História WooGyu: Garbage's Rose - Capítulo 1


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Categorias Infinite
Personagens Dongwoo, Hoya, Myungsoo (L), Sunggyu, Sungjong, Sungyeol, Woohyun
Tags Infinite, Myungjong, Sunggyu, Woogyu, Woohyun
Visualizações 4
Palavras 664
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Console Myself


Fanfic / Fanfiction WooGyu: Garbage's Rose - Capítulo 1 - Console Myself

Quando tu diz que Deus fez nossa imagem semelhante à ele, não achas que está ofendendo o mesmo? Não imagino Deus como alguém que despreza sua própria respiração.

Eu preferia quando minha única certeza era a tristeza, eu chorava, mas agora tudo que resta é um escuro dentro de mim. Eu sinto falta de quando eu olhava para as o céu e contava as estrelas com ele, agora, olho pro céu nos dias nublados e só consigo me enxergar, a escuridão, e nada mais além da escuridão, nenhum sentimento a ser transmitido, apenas o nada...

Levanto, 5:45, o sol já nascera. Tornou-se difícil encarar meus olhos no espelho, eu sinto 24 horas por dia como se estivesse me afundando, afundando em meus pensamentos. Eu puxo a respiração para que, assim, eu me sinta vivo, mas a tudo que sinto, a única coisa que sinto, na verdade, é o ar entrando e deixando esse corpo, que agora se assemelha à uma casca vazia.
Abro a janela do quarto que dá direto para a varanda, sinto a brisa invadir o cômodo, tenho certeza de que não estou morto. Passo a mão sobre minha cabeça de modo que eu tire os cabelos que estavam me impedindo de enxergar, acho que é hora de cortar. A ideia de ter que falar com outra pessoa me faz ter ânsia de vômito, irei fazê-lo em casa. O espelho está quebrado, meu punho cortado, porém, ainda assim, é possível ver o reflexo do mesmo que vem me assombrando desde sempre.
São 6:30, na água mais fria possível eu me molho, percebo o modo que as gotas caem do chuveiro, as invejo. Gritei na falha tentativa de que tudo aquilo saísse de mim, mas tudo que sobrou foi um embaraçoso eco que rodeara o banheiro.
Preciso ir à faculdade, não me vejo no futuro trabalhando como biólogo, eu, na verdade, não me vejo de forma alguma no futuro. É surpreendente o fato de eu ainda estar aqui, mas não quero deixar minha mãe mofar naquela urna, desde que ela partiu e deixou algum dinheiro para seus irmãos, parece que ela só tinha sido aquilo durante toda sua vida, o dinheiro.
Ando pelas ruas molhadas devido à chuva da noite passada. As ruas estão cheias de pessoas, mas não sei para onde elas vão, elas vão para algum lugar? Todos tem suas estradas, e é claro que leva à um fim, só porque o fim não será bom não significa que elas não irão para algum lugar. Elas andam com pressa, com uma respiração pesada e um olhar baixo, assim como eu, evitando qualquer coisa que leve à um contato com outro alguém. Seguro forte nas alças de minha bolsa, conto a respiração para livrar minha cabeça dos pensamentos de que, mais uma vez, irei fazer tudo errado.
Entro na sala, é o segundo dia do primeiro semestre, sinto-me na quarta fila, sexta cadeira, é um bom lugar, ninguém vai notar que eu existo.
Faltam 15 minutos para que a aula comece, sinto-me triste, ansioso e incapaz. Conforme o tempo passa, as demais cadeiras vão sendo preenchidas, mas a que estava ao meu lado foi esquecida, por um lado estava feliz, mas o outro se perguntava o que eu teria feito de errado.
Ao entrar, nossa professora de ficologia, Choi YeonSoo, nos apresentou uma nova face na turma, seu nome era Nam WooHyun, ele é baixo, pardo, bochechas rosadas e redondas, se chamou, acidentalmente, de Woohyunnie enquanto se apresentava. Ele parece ser alguém que conversa bastante, espero que não sente ao meu lado, mas é quase impossível desde que há outras cadeiras espalhadas pela sala.

-Então, 'WooHyunnie' - diz YeonSoo entre risadas, - sente-se... ali! -falou apontando para cadeira vaga ao lado de Sunggyu-.

-Eu disse, sabia que ele não iria sentar perto de m... O QUÊ? EU SOU KIM SUNGGYU!! -O mais velho entrara em colapso ao pensar na possibilidade de ter que fazer algum tipo de contato com outro ser humano.


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