História World Destroyed (Apocalipse - Esperança) - Capítulo 7


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Categorias Carinha de Anjo, The Walking Dead
Personagens Adolfo Valle, Cassandra Gamboa Campos, Cecilia Santos de Larios "Irmã Cecília", Cristóvão Valdez, Dulce María Larios Valle, Emílio Almeida, Estefanía Larios de Gamboa "Tía Pelucas", Franciely da Silva, Gustavo Lários, Juliana "Juju" Almeida, Padre Gabriel Larios Rocha, Personagens Originais, Rosana Almeida, Silvestre Moreira, Teresa Rezende Lários
Tags Apocalipse, Carinha De Anjo, Dumilio, The Walking Dead
Visualizações 38
Palavras 1.505
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Romance e Novela, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiie pessoas.
Espero que gostem do capitulo de hoje.
Boa Leitura do capítulo

Capítulo 7 - Meu Anjo da Guarda


Fanfic / Fanfiction World Destroyed (Apocalipse - Esperança) - Capítulo 7 - Meu Anjo da Guarda

Pov's Estefânia Lários Gamboa

As vezes pensamos que nunca veremos aqueles que já se foram. E era exatamente nisso que eu acreditava. Nunca pensei que veria a minha tão amada sobrinha. A quem considerava como filha. Uma garota inocente que vivia em meio a um caos que era o casamento de Gustavo e Tereza. Que depois daquele acidente desastroso ficou em coma durante dois longos anos. A garota na qual meu primo havia dito que morreu.
E esta mesma garota entrou no banheiro aos prantos.

Ela pareceu não ter me notado ali. Eu estava próxima aos box. Me aproximei lentamente da mais nova curvada sobre a pia, abafando o choro e os soluços nas mãos. Hesitei em tocar nela. Ainda não parecia real. Respirei fundo e pus minhas mãos sob seus ombros e ela virou-se bruscamente.

Os olhos azuis se destacaram em meio ao vermelho que havia se formado por causa do choro, mas os reconheci imediatamente.

- Está tudo bem?! - Perguntei dando um passo a frente. Ela se desvencilho de mim e andou até o outro lado do banheiro. -

- Está sim! - Respondeu rapidamente. Fungou, e limpou o rosto com uma toalha. - Não precisa se preocupar! - Falou de forma rígida -

O meu peito apertou. Eu queria abraça-la e dizer que tudo ia ficar bem. Mas aquela garota na minha frente não parecia a menininha de dez anos meiga e compreensiva. Talvez ela sentisse raiva de mim agora.

- Eu não tenho raiva da senhora, se é isso que quer saber! - Disse e eu a encarei. - A senhora não sabia que eu estava viva né?! - Perguntou com uma sobrancelha arqueada.  -

- Não sabia! - Respondi rapidamente -

- Quem foi que disse que eu havia morrido?! - Perguntou e eu engoli em seco antes de responder. -

- Foi o seu pai! - Respondi quase em um sussurro -

Vi as mãos dela se fecharem em punhos e ela começou a tremer, lágrimas já desciam do seus olhos antes dela bater a porta do banheiro.

Pov's Dulce Maria Lários

Talvez eu não quisesse acreditar que meu pai realmente quis me abandonar naquele hospital. Confesso que hesitei ao fazer aquela pergunta.
Peguei enlatados na dispensa e algumas garrafinhas de água. Roupas limpas, lanterna e uma coberta. Recarreguei as duas pistolas e peguei um pouco mais de munição. Coloquei tudo na mochila e joguei nas costas e me direcionei a saída do prédio.

- Aonde vai?! - A voz me fez parar, mas não virei para encarar seu dono. -

- Porque todo mundo me faz essa pergunta?! - Resmunguei baixinho sem me virar. Não queria encara-lo, ele me faria desistir -

- Deady?! - Me chamou. Eu suspirei -

- Oi Arthur! - Respondi ainda sem me virar e segurando firme na alça da minha mochila -

- Você vai embora?! - Perguntou -

- Eu preciso ir! - Falei suspirando novamente -

- Posso ir com você?! - A pergunta me pegou de surpresa, eu realmente não esperava. - Você foi a única que menos mentiu pra mim esse tempo todo! - Eu me virei pela primeira vez para encara-lo. Ele parecia ter chorado -

- Quando foi que eu menti pra você?! - Perguntei debochada em tom de brincadeira -

- Quando não me disse seu nome verdadeiro, Dulce Maria! - Era estranho ser chamada pelo meu nome verdadeiro - O Emílio me contou! -

- Imaginei! - Falei - Mas eu realmente preciso ir. E você não pode vir comigo, é muito perigoso lá fora! - Me virei e caminhei em direção a porta, mas uma vez outra voz me interrompeu -

- Ficaria mais tranquilo se você fosse amanhã de dia! - Emílio tinha as duas mãos sob os ombros de Arthur e ambos tinham um olhar suplicante, mas Emílio tinha um sorrisinho de lado nos lábios -

- Tudo bem eu fico seus insuportáveis! - Falei empurrando eles -

- Calma maninha! - Falou Arthur colocando a mão na boca em seguida. Eu o encarei com curiosidade. - Desculpa! Eu sei que você não gostou de saber que o papai tem outra família. - Ele pareceu cabisbaixo -

- Ei, você é meu irmão, seja de sangue ou nao, ok? - Ele assentiu - Ótimo, agora eu tô morrendo de fome! -

- Pelo menos a barriga não mudou, né?! - Luciana apareceu com o pote de 5kg de pudim de chocolate -

Sem pensar duas vezes atacamos aquele doce.

