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História Woolfs BookStore - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Bourbon com gelo


Fanfic / Fanfiction Woolfs BookStore - Capítulo 6 - Bourbon com gelo

 

Enquanto tomava banho na banheira, recordando esse momento de sua vida, Melanie se pegou lembrando dos alertas que recebeu de todos em sua volta. Dentro de um ano eles se conheceram e se casaram. Não se importou com o que falaram sobre ser cedo, sobre ela ser jovem. Ela se sentia realizada profissionalmente, trabalhava no que gostava, então porque não se realizar no amor? Não imaginava se casar tão cedo, mas ela sentia que amava e era amada. Não era por isso que as pessoas se casavam? Ela o amava intensamente e sabia que ele também a amava. Sempre seria assim. Esse momento morno era só uma fase. Logo ele estaria sendo como era no início do casamento, sempre ao seu lado e pronto pra lhe dar prazer. Ela sorriu enquanto passava a mão em sua barriga. Fechou os olhos e deixou sua mão descer para entre as pernas. Começou a acariciar timidamente o centro, lembrou do pau do marido que ela massageou a pouco tempo atrás e fechou os olhos, imaginando ele ali no lugar dos seus dedos. Mordeu a boca e jogou a cabeça pra trás na borda da banheira afundando mais seu corpo na água. A tensão se espalhou pelo seu corpo, fazendo ela contorcer os pés e abrir mais as pernas.

Will: Cuidando do meu morango por mim?

A voz rouca de quem acabou de acordar de William a fez pular e se endireitar na banheira. Olhou rapidamente pra ele parado na porta, completamente vermelha de vergonha e também de calor que sentia no corpo inteiro. 

Mel: Eu... – Não encontrou palavras pra justificar sua atitude e nem conseguiria mentir. William se ajoelhou ao lado da banheira e colocou o braço dentro d’água, deslizou a mão grande pela parte interna da coxa indo em direção a virilha, vendo Mel morder o lábio inferior novamente. – Só eu posso tocar em vc. – Mel deu um gemido em resposta. Sim, ele era possessivo ao ponto de não deixa-la se tocar sozinha. Ele introduziu o dedo do meio dentro dela e girou o dedo sem delicadeza. – Amor... – Mel implorou, não sabia ao certo o quê. Nem precisa dizer, ele compreendia. Usou o polegar pra massagear o clitóris. – Isso, baby... – Ela apertou os olhos, enquanto ele pressionava seu interior com movimentos de vai e vem. Amava aquela voz manhosa que ela fazia quando estava se entregando ao prazer. Ele retirou o dedo do meio sem deixar de esfregar o clitóris com o polegar, voltou com dois dedos, o indicador e o do meio lhe preenchia fazendo ela emitir sons que denunciava o quanto estava gostando. – Olhe pra mim – Ele ordenou. Ela abriu os olhos claros completamente cristalinos, mordendo com mais força a boca. William girou os dedos, fazendo a ponta deles tocar em sua parede superior de seu canal apertado. Mel gritou, e fechou os olhos. – Olhe pra mim! – William pedia com autoridade, ela obedeceu com dificuldade, era mais fácil fechar os olhos e se entregar as sensações do que encarar o olhar de desejo que ele lhe dava. Ela encontrou novamente os olhos dele, ele devolvia um olhar em chamas pra ela. Simplesmente amava as feições de prazer do rosto corado de Melanie. Com a mão ela encontrou seu braço debaixo d’água, e apertou o músculo acompanhando o delicioso movimento que ele fazia com os dedos. – Continue olhando pra mim, gostosa – Ele pedia com a voz baixa e ela só gemia mais alto. Moveu o quadril se empurrando contra os dedos dele. Ele girou os dedos mais uma vez, rompendo o orgasmo dela. – Isso mesmo, baby... Goza nos meus dedos... – E ela gozou, encarando ele como ele havia pedido tornando o orgasmo mais intenso. Enquanto o corpo dela ainda tremia, ele se aproximou e beijou sua boca. Ela relaxou finalmente fechando os olhos, mordeu a boca dele. Queria mais. O celular dele começou a tocar no quarto. Ele interrompeu o beijo sob protesto dela. – Volto logo. – Ele finalizou o beijo com um selinho e se levantou. Ele estava incrivelmente duro deixando ela com água na boca. William atendeu a ligação do seu irmão, enquanto Melanie prestava atenção à conversa. E sem surpresa nenhuma, detectou que era assunto de trabalho. Depois de 10 minutos falando com o irmão, William voltou para o banheiro e entrou no box do chuveiro.

Mel: Vem tomar banho comigo, amor... – Pediu com voz manhosa, ele a olhou com um sorriso nos lábios. –

Will: Adoraria, baby. Brad está precisando de uma programação que eu nem comecei a fazer. Eu tenho que trabalhar.

Mel: Vc vai à empresa hoje??? – Mel perguntou sem esconder a surpresa e a leve irritação –

Will: Não, mas tenho que fazer isso o quanto antes. Vou trabalhar em casa.

Mel: Nós temos um almoço na casa dos seus pais hoje.

Will: Não sei se poderei ir. Se eu conseguir terminar a rotina da programação... – William tomava banho enquanto ignorava o olhar irritado da esposa. Melanie secou a banheira e usou a ducha no corpo pra tirar o sabonete e demais essências que ela havia posto na água. Estava duplamente frustrada. Não conseguiu fazer amor com o marido e agora ele passaria o dia inteiro trancando no escritório.  – Que domingo emocionante! - Mel desceu para preparar algo pra comer após vestir um vestido solto e branco. Salma sua empregada não trabalhava aos domingos então ela mesma cortou algumas frutas e preparava para si um cappuccino. William desceu usando apenas uma cueca e beijou sua cabeça enquanto roubava do prato de Mel pedaço de mamão. Ela aumentou a quantidade de cappuccino na máquina para preparar um pra ele também. Quando ela se virou pra mesa segurando duas xícaras com o líquido fumegante, encontrou o seu prato vazio. Deu um olhar indignado para o marido.

