História Wonderful Love - Capítulo 41


Escrita por: ~ e ~matheus153854

Postado
Categorias Carrossel
Personagens Personagens Originais
Tags Carrossel, Marcelina, Marilina, Mario, Romance
Visualizações 28
Palavras 1.260
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fala gente, Gabriel está de volta com mais um capítulo cheio de surpresas, boa leitura!

Capítulo 41 - Capítulo 42


Marcelina...

Acordei com vontade de ir no banheiro, como não haveria aula, pois era sábado e Aninha e eu havíamos feito uma sessão cinema na casa dos meninos no dia seguinte, mas estávamos tão empolgados que vimos não apenas um filme, vimos vários, até dormirmos. Ainda sonolenta, caminhei até o banheiro e fiz minhas necessidades e depois minhas higienes. Quando voltava ao quarto, um tropeço em falso devido à estar ainda um pouco sonolenta e acabo torcendo minha perna.

—Ai ai, que dor! - gemi de dor.

—Marcelina, o que houve? - perguntou Gustavo se aproximando de mim assustado.

—Eu torci minha perna, tá doendo muito. - falei já chorando de tanta dor.

—Calma, eu vou te ajudar, segura.

Então, ele me pegou no colo me levando até a cozinha, enquanto eu me acalmava.

—Chama o Mário. - pedi entre prantos.

—Marcelina, o Mário está dormindo profundamente, não seria uma boa ideia se acordássemos ele agora com uma notícia assustadora dessa, ainda mais ele que é tão sensível. - disse ele me deixando sentada na bancada e pegou um kit de primeiros socorros.

—Vai doer muito? - perguntei assustada.

—Não sei Marcelina, mas de qualquer maneira, aguente firme. - pediu ele e eu assenti.

Enquanto ele cuidava do meu pé, olhei para seu rosto e ele realmente estava muito preocupado, não sabia que ele se preocupava tanto assim comigo, Mário sempre foi o cuidadoso, tudo bem que Mário naquele momento ainda estava dormindo, mas mesmo assim ele cuidar de mim foi de fato uma surpresa. Depois de passar um remédio e apalpar com gaze e algodão, Gustavo enfaixou e me ajudou a descer da bancada, mas enquanto me apoiava nele, ouvi passos entrando na cozinha.

—Gustavo? Marcelina? - era Mário, que nos olhava estranhando.

—Ah, oi Mário, a Marcelina torceu o pé e eu tava aqui enfaixando. - justificou Gustavo e Mário olhou meu pé enfaixado.

—Nossa, precisamos levá-la para o hospital logo! - disse Mário, assustado se aproximando.

—Não irmão, relaxa que eu já cuidei disso.

—Ah sim, obrigado mesmo irmão, te devo essa. - sorriu Mário e sorrimos de volta.

—De nada, agora leve ela para o quarto, precisará ficar em repouso. - pediu Gustavo.

—Claro irmão, vem comigo amor. 

E assim, fui para o quarto apoiada em Mário, que me deitou cuidadosamente na cama e me deixou vendo televisão. Coloquei o controle ao meu lado e fiquei assistindo um programa que eu gostava muito, até que ouço entrarem no quarto.

—Marcelina, como você não pode fazer muito esforço com o pé, vim trazer o seu café da manhã na cama enquanto o Mário toma banho e a Aninha põe a mesa. - disse Gustavo, entrando com uma bandeja com um café da manhã incrível que tinha pães de queijo, misto quente, um copo de suco, caixa de Toddynho e requeijão para passar no pão de fôrma cortado em dois. 

—Puxa Gustavo, muito obrigada por tudo, nunca imaginei que você fosse tão carinhoso assim comigo. - sorri encantada quando ele deixou a bandeja no meu colo.

—O que eu não faço pra ver minha cunhada feliz? - riu ele acariciando e depois beijando minha bochecha, me fazendo corar levemente. Depois que ele se retirou, comecei a comer meu café sorrindo feito boba pela gentileza inesperada de Gustavo. Quando já estava terminando o café, vejo Mário entrando no quarto.

—Ah Marcelina, ia te chamar pra tomar café, mas acho que a Aninha já trouxe pra você. - sorriu ele.

—Não, foi o Gustavo quem trouxe, agradece ele por mim? - sorri e ele desfez o sorriso me olhando confuso.

