História Wonderland ? I Think Not - Capítulo 12


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Categorias Big Bang, CL (Chaelin Lee), DaeSung, GD & TOP, G-Dragon, IKON, SeungRi, T.O.P, Taeyang
Personagens B.I, Bobby, DaeSung, G-Dragon, Personagens Originais
Tags Bigbang, Drama, Hentai, Romance
Visualizações 55
Palavras 3.279
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Capítulo 09 - Relacionamento Entre Irmãos


Fanfic / Fanfiction Wonderland ? I Think Not - Capítulo 12 - Capítulo 09 - Relacionamento Entre Irmãos

Xxx

 * Três meses antes *

 Fazia alguns dias que eu aluguei um apartamento pequeno, de dois cômodos e que já vinha com mobília, desde do dia em que eu aluguei o meu apartamento, esse é o primeiro que já tinha móveis. Foi bem difícil fazer com que só eu estivesse fora do campo de vista das pessoas. Mas isso não importava, a única coisa que eu conseguia pensar era no cansaço do meu corpo e no meu coração totalmente em pedaços.

 E pensar que o carro para me buscar no trabalho era 07:00, e eu não conseguia dormir nem as 04:30 da manhã. A minha mente estava ocupada em outras coisas quando eu tentava focar no meu trabalho, o que significava que eu tinha que aumentar o meu esforço 10 vezes mais. Todas as pessoas ao meu redor perguntavam se eu estava bem, e quando isso acontecia os meus olhos se enchiam de lágrimas. Olhei para o visor do meu telefone, 40 mensagens e 20 ligações perdidas, eu só deixava o meu celular carregando por causa de mensagens ou ligações que fossem relacionadas ao meu trabalho, fora isso nada mais importava.

 O meu apartamento alugado era horrível, paredes sujas que pareciam que seriam derrubadas a qualquer hora, uma luz fraca que iluminava o ambiente escuro. O banheiro com um chuveiro apertado com uma janela minúscula para o vapor sair, um espelho rachado ao meio com uma pia e privada realmente velha. Uma cozinha que os armários aparentavam ser podres, uma geladeira e um fogão que iriam parar a qualquer hora. Um quarto minúsculo com uma cama de casal, uma televisão e um guarda roupa. A cama era dura demais, o guarda roupa pequeno só de uma porta e a TV só passava três canais. Eu não sabia onde mais eu iria poder parar, era impossível ou não. Fiquei deitada no sofá velho da sala, com a TV desligada. Olhava para o relógio do lado da janela, a hora não parecia passar o que se tornou frustrante demais. 04:30, 04:37 até que parecia que o relógio travou no tempo. 

Fazia muito tempo que eu não me sentia assim, o suposto pior ano da minha vida , 2010. Eu só tinha 13 anos quando tudo aquilo aconteceu. 

 ~ 2010. Sete anos atrás ~ 

 Eu estava no banheiro da escola, totalmente sozinha. Eu não queria ninguém por perto, mas isso acabou quando ela entrou.

 Kly : Podemos conversar um pouco ? 

 Xxx : Não Kelly, eu não quero mais ser a sua amiga.

 Kly : E eu queria saber o que eu fiz, será que podemos falar sobre isso por favor ? 

 Xxx : Está vendo ? Tudo, até para você achar uma coisa tão pequena, você precisa que eu preste mais atenção. Mas ok, você quer tanto saber o motivo da minha grosseria. 

 Respirei fundo e olhei para o lado, só para não chorar. 

 Xxx : Primeiro que você nunca fica ao meu lado de verdade, só quando os seus amigos estão fora. E tem bem mais coisas do que isso, agora quem vai pensar nas coisas erradas vai ser você. Cansei se tomar uma iniciativa sem você fazer absolutamente nada. 

