História Work Steeped in Sin - Capítulo 7


Escrita por:

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Categorias Justin Bieber
Tags Adultério, Drama, Pecado, Romance
Visualizações 36
Palavras 2.406
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Só...dance.


Acabou que nem fui ao cinema. Luiza enrolou demais e eu acabei perdendo a vontade de ir.

 Até que eu estava gostando de ver o Justin bravo por minha “causa”, mas acho muito errado fazer isso com a esposa dele aqui, ele deve estar me achando patética! Mas olhando pelo lado bom, eu estou fazendo muitas amizades novas como o Henrique, o Christian (garoto que me deu tchau na piscina, sim, descobri o nome dele) e o Bryan que, além de coreografo virou meu amigo nessas ultimas semanas e, acho que é por isso que Justin esta olhando para nós com a cara mais fechada possível.

Acabamos mais uma coreografia e, como a aula já acabou, eu e Luiza fomos conversar com Bryan. O papo com ele fluía muito bem, parece que temos mais um no bonde, mas um detalhe...Bryan é gay (Quase ninguém sabe),e isso até que podia me ajudar um pouco, pelo menos foi o que Luiza disse.

Acordei dos pensamentos com Luiza rindo de algo que ele disse, fui na onda e ri também. Marcamos de ir ao bar esta noite, acho que todos ouviram já que eles praticamente conversavam gritando, conversamos mais um pouco e fui para o meu quarto me arrumar.

 Tomei um banho e coloquei uma saia rosa com uma blusa cigana branca e um salto branco, bem Barbie, mas não deixava de ser bem atraente.

Quando passei pela porta do bar, parece que todos me olharam, mesmo que disfarçadamente, mas eu só liguei pra um par de olhos cor de mel que me assombravam todas as noites.

Ele estava ali, claro que estava. Rodei meus olhos pelo bar e achei meus amigos que, propositalmente estavam quase ao lado de Justin. Cheguei perto dos dois  e dei um selinho em cada um, se Luis e Pedro souberem disso eles vão morrer de ciúmes.

- E ai, como estou? –dei uma voltinha-

- Sexy – Luiza disse e riu-

- GOSTOSA!! – Bryan mordeu os lábios e riu-

- Ei, ele não para de olhar pra cá...- Luiza falou baixo-

- Será que voes duas poderiam parar de falar em códigos perto de mim quando eu não sei o que esta acontecendo? – Bryan disse bravo-

Não tiro a razão dele, a gente por um momento se esquecia dele ali e conversava por códigos mesmo. Dei aquele olhar para Luiza como se tivéssemos decidindo se contávamos ou não, acabou que contamos a historia e ele urrou.

- Não acredito, eu daria tudo pra ter esse deus grego na minha cama...Luiza é sua anjinha do mal, mas você acabou de ganhar mais um. Vem, vamos provocá-lo, ninguém sabe que eu sou gay mesmo –riu e me deu a Mão-

Começamos a dançar uma musica lenta que tocava no local. As mãos de Bryan desciam pela minha cintura me guiando pelo salão, a melodia era calma, mas a batida era forte, suas mãos desciam pelas minhas pernas como numa dança de tango, se não fossemos dançarinos, eu até diria que a gente tem uma química, mas não, só atuamos bem demais, muito bem que até mesmo Justin, estava indignado com a situação.

Quando a musica acabou, bateram palmas para a gente, ele segurou firme na minha cintura e me conduziu de volta para perto de Luiza.

Eles beberam mais um pouco e eu acabei jantando por ali mesmo. Eles até me ofereceram mas, eu não sou fã de bebidas alcoólicas, fiquei com a minha batida sem álcool mesmo. A hora estava passando tão rápido que, quando vimos, já era 1 a.m.

- Bom meninas, a noite é uma criança, mas tenho que ir. Temos que marcar outra vez isso hein...- Bryan se despediu e virou pra mim- espero mais momentos como esse com você BB, boa noite –me deu um selinho demorado e me abraçou- funcionou hein, mais um pouco e ele explode... –sussurrou em meu ouvido e deu um beijo em meu pescoço pra disfarçar-

O olhei e ri, Luiza se ligou rápido com essa atitude dele e riu terminando sua bebida. Bryan foi embora, mas eu e ela ficamos mais um pouco conversando, alto da parte dela, fraca para bebida é assim mesmo.

- Eu juro que se você não pegar, eu pego, que homem – Luiza disse se abanando e piscando pra mim entendi na hora-

- Talvez...quem sabe NE? Preciso me divertir um pouco mesmo, esses ensaios estão me deixando exausta, mas meus hormônios estão muito acumulados –ri- bom...vamos?

- Claro...-disse ela deixando o dinheiro no bar- mas eu te mato se você não pegar aquele gostoso –disse passando por Justin-

- Pode deixar que eu resolvo isso depois minha anjinha do mal – abracei ela, que apertou minha bunda- EI!

- Eu posso, ele não –riu e olhou pra Justin que sustentou seu olhar- vamos.

