.

– Não toque em mim. – sua expressão estava séria e o seu tom era grosseiro, um verdadeiro mau comportamento aos olhos da mais velha.

Kyungsoo não fazia por mal, mas a sua intuição o alertava sobre as pessoas e colocou em sua mente que aquela moça não era tão gentil quanto aparentava ser.

Jongin não se conteve e riu da expressão indignada que ela esboçou. Se sentiu orgulhoso do gesto do mais novo, mas sabia que teria que ensiná-lo algumas coisas, para que assim não pusesse em risco sua própria vida. Claro, não deixaria que nada acontecesse à ele, mas não estaria sempre presente para protegê-lo.

– Nossa, ele é… uma graça. – a mulher se reergueu, sorrindo sem graça e oferecendo um olhar repreendedor à Jongin, que revirou os olhos não entendendo o que ela pretendia, já que não eram tão íntimos àquele ponto.

– Sim. Realmente adorável. – Kyungsoo o olhou rapidamente, sorrindo largamente para ele e puxando a manga de seu casaco, pedindo de forma muda para continuar a caminhar. – Bem, nós temos que ir, Hyorin.

– Ah, claro! É, foi muito bom conhecê-lo, Kyungsoo. Espero que possamos nos tornar amigos. Você é muito fofo. – estendeu uma das mãos em sua direção, mas sentia um imenso nojo de ser tocada por ele.

Kyungsoo direcionou o olhar até a mão estendida e depois olhou em seus olhos, oferecendo-a um sorriso debochado que quase a tirou do sério.

– Infelizmente não posso dizer o mesmo de você. – a deixou boquiaberta, antes de passar pela mesma e dá-la às costas.

Jongin tinha um sorriso contido nos lábios, adorando a personalidade de seu pequeno, doido para desvendá-lo por completo. Apressaram os passos e adentraram a grandiosa mansão.

Kyungsoo se viu ainda mais encantado com a decoração. Era clássica e um pouco medieval, épocas e eras diferentes, mas que ficavam muito bem juntas.

– Você gostou? – perguntou o mais velho, parecendo ansioso por sua resposta.

– Sim! É sempre bom conhecer coisas novas. Vou gostar de tudo o que você puder me oferecer ou mostrar. – Kyungsoo o respondeu empolgado, sorrindo tão largo que os seus olhos se tornaram pequenas linhas.

Jongin mordeu o lábio inferior, não se contendo ao se ajoelhar em sua frente e deixar um demorado beijo em sua testa. Se afastou e sorriu, levando uma das mãos até uma de suas bochechas e fazendo um singelo carinho ali. Dessa vez, Kyungsoo não ousou ou quis afastá-lo.

– Se é assim, espero que goste do quarto que eu decorei para você. – seu tom de voz era carinhoso, mas os seus olhos se desviaram dos dele, assim que avistou a figura de seu pai se aproximando no final daquele imenso corredor. – Kyungsoo, fique atrás de mim. – aquilo fora uma ordem e o mais novo não entendera o motivo, mas o obedeceu.

Foi então que pôde ver o homem que se aproximava, tendo a cor preta escondendo todo o seu corpo, mas não a sua alma. Mingyu podia ver os pequenos olhos do lobinho o observando e não perderia a oportunidade de provocá-lo. Não perderia a oportunidade de fazer o seu indesejável genro sair de sua casa.

– Meu filho. – se pronunciou e o mesmo se afastou do menor, apenas para que pudesse abraçar o pai.

– Olá, meu pai. Trouxe comigo o meu prometido e peço por respeito. – Jongin foi firme em suas palavras, virando-se em direção a Kyungsoo, e vendo seu pai fazer o mesmo.

– Hum. Olá, pequeno sarnento. Você parece assustado. Vamos, me diga, está com medo do que podemos fazer com você? – Mingyu o provocou e viu a expressão do filho ao tentar impedi-lo de continuar com aquilo, tratando logo de interrompê-lo, enquanto via alguns de seus irmãos se aproximando também. – Oh, olhem só, senhores, olhem a nossa tão aguardada atração!

– Pai! – Jongin usou um tom rígido, pela primeira vez, sentindo vontade de avançar no mais velho.

O mesmo olhou em direção ao pequeno lobo, que tinha a cabeça abaixada e parecia estar chorando. Os outros vampiros também o olharam, não sabendo ao certo o que deveriam fazer, mas rindo de tal situação desconfortável.

– Não irá responder o seu sogro, pirralho? – Mingyu perguntou e sua expressão já não era mais debochada. Detestava ser ignorado. Mas, para a sua surpresa, a criança se manifestou e sua voz era extremamente grossa para a sua idade.

– Olá, senhor. Você parece morto. Vamos, me diga, como vai o coração? Ah, é mesmo. Você não tem um. Nenhum de vocês tem. – as risadas cessaram e o silêncio reinou. Kyungsoo olhava de um em um, os oferecendo a sua expressão entediada e o seu sorriso sínico.

Jongin o olhava apreensivo e não sabia o que fazer. Mas o seu pai, sim.


Notas Finais


Mingyu é um serzinho misterioso, não desistam dele ainda. Espero que tenham gostado! ^-^

Até mais! ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...