Olhei nos olhos dela pela última vez e sai do banheiro, cansei de me sentir sozinha todos os dias e ainda chorar por isso. Cansei das pessoas não perguntarem por mim, mas com um sentimento verdadeiro e não falso. Eu só queria que eles se preocupassem comigo de verdade, e que não me olhassem com uma cara de desprezo só porque eu pensava diferente deles. Todos devem se perguntar o motivo de continuar nessa escola e tentar controlar esse sofrimento todo, e o motivo era tão óbvio. 

Medo, o meu medo gritava mais do que a minha razão, gritava mais alto do que os meus sentimentos, mais alto do que as pessoas que diziam que queriam me ajudar. Tudo o que a minha felicidade supostamente morta queria, era que as pessoas realmente quisessem o meu bem. Que elas me perguntassem como eu estava, será que era tão difícil querer isso ? Era tão fácil ver os meus erros, mas tão difícil ver as qualidades. E o pior de tudo é saber que várias pessoas passam isso todos os dias que colocam as pessoas ao redor em primeiro lugar, e chegam ao sofrimento. E até mesmo casos diferentes. Mas isso nunca acontecia, só a minha família quer o melhor para mim. 

 Apressei os passos até a sala de aula e bati na porta. Não demorou muito para que outro aluno abrir a porta.

Agradeci e entrei, fui até o meu lugar no fundo da sala e continuei lendo o meu livro, o pequeno texto ainda estava lá para o resto dos alunos colocarem no caderno. Eu e poucos alunos tínhamos terminado de copiar. Depois de ler 05 páginas o sinal bate, guardei o caderno e o estojo e com o livro na mão fui embora daquele lugar horrível, o pesadelo de várias pessoas, principalmente das crianças. Fui em direção ao portão aos passos largos e rápidos.

 Já em casa o sentimento era outro, finalmente eu me sentia acolhida e a felicidade voltava aos poucos, ao ver os meus pais felizes o meu coração palpitava de felicidade. Sempre quando eu tentava contar para eles sobre os meus sentimentos e a escola, a minha voz falhava, o medo tomava conta de mim e tudo que saía da minha boca era " eu te amo ". Mas a solidão não era a única coisa, também havia a minha aparência e as minhas notas na escola. Todas as meninas da minha sala eram magras e bonitas enquanto isso eu era a diferente. As minhas notas não eram as melhores, só as vezes aparecia um 10 ou 09 no boletim. Ano passado fizeram uma votação através de um papel, da garota mais bonita da sala. E eu não recebi nenhum voto, atenção não era o meu foco mas isso só aumentou a minha baixa autoestima. Quando eu não sabia uma conta ou um tópico de uma matéria, já era o suficiente para me chamarem de burra ou algo do tipo, o medo só aumentou e a pressão de saber sobre as coisas só aumentou. Eu estava tão depressiva, que eu cheguei a faltar dois meses seguidos, eu não aguentava ficar com as pessoas ao meu redor.

 * Anos Depois * 

 Na noite anterior pedi para um dos staffs mandar mensagem para Kwon dizendo que o vôo foi tranquilo e que eu estava bem, Lari me levou para o subi para o quarto de ospedes. Acordei com a luz do sol em meu rosto, o que me irritava um pouco. Me sentei na cama, e tirei o cobertor macio de cima do meu corpo. A única coisa que cobria o meu corpo era a camisa do meu namorado. Ah como eu sinto a falta dele, de acordar e ver ele ao meu lado. Suspirei e me levantei coloquei as minhas roupas íntimas e um short com a mesma camisa, fui para o banheiro, depois de escovar os dentes, lavar o rosto e prender o cabelo desci para o andar de baixo. O estranho era que estava tudo vazio, somente o rádio ligado vindo em direção da cozinha. 

Assim que entrei, vi a Larissa sentada com uma xícara de chá e um exemplar pequeno de Romeu e Julieta. Me aproximei da pia e peguei uma xícara, me aproximei da mesa e peguei o café e em seguida fui me sentar junto com a minha " tia ". 

 Lari : Deixe eu pensar. Café com três colheres de açúcar não é ? 

 S/n : Você ainda lembra do jeito que eu gosto ?