 

{...}
 

Nós estávamos ensaiando normalmente, e eu, quase desmaiando de fome, claro que temos tempo para comer mas... confesso que está bem mais puxado. Estávamos passando a coreografia pela ultima vez, graças a Deus, quando Scooter entra na sala e automaticamente a musica para.

Ele não é de ir dar avisos pessoalmente e, quando faz, é porque a coisa é seria mesmo, o que será dessa vez?

- Bom pessoal, como sabem eu não venho falar com vocês a não ser que seja algo importante... –viu? Eu disse!- bom, estamos vendo o rendimento de vocês e todos estão de parabéns, por isso, a carga horária de vocês será reduzida a apenas seis horas, nem mais, e se forem bem, menos...- Scooter falou e todos comemoraram-

Qual é? Dançamos praticamente o dia todo! Sabemos que tudo tem que estar perfeito, mas também não somos robôs NE? Temos que ter vida social...que ultimamente eu nem sabia mais o que era isso e, mais uma vez meu karma aparece, ta virando rotina amor.

- Estou aqui para lembrar vocês que, cada um esta aqui para dançar e que, uma das clausulas do contrato, impede qualquer relacionamento durante a turnê. Estamos vendo ações suspeitas de alguns bailarinos e pedimos que sejam profissionais enquanto estiverem aqui, caso contrário seremos obrigados a tomar medidas extremas. Obrigada pelo tempo de vocês, estão liberados por hoje. – terminou seu discurso e saiu-

Quando ele saiu da sala, os múrmuros começaram, ninguém tinha visto nada, mas são fofoqueiros, não os culpo, eu também iria querer saber quem são os bailarinos que estão quebrando as regras...mas meu coração gelou quando ele disse “medidas extremas”. Não quero perder esse emprego, eu o amo!

 Tive vontade de rir, porque sei quem falou coisas para o Scooter e, o mais engraçado, foi que o próprio, burlou as próprias regras do contrato, gozado não?

Luiza e Bryan na hora olharam pra mim, eu só balancei a cabeça negativamente e ri, eles fizeram o mesmo. Eles também sabiam quem fez isso e o porque de fazer.

Eu estava com muita raiva de Justin no momento, foi uma atitude bem infantil, então quer dizer que ele pode desfilar por ai coma esposa e eu não posso nem curtir um pouco? Bom...ele pode controlar meu envolvimento com bailarinos mas...com os conhecidos daqui não. Decidi que ia questioná-lo, isso não ia ficar assim.

{...}

Suas mãos desciam pelo meu corpo  fazendo uma cosquinha boa, minha cabeça foi para trás e meus olhos se fecharam. Os beijos foram descendo até sua boca entrar em contato com a fina camada da minha calcinha que estava encharcada, é, ele tem esse poder. Ele arrancou ela com raiva e abocanhou minha intimidade, me fazendo gemer alto.

- Ele te faz sentir assim Ana?- Justin enfiou um dedo em mim- ou melhor, BB. – enfiou outro dedo-

Ele fazia movimentos de vai e vem lá em baixo, e chupava meu clitóris, serio, não tinha como ficar melhor...com a mão livre, ele massageava meu peito, e após descer a mão, deu um tapa forte na minha frente que, eu quase não segurei e gozei...eu disse QUASE.

- Você é minha, ta entendendo? – parou – responde!

- Sim...eu sou...-disse me atrapalhando nas palavras-

Ele retomou os movimentos, as sensações me atingiam em cheio, eu não tinha mais controle do meu corpo, estava nas nuvens e no chão ao mesmo tempo, ele ora parava ora continuava...eu não ia agüentar mais...

- Vem pra mim amor, eu sei que você quer –  Disse dando  uma ultima chupada em mim-

Meu corpo reagiu automaticamente com os comandos dele e eu gozei, tão forte que não tinha forças nem pra raciocinar, era assim, simples, meu corpo pertencia a ele.

- Somos uma dupla e tanto Ana...eu amo seu gosto –chupou os dedos- agora acorda amor...

{...}

Acordei no susto, molhada e óbvio, frustrada sexualmente. Minha vontade é ir no quarto dele e...deixa pra lá, melhor ficar quieta. Olho no relógio e são exatamente 20 p.m. me levanto e decido ir tirar a história a limpo.

Estou muito puta da vida, quem ele pensa que é para controlar com quem eu saio? Isso já esta passando dos limites! Nem ligo pra roupa, vou de pijama mesmo, isso não pode esperar. Saio do meu quarto e bato na porta do dele, não quero nem saber se a mulher dele esta lá, se tiver, quebro a cara dela também.

Ele grita que já vai abrir e eu me preparo para dar um tapa na cara dele, mas quando ele abre a porta, vejo seu abdômen sem nada para cobrir e, meu sonho vem como um lapso na minha mente, balanço a cabeça e entro em seu quarto enquanto ele me olha com uma interrogação gigante na cara.