—Ah, claro... claro dou sim. - disse ele e saiu do quarto fechando a porta e eu suspirei, não devia ter falado que foi o Gustavo quem entregou o café da manhã pra mim, a sua expressão não foi a das melhores. Mas também se eu tivesse dito que foi a Aninha, ela iria negar e o Mário ia perceber de qualquer jeito que foi o Gustavo, então não adiantaria mentir, acabei terminando o café da manhã triste com esses pensamentos.

Mário...

Acordei numa manhã de sábado com os gritos de Marcelina, quando me levantei para socorrê-la, pude ver Gustavo ajudando ela a se recuperar, fazendo um curativo em seu pé. Fiquei surpreso com isso, afinal, Gustavo nunca havia se importado tanto com ela, sempre que acontecia algo, ele me chamava pra que eu resolvesse, mas preferi não falar nada, vai ver que ele só ficou com pena de me acordar, apesar que eu sempre acordo antes dele e foi meio estranho que ele tenha acordado tão cedo.

Depois de deixarmos Marcelina descansar para não forçar o pé, fiquei meio surpreso quando vi que Gustavo tinha levado café na cama pra ela. Isso é muito estranho, todo esse cuidado dele com ela, não dá pra entender. Mesmo assim, preferi ficar na minha, se tem algo acontecendo, vou descobrir sozinho nem que eu tenha que colocar um detetive ou um espião pra vigiar eles.

Um tempo se passou e nós estávamos todos no quarto conversando até que minha mãe chegou com meu pai:

—Crianças, Germano e eu estamos indo trabalhar, qualquer coisa avisem tá? E meninas, fiquem à vontade, a casa é de vocês. 

—Ok mãe, obrigado por avisar. - sorriu Gustavo.

—Pode deixar mãe. - sorri.

—Obrigada Dona Teresa. - sorriu Marcelina.

—Obrigada Dona Teresa, vamos avisar sim, bom trabalho! - sorriu Aninha.

Logo chegou a hora do almoço e eu me levantei pra fazer a comida, pois estávamos todos com fome de novo.

—O que querem de almoço gente? - perguntei os olhando depois de levantar.

—O que tem pra comer? - perguntou Aninha.

—Salada, carne ou massa. 

—Pra mim tanto faz. 

—Eu vou querer salada. - disse Marcelina.

—Eu também, pra fugir um pouco de massa e carne. - respondeu Gustavo.

—Concordo plenamente, eu acho que durante esses dias da semana que comemos muito macarrão com carne deve ter me feito engordar uns três quilos. - ralhou Marcelina.

—Eu acho que não engordei, mas sei lá, faz tempo que a gente não come salada aqui em casa e eu adoro salada.

—Tá, eu... vou fazer a salada pra nós. - respondi meio atônito com as palavras dos dois.

—Ok amor, avise quando estiver pronto. - sorriu Marcelina e eu me afastei indo pra porta.

Enquanto lavava o alface pra colocar no ponto, meus pensamentos estavam voltados para o que havia acabado de acontecer no quarto, o Gustavo sempre repetia a mesma coisa que a Aninha falava, mas dessa vez ele repetiu e foi de acordo com o que a Marcelina disse, não acho isso errado, lógico, afinal todo mundo tem direito de concordar, mas de repente assim, de uma hora pra outra parece que os dois tiveram uma química muito grande na hora de concordarem, o que será que tá acontecendo? 

Terminei de fazer a salada e fui ao quarto chamando todo mundo pra comer e ajudei Marcelina a ir pra cozinha apoiada em meu ombro com o pé que ela não havia machucado. Quando sentamos, começamos a comer.

—Tá uma delícia amor! - sorriu Marcelina.

—É irmão, apesar de estar muito tempo sem cozinhar, não perdeu as manhas. - brincou Gustavo, rindo.

—Obrigado. - sorri de leve comendo e comecei a prestar bastante atenção em Gustavo e Marcelina, se aquela química entre eles continuaria. E Aninha, coitada, ou ela preferiu não acreditar ou é inocente demais pra não perceber a química que rolou e o que estava acontecendo entre eles ali e eu vou descobrir o porquê.

 


Notas Finais


É isso, até o próximo!


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