 Lari : Você era como uma filha para mim. Como eu poderia esquecer isso ? 

 S/n : Assim eu me sinto orgulhosa de você. Há anos trabalhando com a minha família, eu era uma pestinha. 

 Lari : Uma pestinha bem safada, parecia que fazia sexo todos os dias e ainda queria mais.

 S/n : Tia !!

 Lari : O que ? É a pura verdade. Você é muito safada, seu namorado vai ser muito sortudo. 

 S/n : Eu que sou sortuda por ter ele. 

 A minha " tia " me olhou com o mesmo olhar de que eu deveria uma explicação, eu sabia muito bem que ela queria saber quem era o meu namorado. Que iria querer saber como ele me beijava, como era a nossa transa, como o nosso relacionamento começou. Ela era como uma amiga de 15 anos, eu sei que os meus segredos e desabafos estão em seguro com ela. Eu conheci ela desde que eu tinha 15 anos e ela tinha 42. Agora que estou com 20, ela está com 47. Eu não tinha medo de contar as coisas para ela, os melhores conselhos eram os dela.

 S/n : Eu namoro ele há pouco tempo. Acho que você ficaria assustada quando soubesse. 

 Lari : Fala. Desembucha, conta tudo. Desde o começo.

 Contei tudo para ela, desde o começou até o dia em que eu deixei a Coreia. Era possível ver a animação e a expressão de choque ao saber do meu tempo de namoro, mas no fundo ela me daria apoio. Contei até mesmo sobre as minhas transas com Kwon.

 Lari : Isso me lembra da minha época de namoro, as minhas experiências sexuais também começaram assim com o meu ex marido. Os encontros eram leves, tomávamos sorvete, víamos um filme, e as vezes fazíamos compras. O engraçado que quando nós brigavamos, sempre nos beijamos no final. Ele gostava de ir rápido em tudo, mas também gostava quando " fazíamos " amor. Na verdade o meu marido gostava quando eu cavalgada nele, sempre segurando a minha cintura e também gemendo palavrões ou o quanto eu era gostosa. Ah sim, como aquilo era excitante. Mas o sexo oral dele me fazia ficar nas nuvens. Sempre brigando com a língua e as mãos, ele gostava de pegar nos meus dois peitos enquanto me chupava. 

 Dei risada, ela era muito divertida e contava as suas experiências ou o que pensava sem medo. Admirava isso nela, eu queria que todos pensassem assim. Eu sabia que ela não iria pensar algo maldoso de mim.

 Lari : Estou gostando do fato dele ser o seu primeiro namorado, pelo o jeito que você fala dele, ele é um homem bom. Que te trata com muito amor, então que ele fique com você por muito tempo. - Ela se levantou e colocou a xícara de chá na pia, foi em direção a mesa e pegou um papel pequeno. - Os seus irmãos vão chegar daqui á pouco. 

 Pensei um pouco neles, fazia muito tempo que nós não nos víamos. Não me senti pronta para ver eles depois de tanto tempo assim. Ouvimos a porta da frente ser aberta e passos vindo na nossa direção. Quando olhei para trás vi o Miguel e a Michaela. Olhei para ambos com um pouco de medo de me aproximae mas eles vieram na minha direção e me abraçaram. Miguel me abraçou primeiro. Retribui o abraço mas logo soltei. 

 Mgl : Ah minha irmãzinha, quanto tempo nós não vemos você. - Ele colocou o dedo indicador no meu queixo e levantou o meu pescoço - Você está muito magra e branca. A sua saúde está bem ?

 S/n : Eu estou ótima, obrigada. 

Mhl : Ah minha doce S/n, como senti a sua falta. Como estão as coisas com o seu grupo e com você ? 

 S/n : Estão boas. 

 Mhl : Acabamos de chegar de viagem. Fomos ontem e chegamos hoje, mal dormimos. Mas antes vamos comer, Larissa você poderia fazer um lanche ou alguma coisa por favor ? Enquanto isso eu levo as malas para cima. 