[...]

Eu havia começado a ler um livro qulquer que estava no meio de algumas revistas. Acabei adormecendo em um dos sofás da recepção.
Abri os olhos lentamente tentando me acostumar com a claridade. Me alonguei ainda sentada e abri minha mochila em busca de uma garrafa de água. Levantei o olhar enquanto bebia minha água e quase engasguei ao ver a pessoa parada no fim do corredor me observando com o olhar perdido.

- Perdeu alguma coisa?! - Perguntei com deboche enquanto guardava a água. O homem não respondeu apenas continuou me encarando como se eu fosse algo frágil que podia se despedaçar em vários pedaços. - Dá pra falar alguma coisa, porra! - Ele pareceu acordar. -

- Me respeite, porque eu sou seu pai! - Falou sério e firme. Eu ri debochadamente ao mesmo tempo que revirava os olhos -

- Você deixou de ser meu pai, desde o momento que me trocou por outra família! - Falei firme apontando o meu indicador para ele. -

- Eu não te troquei... - O interrompi -

- Ah, vai a merda! - Falei enquanto me levantava - Não vem com esse papinho pra cima de mim não. Só finge que eu morri mesmo tabom?! - Passei reto por ele indo em direção ao banheiro -

Pode não parecer, mas a cada palavra uma dor invade como se eu estivesse apanhando por dentro.
E sem pensar duas vezes saio daquela clínica antes que mais alguém me impessa.

[...]

(Seis meses depois)

Pov's Alice Lários Gamboa


A energia da clínica acabou a alguns meses e ninguém sabe como fazer o gerador voltar a funcionar. A comida e a água também acabaram, ou seja, tínhamos que sair em busca de mais.

Eu, Emílio, Vicente, Gustavo e Arthur que depois de tanto insistir acabou vindo.

Faz seis meses que a Dulce se foi e não a vimos mais. Sinceramente sinto muita falta dela. Além de gostar muito da mesma, ela nos deu o conforto que a anos não tínhamos. E foi só ela ir embora que tudo começou a dar errado. Ela era uma líder de verdade.

Já andamos a cidade quase toda e as minhas pernas não aguentam mais. Não encontramos muita coisa. Três enlatados e algumas velas que Vicente carregava em um carrinho de supermercado, parecia que estávamos fazendo compras.

- Podemos tentar ir para o Norte! - Comentou Gustavo -

- A Dulce disse que tem uma horda deles lá! - Falou Vicente rapidamente -

- Isso foi a seis meses! - Falou Gustavo ríspido - Não devem estar mais lá, vamos! - E sem delongas ele tomou a frente e saiu caminhando. Revirei os olhos e o segui. -

[...]

Já se passou algum tempo que estamos caminhando até que alguns errantes surgiram pela direita e foram pra cima de Arthur, o susto fez com que ele gritasse e corresse a nossa frente e dobrasse a esquina, corri atrás do mesmo enquanto os outros se livravam dos zumbis.

Eu parei bruscamente quando dei de cara com a horda na esquina. Arregalei os olhos ao ver a quantidade de zumbis. Eles perceberam a nossa chegada e começaram a vir em nossa direção.

- Arthur corre! - Berrei e o garoto correu ao meu lado na direção contrária ao restante do grupo e da horda -

Eles estavam muito perto e minhas pernas fraquejavam. Arthur tropeçou e caiu por cima de um pequeno ferro que perfurou seu abdômen. Ergui o garoto e passei seus braços pelos meus ombros e continuei a correr. Senti um deles segurar em minha mochila, mas um tiro ecoou no local e o zumbi me largou.
Mais tiros ecoaram e eu pude chegar a um carro e me esconder dentro dele. Era uma hilux da polícia militar.
Arthur gemia pressionando o local perfurado.

- Aahh! - Gemeu se contorcendo no banco. Eu tentava de todas as maneiras tentar ligar o carro, mas do que adiantaria? Não faço a menor idéia de como se liga um carro, e nem de como sair do lugar -

Respirei fundo enquanto observava aquela horda de zumbis se aproximarem cada vez mais.

- Se você realmente existe ai em cima, preciso de um anjo da guarda! - Falei com os punhos cerrados e olhos fechados. -

- Vai para o banco de trás, agora! - A voz gritou exaltada -

Me exaltei quando a porta do carro se abriu. E como em um milagre o meu anjo da guarda realmente apareceu.
















Continua?!


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
O próximo que irei escrever será da outra história aguardem😘❤


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