- Quem você pensa que é? –perguntei tentando controlar minha raiva e, não olhar pra sua barriga-

- C omo? –ri debochado- você veio aqui só pra me perguntar isso? Bom..eu sou Justin Bieber, 25 anos...-cortei-

- Para de graça Bieber, você sabe do que eu estou falando! Você não é ninguém pra controlar com quem eu fico ou deixo de ficar...que baixaria foi aquela? Que eu me lembre você também quebrou as regras –encostei meu dedo em seu peito o acusando-

- Não fiquei exibindo você pra todo mundo ou fazendo show no bar Ana – Justin ponderou- isso foi contra as regras. Por mais que eu quisesse quebrar a cara dele e ainda quero, pelo menos vocês podiam ser mais discretos.

- Não estávamos fazendo nada demais, eu danço com você o tempo todo, e, ameaçar nosso tempo aqui foi demais. Você não pode fazer isso, você esquece que também já provou dessa fruta aqui. – joguei em sua cara-

- Desde quando você fala aberta desse jeito? – Justin disse surpreso-

- Desde o momento que você disse que nada ia mais acontecer e, já que não vai, você não deve querer bater ou me limitar a ficar com ninguém. Eu fico com quem eu quiser. Mas já que são as regras, não tem problema, existem outros homens no prédio. –ri debochada-

- Você sabe o porque daquilo Ana...era errado...ainda é! –quase gritou-

- ENTÃO PARA DE SENTIR! Eu não ligo mais pra isso! Já aconteceu, e eu to super estressada, a minha vontade é acabar com você. Já dei meu recado, agora, boa noite! –disse indo até a porta-

Fui até a porta e, quando fui abri, senti um puxão no meu braço. Tava demorando, virou rotina já. Ele me encostou na parede ficando na minha frente.ficar tão perto dele assim me fez reviver todas as sensações novamente, isso estava ficando cansativo.

Eu estava ali, com tesão acumulado, puta da vida e querendo ao mesmo tempo quebrar a cara dele e querendo que ele me pegasse. Isso é normal?

Dessa vez, eu não abaixei a cabeça, olhei em seus olhos e pude ver a chama ali, de novo, do mesmo jeito, ele também estava com raiva de mim, era perceptível.

Eu não queria brigar, mas ele me tira do serio! Eu não estava conseguindo pensar com a pele dele tocando a minha através do pano fino que era meu pijama.

- Tanta pressa pra falar comigo que nem tirou a roupa? –encostou nossos narizes- isso tudo é tesão acumulado BB?

- Sai Justin, eu não estou para brincadeiras hoje, você passou dos limites. –rosnei-

- Eu sei...mas você pode desconta tudo em mim...que tal? Eu não to agüentando mais ver você me provocar e não poder fazer nada. –esperou uma resposta, que não veio- vamos Ana...o que me diz?

Olhei em seus olhos, e decidi que eu podia tirar uma casquinha né? Bom, a carne é fraca, mas pelo menos a cabeça estava funcionando ainda. Colei nossas bocas e, oh, que saudade dessa sensação...foi quase um mês. As borboletas ainda estavam no meu estomago, voando, me fazendo ter calafrios cada vez que nossas línguas se chocavam.

Ele estava com tanta saudade quanto meu,nosso beijo era desesperado, com saudade, fogo, eu tinha certeza que ele podia sentir isso também! As mãos dele passeavam pelo meu corpo, apertavam minha cintura e outra minha bunda, já eu, tentava me aliviar arranhando seu pescoço e suas costas.

 Ele desceu os beijos para meu pescoço e deu um chupão ali...é,  a intenção é realmente me marcar. Quando uma de suas mãos adentrou minha calcinha, eu me flexionei pra frente e, senti meu brinquedo favorito pronto pra mim, do mesmo jeito que eu estava.

- Você é minha porra. –sussurrou em meu ouvido, já posso gozar?- molhadinha Ana...desde quando você esta assim? Hein?

- Desde quando eu entrei...- respondi suspirando-

- Tanto tempo... eu preciso de você! –ia me jogar na cama-

Quando ele disse isso, eu concordei, mas não ia dar a vitória pra ele de mãos beijadas. Me afastei dele com muito esforço, meu corpo pedia o dele, mas não cedi, não era a hora ainda. Ele me olhou em duvida, dei um sorriso pra ele e depositei um selinho em seus lábios inchados, não resisti e dei uma mordida.

- Você acabou de quebrar mais uma vez, suas próprias regras. –me virei e fui embora-

Cheguei no quarto, respirei fundo  e ri, isso mesmo, ri, porque eu não queria sair de lá, qual é, eu to na seca também. Imagina o que a gente poderia estar fazendo agora? Bom, não tem mais volta. Mais uma vez, exalando sexo, fui dormir na vontade.


Notas Finais


Sem notas hoje... mas já sabem neh? Comentem, favoritem porque isso me ajuda demaaais!!! Beijosss e até o próximo!


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