 Ela me soltou e saiu da cozinha. Os dois trabalhavam na empresa que pertenceu ao meu pai um dia, uma agência de modelos. Então sim as nossas heranças seriam altas, mas fazem apenas 04 anos que os meus pais morreram, vai ser difícil sair assim tão cedo. Mesmo com uma herança grande, eu quis trabalhar, eu vou mostrar para todos como o meu sonho não é perda de tempo. Tentei guardar esses pensamentos para mim mesma e não mostrar ferimentos. 

Olhei rapidamente para Larissa que nos observava com atenção, mas de todos ali o foco dela era especialmente em mim. Miguel deu as costas sem falar nada, enquanto isso Larissa se aproximava de mim

 Lari : Pare de tentar esconder o seu perdão. Eles querem te ajudar, e te amam muito. - Enquanto ele falava, a minha cabeça balançava negativamente do começo ao final da frase. 

 S/n : Eles não são confiáveis, confie em mim. 

 Lari : Mas eu confio em você. Você só não pode guardar raiva dos outros. 

 S/n : Não guardo raiva. Só não quero que fiquem falando comigo toda hora, ainda é difícil para mim - Me levantei e fui embora sem terminar de tomar o meu café da manhã. Subi as escadas para o meu quarto, quando abri a porta, havia um staff com o celular na mão. 

 Staff : Finalmente. Ligue para o seu namorado, e veja como ele está. Não vamos poder ficar aqui por muito tempo, não se esqueça.

 Ele colocou o seu telefone em minha mão e saiu do quarto fechando a porta com força, olhei para o celular e apertei o botão para ligar. No terceiro toque, ouvi a voz tão doce que tanto me fazia falta. 

 * Na Coreia * 

 Olhei para a tela do computador enquanto editava as fotos das meninas do BlackPink, mas não eram aquelas fotos que eu queria editar. Aquela vadia, sim eram as fotos dela que eu queria estar editando. Era ela quem eu queria filmar e não esse grupo, era com ela que eu deveria estar. Maldito, maldito seja ele. Terminei de editar as fotos e desliguei o computador, sai daquele lugar sem poder acreditar que estava aqui. 

 * S/n * 

 Com uma tristeza no coração, desliguei o telefone com um " eu te amo " no final e desci as escadas.

 No caminho senti um cheiro gostoso de comida, o que eu reconhecia muito bem. Quando eu era mais nova, eu costumava cozinhar com ela e a minha mãe. Me encontrei com os meus irmãos no andar de baixo, sentados na mesa almoçando.

 Mhl : S/n ! Venha comer. 

 Olhei para a mesa e me sentei de frente para eles, como eu não estava com fome apenas peguei um copo e coloquei um pouco de suco natural. 

 Mgl : Então irmã, encontramos as suas amigas e pedimos para elas te avisarem que queríamos ver você. Posso perguntar o motivo da sua presença ter faltado tanto ? 

 Respirei fundo, pelo tom de voz do Miguel nada seria fácil. Ótimo, voltamos aos velhos tempos difíceis. Bebi um pouco do suco de uva e tentei responder normalmente, eles sabiam que eu não gostava desse tipo de pergunta.

 S/n : Eu estava com o meu namorado. 

 Mhl : Há quanto tempo vocês namoram ?

 S/n : Posso saber o motivo dessas perguntas ? - Perguntei de forma seca.

 Mhl : Estamos preocupados com você S/n. Faz muito tempo que você não fala conosco, só queríamos te ver. 

Sorri de forma sarcástica e dei um grande gole na minha bebida. Olhei bem para os olhos de Michaela e respondi. 

S/n : Namoramos há menos de um mês. 

 Mgl : E se conhecem faz tempo ? 

S/n : Há menos de um mês. No nosso segundo encontro.

 Eles me olharam surpresos e depois se olharam e voltaram a atenção para mim. 

 Mgl : Vocês mal se conhecem e...... 