Will: Da um desconto, baby. Estou com pressa. – Ele deu o seu sorriso mais travesso, arrancando um riso dela. Pegou uma xícara que ela oferecia e se dirigiu ao escritório bebendo em pequenos goles. Mel pegou seu celular, pretendia ligar para a sogra e desmarcar o almoço. Pensou melhor. Não iria ficar trancada em casa, mandou uma mensagem a Laura confirmando o almoço e dizendo que levaria a sobremesa. Se pôs a trabalhar na cozinha, na preparação de um crème brûlée. No final da manhã, o creme estava pronto e ela o colocou pra gelar. Foi até a adega e preparou um Bourbon com gelo e subiu. Entrou no escritório de mansinho, vendo seu marido digitando freneticamente no computador. Ficou um tempo vendo ele trabalhar, o rosto tão sério e impenetrável contrastando com a pouca roupa que ele usava. Era uma tentação ver as coxas musculosas e definidas assim tão abertas por baixo da mesa.

Will: Tá tudo bem, baby? – Ele perguntou sem tirar os olhos da tela. Mel se aproximou, puxou a cadeira de rodinhas fazendo ele se virar pra ela, ele lhe sorriu e ela sentou em seu colo, balançando o gelo do copo. – Vc leu meus pensamentos. – Tomou o copo da mão dela e bebeu um gole e se encostou na poltrona, relaxando o pescoço no encosto macio. –

Mel: É pra abrir seu apetite. – Mel beijou o furinho no queixo dele e ele sorriu mais largo fechando os olhos curtindo o sabor da bebida que descia queimando sua garganta. Mel ficou um tempo admirando os traços do seu rosto másculos e bem desenhado. E espalhou beijos no seu maxilar, descendo para seu pescoço, roçando os lábios na barba por fazer. Se levantou só para sentar novamente de frente pra ele, com as pernas bem abertas e retomou o beijo em seu pescoço, ouvindo o pequeno gemido que se formou na sua garganta e saiu como um suspiro pesado. Mel mexeu o quadril esfregando a boceta no volume que logo se formou dentro da cueca dele.

Will: Abrir meu apetite de vc? – William abriu os olhos e encontrou os olhos de Melanie queimando de tesão. Ela mordeu seu lábio inferior e concordou com a cabeça. William desencostou dela apenas o suficiente pra colocar a mão dentro da cueca e tirar de lá o pau duro. – É isso que você quer? – Ele disse mostrando o pau pra ela. Mel ficou vermelha, ele adorava provoca-la e fazê-la perder a vergonha. Mel balançou a cabeça concordando e molhando a calcinha no colo do marido. – Diga que quer – Mel suspirou, beijou sua boca rapidamente e trilhou um caminho de beijos até a sua orelha, disse com a voz manhosa que ele tanto amava – Me fode... – Ele a olhou surpreso e encantado, o pau que estava duro como pedra agora latejava de tesão. Ele largou o copo de Bourbon na mesa, colocou as duas mãos na bunda de Mel, encontrou a delicada calcinha que ela usava, percorreu o tecido até a lateral do seu quadril e deu um puxão forte, rasgando o tecido. Não conferiu se ela estava molhada o suficiente, levantou o quadril dela pra puxar o tecido rasgado da calcinha e enterrar o pau dentro dela. Mel gritou como sempre gritava quando ele a penetrava de vez. William massageou a bunda dela, dando fortes apertões na carne branca. Mel rebolou no pau dele, estava escorrendo seu líquido generosamente inebriando William com o cheiro que a bocetinha dela produzia quando estava encharcada. Mais alguns minutos rebolando e gemendo no seu ouvido, William não aguentou o despejou seu prazer dentro da esposa e apesar de estar gozando ele segurou o quadril de Mel e o levantou pra enterrar novamente levando Melanie a loucura e a um intenso orgasmo. Ela foi parando o rebolado enquanto as contrações do seu sexo apertava a carne do marido, deixando ele mais tenso e duro. Mel levantou do colo do marido ainda um pouco trêmula, sorriu satisfeita enquanto olhava a respiração do marido ainda bastante acelerada. Ele a olhava com os olhos de puro desejo. Ela sorria sensualmente pra ele e viu que ele ainda estava ereto. Ele levantou o vestido de Mel pra olhar mais uma vez pra sua boceta, Mel corou de vergonha. Ele a encostou em sua mesa e ficou observando como sua carne estava inchada, rosada e melada por causa do contato frenético de momentos antes. – Ahh baby... Eu preciso... – Ele se levantou e a penetrou novamente, Mel gemeu de surpresa. Apenas cinco estocadas profundas e ele gozou novamente forte e rápido. Mel o beijou enquanto ele se derramava dentro dela. Quando saiu de dentro dela, Mel beijou o peitoral dele na altura do coração, se deliciando ao ouvir o coração bater descompassadamente.

Mel: Vá tomar um banho, amor. Nós vamos almoçar com sua mãe. – Ela sorriu enquanto ele ainda controlava o coração acelerado, tomando fôlego, sem conseguir responder nada, ela o deixou sorrindo com a pequena vitória que havia acabado de conseguir.


Notas Finais


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