 S/n : Lá vamos nós. - Atrapalhei revirando os olhos. 

 Mhl : S/n você não acha que é muito para um começo ?

 S/n : Só porque a nossa relação é estilo 50 Tons de Cinza ? Relaxa, ele ainda não me deu chicotadas na minha vagina, e se desse esse seria um problema meu e dele. 

 Mgl : Isso está acontecendo rápido demais você não acha ? 

 S/n : Eu acho que está tudo normal, não existe tempo para começar a namorar ou esse tipo de coisa. Sem querer ofender mas eu que tenho que tomar conta da minha vida.

 Mhl : Você sabe como nós não apioamos nada disso, então termine com ele. 

 Bati o meu copo com força na mesa, e olhei para eles com raiva

. S/n : Vocês nunca mandaram em mim e não vão mandar agora. Eu não escolhi amar ninguém e tenho certeza de que Kwon também não mandou no próprio coração. Vocês sempre se sentiram superiores só por causa do dinheiro. Não me diga o que eu devo fazer, ninguém manda mais em mim. 

Mhl : Você sabe que traria vergonha para os nossos pais ? 

 S/n : Quanta mentira, vocês sabem perfeitamente que eles ficariam felizes por mim, diferente de vocês dois que só querem saber de dinheiro. Eu me apaixonei por ele de verdade, isso não é brincadeira. 

 Me levantei sem esperar uma resposta, eu não iria escutar essa merda toda sobre o que eu devo ou não fazer com a minha vida. Fui para o quarto e me joguei em cima da cama, peguei o meu celular que estava debaixo do travesseiro, mandei mensagem pedindo a um staff falar comigo o mais rápido possível e me virei de lado e fechei os olhos. Daqui a uns minutos, ouço a porta sendo aberta, mas não dei importância. Logo sinto a cama afundando e uma mão apoiando a minha coxa, a pessoa que eu mais confiei durante anos estava ali comigo mesmo eu não estando por perto sempre. 

 Lari : Ah minha flor ! Eu sei como os seus irmãos são difíceis, mas tenha calma está bem ? 

 S/n : Está bem titia.

 Lari : E que história foi aquela de chicotadas na vagina - Ela abriu um sorriso e me olhou fazendo uma expressão safada. 

 S/n : Ué titia. No primeiro livro, o cinquenta dá chicotadas nela. - Falei de forma divertida.

 Lari : Sua safada, sem vergonha. Eu sempre soube que você era assim. Sorri achando graça, ela sempre soube como eu era. 

Desde de pequena, ela se deitava ao meu lado quando estava triste. Ela olhou em meus olhos e a sua alegria desapareceu. 

 Lari : Ah meu amor, não fique triste. Eu sei que os seus irmãos são difíceis, mas eles vão melhorar. 

 S/n : Eu queria que vocês conhecem ele, mas eles não gostaram nem do meu relacionamento com ele. Imagine se ele estivesse aqui pessoalmente. Os dois sempre foram preconceituosos com todo mundo, eles não gostavam nem da minha mãe que era morena, eu que sou adotada. O meu namorado é asiático, eles iriam odiar ele por isso. A nossa convivência sempre foi muito complicada.

 Lari : Eu entendo S/n, a sua vida foi sofrida a partir dos seus 13 anos. Mas não vamos odiar as outras pessoas, isso só vai fazer mal ao seu coração. O seu coração é muito puro para tudo isso. 

 Ouvi a maçaneta da porta sendo girada, um staff entrou e se curvou. 

Staff : Peço desculpas por entrar sem avisar, mas eu soube que a S/n queria falar comigo.

 S/n : É verdade. Eu queria pedir para providenciar a minha passagem de volta para a Coreia o mais rápido possível, por favor. 

 Ele apenas concordou com a cabeça e foi embora fechando a porta. 

Lari : Então, o que ele disse ?

 S/n : Eu vou embora amanhã no fim do dia. Eu nunca vou conseguir ser irmã deles de verdade como os meus pais adotivos queriam.



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